"Pelas provas, depoimentos e cifras, esse caso ultrapassa, de longe, o mensalão. Ali não há domínio do fato, o que há são fatos dominantes", escreve o colunista
247 Na opinião do jornalista Elio Gaspari, o caso do chamado propinoduto tucano "de longe" ultrapassa o do "mensalão", dos petistas. Isso porque, segundo o colunista, no caso da formação de cartel por multinacionais e o pagamento de propinas a políticos do PSDB em São Paulo, em licitações para obras no transporte sobre trilhos no Estado, "há fatos dominantes", e não apenas o "domínio do fato" sugerido pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470.
Abaixo, nota publicada em sua coluna deste domingo:
ALSTOM
Ou o tucanato paulista tem uma estratégia capaz de causar inveja ao comissariado petista que pretende livrar seus caciques das penitenciárias pelo mensalão, ou está numa tática suicida, jogando o escândalo do propinoduto denunciado pela Siemens para dentro da campanha eleitoral do ano que vem.
Pelas provas, depoimentos e cifras, esse caso ultrapassa, de longe, o mensalão. Ali não há domínio do fato, o que há são fatos dominantes.
Mostrando postagens com marcador mensalao dem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mensalao dem. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
domingo, 16 de setembro de 2012
Mensalão Universitário: empresário denuncia esquema criado pelo PSDB
Ernani de Paula, dono da Universidade São Marcos, denunciou ao ministério público esquema para distribuição de bolsas a alunos fantasmas. De lá vem, segundo ele, o caixa dois do PSDB nas eleições. Esquema teria sido implantado na gestão de Serra na prefeitura e levado ao Estado
Logo depois de o PSDB ter começado a incluir citações ao julgamento do mensalão nas propagandas eleitorais de seus candidatos a prefeito veiculadas em todo o país e após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ter dito que “a Justiça está despertando o Brasil”, uma denúncia feita ao Ministério Público Estadual de São Paulo afirma que o partido operaria um esquema de desvio de recursos públicos com o objetivo de fazer caixa dois para suas campanhas eleitorais. Segundo a denúncia, nestas eleições o esquema já teria beneficiado o candidato tucano à prefeitura de São Paulo, José Serra, entre outros.
A denúncia, feita pelo ex-prefeito de Anápolis (GO) e empresário do setor de educação, Ernani de Paula, aponta que o suposto esquema funcionaria a partir da concessão de bolsas de estudo a alunos-fantasma em instituições de ensino pouco conhecidas e ligadas às administrações tucanas. Após o recebimento, segundo a denúncia, o dinheiro das bolsas-fantasma era repassado ao PSDB para a cobertura de gastos de campanha.
Ernani de Paulo, ex-proprietário da Universidade São Marcos, hoje sob intervenção do Ministério da Educação, afirmou que desde 2006, ano da chegada de Serra ao governo de São Paulo, cerca de R$ 800 milhões já teriam sido repassados a instituições de ensino que fariam parte do esquema de arrecadação ilegal de fundos para o PSDB.
Confira os anexos a seguir com a documentação registrada no Ministério Público. (Anexo 1) – (Anexo 2) – (Anexo 3) – (Anexo 4) – (Anexo 5)
O principal braço do esquema seria a concessão de bolsas-fantasma para o ensino superior, iniciada no governo de FHC. Segundo Ernani de Paula, o mentor desse sistema de arrecadação ilegal teria sido o ex-ministro da Educação – e também ex-secretário de Educação de Serra no governo paulista – Paulo Renato de Souza, já falecido.
O denunciante disse ao MP Estadual que a São Marcos passou a enfrentar dificuldades financeiras por não ter aceitado aderir ao esquema. Em seguida, Paulo Renato – e mais tarde o seu filho, Renato Souza Neto – o teriam pressionado a vender a universidade para um “grupo de interessados” próximos ao governo tucano. O negócio não chegou a ser concretizado.
Durante a denúncia, de Paula citou como emblemáticos os casos da Faculdade Sumaré, que, embora não tenha renome, é a principal beneficiada pelo repasse de verbas para a concessão de bolsas de estudo, e da Uniesp, que administra 51 faculdades em São Paulo, além de outras no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, na Bahia e no Tocantins. Juntas, as duas instituições já teriam recebido quase R$ 140 milhões, segundo o denunciante: “Essa faculdade [a Sumaré], que ninguém sabe o que faz ou quem é o dono, já recebeu mais de R$ 70 milhões. É o mensalão universitário”.
