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domingo, 14 de julho de 2013

DENÚNCIA DA SIEMENS COLOCA PRESSÃO EM ALCKMIN

Multinacional alemã denuncia formação de cartel nas obras do metrô de São Paulo; preços eram combinados e chegavam a ficar 20% acima do valor normal; esquema envolveria ainda outras empresas polêmicas, como a Alstom, que já foi investigada por atos de corrupção em países como o Brasil; governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, promete conduzir investigação própria sobre o caso

A Siemens denunciou o caso às autoridades antitruste brasileiras, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, para escapar de uma punição maior – o caso foi revelado na edição deste domingo da Folha (leia mais aqui). Além da Siemens, o esquema envolveria ainda outras multinacionais, como a Alstom (já investigada na Europa por corrupção na América Latina), a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui. Todas essas empresas também fazem parte do projeto federal do trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, que será licitado no próximo mês.

De acordo com as denúncias, o cartel dos fabricantes de equipamentos atuou em seis licitações e o prejuízo total para o governo paulista ainda não foi totalmente estimado. Segundo a investigação do Cade, o conluio envolveria ainda as empresas TTrans, Tejofran, MGE, TCBR Tecnologia, Temoinsa, Iesa e Serveng-Civilsan. Destas, a Tejofran é fortemente ligada ao PSDB e cresceu exponencialmente nos governos de Mario Covas.

As multinacionais Alstom e Mitsui disseram estar colaborando com as investigações do Cade. O governador Geraldo Alckmin, por sua vez, prometeu conduzir uma investigação própria. Ao todo, o mercado de equipamentos para o transporte por trilhos movimenta R$ 4 bilhões ao ano no Brasil.
Do 247

sábado, 22 de junho de 2013

AS 5 Causas para os manifestantes do Estado de São Paulo

5 Objetivos para os manifestante do Estado de São Paulo:

1- Melhoria na infra-estrutura do transporte público paulista Estamos cansados de sermos carregados como gado e ainda pagar caro por isto.

2 - Maior Investimento na Educação e Cultura. Fim da Imediato da Progressão Continuada nas Escolas do Estado, que transformou nossa escola em fabricas de analfabetos funcionais. Maior valorização dos professores.

3 - Fim das absurdas filas nos hospitais. Virou rotina médio para fazer um exame em São Paulo é de 3 meses, em alguns casos o dobro do tempo. Isto é indigno. O tempo deve ser de no máximo de apenas 1 mês.

4 - Aumento da Segurança Pública. Investimentos na segurança publica. Dizer que só distribuição de renda resolve o problema da segurança é dizer que só pobre comete crime. A Polícia resolve somente 3% dos crimes graves como homicídio, estupro, assalto a mão armada, em SP. Combate efetivo contra a violência com meta de atingir a resolução 50% dos crimes graves. Melhores condições de trabalho e salários aos policiais

5 - CPI da Privatizações da Telesp, do Banespa e outras entidades publicas de São Paulo, onde mais de 100 bilhões forma desviados e outras CPIS que vem sendo bloqueada pelos governos do PSDB há 20 anos
(Grifo nosso)
Com a devida punição dos culpados e ressarcimento ao Estado de São Paulo.
AS 5 Causas para os manifestantes do Estado de São Paulo
Creditoshttps://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151648585044799&set=o.157980430878971&type=1

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sábado, 3 de setembro de 2011

A família trambiqueira do governador Geraldo Alckmin

cunhado de geraldo alckmin ladrão irmão de lu alckmin
Inquilinos de um prédio de propriedade de familiares da primeira-dama do Estado, Lu Alckmin, esposa do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB-SP) não conseguem obter alvará porque o edifício está em situação irregular e apresenta documento falso.O edifício Royal Street, na av. Brigadeiro Faria Lima, área nobre da zona oeste de São Paulo, não tem Habite-se, documento que comprova a regularidade de sua situação na prefeitura.

Mesmo assim, a Wall Street, empresa dona do prédio, tem entregue às empresas que alugam escritórios no local um Habite-se que teria sido emitido em 2000.A prefeitura confirmou que o alvará é falso e a funcionária que o emitiu, que trabalhava na Subprefeitura de Santana, foi exonerada acusada de cometer a fraude.A Folha teve acesso a três pedidos de licenciamento que tramitam na Subprefeitura de Pinheiros por empresas instaladas no Royal Street. O documento falso aparece em todos os processos....



Segundo a subprefeitura, nenhuma empresa instalada no Royal Street tem alvará, já que o Habite-se é exigido para a emissão da autorização.É o caso do escritório brasileiro da multinacional DKT, fabricante dos preservativos Prudence, que tenta desde março obter o alvará.A MB Associados, escritório de consultoria que tem entre os sócios o economista José Roberto Mendonça de Barros, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda no governo FHC, está na mesma situação.A consultoria se mudou para o Royal Street no começo deste ano e, no dia 11 de março, deu entrada com o pedido de alvará na Subprefeitura de Pinheiros apresentando o documento falso.

O outro processo ao qual a Folha teve acesso é o da Veloce Logística, que tramita na subprefeitura desde 26 de fevereiro do ano passado.Todas essas empresas estão sujeitas a interdição e multas por funcionarem sem alvará. O edifício, segundo a Folha apurou, deve ser interditado nas próximas semanas devido à irregularidade.

