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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Intercept vaza delação da OAS sobre propina no governo do PSDB em SP do vice de Doria

Leo Pinheiro relatou pagamento de empreiteiras a pedido de Aloysio Nunes, por intermédio de Rodrigo Garcia, hoje vice de Doria e o então aliado do governo Alckmin
Cafetão Jose Serra com Sergio Moro e esposa advogada do PSDB Rosangela Wolff Moro
Jornal GGN – O Intercept Brasil, em parceria com a Folha de S. Paulo, revelou nesta sexta (16) um trecho da delação de Leo Pinheiro, da OAS, que aparece nas mensagens de Telegram trocadas entre os procuradores da Lava Jato.
No arquivo, consta o relato de pagamento de propina ao PSDB, por intermédio de Rodrigo Garcia, hoje vice do governador João Doria (PSDB). O negócio envolveria a obra da linha 4-amarela do Metrô de São Paulo.
 doria e moro psdb
Pinheiro relata que, em 2007, houve uma discussão com o governo do Estado, então sob José Serra, para atualizar o contrato da obra em um valor adicional de R$ 180 milhões.
O governo do Estado só liberaria a compensação mediante o pagamento de R$ 5 milhões pelo consórcio formado pela OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa. Cada uma arcaria com R$ 1 milhão.
Pinheiro disse ainda que o pagamento foi exigido pelo então secretário da Casa Civil de Serra, Aloysio Nunes.
O delator acrescentou que liberou a quantia, em dinheiro, para Rodrigo Garcia.
O acerto da propina aconteceu na casa de José Amaro Pinto Ramos, um “conhecido interlocutor do PSDB” e suspeito de ser operador de tucanos, detalhou a Folha.
A delação da OAS até hoje aguarda homologação do Supremo Tribunal Federal.
Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Ala de Alckmin é contra expulsar Aécio: o povo vai esquecer depois do natal, dizem

Os tucanos se dividiram diante do pedido do deputado Wherles Rocha (AC) para que o PSDB expulse o senador e deputado eleito Aécio Neves (MG), que foi alvo de ação policial novamente na última semana acusado de receber R$ 100 milhões em propinas na eleições de 2014, o que equivale a 70 triplex do Guarujá que Moro e Globo atribuem a Lula. A ala favorável à punição argumenta que o partido deve resposta rápida aos eleitores.
Ala de Alckmin é contra expulsar Aécio: o povo vai esquecer depois do natal, dizemAliados do presidente da sigla, Geraldo Alckmin (SP), dizem que não há motivo para afobação. Lembram que Aécio ainda está se defendendo na Justiça e preveem que as pressões diminuirão com as festas de fim de ano e o recesso parlamentar com a blindagem da imprensa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Juiz decreta sigilo em ação de Alckmin


Juiz Sergio Moro confratenizando com tucanos em evento Juiz decreta sigilo em ação de Alckmin
Juiz Sergio Moro confratenizando com tucanos em evento
O juiz da 13ª Vara de Fazenda Pública decretou segredo de Justiça na ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público paulista contra o ex-governador Geraldo Alckmin, candidato à Presidência pelo PSDB. O tucano e seu ex-secretário e tesoureiro de campanha Marcos Monteiro são acusados de enriquecimento ilícito pelo suposto recebimento de R$ 7,8 milhões de caixa dois da Odebrecht na eleição de 2014 ao governo do Estado.

O sigilo foi decretado a pedido do juiz da 1ª zona eleitoral de São Paulo, Francisco Carlos Shintate, onde Alckmin é investigado pelo suposto crime de caixa dois de R$ 10,3 milhões pagos pela Odebrecht nas campanhas de 2010 e 2014 a governador. Em ofício enviado ao magistrado da 13ª Vara, o juiz eleitoral afirma que o promotor Ricardo Manuel Castro moveu uma ação contra o tucano com "ampla publicidade" e usando prova "emprestada" de um inquérito policial eleitoral que está em segredo de Justiça.

A ação contra Alckmin foi ajuizada por Castro no dia 3 de setembro. Na ação, ele lista seis testemunhas que foram ouvidas e apresentaram documentos a ele que indicam nove pagamentos da Odebrecht à campanha de Alckmin em 2014. Entre elas estão os ex-executivos da empreiteira Arnaldo Cumplido e Luiz Eduardo Soares, o doleiro Álvaro Novis, responsável por operar os pagamentos da Odebrecht, e um funcionário dele que fazia as entregas em hotéis e residências de São Paulo.

Na ação, o promotor pede o bloqueio de bens no valor de R$ 39 milhões e suspensão dos direitos políticos. Em nota, Alckmin disse que não comentaria a decisão da Justiça, mas repetiu que "a ação não tem fundamento, fruto de um erro do promotor, e quem leu percebeu os equívocos". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. via UOL




domingo, 5 de agosto de 2018

Vice de Alckmin, Ana Amélia tentou censurar site que revelou omissão de R$ 4,7 milhões em seu patrimônio. O TRE não permitiu