Demóstenes e Cachoeira
Em abril deste ano, Ernani de Paula já havia denunciado que o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, teria doado R$ 3 milhões para a campanha do ex-senador Demóstenes Torres, então no DEM, para o governo de Goiás em 2006. Ex-aliado de Cachoeira e Demóstenes, com os quais agora se diz rompido, de Paula também afirmou na ocasião que os dois seriam os responsáveis pela produção e divulgação do vídeo em que um funcionário dos Correios, Maurício Marinho, recebe R$ 3 mil de propina.
O vídeo, divulgado em 2005, teria, segundo Ernani de Paula, o intuito de desestabilizar o governo Lula e seria uma represália ao então chefe da Casa Civil, José Dirceu, que teria vetado a indicação de Demóstenes para o Ministério da Justiça, articulação que vinha sendo tentada pelo grupo de Cachoeira. A divulgação do vídeo precedeu a célebre entrevista do então deputado Roberto Jefferson (PTB) que deu início ao escândalo do mensalão.
Correio do Brasil
Aqui o email dos Ministros do STF para pressioná-los a Julgar isso também ,garantindo a igualdade de tratamento e não um tribunal político-midiático
Copie e cole para enviar email a todos os ministros exigindo a averiguação desse caso
Copie e cole para enviar email a todos os ministros exigindo a averiguação desse caso
mgilmar@stf.gov.br,mcelso@stf.gov.br,marcoaurelio@stf.gov.br,carlak@stf.gov.br,
gcarlosbrito@stf.gov.br,gcarlosbrito@stf.gov.br,gabmimjoaquim@stf.gov.br,gabinete-lewandoski@stf.gov.br,
anavt@stf.gov.br,gabmtoffoli@stf.jus.br, gabineteluizfux@stf.jus.br,
minrosaweber@stf.jus.br
Enviar individualmente à lista de Emails dos Ministros do STF
Gilmar Mendes:mgilmar@stf.gov.br "o que libertou bandidos"
Celso de melo:mcelso@stf.gov.br
Marco Aurelio de Mello: marcoaurelio@stf.gov.br
Cesar Peluso: carlak@stf.gov.br
Ayres Brito: gcarlosbrito@stf.gov.br(Atual pres.STF)
Joaquim Barbosa: gabmimjoaquim@stf.gov.br "o herói da mídia"
Ricardo Lewandoski: gabinete-lewandoski@stf.gov.br
Carmem Lucia: anavt@stf.gov.br
Toffoli : gabmtoffoli@stf.jus.br
Luiz Fux: gabineteluizfux@stf.jus.br ( o que decidiu contra a ficha Limpa em 2010)
Rosa Weber: minrosaweber@stf.jus.br
Gilmar Mendes:mgilmar@stf.gov.br "o que libertou bandidos"
Celso de melo:mcelso@stf.gov.br
Marco Aurelio de Mello: marcoaurelio@stf.gov.br
Cesar Peluso: carlak@stf.gov.br
Ayres Brito: gcarlosbrito@stf.gov.br(Atual pres.STF)
Joaquim Barbosa: gabmimjoaquim@stf.gov.br "o herói da mídia"
Ricardo Lewandoski: gabinete-lewandoski@stf.gov.br
Carmem Lucia: anavt@stf.gov.br
Toffoli : gabmtoffoli@stf.jus.br
Luiz Fux: gabineteluizfux@stf.jus.br ( o que decidiu contra a ficha Limpa em 2010)
Rosa Weber: minrosaweber@stf.jus.br
Marcadores:
acordo,
corrupção,
educação,
geraldo,
incopetência,
José Serra,
kassab,
Mensalão,
mensalao dem,
psdb
sábado, 1 de setembro de 2012
Mensalão: STF exigimos julgamento do Mensalão Tucano? ta esperando o quê?
Depois do rigor no Julgamento do mensalão pelo STF obedecendo a pressão da mídia e das elites do Brasil contra o PT,alguns condenados sem provas como na inquisição Agora vamos compartilhar e espalhar ,exigir que essa corte julgue e condene as Mazelas Tucanas.
Compartilhe em redes sociais,copie para seu blog ou site,envia para amigos vamos todos
Porque será que ainda nao Julgou? Quanto custou?
Assinem Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões!
"Vamos reunir pelo menos 1 milhão de brasileiros, e pressionar o STF para que julgue o MENSALÂO DO PSDB, o pai de todos os MENSALÕES.
Para está ação penal, as provas transbordam, ao contrário do AP 470, ONDE NÃO HAVIAM PROVAS.
Para quem julgou com tanta dedicação, sem provas, nesta AP, será fácil...