A Wall Street é acusada pela Corregedoria-Geral do Município de outra fraude, relacionada ao pagamento de outorga onerosa, uma taxa exigida para a autorização de construção de prédios altos.Em 1994, a empresa apresentou um carnê fraudado do IPTU do prédio e, com isso, pagou valor menor. Na Folha

sábado, 13 de agosto de 2011

Ministro Padilha, até quando vai dar dinheiro do SUS para Alckmin entregar aos planos privados?

do Viomundo  por Conceição Lemes
Nessa terça-feira, 9 de agosto, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) deu entrada à ação civil pública, com pedido de liminar, contra a lei estadual que permite aos hospitais públicos geridos por Organizações Sociais de Saúde (OSs) destinar até 25% dos leitos e outros serviços para planos de saúde e particulares.
A ação responde à representação de diversas entidades da sociedade civil, entre as quais o Grupo Pela Vidda-SP, que a liderou, o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems/SP) e o Conselho Estadual de Saúde, cujo presidente é o próprio Secretário estadual da Saúde.
Assinam-na os promotores Arthur Pinto Filho e Luiz Roberto Cicogna  Faggioni, da Promotoria de Justiça de Direitos Humanos e Saúde Pública do MPE. Eles pedem à Justiça que declare a inconstitucionalidade e ilegalidade da lei paulista, além de impedir que o governo estadual celebre contratos de gestão, alterações e aditamentos entre OSs e planos de saúde.
A lei em questão é a complementar nº 1.131/2010, mais conhecida como Lei da Dupla Porta, do ex-governador Alberto Goldman (PSDB), aprovada pela Assembleia Legislativa e  regulamentada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), mediante o decreto nº 57.108/2011.
Sábado passado, 6 de agosto, a Secretaria Estadual de Saúde publicou no Diário Oficial do Estado a resolução nº 148, que autoriza os dois primeiros hospitais públicos a vender 25% da sua capacidade para usuários privados.  São o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e o Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo “Dr. Euryclides de Jesus Zerbini”, ambos de alta complexidade.

“Permitir que os hospitais geridos por OSs vendam até 25% dos seus serviços para  planos de saúde é a prova provada de que esse sistema é muito mais caro do que a administração direta”, alerta o promotor Arthur Pinto Filho. “É a forma mais cruel que o estado de São Paulo poderia ter arrumado para capitalizar a saúde, já que seus hospitais públicos de alta complexidade são claramente insuficientes para atender à demanda dos usuários do SUS [Sistema Único de Saúde].”
Os hospitais de alta complexidade são o maior gargalo da rede pública de saúde. Em vez de diminuí-lo, para melhorar o acesso à assistência, o governo paulista vai aumentá-lo, tirando-lhes até 25% da capacidade para entregar de bandeja aos planos de saúde e particulares.
Em português claro: o governo paulista escolheu sustentar um modelo de gestão que está fazendo água – tem um rombo de R$ 147 milhões — à custa de uma perversão.
Os dois vão lucrar. O governo tucano manterá a forma de gestão pelas OSs, um sistema financeiramente falido. E os planos de saúde vão receber 25% dos leitos públicos sem investir um tostão nos hospitais públicos.
É mel na sopa para os planos e seguros de saúde. Em São Paulo, o setor suplementar vive um “overbooking hospitalar”: como os planos de saúde venderam mais do que a capacidade da rede conveniada – só em 2010, houve crescimento de 10% –, os pronto-socorros estão lotados e há fila para internação de clientes de planos, pois faltam vagas.
Daí por que os planos só têm a ganhar com a lei paulista. Além de desonerar os seus custos, ao usar a capacidade instalada dos hospitais públicos, eles “turbinam”  sua rede credenciada de alta complexidade, hoje medíocre e insuficiente.
“Os planos lucram agora e certamente serão generosos em ano eleitoral”, conjectura Mario Scheffer, especialista em saúde pública e presidente do Grupo Pela Vidda-SP, com base em estudo feito por ele e a médica sanitarista e doutora em saúde pública Lígia Bahia, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Em 2010, sem contar possível caixa 2, os planos de saúde deram R$ 12 milhões declarados para campanhas eleitorais, inclusive do governador Geraldo Alckmin.”
Desde já, Scheffer prevê:
1. Ao ostentar em suas redes credenciadas os hospitais do SUS, os planos de saúde exigirão como contrapartida o atendimento diferenciado de seus clientes.
2. Os usuários de planos, já com o diagnóstico em mãos, serão atendidos rapidamente, enquanto os usuários do SUS, até serem encaminhados pela rede básica, aguardarão meses para o agendamento. “É assim que funciona a dupla porta do Incor e do complexo HC-FMUSP, modelo que agora será estendido ao Icesp e ao Hospital dos Transplantes”, ressalta Scheffer.
“Os que tentam recobrir a discussão com verniz caritativo mais parecem corretores de imóveis negociando nacos de serviços públicos, na lógica de que os pacientes se dividiriam entre SUS-não-pagantes e planos-pagantes, os salvadores da pátria”, detona a professora Lígia Bahia. “Mas as contas não fecham, até porque os valores da remuneração dos planos são muitas vezes mais baixos que os praticados pelas instituições oficiais.”
Como boa parte dos hospitais geridos por contratos de gestão via OSs está quebrada, precisando “para ontem” de dinheiro novo, as organizações sociais de saúde não contempladas nesse primeiro momento vão pressionar a Secretaria Estadual  para também vender até 25% dos seus serviços.
Resultado: para reduzir o rombo nas OSs se ampliará a exclusão dos mais pobres, indo contra a Constituição Federal, pois fere o princípio da isonomia, e ainda destruirá o próprio SUS.
Por isso, ministro Alexandre Padilha, pergunto ao senhor o que as mais de 40 entidades que subscreveram a representação ao Ministério Público gostariam de saber:
1) Até quando o Ministério da Saúde vai continuar dando dinheiro para São Paulo entregar aos planos privados de saúde?
2) Não seria o caso, ministro,  de já iniciar o processo de desabilitação de São Paulo da gestão plena do SUS?
Financiar a saúde privada em detrimento do SUS não tem cabimento, é demais.