Veia da Odebrecht Vice de Alckmin Santo da Odebrecht , Ana Amélia tentou tirar do ar site que revelou omissão de R$ 4,7 milhões em seu patrimônio. O TRE não permitiu
Do DCM
A senadora Ana Amélia( A Veia da Odebrecht), que virou vice de Alckmin (O santo da odebrecht) para tentar morder votos da extrema direita bolsonarista, deve dar trabalho na campanha.
Ana Amélia tem um telhado de vidro gigantesco, especialmente vulnerável para alguém que se vende como a mais proba das criaturas.
Como no caso em que defendeu os meliantes que atacaram a caravana de Lula — “mostra onde estão os gaúchos”, disse –, ela joga pesado na Justiça.
Em 2014, quis tirar do ar um site chamado Sociedade Política, que revelou omissão de R$ 4,7 milhões em seu patrimônio. O TRE indeferiu o pedido.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE) indeferiu neste domingo um pedido do comitê da candidata ao governo Ana Amélia Lemos (PP) para retirar do ar o site Sociedade Política, que divulgou na última sexta-feira a omissão de uma fazenda de 1,9 mil hectares na declaração de bens da candidata à justiça eleitoral.
A fazenda Saco do Bom Jesus, localizada no município de Formosa (GO), foi adquirida por Ana Amélia e pelo marido, senador Octávio Cardoso, em duas operações, em 1984 e 1986. Em janeiro deste ano, o patrimônio foi incorporado aos bens da atual senadora depois de concluído o inventário resultante da morte de Cardoso, ocorrida em 2011.
O espólio de Cardoso foi avaliado em R$ 9,47 milhões, dos quais R$ 4,74 milhões couberam a Ana Amélia, viúva do senador. Os dois se casaram em comunhão universal de bens em 1990, depois de viverem em união estável por mais de dez anos. O inventário foi registrado no 2º Tabelionato de Notas de Formosa no dia 27 de janeiro deste ano.
Na declaração de bens da candidata ao Tribunal Superior Eleitoral não consta o patrimônio resultante do inventário, que inclui 36% das terras em Goiás – cerca de 680 hectares – e metade das 600 cabeças de gado da fazenda. Também fizeram parte do espólio imóveis em Porto Alegre e em Lagoa Vermelha, terra natal da senadora, veículos e títulos de capitalização. Os outros bens foram divididos entre as três filhas do senador.
Ao TSE, entretanto, Ana Amélia declarou um patrimônio de R$ 2,55 milhões, constituído por imóveis, veículos e aplicações financeiras. O bem de maior valor da declaração é um apartamento em Brasília, avaliado em R$ 816 mil. O patrimônio omitido é praticamente o dobro do que foi declarado à justiça eleitoral.
A primeira matrícula dos imóveis, que se refere a uma área de 1.030 hectares, foi registrada no dia 6 de dezembro de 1984 no 1o Cartório de Notas de Formosa. Outra parte da fazenda, adquirida para fins de reserva florestal legal, foi adquirida no dia 3 de julho de 1986.
Segundo o advogado Fabrício Maia, um dos administradores do blog Sociedade Política, a fazenda já fazia parte do patrimônio de Ana Amélia antes da morte do senador e, portanto, deveria ter sido declarada ao TSE tanto na eleição deste ano quanto no pleito de 2010, em que a atual candidata ao governo foi eleita senadora. (…)
A assessoria jurídica da candidata queria tirar o site do ar alegando que as propriedades não precisariam ser declaradas à justiça eleitoral por constarem da declaração de renda do espólio de Cardoso. Além disso, alegava que a página divulga “afirmações ofensivas à honra” de Ana Amélia. A ação deu entrada no TRE ainda no sábado.
A desembargadora Liselena Robles Ribeiro, entretanto, considerou improcedente o pedido e remeteu o caso à Procuradoria Regional Eleitoral. (…)
O desembargador aposentado Antônio Augusto Mayer dos Santos, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB gaúcha, classificou a situação como “singular”.
— A lei eleitoral menciona uma declaração dos bens disponíveis pelos candidatos, que são de uso cotidiano, o que não parece ser o caso da fazenda em questão. Mas de fato o tema merece uma interpretação mais detalhada — afirmou.
A desembargadora Lúcia Koppitke, que foi juíza do TRE gaúcho, avaliou que a omissão os bens ferem a legislação eleitoral vigente:
— Pelo regime de união entre os dois, metade da propriedade já era da senadora mesmo antes da morte do marido. No meu entendimento, deveria constar da declaração de bens à justiça eleitoral — disse.


Documento reproduzido em site aponta propriedade de fazenda em nome de Ana Amélia
Documento reproduzido em site aponta propriedade de fazenda em nome de Ana Amélia

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Temer comprou apoio de PP, PR, DEM e PTB para Alckmin com cargos comissionados

Na contramão da decisão fechada pelo Centrão de fechar apoio a Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do PP(partido da veia da Odebrecht Ana Amelia), senador Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), queriam chancelar um acordo em torno do pré-candidato do PDT, Ciro Gomes.
Eles alegavam que o tucano não decolaria nas pesquisas de intenção de voto e que nem mesmo chegaria ao segundo turno das eleições. A reportagem apurou, porém, que o Palácio do Planalto fez forte pressão para que o bloco não se unisse a Ciro. O pedetista chamou o presidente Michel Temer de “quadrilheiro” e “ladrão” e disse que ele seria preso.


Temer comprou apoio de PP, PR, DEM e PTB para Alckmin com cargos comissionados pagos com dinheiro público

O governo ameaçou tirar cargos de quem se unisse a Ciro, principalmente do PP, que comanda os Ministérios da Saúde, Cidades e Agricultura - com orçamentos que, juntos, somam R$ 153,5 bilhões -, além de ter o comando da Caixa.