Correto Srs. Ministros?!?! COrreto SR. Joaquim Barbosa?!?
Chegou a hora de fazer justiça e julgar o mensalão do PSDB em Minas Gerais e a compra de votos no Congresso para aprovar a emenda que possibilitou a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. "
O Link ABAIXO ,vamos moralizar a política de VERDADE, a lei é feita para todos
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N30265
Detalhes Mensalão Tucano http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/08/barbosa-midia-e-o-mensalao-tucano.html
Compra de Votos Releição: http://www.cartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=5735
Mensalão na Assembléia Legislativa de São Paulo
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/2011/10/mensalao-do-alckmin-agora-e-oficial.html
Privataria Tucana http://www.redebrasilatual.com.br/blog/blog-na-rede/paraisos-fiscais-e-a-privataria-tucana
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com/2011/12/privataria-tucana-jose-serra-diz-que.html
Alckmin e o Massacre do Pinheirinho http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/search/label/Pinheirinho
Segue os emails dos Ministros do STF:
vamos encher a caixa de e-mail deles e protestar repassem essa mensagem
Todos enviar de uma vez Copie e Cole para o seu email no campo "Cco"
( mgilmar@stf.gov.br,mcelso@stf.gov.br,marcoaurelio@stf.gov.br,carlak@stf.gov.br, gcarlosbrito@stf.gov.br,gcarlosbrito@stf.gov.br,gabmimjoaquim@stf.gov.br, gabinete-lewandoski@stf.gov.br, anavt@stf.gov.br,gabmtoffoli@stf.jus.br, gabineteluizfux@stf.jus.br, minrosaweber@stf.jus.br )
Enviar individualmente à lista de Emails dos Ministros do STF
Gilmar Mendes:mgilmar@stf.gov.br "o que libertou bandidos"
Celso de melo:mcelso@stf.gov.br
Marco Aurelio de Mello: marcoaurelio@stf.gov.br
Cesar Peluso: carlak@stf.gov.br
Ayres Brito: gcarlosbrito@stf.gov.br(Atual pres.STF)
Joaquim Barbosa: gabmimjoaquim@stf.gov.br "o herói da mídia"
Ricardo Lewandoski: gabinete-lewandoski@stf.gov.br
Carmem Lucia: anavt@stf.gov.br
Toffoli : gabmtoffoli@stf.jus.br
Luiz Fux: gabineteluizfux@stf.jus.br ( o que decidiu contra a ficha Limpa em 2010)
Rosa Weber: minrosaweber@stf.jus.br
Formulario do atendimento ao Cidadão
http://www.stf.jus.br/portal/centralDoCidadao/enviarDadoPessoal.asp
Telefone (55 – 61) 3217.4465 - Opção 8 (Falar com atendente)
Carta Praça dos Três Poderes - Supremo Tribunal Federal – Central do Cidadão – Anexo II-A – Térreo – Brasília/DF
CEP: 70.175-900
Tambem envie
Procuradoria Geral da República
http://www.pgr.mpf.gov.br/entre-em-contato
Camara dos Deputados(envie aos deputados de seu Estado)
http://www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco/ouvidoria
http://www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco/fale-com-o-deputado
Senado(envie aos senadores de seu Estado)
Telefone 0800 61 2211
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/fale_senado.asp
Enquanto eles nao julgam condenem vocês mesmos os Tucanos jogando o divertido Joquinho
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/2011/12/jogo-da-privataria-tucana.html
Compartilhe em redes sociais,copie para seu blog ou site,envia para amigos vamos todos
Porque será que ainda nao Julgou? Quanto custou?
Assinem Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões!
"Vamos reunir pelo menos 1 milhão de brasileiros, e pressionar o STF para que julgue o MENSALÂO DO PSDB, o pai de todos os MENSALÕES.
Para está ação penal, as provas transbordam, ao contrário do AP 470, ONDE NÃO HAVIAM PROVAS.
Para quem julgou com tanta dedicação, sem provas, nesta AP, será fácil...
Correto Srs. Ministros?!?! COrreto SR. Joaquim Barbosa?!?