Alckmin vende até 25% dos leitos hospitalares do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs
Hospitais públicos gerenciados por OSs: o rombo acumulado é de R$ 147,18 milhões
MP acata representação contra lei que vende 25% dos serviços do SUS a planos de saúde
Veja aqui como os cofres públicos são assaltados, no Brasil, na cara dura

terça-feira, 21 de junho de 2011

Hospitais públicos de SP gerenciados por OSS: Rombo acumulado é de R$147,18 milhões

 do VIOMUNDO
Hospitais públicos de SP gerenciados por OSS: Rombo acumulado é de R$147,18 milhões(R$147.180.000,00)
por Conceição Lemes
A saúde pública no Estado de São Paulo está sendo privatizada rapidamente, a passos largos.
O símbolo desse processo são as OSS: Organizações Sociais de Saúde. Significa que o serviço de saúde é administrado por uma dessas instituições e não diretamente pelo Estado.
Curiosamente no site da Secretaria Estadual de Saúde não há sequer uma lista com todos os hospitais, ambulatórios médicos de especialidades (AMEs) e serviços de diagnóstico administrados por OSS. É preciso garimpar na internet, nome por nome, para saber se o serviço X ou Y é tocado por OSS. É desafio até para pessoas acostumadas a pesquisar em Diário Oficial. Mas quem se der a este trabalhão – às vezes é preciso telefonar ao estabelecimento para ter certeza–, vai comprovar o óbvio: a terceirização, de vento em popa, da saúde pública do Estado de São Paulo.
O artifício é a lei complementar nº 846, de 1998, alterada pela 62/2008, do ex-governador José Serra (PSDB), que autoriza transferir às OSS o gerenciamento de todos os hospitais públicos paulistas, novos e antigos.
“Os hospitais gerenciados por Organizações Sociais são exemplo de economia e eficiência”, diz o site da Secretaria Estadual de Saúde.

A justificativa para a expansão das OSS é “a experiência de sucesso dos últimos dez anos”. Essa, especificamente, foi anexada ao projeto de lei que Serra encaminhou à Assembleia Legislativa paulista, permitindo às OSS gerenciar não só os novos estabelecimentos de saúde (como permitia a legislação em vigor desde 1998) mas também os já existentes (até então era proibido).


Artigo publicado no boletim EnBreve, do Banco Mundial, também derrama elogios às OSS.

ROMBO ACUMULADO DE 18 HOSPITAIS CHEGA A R$147,18 MILHÕES
Teoricamente as OSS são entidades filantrópicas. Na prática, porém, funcionam como empresas privadas, pois o contrato é por prestação de serviços.
“As OSS recebem os hospitais absolutamente aparelhados, de mão beijada. Tudo o que gastam é pago pelo governo do estado ou prefeitura. Além disso, recebem taxa de administração”, avisa o promotor Arthur Pinto Filho, da área de Saúde Pública do Ministério Público de São Paulo. “Entregar a saúde pública para as OSS evidentemente encarece a saúde e tem prazo de validade.”
No final do ano passado, o Viomundo já havia tornado público que, em 2008 e 2009, os hospitais geridos pelas OSS custaram, em média, aos cofres do Estado de São Paulo cerca de 50% mais do que os hospitais administrados diretamente pelo poder público. A mesma tendência se manteve em 2010, revela o cruzamento de dados dos relatórios das OSS com informações do Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária do Estado de São Paulo (SIGEO)
No final de 2010, o Viomundo também revelou que, de 2006 a 2009, os gastos com as OSS saltaram de R$ 910  milhões para R$ 1,96 bilhão.  Uma subida de 114%. No mesmo período, o orçamento do Estado cresceu 47%. Ou seja, as despesas do Estado de São Paulo com a terceirização da saúde cresceram mais que o dobro do aumento do orçamento público.
Mas a situação é bem mais complicada. O Estado de São Paulo tem 34 hospitais públicos geridos por OSS. Alguns são por meio de convênios, feitos normalmente com fundações de universidades públicas. A maioria é por contratos de gestão, geralmente executados por instituições privadas ou filantrópicas.
Até o início de junho, 22 dos 34 hospitais públicos do estado de São Paulo geridos por OSS haviam publicado balanço referente a 2010.
Desses 22, apenas quatro ainda têm patrimônio positivo. Um deles é o Hospital Brigadeiro, na capital paulista, privatizado em janeiro de 2010 e gerido pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, conhecida pela sigla SPDM. Os demais são os hospitais Regional Porto Primavera (Rosana), Estadual João Paulo II (José do Rio Preto) e Regional de Presidente Prudente (antigo Hospital Universitário). Todos novos e administrados pela Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus.
Os outros 18 hospitais apresentaram patrimônio negativo, ou seja, passivo maior do que o ativo. Portanto, dos que já divulgaram o balanço de 2010, 80% estão “quebrados”.
Atente bem à tabela abaixo. Ela foi elaborada com base nos balanços publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo.


Resultado: Em 2010, o déficit desses hospitais foi de R$ 71,98 milhões. Mas o rombo acumulado dos 18 chega a R$ 147,18 milhões.