Com 1% das intenções de voto, Henrique Meirelles (MDB) também conversou nos últimos dias com integrantes do Centrão, mas não obteve sucesso em sua ofensiva. O ex-ministro chegou a se reunir ontem com Maia. Antes, ofereceu a vice em sua chapa a Flávio Rocha (PRB), que desistiu de se candidatar ao Planalto.

A decisão do Centrão foi comemorada entre os tucanos. A estratégia de Alckmin sempre passou por atrair o maior número de partidos para sua aliança e, assim, garantir tempo extra na propaganda eleitoral na TV e no rádio.

Na reunião desta quinta-feira, 19, com dirigentes do bloco, Alckmin - que preside o PSDB - se comprometeu a fazer consultas nos Estados para que o partido diminua o número de candidatos aos governos e apoie concorrentes do bloco. Hoje, a sigla tem entre 13 e 15 nomes próprios. No Rio, por exemplo, o PSDB deve agora fazer aliança com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”. 

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Ex-secretário de Alckmin é preso por suspeita de superfaturamento no Rodoanel

Contratos garantiram sobrepreço de até 1.223% em serviços de escavação e remoção de rochas, de acordo com investigação do TCU e da CGU. Outros 14 foram detidos provisoriamente

Laurence Casagrande, à esquerda de Alckmin, foi preso preventivamente na operação Pedra no Caminho

Laurence Casagrande, à esquerda de Alckmin, foi preso preventivamente na operação Pedra no Caminho

São Paulo – Ex-secretário de Logística e Transportes e ex-presidente do Dersa durante o governo Alckmin, Laurence Casagrande Lourenço foi preso temporariamente nesta quinta-feira (21) pela operação Pedra no Caminho, da Polícia Federal, que investiga superfaturamento de mais de R$ 600 milhões em obras do trecho norte do Rodoanel em São Paulo. Atualmente, Lourenço é presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).
Ao todo, são 15 mandados de prisão temporária e 51 mandados de busca e apreensão, que têm como alvos ex-diretores da Dersa e executivos das construtoras OAS e Mendes Junior que atuaram na obra. As investigações começaram em 2016, após um ex-funcionário de uma das construtoras denunciar manipulações em aditivos indevidos ao contrato da obra, de forma a aumentar o valor pago às empreiteiras.
Os aditivos garantiam, por exemplo, recursos para serviços de remoção de rochas que já constavam no projeto inicial. Investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU), que basearam as ações desta quinta-feira (21), apontam que, em apenas um dos lotes da obra, o aditivo para remoção de rochas alcançava R$ 33 milhões.
Outros serviços como escavação, estrutura de túneis, carga e desmonte de argamassa nos cinco lotes das obras do trecho norte do Rodoanel teriam atingido sobrepreço de até 1.223%. Os acusados vão responder pelos crimes de fraude à licitação, estelionato contra o poder público, falsidade ideológica e associação criminosa, conforme as suas participações.
DO RBA

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Empresa de pedágio relata propina de R$ 5.000.000,00 a Alckmin por meio do cunhado

A CCR, maior concessionária de estradas do país, revelou ter doado a quantia para o caixa dois da campanha do tucano ao governo paulista em 2010

Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)
Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à presidência da República, apontado como o “santo” nas planilhas da Odebrecht, ganhou um novo problema para resolver, além de não conseguir fazer decolar sua candidatura. Segundo reportagem de Mario Cesar Carvalho, da Folha de S.Paulo, a CCR, principal concessionária de estradas do país, revelou ter doado R$ 5 milhões para o caixa dois da sua campanha ao governo paulista em 2010. O dinheiro teria sido entregue ao cunhado de Alckmin, Adhemar Ribeiro, e a denúncia de propinas também atinge os tucanos José Serra e Aloysio Nunes. Ainda de acordo com a reportagem, é a segunda vez que o cunhado é associado a arrecadações ilegais de campanha. A Odebrecht relatou em acordo de delação ter entregue R$ 10,3 milhões a ele, também na campanha de 2010.
“Nos relatos reunidos pelo promotor José Carlos Blat, a CCR aparece como doadora de R$ 23 milhões para três políticos tucanos de SP entre 2009 e 2012: além de Alckmin, são citados o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e o senador José Serra. Os valores que teriam sido entregues a Serra e Aloysio ainda não foram apurados”, aponta ainda a reportagem.
Fonte Revista Forum

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Alckmin e Doria prometem cargo com foro privilegiado a Temer caso ganhem a eleição para salvar da prisão e atacarem as aposentadorias

Alckmin e Doria prometem cargo com foro privilegiado a Temer caso ganhe a eleição

Estrategistas da campanha do ex-governador Geraldo Alckmin defendem a ideia de garantir um cargo para Michel Temer quando este deixar o governo. O assunto pode ser tratado nas próximas reuniões em busca de apoio do MDB, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo. Prevendo a derrota no plano nacional, os tucanos já desenham a hipótese de acomodar Temer em algum cargo da estrutura estadual, uma vez que o ex-prefeito João Doria demonstra chances reais de vencer o pleito no estado de São Paulo, diferentemente de seu colega presidenciável. O PSDB sabe que Temer teme ser preso após deixar o planalto e que o foro privilegiado em 2019 pode ser uma boa moeda de troca.