Chegou a hora de fazer justiça e julgar o mensalão do PSDB em Minas Gerais e a compra de votos no Congresso para aprovar a emenda que possibilitou a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. "
O Link ABAIXO ,vamos moralizar a política de VERDADE, a lei é feita para todos
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N30265
Detalhes Mensalão Tucano http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/08/barbosa-midia-e-o-mensalao-tucano.html
Compra de Votos Releição: http://www.cartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=5735
Mensalão na Assembléia Legislativa de São Paulo
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/2011/10/mensalao-do-alckmin-agora-e-oficial.html
Privataria Tucana http://www.redebrasilatual.com.br/blog/blog-na-rede/paraisos-fiscais-e-a-privataria-tucana
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com/2011/12/privataria-tucana-jose-serra-diz-que.html
Alckmin e o Massacre do Pinheirinho http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/search/label/Pinheirinho
Segue os emails dos Ministros do STF:
vamos encher a caixa de e-mail deles e protestar repassem essa mensagem
Todos enviar de uma vez Copie e Cole para o seu email no campo "Cco"
( mgilmar@stf.gov.br,mcelso@stf.gov.br,marcoaurelio@stf.gov.br,carlak@stf.gov.br, gcarlosbrito@stf.gov.br,gcarlosbrito@stf.gov.br,gabmimjoaquim@stf.gov.br, gabinete-lewandoski@stf.gov.br, anavt@stf.gov.br,gabmtoffoli@stf.jus.br, gabineteluizfux@stf.jus.br, minrosaweber@stf.jus.br )
Enviar individualmente à lista de Emails dos Ministros do STF
Gilmar Mendes:mgilmar@stf.gov.br "o que libertou bandidos"
Celso de melo:mcelso@stf.gov.br
Marco Aurelio de Mello: marcoaurelio@stf.gov.br
Cesar Peluso: carlak@stf.gov.br
Ayres Brito: gcarlosbrito@stf.gov.br(Atual pres.STF)
Joaquim Barbosa: gabmimjoaquim@stf.gov.br "o herói da mídia"
Ricardo Lewandoski: gabinete-lewandoski@stf.gov.br
Carmem Lucia: anavt@stf.gov.br
Toffoli : gabmtoffoli@stf.jus.br
Luiz Fux: gabineteluizfux@stf.jus.br ( o que decidiu contra a ficha Limpa em 2010)
Rosa Weber: minrosaweber@stf.jus.br
Formulario do atendimento ao Cidadão
http://www.stf.jus.br/portal/centralDoCidadao/enviarDadoPessoal.asp
Telefone (55 – 61) 3217.4465 - Opção 8 (Falar com atendente)
Carta Praça dos Três Poderes - Supremo Tribunal Federal – Central do Cidadão – Anexo II-A – Térreo – Brasília/DF
CEP: 70.175-900
Tambem envie
Procuradoria Geral da República
http://www.pgr.mpf.gov.br/entre-em-contato
Camara dos Deputados(envie aos deputados de seu Estado)
http://www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco/ouvidoria
http://www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco/fale-com-o-deputado
Senado(envie aos senadores de seu Estado)
Telefone 0800 61 2211
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/fale_senado.asp
Enquanto eles nao julgam condenem vocês mesmos os Tucanos jogando o divertido Joquinho
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/2011/12/jogo-da-privataria-tucana.html
Marcadores:
acordo,
corrupção,
fhc,
Geraldo Alckmin,
imprensa,
José Serra,
Justiça,
mensalao dem,
PIG,
psdb
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Denúncias de vendas de emendas derrubam relator do Orçamento em SP
Indicado para o cargo, deputado Roberto Engler (PSDB) cobrou transparência no processo de liberação de recursos e foi trocado pela colega Maria Lúcia Amary
Fábio Serapião, do Jornal da Tarde, e Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo
O escândalo de vendas de emendas parlamentares conturba a discussão do Orçamento 2012 na Assembleia Legislativa de São Paulo e já produziu uma baixa: indicado extraoficialmente para desempenhar o cargo de relator, o tucano Roberto Engler desagradou uma parcela de deputados da Casa ao cobrar "transparência" nas indicações de emendas e, de última hora, foi substituído pela colega de bancada Maria Lúcia Amary.
AL SP/Divulgação
Ao cobrar transparência nas indicações das emendas, Engler desagradou parte dos deputados
No dia 25, Engler enviou um ofício para os outros 93 parlamentares no qual solicitava que enviassem a seu gabinete as emendas referentes à cota de R$ 2 milhões, com os devidos valores, objetos e entidades ou prefeituras destinatárias. De acordo com dois deputados com bom trânsito na Casa, a sinalização de que seria ele o relator lhe fora feita pelo líder do governo, deputado Samuel Moreira (PSDB).
Nesta quarta-feira, 9, no entanto, tão logo a peça orçamentária chegou à Comissão de Finanças e Orçamento, seu presidente, o deputado Mauro Bragato (PSDB), designou Maria Lúcia Amary para a relatoria.