70% DOS EQUIPAMENTOS GERIDOS POR OSS TIVERAM DÉFICIT EM 2010
O sinal vermelho foi dado nos próprios balanços. Sobre o do Hospital Estadual do Itaim Paulista, gerido pela Casa de Saúde Santa Marcelina, a Cokinos & Associados Auditores Independentes S/S adverte:

Conforme descrito na Nota Explicativa n.º 14, a Entidade apresentou déficit de R$ 3.227.700 durante o exercício findo em 31 de dezembro de2010 e, naquela data, o seu passivo total, excedia o seu ativo total em R$ 3.804.984. A Organização dependerá do repasse de verbas complementares futuras afim de obter o reequilíbrio econômico-financeiro para a manutenção normal de suas operações.”
A situação dos ambulatórios médicos de especialidades (AMEs) também é muito grave. Dos 27 existentes, 17 tiveram déficit em 2010.  Entre eles, o AME Heliópolis (antigo Hospital Heliópolis), administrado pelo Seconci-SP (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo).
Em 2009, esse AME, que ironicamente se chama Dr. Luiz Roberto Barradas Barata, tinha patrimônio de R$ 3,8 milhões. Porém, devido ao déficit de R$ 6 milhões em 2010, seu passivo já atinge R$ 2,2 milhões. Barradas, ex-secretário da Saúde do Estado de São Paulo e falecido em 2010, foi o autor da justificativa anexada por Serra à mensagem enviada, em novembro de 2008, à Assembleia para mudar a lei das OSS.
Resumo do buraco: dos 58 hospitais, AMEs e serviços de diagnóstico do estado de São Paulo geridos OSS por contrato de gestão, 41 tiveram déficit em 2010, segundo o relatório das OSS publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, publicado em abril de 2011. O que representa 70%.
SECONCI, SPDM E FUNDAÇÃO ABC NÃO RESPONDEM
Esta repórter contatou as OSS responsáveis pelos hospitais com déficit para saber o motivo dessa situação.
O Seconci-SP não respondeu, apesar de diversos telefonemas e emails para a sua assessoria de imprensa. O Seconci administra os hospitais Geral de Itapecerica da Serra, Estadual de Vila Alpina, Regional de Cotia, Estadual de Sapobemba e AME Heliópolis. Por meio de convênios com a prefeitura de São Paulo, também cuida de cinco AMAs (unidades de Assistência Médica Ambulatorial). Abaixo resumo do balanço do Estadual de Vila Alpina.

A SPDM, ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) não quis se manifestar. Por meio de sua assessora de imprensa, disse que só a Secretaria Estadual de Saúde poderia dar esclarecimentos.  A SPDM gerencia nove hospitais no estado de São Paulo, sendo quatro estaduais: Brigadeiro e Geral de Pirajussara, na capital, Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, e Estadual de Diadema.
A Casa de Saúde Santa Marcelina achou melhor que o diretor de cada hospital esclarecesse o déficit.
“Há vários motivos para o prejuízo no ano que passou, mas o principal, responsável por mais de 90% dessa situação, é o orçamento inadequado. Como aconteceu em 2010, 2009 e alguns outros anos anteriores, as partes negociavam já sabendo que o dinheiro não seria suficiente para cobrir as metas de atendimento”, explica a esta repórter Carlos Alberto Ferreira, diretor do Hospital Estadual Itaim. “Só que, geralmente lá por setembro, outubro ou novembro, se reviam os valores e um termo aditivo de contrato era assinado para cobrir a diferença. Em 2010, devido à morte do doutor Barradas e mudança de secretário, isso não aconteceu plenamente. Daí por que o dinheiro não deu.”
Já a responsável pelo Hospital Estadual de Itaquaquecetuba não quis falar. Recomendou-me contatar a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde.
A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo é gestora de vários serviços de saúde estaduais, entre os quais os hospitais Geral de Guarulhos, Estadual de Francisco Morato, Estadual de Franco da Rocha “Dr. Albano da Franca Rocha Sobrinho”, Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário e o Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental de Franco da Rocha – Complexo Hospitalar do Juquery.
Resposta ao Viomundo: “No ano passado, parte dos recursos foi contingenciada. Atualmente a situação está equilibrada”.
A Associação Congregação de Santa Catarina, do qual o Hospital Santa Catarina faz parte, administra dez instituições públicas paulistas: os hospitais gerais de Pedreira, Itapevi e Grajaú, o Centro de Referência do Idoso da Zona Norte, o Pólo de Atenção Intensiva em Saúde Mental, os AME Jardim dos Prados, Itapevi e Interlagos, o Centro de Análises Clínicas de São Paulo (Ceac) e Serviço de Diagnóstico por Imagem (Sedi 1).
Resposta ao Viomundo:
“Está havendo uma negociação junto ao governo do Estado para adequação entre orçamento e metas assistenciais para 90% das casas administradas pela Associação.
Nos últimos 3 anos (2009, 2010 e 2011), o governo do Estado tem basicamente mantido as metas assistenciais e reduzido os orçamentos em 5% a cada ano, por conta de um contingenciamento. Portanto, nos últimos três anos houve uma redução de 15% no orçamento e as metas foram as mesmas.
Os Hospitais Pedreira e Itapevi apresentaram um déficit, pois os recursos não estão condizentes com as metas estipuladas. Sendo assim, a Associação Congregação de Santa Catarina, assim como outras entidades filantrópicas, está em negociação com o governo do Estado para alinhar o orçamento às metas ou as metas ao orçamento”.
Abaixo o resumo do balanço do Hospital de Pedreira.