“A negociação entre Geraldo Alckmin e Michel Temer para a campanha de 2018 deveria passar pela garantia de um cargo para o atual presidente num eventual futuro governo. A ideia é defendida por alguns dos principais estrategistas do tucano. A nomeação para uma embaixada, por exemplo, garantiria foro especial para Temer depois que ele deixar o cargo. Isso preservaria o futuro ex-presidente de medidas cautelares determinadas por juízes de primeira instância.

Caso Alckmin não ganhe a eleição, mas um de seus dois aliados —João Doria ou Márcio França— seja eleito para o governo de SP, Temer poderia ser acomodado em um cargo da estrutura estadual. A ideia já foi estudada, a sério, por pelo menos um deles —os dois querem o apoio do MDB no estado.
DO Plantao Brasil

terça-feira, 15 de maio de 2018

PEDALADAS DE ALCKMIN E SERRA SOMAM R$ 4.000.000.000,00

Apuração do Intercept Brasil aponta que é de R$ 4 bilhões a pedalada fiscal dos ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin, atual presidenciável do PSDB, e José Serra; de acordo o site, o governo paulista aceitou receber R$ 2 bilhões antecipados em troca de receber, com o tempo, R$ 6 bilhões em impostos

PEDALADAS DE ALCKMIN E SERRA SOMAM R$ 4.000.000.000,00

SP 247 - Apuração do Intercept Brasil aponta no Twitter que é de R$ 4 bilhões a pedalada fiscal dos ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin, atual presidenciável do PSDB, e José Serra. De acordo o site, o governo paulista aceitou receber R$ 2 bilhões antecipados em troca de receber, com o tempo, R$ 6 bilhões em impostos.
De acordo com o presidente do Sinafresp, Alfredo Maranca, foram bancos e empresas que "compraram" a dívida do estado de São Paulo e vão ficar com esses R$ 4 bilhões ao final. Os nomes deles ainda são desconhecidos.
Veja os tuits aqui e aqui.

domingo, 29 de abril de 2018

BANQUEIRO AFIRMA TER RECEBIDO 6,5 MILHÕES DE EUROS NA SUIÇA DO PSDB VALOR DE 15 TRIPLEX DA OAS, MAS JUIZ IGNORA

O empresário, banqueiro e ex-deputado federal filiado ao PSDB, Ronaldo Cezar Coelho, afirma ter recebido 6,5 milhões de euros (o equivalente a R$ 27 milhões pelo câmbio de ontem) pelo empréstimo de avião ao candidato a presidência José Serra (PSDB) em 2010; ele diz que o dinheiro foi depositado em um banco na Suíça; o inquérito a que Coelho responde é o mesmo que investiga se recursos do Rodoanel de São Paulo foram repassados à campanha de Serra no mesmo ano de 2010.
O empresário, banqueiro e ex-deputado federal filiado ao PSDB, Ronaldo Cezar Coelho, afirma ter recebido 6,5 milhões de euros (o equivalente a R$ 27 milhões pelo câmbio de ontem) pelo empréstimo de avião ao candidato a presidência José Serra (PSDB) em 2010; ele diz que o dinheiro foi depositado em um banco na Suíça; o inquérito a que Coelho responde é o mesmo que investiga se recursos do Rodoanel de São Paulo foram repassados à campanha de Serra no mesmo ano de 2010.
247 – O empresário, banqueiro e ex-deputado federal filiado ao PSDB, Ronaldo Cezar Coelho, afirma ter recebido € 6,5 milhões de Euros (o equivalente a R$ 27 milhões pelo câmbio de ontem e 15 triplex da OAS que Moro e Globo atribuem ao Lula) pelo empréstimo de avião ao candidato a presidência José Serra (PSDB) em 2010. Ele diz que foi pago na Suíça.  O inquérito a que Coelho responde é o mesmo que investiga se recursos do Rodoanel de São Paulo foram repassados à campanha de Serra no mesmo ano de 2010.
Executivos delatores da Odebrecht, OAS e Andrede Gutierrez admitiram repasses de 0,75% a pessoas ligadas ao ex-prefeito e ex-governador. Coelho diz ter disponibilizado a aeronave de sua propriedade para o PSDB já em 2009, ano em que Sérgio Guerra (morto em 2014) viajava em busca de alianças.
"Juiz" da lava jato Sergio Moro e a esposa Rosangela Moro  bem a vontade com tucano Jose Serra 

O banqueiro filiado ao PSDB acrescentou no depoimento ter pedido para os pagamentos serem feitos em nome de uma operadora de táxi aéreo. Mas Guerra, segundo seu relato, respondeu que “somente poderia efetuar os pagamentos diretamente no exterior”.
Ele afirmou ainda que “alimentava sua conta” em um banco suíço “através de investimentos que realizava” e que, em 2016, repatriou cerca de R$ 23 milhões.
Leia mais aqui.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Quem nomeou Paulo Preto na Dersa, em 2005, foi Geraldo Alckmin

Quem nomeou Paulo Preto na Dersa, em 2005, foi Geraldo AlckminInformação importante consta no Painel da Folha de hoje. A Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A) é a estatal paulista que cuida de obras rodoviárias.
(…)
A nova ofensiva da Justiça sobre Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, preocupa os principais aliados do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). O tucano, que prepara sua campanha presidencial, nunca foi pessoalmente próximo ao ex-diretor da Dersa, mas foi o responsável por sua nomeação, em 2005.
Do DCM

Paulo Preto bombando no Twitter: se ele pode comprar 50 triplex no Guarujá, quantos comprariam os tucanos?