O Estado apurou que alguns deputados que resistem ao novo formato - antes as indicações eram feitas diretamente na Casa Civil, sem passar pelo Orçamento e sem publicação - reclamaram do gesto de Engler ao presidente da Casa, Barros Munhoz (PSDB), que chegou a dizer aos descontentes que "rasgassem" a carta do tucano.
"Muitos parlamentares mostraram seus desagrados em relação a isso (ofício). Acho que incomodei muita gente. Resolveram nomear uma outra deputada, Maria Lúcia Amary, uma deputada respeitável, para ser a nova relatora do orçamento", explicou Engler.
A conduta seguia a mesma linha do projeto apresentado há três semanas por todos os líderes partidários que torna obrigatória a apresentação formal das emendas ao Orçamento. A proposta foi a forma encontrada pela Assembleia de reagir à crise que a assola. "Quando foi sinalizado que eu seria o relator, achei que o momento, pelo clamor nas ruas, estampado nas redes sociais e nos jornais de todo Estado, exigia que o relator inovasse, criasse um novo sistema na direção da transparência. Então, mesmo não sendo, ainda, relator eu tinha que explicar qual o sistema que eu adotaria", argumentou Engler.
Fonte:Blog Se a radio nao toca
Marcadores:
corrupção,
geraldo,
Geraldo Alckmin,
incopetência,
investimentos,
Mensalão,
mensalao dem,
psdb
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Emendas de Bruno Covas são escondidas em relação apresentada pelo governo
Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual
Bruno Covas teria conseguido a liberação de R$9,4 milhões em 2010, segundo levantamento realizado em seu site (Foto: Divulgação/ Flick Bruno Covas)
São Paulo – A Secretaria da Fazendo do Estado de São Paulo divulgou na noite de sexta-feira (4) relação dos recursos sugeridos pelos deputados estaduais paulistas e empenhados pelo governo, as chamadas indicações ou emendas parlamentares. Conforme previsto pelos membros da oposição na Assembleia Legislativa de São Paulo, algumas emendas foram omitidas na publicação, tudo para não causar constrangimentos com os deputados da base aliada do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Bruno Covas, que, segundo levantamento realizado em seu site (www.brunocovas.com.br), conseguiu a liberação de R$ 9,4 milhões em 2010, foi um dos beneficiados. De acordo com a lista entregue pela Secretaria da Fazenda, ele empenhou no ano passado R$ 2.157.836.
Basta um breve cruzamento de dados para desvendar um dos exemplos que dão evidência à disparidade. Tanto em seu site pessoal como no endereço eletrônico da prefeitura de Sales – a 456 quilômetros de São Paulo – é divulgada uma emenda no valor de R$ 100 mil, oriundos da Secretaria de Economia e Planejamento (vide imagem abaixo) para a construção da Praça Floriano Tarsitano. No entanto, na relação distribuída pelo governo o recurso não aparece.
"Essa é uma desorganização proposital. Nós levantamentos que tínhamos, os valores empenhados para a base eram muito maiores do que o divulgado", disse o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT).
domingo, 6 de novembro de 2011
Escândalo das emendas:Geraldo Alckmin e José Serra, foram os campeões de liberação de emendas no ano eleitoral de 2010.
do Blog os AMigos do Brasil
Deputados estaduais do PSDB, partido do governador Geraldo Alckmin e do ex-governador José Serra, foram os campeões de liberação de emendas no ano eleitoral de 2010. Levantamento feito pelo Estado mostra que os quatro deputados que mais conseguiram verbas do governo de São Paulo, todos tucanos, são o presidente da Assembleia, Barros Munhoz (R$ 5,6 milhões), o ex-líder do governo e hoje deputado federal Vaz de Lima (R$ 5,2 milhões), o atual relator do Orçamento, Roberto Engler (R$ 4,6 milhões), e o deputado licenciado e atual secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Alexandre Barbosa (R$ 4,4 milhões).
Apesar de os tucanos liderarem o ranking de distribuição das verbas, há um equilíbrio quando se analisa a cota média de parlamentares do PSDB e do PT. Os correligionários de Serra, que deixou o governo em 2010 para concorrer à Presidência, foram beneficiados com liberações de R$ 2,9 milhões, em média, enquanto os petistas ficaram com R$ 2,89 milhões.
Na lista dos 15 deputados campeões de liberação de emendas aparecem cinco petistas: Adriano Diogo (7.º, com R$ 3,9 milhões), Simão Pedro (9.º, com R$ 3,7 milhões), Beth Sahão (11.º, R$ 3,6 milhões), Ana do Carmo (13.º, R$ 3,5 milhões) e Ana Perugini (15.º, 3,5 milhões).