CONTRATOS GARANTIDOS NO FIO DO BIGODE? BAIXA TRANSPARÊNCIA

Acontece que o Hospital Estadual de Pedreira, por exemplo, realizou em 2010 menos do que o foi contratado:

Ou seja, esse hospital gerido pela Associação Congregação Santa Catarina realizou quase 8% a menos das metas físicas contratadas. Porém, recebeu R$ 5,6 milhões a mais do que o valor previsto, como mostra a tabela abaixo feita com base no levantamento no Diário Oficial. Já os hospitais Itapevi e Grajaú, administrados pela mesma OSS, receberam praticamente o valor contratado.
Os hospitais Estadual de Guarulhos e de Francisco Morato, administrados pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, receberam a mais R$5.474.3815,50 e R$1.040.706,00, respectivamente.
Detalhe: Pedreira, Guarulhos e Francisco Morato não são exceção; em geral, há acréscimos nos valores contratados inicialmente.

Afinal de contas, o governo paulista realmente contingenciou recursos, como alegam algumas OSS? Tecnicamente recurso contingenciado é aquele previsto no orçamento e o governo congela. Ele pode vir ou não a ser repassado.
Ou as OSS não receberam o que desejavam pelos serviços prestados?
Ou será que para ganhar a eleição estadual em 2010 o governo tucano teria estimulado as OSS a atenderem mais do que o previsto e posteriormente não cobriu os extras?
Ou será tudo isso junto?
Qual a mágica para as OSS continuarem operando, já que a maioria dos hospitais geridos está no vermelho? Teria o atendimento piorado ou elas resolveram fazer benemerência, trabalhando de graça para o governo estadual?
Os contratos seriam para “inglês ver”, considerando que, de antemão, as partes sabem que precisarão de aumento posterior nos valores?
A garantia seria mesmo na base de um “fio do bigode” de uma única pessoa?
O fato é que, apesar envolver recursos públicos de quase R$ 2 bilhões anuais, o negócio das OSS é uma caixa-preta que precisa ser escancarada à luz do sol de verão. Por uma razão simples: falta transparência.
Esta repórter solicitou à assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde São Paulo o número e os nomes dos hospitais geridos diretamente pelo Estado e por OSS, tanto por contratos de gestão, quanto por convênios. Vieram apenas os números e desta forma:

Cerca de 40?! Cerca de 30?! Como?!
Se a Secretaria Estadual de Saúde não sabe EXATAMENTE quantos hospitais são geridos pelo Estado e quantos são por OSS, quem vai saber? Ou será que não nos quis passar?
E supondo que a Secretaria Estadual de Saúde não soubesse quantos hospitais são geridos pelo Estado e quantos são por OSS – que é uma informação básica –, como vai fiscalizar os serviços e cumprimento de metas?
Insisti com a assessoria de imprensa. Precisava dos nomes dos hospitais. Em vez da resposta, foi encaminhado texto só com elogios ao modelo de OSS.  Alguns trechos:



Reforcei o pedido, solicitando os nomes dos hospitais geridos por OSS por contrato de gestão e por convênio e os administrados diretamente pelo estado diretamente. Argumentei ser informação básica, de fácil acesso, pelo menos ao pessoal da Secretaria Estadual de Saúde.  “É só ‘puxar’ no computador”, esta repórter argumentou na solicitação. Nada. Silêncio absoluto.
Só que os hospitais de Pedreira, Vila Alpina, Itaim Paulista, Mário Covas, Pirajussara e Diadema estão “quebrados”, lembram-se da tabela no início desta reportagem? O rombo acumulado de cada um é, respectivamente, de R$ 5,78 milhões, R$ 8,86 milhões, R$ 3,8 milhões, R$ 4,2 milhões, R$ 13,8 milhões e R$ 11,3 milhões.
Situação oposta à do Instituto do Câncer do Estado, o Icesp, inaugurado em 2008 e gerido pela Fundação Faculdade de Medicina.  Seu balanço de 2010 ainda não foi publicado. Mas, segundo o relatório das OSS publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, o Icesp teria recebido em 2010 R$ 369 milhões. Porém, só gastou R$ 242 milhões. Por que os R$ 127 milhões restantes não teriam sido gastos? A sua utilização não teria aumentado o número de pacientes tratados?
“Cadê o exemplo de economia, eficiência e excelência de gestão?”, muitos leitores devem estar perguntando. E com razão. Afinal, é como as OSS são “vendidas” pelo governo paulista e demais defensores desse sistema de administração.
Tais qualidades, na verdade, parecem ser mais marketing publicitário do que realidade. Pelo menos são os indícios dos números atuais.
Tem mais. A lei da transparência e de responsabilidade fiscal exige que as execuções orçamentária e financeira sejam disponibilizadas em tempo real na internet. Obriga, ainda, o estado a prestar esclarecimentos sobre os seus contratos para qualquer cidadão.
Porém, não há um site que reúna informações sobre os contratos e aditivos celebrados entre as Organizações Sociais de Saúde e o governo paulista. Muito menos que comunique o quanto e em quê estão sendo gastos os recursos.
Apesar das reiteradas solicitações, esta repórter não recebeu da Secretaria Estadual de Saúde até a postagem desta reportagem a lista com os nomes dos hospitais geridos diretamente pelo Estado e os por OSS.
Por que não divulgar? Seria por que o rombo acumulado das OSS paulistas, incluindo hospitais, AMEs e serviços de exames, é bem maior dos que os quase R$ 147, 18 milhões dos 18 hospitais citados?
A propósito. O desmantelamento, na semana passada, da quadrilha formada por médicos, enfermeiros e dentistas do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, que desviava verbas dos plantões médicos e fraudava licitações, mostrou a ausência de controle sobre os recursos financeiros e os serviços prestados pelos hospitais públicos paulistas geridos pelo Estado.
Essa mesma falta de controle existe sobre as OSS. Basta ver o crescente déficit dos hospitais estaduais gerenciados por essas entidades. Aliás, se não existe transparência plena sobre um dado tão banal como a lista dos nomes dos serviços de saúde gerenciados por OSS, o que pensar sobre as informações referentes à aplicação dos recursos e aos atendimentos prestados?
Em tempo 1: O esquema de fraude em licitações e nos pontos de plantões médicos (profissionais recebiam sem trabalhar), revelado pela polícia de São Paulo na semana passada, envolveu, além do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, funcionários de outros 11 hospitais da região de Sorocaba. Entre eles, o Hospital Geral de Itapevi, administrado por uma OSS, a Associação Congregação de Santa Catarina. O Viomundo contatou a assessoria de imprensa para saber o que a entidade tinha a dizer sobre o fato.  Não houve retorno.
Em tempo 2: O médico e ex-secretário de Esporte, Cultura e Lazer  Jorge Pagura, que teve o seu nome ligado ao esquema de fraude do Centro Hospitalar de Sorocaba, é chefe da neurocirurgia do Hospital Mário Covas, em Santo André. no ABC paulista. O serviço é gerenciado por outra OSS, a Fundação ABC. O Viomundo contatou a assessoria de imprensa para saber sobre o motivo do déficit acumulado de R$ 4, 2 milhões do hospital. Ela foi uma das entidades que não nos respondeu.
Em tempo 3: Solicitamos à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo uma avaliação sobre a situação financeira dos hospitais estaduais geridos por OSS. A assessoria de imprensa também não nos respondeu isso.
Quaisquer que sejam as respostas dessas e demais perguntas, esta repórter e os milhões de cidadãs e cidadãos de São Paulo querem saber: quem vai pagar a conta?