Paulo Preto e do outro lado senador Jose Serra com juiz da lava Jato Sergio Moro e a esposa Rosangela Moro

O ex-diretor da Dersa e operador do PSDB, Paulo Preto, é um dos assuntos mais comentados do Twitter na manhã desta quinta (22), nos chamados Trending Topics. Um dos tuiteiros fez uma observação importante: “Vamos lá, coxinhada… Aula de Matemática: Se apenas o Paulo Preto comprava 50 triplex no Guarujá, quantos triplex comprariam os tucanos de alta plumagem?”.

Outros frisaram que o Ministério Público suíço que deu andamento às investigações, diferente do que ocorre no Brasil.

Já o jornalista Palmério Doria relembrou o passado do homem forte de Serra:

“Paulo Preto era a figura mais esperada na central da campanha presidencial de José Serra em 2010 no edifício Joelma, o do trágico incêndio. “O trem pagador”, festejavam. Ele preferia ser chamado de outra forma: ‘Chegou Papai Noel!’, anunciava. Bem mais fornido que o Velho Safado”.

Confira alguns tuítes.

PAULO VIEIRA SOUZA, O PAULO PRETO, EX-DIRETOR DA DERSA (FOTO: ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL)

DO DCM

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

​Por tempo de TV, Alckmin quer ser o novo Aécio, o tucano de Temer


​Por tempo de TV, Alckmin quer ser o novo Aécio, o tucano de Temer

Geraldo Alckmin, ao prometer ontem que “haverá punição” aos deputados do PSDB  que votarem – se houver  votação – contra a reforma da Previdência, nada mais faz que oferecer o partido, por vantagens, a Michel Temer, tal como fez seu antecessor na presidência dos tucanos, Aécio Neves.
Quer, para sua candidatura, o tempo de televisão do PMDB e da base governista, mostrando o quanto está disposto a assumir do desgaste da defesa das políticas temeristas, embora amenizado pelo fato de que, todos sabem, não deve haver a votação da proposta em fevereiro, pelas mesmas razões que não houve em dezembro.
É provável que, embora com a evidente anemia de sua candidatura, o consiga, porque Henrique Meirelles, que não tem coisa alguma a seu favor, exceto a mídia “mercadista” deve arcar  com os ônus da promessa não entregue de melhorar a drenagem de recursos da Previdência para o rentismo.
Nem a velhinha de Taubaté acha que o PSDB vai punir as duas dezenas de deputados que votariam contra a reforma. Até porque, provavelmente, não a votarão: basta-lhes colocar no Governo a dúvida de que não votarão para que a votação não aconteça.
Ninguém se iluda, só há uma bússola e um relógio na política (para não falar na Justiça): as eleições de 2018.
Sem carisma ou identidade popular, Geraldo Alckmin depende de uma supremacia de propaganda de massa que só Temer e o PMDB podem lhe dar.
Comprá-la, mesmo que ao preço da não-eleição de deputados do PSDB cuja votação será prejudicada pela tunga aos aposentados e aos trabalhadores da ativa, é negócio que lhe interessa.
Como toda “esperteza”, isso poderá cobrar ao “esperto” um preço caro.
Inclusive na eleição paulista, pondo em risco o “ninho”.
do Tijolaço

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Camargo Corrrea delata cartel do metrô de Geraldo Alckmin, mas Sergio Moro Ignora o caso


Camargo Corrrea delata cartel do metrô de Geraldo Alckmin, mas Sergio Moro Ignora o caso

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) instaurou processo para apurar um suposto cartel formado por empreiteiras que teria durado 16 anos e envolveria licitações de projetos de metrô em sete Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul) e no Distrito Federal.
Desdobramento da Operação Lava Jato, a investigação utiliza informações obtidas por meio de um acordo de leniência (espécie de delação premiada envolvendo empresas) com a empreiteira Camargo Corrêa, firmado na última terça-feira (5).
O acordo foi assinado pelo Cade em conjunto com o MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo. Com o acordo de leniência, a empresa, executivos e ex-funcionários forneceram informações e apresentaram documentos que comprovariam as denúncias a fim de colaborar com as investigações sobre o cartel.
Ao menos 21 licitações foram afetadas pelo esquema, que teve início em 1998 e teria durado até 2014, segundo o acordo firmado. Além da Camargo Corrêa, outras oito empresas estiveram envolvidas: Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Carioca, Marquise, Serveng e Constran.
Também é investigada a possibilidade de que outras dez construtoras tenham participado do conluio. São elas: Alstom, Cetenco, Consbem, Construcap, CR Almeida, Galvão Engenharia, Heleno & Fonsec, Iesa, Mendes Junior e Siemens.
Caso seja comprovada culpa das empresas citadas, elas podem ser condenadas a pagar multa de até 20% sobre seu faturamento. Já as pessoas físicas, caso identificadas e condenadas pelo Tribunal do Cabe, sujeitam-se a multas de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões.
Segundo a lei, por meio de um acordo de leniência, a empresa que assumir os crimes cometidos pode ter desde a extinção da ação punitiva da administração pública até redução de um a dois terços da penalidade desde que haja colaboração efetiva com as investigações. A empresa também poderá continuar celebrando contratos com o governo.
As obras suspeitas
Segundo o Cade, o cartel atingiu ao menos 21 licitações públicas no Brasil. O órgão separou os casos por período. Entre 1998 e 2005.
Duas obras para a linha 2-verde de São Paulo foram confirmadas.
Ainda de acordo com o Cade, “há indícios de que também houve acordos anticompetitivos concluídos e implementados em 2008 que afetaram outras duas obras para a linha 2–verde e linha 5–lilás, ambas em São Paulo”.
Em nota, o Cade diz ainda que em oito licitações realizadas entre 2008 e 2013, “os acordos foram planejados, mas não chegaram a ser implementados por razões alheias ao cartel”. São elas:
  • São Paulo: Projeto de trecho paralelo à Raposo Tavares (futura Linha 22) e projeto na região M’Boi Mirim, ambas no monotrilho.
Segundo o Cade, também houve tentativa de conluio entre 2010 e 2014 para a linha 15-prata e a linha 17-ouro, ambas do monotrilho de São Paulo, e a linha 6-laranja, do metrô também na capital paulista.
Outros estados também foram beneficiados pelo esquema de Cartel e estão sendo investigados.
Fonte  Katyta