As listas das emendas de 2007 a 2010, divulgadas na noite de sexta-feira pelo governo de São Paulo, mostram que o acordo informal que destinava uma cota de R$ 2 milhões em emendas para cada parlamentar não foi respeitado. Dos 97 deputados contemplados, 78 conseguiram liberar valores acima deste limite.
A cota de R$ 2 milhões nunca foi publicada, mas sempre esteve acordada extraoficialmente entre os líderes partidários da Casa, segundo confirmação de vários deles.
No Orçamento dos últimos dois anos, o governo reservou uma rubrica de R$ 188 milhões na pasta do Planejamento para o pagamento das indicações parlamentares, valor que, dividido pelos 94 deputados, totaliza R$ 2 milhões.
A informação de que havia uma cota neste montante foi publicada em diversos veículos de imprensa e nunca havia sido negada nem corrigida pelo Palácio dos Bandeirantes. Questionado pelo Estado, o governo divulgou ontem a seguinte informação: “Não existe uma cota específica. O critério para liberação das indicações parlamentares é técnico, independentemente da filiação partidária. Se a indicação for aprovada por razões técnicas e houver recurso disponível, o governo tem todo interesse em aplicar esse dinheiro para beneficiar a população”.
Em diversas manifestações nas reuniões do Conselho de Ética da Assembleia para apurar denúncias de cobrança de propina em troca da aprovação de emendas, parlamentares da base e da oposição falaram em cota de R$ 2 milhões.
O total de emendas liberadas em 2010 soma R$ 256 milhões – o governo paulista ainda desembolsou, em 2011, como restos a pagar do ano passado, outros R$ 26,1 milhões, o que eleva o valor total para R$ 282 milhões.
Quando se analisa a liberação média para os partidos, o PSDB fica em terceiro no ranking, atrás do nanico PSC e do PSB, partidos que faziam parte da base de apoio do governo Serra. O PSC fez indicações para o repasse de R$ 7 milhões, ou R$ 3,5 milhões, em média, para cada um de seus dois deputados. Os cinco parlamentares do PSB conseguiram, em média, R$ 3,12 milhões em emendas.
Barbiere. Segundo os dados divulgados, o deputado Roque Barbiere (PTB), pivô das acusações de vendas de emenda na Casa, intermediou o repasse de R$ 3 milhões em 2010, sendo o 22.º no ranking. O deputado licenciado e atual secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB), envolvido no caso depois de ter relatado a oferta de propina de R$ 5 mil que um prefeito lhe fez por uma emenda (ele negou que fosse um fato concreto em seguida), aparece apenas em 71.º lugar, com R$ 2,1 milhões. Bruno foi o relator do Orçamento nos últimos dois anos.
O atual secretário da Casa Civil, Sidney Beraldo (PSDB), que esteve praticamente ausente da Assembleia porque foi secretário de Gestão até abril do ano passado e depois coordenador da campanha de Alckmin, conseguiu liberar R$ 2,3 milhões.
O governo concedeu aos deputados Camilo Gava (PV), Cássio Navarro (PSDB), Milton Flávio (PSDB) e Hélio Nishimoto (PSDB), que eram suplentes na legislatura anterior e em 2010 só exerceram mandato de janeiro a março, respectivamente R$ 2,7 milhões, R$ 2,6 milhões, R$ 2,4 milhões e R$ 2,1 milhões.
CRONOLOGIA
Denúncia foi feita em agosto pelo deputado Roque Barbiere (PTB)
10 de agosto
23 de setembro
O Estado revela o teor da entrevista. No mesmo dia, o Ministério Público Estadual abre inquérito para apurar o caso
26 de setembro
Deputados reforçam a existência do esquema. Estado divulga entrevista com Bruno Covas (PSDB), gravada em agosto, em que ele relata que um prefeito lhe ofereceu propina após a aprovação de uma emenda. Ele volta atrás e diz que foi um exemplo hipotético
30 de setembro
Pressionado, o governo paulista divulga lista de emendas, mas somente as de 2011
25 de outubro
Em discurso no plenário da Assembleia, Barbiere aponta o nome do primeiro colega que seria suspeito de integrar o esquema: Dilmo dos Santos (PV). Ele nega a acusação
27 de outubro
Em reunião, Conselho de Ética da Assembleia decidi encerrar as investigações sobre o caso e enviar um relatório ao MPE
4 de novembro
Governo libera as emendas que havia prometido, de 2007 a 2010
sábado, 5 de novembro de 2011
Escândalo das emendas: Alckmin libera o dobro de emendas a tucano Barros Munhoz
O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Barros Munhoz (PSDB), conseguiu a liberação de pelo menos R$ 5,6 milhões em emendas no ano passado, valor que representa mais do que o dobro do teto estipulado para os parlamentares.