domingo, 22 de maio de 2011

Geraldo Alckmin e a obsessão tucana por privatização,é a vez da saúde

Privatizações ou entreguismo  do estado de SP de Alckmin ,Covas e Serra
Créditos da Figura :Blog Limpinho e Cheiroso
Está sendo mal recebida - e nem poderia ser diferente - a decisão do governador tucano Geraldo Alckmin de aumentar de 3% para 12% a taxa de privatização de atendimentos no complexo hospitalar do Hospital das Clínicas (HC-USP), o maior centro médico do país e um dos maiores da América Latina.
Além do viés privatizante, inerente ao DNA do PSDB, o governador tomou a decisão pelo atendimento privado no HC, porque os tucanos acham que esta é a solução para o mau e moroso serviço prestado na instituição. Nela, pacientes do SUS e do atendimento pela rede pública, em geral, têm de esperar entre 8 e 14 meses para fazer exames especializados como, por exemplo, os cardíacos infantis.
A decisão do governador requer uma análise sob dois aspectos: 1º, ele tem que cuidar da saúde pública, é seu dever, foi eleito para isto, para fazer avançar o SUS e não para ficar privatizando e elitizando a Saúde; 2º, isso não significa que os hospitais do Estado não possam atender ao público que tem convênios médicos. Podem, mas subsidiariamente, mantendo o atendimeno aos pacientes do SUS nos hospitais públicos como prioritário.
Esta privatização tucana, em particular, tem outro aspecto que precisa ser analisado: o fato de que os planos privados de saúde nunca terem pago a totalidade do que deviam à rede pública. Eles devem ao Estado pelo atendimento de seus pacientes particulares em hospitais públicos como o HC.
Os planos médicos entraram com ação na Justiça desde 1998, quando foi feita a lei obrigando-os a ressarcir a rede pública pelo atendimento de seus clientes. Desde então, há 13 anos, para não pagar, protelam o andamento do processo judicial em cada instância. (Veja, também, Serra é acusado de destruir projeto de educação).
Fonte:BLOG do Zé

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Denúncia Nepotismo de cunhado de Geraldo Alckmin no vale do Paraíba