sábado, 2 de dezembro de 2017

Os esqueletos no armário de Geraldo Alckmin


Alckmin foi diretamente beneficiado pela derrocada política de Aécio Neves / Luis Blanco/A2IMG

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, passou os últimos dias reunindo forças para assumir o comando do PSDB e apaziguar a crise interna vivida pelo partido nos últimos tempos. O motivo não é segredo para ninguém: sua vontade de disputar o Palácio do Planalto em 2018 como o candidato tucano.
Alckmin foi diretamente beneficiado pela derrocada política do último colega de partido que tentou o cargo, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). O mineiro perdeu seu cacife depois ter sido acusado de pedir R$ 2 milhões ao dono da JBS e de seu primo, Frederico Medeiros, ser flagrado recebendo malas de dinheiro do operador da empresa, Ricardo Saud.
Mas e o paulista, em sua segunda disputa, não possui nada para assombrá-lo? Confira 6 episódios que você precisa saber (ou lembrar) sobre Alckmin:
1. Citado por 3 delatores da Odebrecht:
O vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, encaminhou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 22 de novembro, um pedido de abertura de inquérito contra o governador Geraldo Alckmin devido às delações de três ex-executivos da Odebrecht. Benedicto Júnior, Carlos Armando Paschoal e Arnaldo de Souza e Silva disseram que a Odebrecht repassou,  por meio de caixa 2, um total de R$ 10,3 milhões para as duas candidaturas de Alckmin ao governo de São Paulo: R$ 2 milhões em 2010 e outros R$ 8,3 milhões em 2014.
Embora o ex-procurador-geral Rodrigo Janot tenha solicitado a abertura de inquérito em abril e o ministro Edson Fachin tenha ordenado o envio de documentos para o STJ, responsável pelo julgamento de governadores, até o momento as investigações não foram iniciadas e aguardam, agora, a autorização da ministra Nancy Andrigui.
O que o governador disse: Desde que as acusações se tornaram públicas, o governador nega ter recebido doações por caixa dois.
2. Desvio de verba da merenda escolar:
A Operação “Alba Branca”, da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual de São Paulo, deflagrada em janeiro de 2016, investiga um esquema de fraude na compra de alimentos para merenda de prefeituras no interior de SP e do governo estadual. Segundo integrantes da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), que fizeram delação premiada, políticos tucanos, com cargos de confiança no governo do estado, cobravam propina de contratos feitos entre creches e escolas públicas de ao menos 22 cidades entre 2015 e 2016. O total desviado ainda é desconhecido, mas os delatores contaram que a taxa cobrada variava entre 5% e 25%. Entre os que teriam recebido propina no esquema estão: o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Fernando Capez (PSDB) e o ex-chefe de gabinete da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin, Luiz Roberto dos Santos, conhecido como Moita; entre outros.
Em maio de 2016, foi criada uma CPI sobre o caso na Assembleia Legislativa de SP. A comissão, porém, encerrou os trabalhos em dezembro de 2016 sugerindo o indiciamento de 20 pessoas, mas sem responsabilizar nenhum político. A CPI da Alesp, no entanto, pediu o indiciamento de Moita.
O que o governador disse: Em seu novo site, inaugurado em outubro, Geraldo Alckmin disse que “jamais teve qualquer relação com as fraudes na compra de refeição de escolas”. O governador disse ainda que “o Estado de São Paulo foi vítima no caso”.
3. A seca em SP:
Entre 2014 e 2015, São Paulo viveu uma das maiores secas de sua história e teve problemas com o abastecimento de água. Foi necessário utilizar água do chamado “volume morto” do Sistema Cantareira por 19 meses. Alckmin nunca fez um decreto oficial de racionamento, mas, em diversas áreas do estado, pessoas relataram dificuldades para utilizar água.
O governador só foi admitir o problema publicamente em janeiro de 2015, quase um ano depois do início da crise, durante entrevista coletiva: “O racionamento já existe. Quando a ANA [Agência Nacional de Águas] determina que você tem que reduzir de 33 para 17 [metros cúbicos por segundo a quantidade de água que é retirada das represas] no Cantareira, é óbvio que já está em restrição”.
O que o governador disse: Recentemente, em seu novo site, inaugurado em outubro, Alckmin disse que o governo enfrentou a seca sem fazer racionamento. “Foi a maior seca da história e não tivemos racionamento. Fomos administrando”, disse.