Cada deputado estadual tem direito a indicar R$ 2 milhões por ano em emendas. No total, o governo paulista pagou R$ 283 milhões em indicações de 2010 -R$ 23,6 milhões do ano passado só saíram do caixa neste ano.
No caso de Barros Munhoz, 34 das 47 emendas liberadas em seu nome saíram da Secretaria de Desenvolvimento Social. As outras 13 são da Secretaria de Saúde.
Os dados foram divulgados na noite de ontem pelo governo de São Paulo.
Questionado sobre o assunto na Assembleia, o tucano não quis comentar.A divulgação dos autores das indicações foi feita após uma crise instalada no Legislativo paulista devido às afirmações do deputado Roque Barbiere (PTB), que acusou seus colegas de "venderem" suas emendas.
O Conselho de Ética da Assembleia decidiu encerrar as investigações sobre o suposto esquema. O caso é investigado em inquérito aberto pelo Ministério Público.
O PT tentou, sem sucesso, coletar assinaturas para a abertura de uma CPI.
À época, Munhoz chegou a desdenhar da instalação da comissão. "CPI, no Brasil, só vocês da imprensa acreditam, mais ninguém", disse. "É conversa mole, coisa para enganar."
SERVIDORES
A Justiça de São Paulo deu o prazo de 30 dias para que a Assembleia torne pública a lista de seus funcionários. Hoje essa relação é desconhecida da população.
A decisão, tomada no último dia 27, é da juíza Sílvia Maria de Andrade, da 12ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo. Se descumprir o prazo, a Assembleia pagará multa de R$ 1.000 por dia.
A ação que pedia a liberação existe desde 2000, mas, nos últimos onze anos, o Legislativo paulista vinha recorrendo. Em maio, o Supremo Tribunal Federal derrubou o último recurso.
A autora da ação é a Ad Hoc (Associação da Defesa da Harmonia da Ordem Constitucional), de São José dos Campos. A Folha solicitou à Assembleia a lista de seus funcionários, mas não obteve resposta.
AS EMENDAS DE BARROS MUNHOZ
R$ 5,6 mi foram liberados pelo governo de SP a partir de 47 emendas apresentadas pelo deputado em 2010 às secretarias de Desenvolvimento Social e Saúde
R$ 2 milhões é o limite informal acordado entre deputados para a indicação de emendas
R$ 283 milhões foi o total liberado de 2010 pelo governo de São Paulo a todos os deputados. Na Folha
Vi no Blog OS Amigos do Presidente Lula
Vi no Blog OS Amigos do Presidente Lula
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Investigação sobre venda de emendas vai até o fim
Promotor responsável pelo caso afirma que decisão da Assembleia não afeta apuração; hoje ele ouve Major Olímpio
FAUSTO MACEDO - O Estado de S.Paulo
A inércia e o pouco caso da Assembleia Legislativa de São Paulo, que transformou em pizza o escândalo da venda de emendas parlamentares, não vão contaminar a investigação do Ministério Público Estadual.
"A decisão dos deputados não atinge minha apuração, de jeito nenhum. Em nada afeta ou altera o propósito do Ministério Público de tentar esclarecer os fatos", afirma o promotor de Justiça Carlos Cardoso.
Hoje, 82 dias depois de o deputado Roque Barbiere (PTB) denunciar que entre 25% e 30% de seus pares "enriquecem bem vendendo emendas a empreiteiras e prefeitos" o promotor tomará o primeiro depoimento nos autos do inquérito que conduz - o deputado Major Olímpio (PDT), que aponta importante testemunha da trama, Terezinha Barbosa. Ela afirma conhecer "artifícios criminosos" de parlamentares.
Carlos Cardoso integra os quadros da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, braço do Ministério Público que ataca corrupção e improbidade. Com 23 anos de experiência, ele reconhece que está diante de um "grande desafio", mas afirma que sua investigação "vai até o fim".
Por que até agora o deputado Roque Barbiere, delator do mercado de emendas, não depôs?
Ele tem alegado que está com dois familiares na UTI. Assim que essa situação se resolver ele vai comparecer à promotoria e eu vou aguardar. Ele não é investigado, é testemunha.