Durante a campanha eleitoral a folha e outros PIG´s omitem a corrupção tucana em troca de favores,agora passada a campanha começa a aparecer "uma chuva" de denúncias contra eles,se fosse o Mercadante ou a Dilma teria aparecido antes.
Dessa vez é denuncia contra Cunhados de Alckmin de favorecimentos em contratações para o fornecimento de merenda escolar em sua cidade natal Pindamonhangaba(Vale do Paraíba SP) .Isso é grave já que será consumida por crianças e qualquer irregularidade na alimentação poderá implicar doeças graves.
Já não chega a incompetência e privatizações agora isso ,chega de Corrupção,não são 16 dias ,são 16 anos.
Veja a matéria do PIG Folha:
Ex-vice-prefeito acusa cunhado de Alckmin por esquema para direcionar contratações
Paulo César Ribeiro, cunhado do governador Geraldo Alckmin, montou um esquema para direcionar contratações feitas pela Prefeitura de Pindamonhangaba, berço político do tucano. A afirmação foi feita à Folha pelo ex-vice-prefeito da cidade João Bosco Nogueira (PMDB). Ele já prestou depoimento à Promotoria.
Ribeiro é um dos 11 irmãos de Lu Alckmin, mulher do governador, e um dos alvos de inquérito que apura irregularidades em contratos firmados por prefeituras de São Paulo e de pelo menos outros quatro Estados.
Em dezembro, a Folha mostrou que a investigação o vincula a pagamento de propina para viabilizar compra de merenda superfaturada.
O ex-vice-prefeito é uma das testemunhas do inquérito. Ele fez denúncia à Câmara Municipal ainda no exercício do mandato, em 2006. O prefeito João Ribeiro (PPS) se reelegeu em 2008 com Mirian Alckmin, sobrinha do governador, como vice.
Segundo Nogueira, o cunhado de Alckmin liderava uma "quadrilha" que financiou campanhas e subornou servidores para intermediar contratos com as prefeituras.
"Não havia um contrato que se celebrasse sem que passasse pela mão dele", afirmou. Leia os principais trechos da entrevista.
Folha - Como funcionava o suposto esquema de direcionamento das licitações?
João Bosco Nogueira - O Paulo Ribeiro já fazia esse trabalho em outras cidades. Ele financiou a campanha do João Ribeiro e [depois de eleito] o prefeito entregou a Secretaria de Finanças para indicados por Ribeiro.
Mas como ele direcionava os contratos?
O operacional dele lá era o Silvio Serrano [secretário de Finanças que, após a denúncia, foi exonerado, em 2010]. Houve uma centralização de poderes. Mas ele era o operacional, o chefe da quadrilha era o Paulo Ribeiro. O Serrano contatava as empresas, homologava [as licitações] e deferia. Não havia contrato que se celebrasse sem que passasse pela mão deles.
O sr. falou com o prefeito João Ribeiro sobre o assunto?
Eu avisei inúmeras vezes. Disse: "João, para com isso. Esse pessoal te põe na cadeia". Aí ele justificava que o Paulo Ribeiro tinha financiado a campanha dele para prefeito pela primeira vez, de deputado e essa [de 2004].
Mas isso está na prestação de contas da campanha?
Ah, não. Isso eles receberam por fora.
O sr. chegou a ver o Paulo Ribeiro na prefeitura?
Ele participava de todas as reuniões de transição, que eram na casa do prefeito. Quando ele apareceu na primeira reunião oficial, já na prefeitura, eu contestei. Aí o prefeito proibiu.
Por que o sr. só falou com o Ministério Público em 2010?
Comecei a denúncia na prefeitura, depois fui para fora. Para o promotor contei o que sabia, depois confirmei em depoimento. Como era muito amplo, ele decidiu direcionar [a investigação] no esquema da Verdurama.
Ribeiro é próximo a Alckmin?
De jeito nenhum. Eu já vi o Alckmin dando um fora nele, na campanha passada [2008], disse que o Ribeiro estava expondo ele. Eu tenho certeza que o Alckmin não tem relação com isso.
OUTRO LADO
A assessoria da Prefeitura de Pindamonhangaba informou que, em 2006, quando surgiram denúncias de possíveis irregularidades na administração, o prefeito João Ribeiro solicitou apuração ao Ministério Público e determinou a criação de uma Comissão Especial de Inquérito na Câmara.
"Convocado, o ex vice-prefeito não denunciou irregularidade", afirmou.
Sobre a declaração de que o prefeito teria recebido doações irregulares, a assessoria disse que "não houve doação não registrada".
A comissão da Câmara Municipal apresentará relatório sobre os contratos no dia 31. A prefeitura disse que só tratará do assunto após a apresentação do documento.
A assessoria confirmou, no entanto, que Paulo Ribeiro participou de reuniões durante a transição do governo.
Procurado, o advogado de Ribeiro, Gilberto Menin, disse que não se manifestaria porque o caso está tramitando em segredo de justiça.

Editoria de Arte/Folhapress
esquema de fraude na merenda escolar do cunhado de Geraldo Alckmin
Fonte:PIG Folha de São Paulo

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Geraldo Alckmin fará auditorias em contratos do GovernoJosé Serra

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), auditará todos os contratos de terceirização de serviços herdados da administração do também tucano José Serra, segundo reportagem publicada na Folha de S. Paulo nesta terça-feira. A determinação de Alckmin repete a atitude tomada por Serra em 2007. Na ocasião, Serra apresentou algumas medidas, que incluíam desde a revisão de contratos e até pente-fino no funcionalismo. Alckmin havia deixado o governo em 2006 para concorrer ao cargo de presidente da República.
Ainda segundo o jornal, o novo pente-fino nos contratos e repasses para entidades sociais será feito pelo atual secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini. Os serviços terceirizados que serão auditados somam R$ 4,1 bilhões de despesas, R$ 2,8 bilhões na administração direta e R$ 1,3 bilhão na indireta.
Fonte:Portal Terra

Complicou seu José Serra,depois de Aécio achar suas contas "supostamente" em paraísos fiscais ,o que achará o seu companheiro Alckmin,afinal quem mandou apoiar Kassab,né?
Poderia ter ficado neutro,vivia falando da Dilma agora o povo vai saber quem o Sr. realmente é,e tomara que descubra a verdade.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Pedágios em SP encerra 2010 com mais de 5 Bilhões Arrecadados

Até o dia 01/01/2010 ás 20:30 hs ,as concessionarias de pedágios das estradas Paulistas(Privatizadas pelos Tucanos) Havia arrecadado ,segundo o pedagiômetro aprox R$ 5.313.270.603 ( mais de 5 Bilhões e trezentos milhões de reais)


Você que vai viajar nessas férias calcule o quanto vai desembolsar às empresas de pedágios.


http://www.pedagiometro.com.br/calcule

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SP: Polícia faz busca e apreensão em casa de cunhado do governador Alckmin