4. Escolas ocupadas:
Em setembro de 2015, o governo do estado anunciou a intenção de dividir os colégios estaduais de SP por ciclos de ensino. Assim, a maioria das unidades ofereceria aulas de apenas um dos três ciclos do ensino básico – anos iniciais (1º ao 5º) e finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e ensino médio. Só que estudantes e professores foram contrários à medida, que implicava na transferência de cerca de um milhão de alunos, e ocuparam 196 escolas para protestar.
A Polícia Militar foi acionada para desocupar algumas unidades e foram registrados vários  episódios de violência. Após uma série de protestos, Alckmin decidiu suspender a reorganização das escolas e o então secretário estadual da Educação, Herman Voorwald, deixou o cargo.
O que o governador disse: Ao suspender a iniciativa polêmica, Alckmin disse: “Entendemos que devemos aprofundar o diálogo. Isso fecha um ciclo que permite a gente ajudar no ensino infantil. Vamos dialogar escola por escola.”
5. Restrição de acesso a dados públicos:
Em outubro de 2015, a Folha descobriu que o governo paulista havia classificado como “ultrassecretos” documentos do Metrô, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). Antes disso, o portal iG tinha obtido negativas semelhantes de acesso à informações da Sabesp e o jornal O Estado de São Paulo em relação a dados da Polícia Militar e da secretaria de Administração Penitenciária. Devido ao sigilo imposto, eles não poderiam ser consultados. Em alguns casos, os documentos deveriam ficar restritos por 100 anos.
O que o governador disse: Questionado à época sobre o caso do metrô, Alckmin disse que “se não houver nenhum risco para os usuários do Metrô, nenhum problema, vai ser tudo liberado”. Alguns dias depois da polêmica, ainda em outubro de 2015, Alckmin criou uma comissão para avaliar os documentos sob sigilo e revogou a classificação secreta dos documentos.
6. Suspeita de corrupção nos Trens e Metrô:
Em 2013, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) fez um acordo de leniência com a empresa alemã Siemens. As revelações da empresa motivaram uma investigação que resultou no caso que ficou conhecido como “cartel dos trens e do metrô”. Segundo o MPF, o cartel foi articulado entre 1999 e 2008, período dos governos de Mário Covas (que morreu em 2001) e também de Geraldo Alckmin (2001-2006) e José Serra (2007-2011), respectivamente.
Os fatos investigados, porém, abrangem um período maior. Além da Siemens, envolveu as empresas  Alstom, Daimler-Chrysler Rail, ADTranz, Mitsui e CAF. As suspeitas recaem em contratos de compra e de manutenção de trens e de linhas, além de construção de trechos das linhas 5-lilás e 2-verde do Metrô. Só em relação à obra linha lilás, a suspeita de desvio é de R$ 26 milhões. Desde 2014, já foram oferecidas 14 denúncias sobre o caso tanto no âmbito estadual como no federal. A mais recente é de junho deste ano e todas as ações são contra executivos. Até o ex-presidente da CPTM, Mário Manuel Seabra Rodrigues Bandeira, se tornou réu, embora negue as irregularidades. O envolvimento de políticos começou a ser investigado, mas foi arquivado no STF, em 2015, devido à falta de provas. Ainda não há condenações relativas a esses processos.
O que o governador disse: Quando a 14ª denúncia foi realizada, Alckmin disse que: “Uma licitação feita que teve grande participação, grande número de interessados, que o desconto foi mais de 30%, a CPTM prestará todos os esclarecimentos, mas tenho a impressão que a tendência é ser arquivada, não tem nenhuma razão para esse processo”. A Justiça, porém, aceitou a denúncia em 30 de junho de 2017 e instaurou um processo.
Edição: The Intercept Brasil

terça-feira, 28 de novembro de 2017

STJ autoriza abertura de inquérito contra Geraldo Alckmin no caso Odebrecht

Como a procuradora Geral da República Raquel Dodge ignora corrupção do PSDB,PMDB e da Globo e só quer perseguir sem provas a Senadora Gleisi que mais atuante contra o patrão dela ,o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, investigará o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pela acusação de recebimento de caixa dois eleitoral feita por delatores da Odebrecht. Alckmin tem privilégio de foro no Superior Tribunal de Justiça (STJ).