A polícia cumpriu ontem (27) mandados de busca e apreensão na casa do empresário Paulo Ribeiro, cunhado do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
Ribeiro é investigado pelo Ministério Público Estadual, suspeito de participar de um cartel acusado de superfaturar preços de merenda em contratos com prefeituras. O processo corre sob segredo de Justiça.
Segundo as investigações, Ribeiro teria intermediado contratos entre uma empresa da área de merendas (Sistal - Alimentação de Coletividade Ltda.) com prefeituras do Vale do Paraíba, como Taubaté e Pindamonhangaba.
O MP investiga há mais de dois anos esquemas de fraude envolvendo empresas de merenda escolar em pelo menos 35 prefeituras de todo o País. Segundo o MP, servidores receberam cerca de R$ 280 milhões em propinas, pagas com verba pública desviada.
As informações são do jornal Folha de S. Paulo
Fonte:PT Nacional

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Privatização da Saúde ,maioria dos Deputados Estaduais paulistas a favor

Já é conhecida a competência DemoTucana para Privatizar Estatais e Terceirizar Serviços públicos implicando prejuízo no atendimento à população no que tange à qualidade e ao custo,mas agora no Estado de São Paulo isso já esta chegando ao estremo;primeiro o Prefeito Kassab que terceirizou os serviços do hospital do M,Boi Mirim e resultou um erro em cirugia;agora querem VENDER leitos do Sus à convênios médicos e planos de saúde,Obra do atual governador Alberto Goldman (PSDB)(Substitututo de Serra que mais uma vez largou o cargo para concorrer uma eleição).
É claro esperaram acabar as eleições devido aos escâdalos que seria uma "venda"dessa e seria um alto custo eleitoral tanto nas eleições estadual(para Alckmin),quanto na presidencial(Para Serra)
Vejam a matéria completa abaixo e entenda melhor e logo após a lista dos  Deputados Estaduais que apoiaram a manobra do Governador.
 
Deputados paulistas aprovam “venda” de 25% dos leitos do SUS a convênios e particulares; paciente SUS é lesado
por Conceição Lemes
Por  55 a votos a 18 a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou ontem (21/12/2010), o projeto de lei 45/10 que permite às Organizações Sociais (OS) venderem  até 25% dos serviços dos SUS, incluindo leitos hospitalares, a planos de saúde e particulares.
O projeto foi enviado à Assembleia Legislativa, em regime de urgência, pelo governador Alberto Goldman (PSBD). As bancadas do PSBD, DEM, PV, PPS, PSB,  PTB e PP votaram a favor do projeto, que obteve ainda alguns votos do PMDB, PRB e  PR. Votaram  contra PT,  PSOL, 1 do PR e 1 do PDT.
A nova lei das OS reduzirá mais o já precário atendimento hospitalar da população pobre”, denunciou ao Viomundo o deputado estadual Adriano Diogo (PT), da Comissão de Higiene e Saúde da Assembleia Legislativa. “É a expansão da ‘quarteirização’ dos serviços públicos de saúde no Estado de São Paulo.”
Para entender projeto, clique aqui E/OU Assista ao Vídeo Abaixo e abaixo do vídeo a lista de deputados estaduais de SP que votaram a favor dessa lei.

Para descobrir como cada deputado estadual paulista votou, consulte a tabela abaixo. Os nomes em verde votaram a favor do projeto 45/10, do governador tucano.  Os escritos em vermelho, contra a privatização da saúde.
DEPUTADOS ESTADUAIS DE SÃO PAULO QUE VOTARAM A FAVOR DA PRIVATIZAÇÃO DO SUSFonte:VIOMUNDO"

DÊ UM BASTA NAS PRIVATIZAÇÕES !

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tercerização da saúde em São Paulo causa estragos em cirugias

Veja um pouco do porquê esse Blog abomina as privatizações e terceirizações praticadas pela dupla DEM-PSDB, A Prefeitura do DEM de Kassab terceirizou os serviços de um Hospital na capital(Paga para ser administrado por empresas privadas),e com isso a falta de comprometimento dos funcionários,somada a má gestão dessas empresas causou erros quase fatais em vários pacientes conforme a matéria transmitida pelo Domingo Espetacular que é exibido pela Rede Record,abaixo do vídeo tem um link para vocês reclamarem ao vereador esse descaso para ele tomar uma atitude(é o dever deles fiscalizar o Executivo) contra o Prefeito e por fim a onda de Terceirizações e Privatizações que acontece não só na Prefeitura como no Governo do Estado que é recordista nessa matéria,sendo superado apenas pelo Governo Fernando Henrique(1995-2002).Além dos Pedágios ,preços altos nas tarifas públicas,mal atendimento à população as terceirizações quando se trata de saúde pública pode causar até a morte dos pacientes se não for bem gerida.
Eis a matéria:
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Denúncias de erro médico comprometem hospital que deveria ser modelo em SP


A Prefeitura de São Paulo paga para que o hospital M’boi Mirim, na zona sul da cidade, seja administrado por duas instituições particulares, o Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, o Cejam, e o Hospital Albert Einstein, um dos mais caros e conhecidos do país. A qualidade do atendimento do hospital municipal, que foi construído para ser modelo, começou a ser questionada após denúncias de erro médico, como a do menino de três anos que foi submetido a três cirurgias no local, sendo duas delas por engano.
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Fale com seu Vereador CLICANDO  AQUI e pede para que ele cobre isso do Prefeito Gilberto Kassab.
Basta de Privatizações e Terceirizações e os serviços públicos precários de péssima qualidade