STJ autoriza abertura de inquérito contra Geraldo Alckmin no caso Odebrecht

A abertura de inquérito foi solicitada por Maia na quarta-feira, conforme apurou o Valor. O STJ autorizou a abertura da investigação, que tramitará em segredo de Justiça. A relatora do caso será a ministra Nancy Andrighi, integrante da Corte especial do tribunal.
Alckmin foi citado por delatores da Odebrecht como beneficiário de caixa dois para abastecer as campanhas de 2010 e 2014. Teriam sido pagos R$ 10,3 milhões em caixa dois eleitoral às campanhas do tucano.
Segundo os delatores da Odebrecht, foram R$ 2 milhões para a campanha de 2010 e R$ 8,3 milhões para a campanha de reeleição, vencida pelo tucano em 2014. As informações que sustentam o pedido de investigação sobre as campanhas de Alckmin foram prestadas por três delatores: Arnaldo Cumplido de Souza Couto, executivo da Odebrecht Engenharia e Construção Internacional; Carlos Armando Guedes Pascoal, o “Cap” da Construtora Odebrecht; e Benedicto Barbosa da Silva Júnior, ex-líder empresarial da Odebrecht e um dos responsáveis por liberações de recursos no Setor de Operações Estruturadas – a divisão de propinas da empresa.
Procurada, a assessoria de imprensa de Alckmin não se manifestou. O tucano é o principal nome do PSDB para a campanha presidencial de 2018.
André Guilherme Vieira e Ricardo Mendonça – Valor Econômico via Debate progressista 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Deputados de São Paulo que votaram pelo arquivamento das denuncias de corrupção contra Michel Temer

Geraldo  alckmin  Michel temer Deputados de São Paulo que votaram pelo arquivamento das denuncias de corrupção
Governador Geraldo Alckmin e Presidente Michel Temer
O Plenário da Câmara dos deputados atingiu quórum suficiente e, na noite desta quarta-feira (25), aprovou por maioria a rejeição da denúncia por obstrução da Justiça e organização criminosa contra o peemedebista.
Vejam Também Senadores que salvaram o Aecio neves em troca do apoio do PSDN na salvação de Temer e acabar com aposentadoria do Povo(Em São Paulo os três senadores Salvaram o Aecio Neves ,Marta "Suplicy" (PMDB), José Serra(PSDB) e Airton Sandoval (PMDB-SP) o suplente de Aloysio Nunes(PSDB))
A denúncia havia sido oferecida pela procuradoria-geral da República com base nas delações da JBS. De acordo com órgão, Temer, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), formaram uma organização criminosa que teria recebido ao menos R$ 587 milhões em propina e atuado para atrapalhar as investigações.
Foram 251 votos favoráveis ao parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomendava a não autorização da abertura de inquérito contra Temer no STF. 233 deputados votaram contra o parecer. Para que o inquérito fosse autorizado, eram necessários 342 votos. Com a decisão, Temer, que liberou milhões em emendas parlamentares, segue sendo o único presidente da história a ser denunciado em pleno exercício do mandato e, mais do que isso, ter as denúncias rejeitadas. Em agosto, o peemedebista foi salvo na Câmara de ter inquérito aberto no STF por corrupção passiva.

Alexandre Leite (DEM) – abstenção
Antonio Bulhões (PRB)  
Baleia Rossi (PMDB)  
Beto Mansur (PRB)  
Bruna Furlan (PSDB) 
Celso Russomanno (PRB)  
Dr. Sinval Malheiros (Pode)  
Eli Corrêa Filho (DEM) – 
Evandro Gussi (PV) 
Fausto Pinato (PP) 
Gilberto Nascimento (PSC) 
Goulart (PSD)
Guilherme Mussi (PP) 
Herculano Passos (PSD) 
Jorge Tadeu Mudalen (DEM) 
Mara Gabrilli (PSDB) – ausente
Marcelo Aguiar (DEM) 
Marcelo Squassoni (PRB) 
Marcio Alvino (PR) 
Miguel Lombardi (PR) 
Milton Monti (PR) 
Missionário José Olimpio (DEM) 
Nelson Marquezelli (PTB) 
Paulo Freire (PR) – ausente
Paulo Maluf (PP) 
Paulo Pereira da Silva (SD) 
Pr. Marco Feliciano (PSC) 
Ricardo Izar (PP) 
Roberto Alves (PRB) 
Roberto de Lucena (PV) 
Vinicius Carvalho (PRB) 
Walter Ihoshi (PSD) 

Relebre a conversa de Temer e o dono da JBS  Relembrem a conversa dele com Dono da JBS

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

'Aécio tem nosso respeito e afeto', diz Geraldo Alckmin


'Aécio tem nosso respeito e afeto', diz Geraldo Alckmin

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes na noite desta quarta (27), o governador paulista Geraldo Alckmin evitou comentar detalhes da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que afastou Aécio Neves (MG), colega de partido, do Senado.
Alckmin afirmou não conhecer a questão jurídica que diz respeito ao senador. No entanto, disse ter "respeito por Aécio Neves, que tem serviços prestados ao Brasil e a Minas Gerais".
Questionado sobre se a decisão representava uma perda para o partido, o governador respondeu que "não é questão de perder, é de fazer justiça".
"Aécio tem nosso respeito e afeto", reafirmou. "Ele tem mandato. Cabe ao Senado se pronunciar."
Afirmou, também, que a decisão do STF "não tem nada a ver" com a sua candidatura à Presidência em 2018 —Alckmin e Aécio integram alas opostas do partido. Nos bastidores, fala-se em um eventual apoio do mineiro a João Doria, que têm sugerido ambição ao Planalto.
"Ele vai ter a oportunidade de se defender", prosseguiu Alckmin, que ainda elogiou o trabalho de Tasso Jereissati como presidente interino da legenda.

Do YAHOO
Veja Tambem seu rival na indicação tucana o Prefeito João Doria sobre o  Aécio Neves: “É uma figura que tenho o maior respeito”