Blog se a radio nao toca
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Movimento popular promove na Assembléia Legislativa ato público pela CPI das emendas
O vídeo Acima foi vítima de censura por não sei quem,mas colocamos outro mostrando a verdade sobre o protesto da sociedade contra as denúncias de corrupção com as emendas parlamentares que assola a Assembleia e o Governo Alckmin
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Escândalo das emendas: PSDB de Alckmin ‘enterra’investigação
Por 5 votos a 2, a base governista na Assembleia Legislativa enterrou ontem as investigações no Conselho de Ética sobre o suposto esquema de vendas de emendas parlamentares denunciado pelo petebista Roque Barbiere. Agora, para que as investigações prossigam na Casa, resta à oposição tentar emplacar a CPI, faltam duas assinaturas.
Votaram contra o requerimento de autoria de Campos Machado, pedindo que os trabalhos fossem encerrados e as informações coletadas enviadas ao Ministério Público Estadual (MPE), os petistas Marco Aurélio de Souza e Luiz Cláuido Marcolino. O presidente da comissão, Hélio Nishimoto (PSDB), não votou e o verde Dilmo dos Santos não compareceu.
Nem o fato de Roque Barbiere (PTB), em discurso no plenário, ter citado um nome, do deputado Dilmo do Santos (PV), que supostamente comercializa emendas, conseguiu reverter a manobra da base governista.
Os integrantes da comissão ainda votaram a prorrogação dos trabalhos por mais 15 dias para que o relatório final seja votado. Entretanto, ainda falta definir quem será o relator, uma vez que o deputado designado para o cargo, José Bittencourt, migrou do PDT para o novo PSD.
O próprio autor do requerimento que deu fim ao Conselho de Ética, Campos Machado (PTB), não soube informar qual o conteúdo do relatório final a ser enviado ao MPE. “Se não tem, não tem nada, é outro problema”, afirmou Machado, antes de acusar os jornalistas de formularem perguntas “vergonhosas” e “cretinas”.
“O resumo do Conselho de Ética é ‘tutti buona gente’ e o resumo da sociedade em relação a não apuração é ‘tutti ladrone’, disparou o líder da Minoria na Casa, deputado João Paulo Rillo (PT), após classificar como “margherita/quatro queijos” o relatório que será encaminhado ao MPE. “Peço ao relator que não se esqueça do orégano”, completa.
O líder da bancada tucana, deputado Orlando Morando, sustenta que o “Conselho não tinha muito mais o que fazer”, mas lembra que ele pode ser acionado novamente caso o deputado Roque Barbiere cite nomes ao MPE.
CPI?
O Conselho de Ética – cujo objetivo seria investigar as denúncias de Roque Barbiere encerrou seus trabalhos tendo ouvido apenas uma pessoa, o deputado Major Olímpio.
Ao longo de um mês, dos 20 requerimentos apresentados ao Conselho, apenas três, relativos a convites, foram aprovados. Entre os convidados, apenas Major Olímpio foi pessoalmente dar explicações, o próprio Barbiere e o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB), enviaram por escrito suas declarações.
Enterrado os trabalhos do Conselho de Ética, a oposição, liderada pela bancada petista, mira as duas assinaturas que faltam para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Como o JT antecipou na edição de ontem, o pivô do escândalo das emendas, deputado Roque Barbiere (PTB), assinou o pedido.
Para tentar pressionar os deputados da base a assinarem o pedido, a bancada petista e movimentos sociais organizaram uma manifestação em frente a Assembleia Legislativa. Cerca de 350 manifestantes pediram a instalação da CPI. Mesmo assim, até o final desta edição, os petistas ainda não haviam conquistado mais assinaturas.Do JT
do Blog os Amigos do Presidente Lula
do Blog os Amigos do Presidente Lula
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Governador Alckmin impede investigação sobre corrupção em São Paulo
Base de Alckmin enterra investigação sobre venda de emendas em São Paulo
Sem produzir um relatório, Conselho de Ética conclui trabalhos depois de rejeitar a convocação de 17 testemunhas e parlamentares
Ricardo Galhardo, iG São Paulo
A bancada governista na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), capitaneada pelo líder do PTB, Campos Machado, enterrou no início da tarde desta quinta-feira as investigações do Conselho de Ética sobre o suposto esquema de venda de emendas parlamentares. Os governistas membros do conselho aprovaram um requerimento de Machado que determina o envio imediato do material colhido durante um mês de trabalhos ao Ministério Público.
O conselho terminou seus trabalhos sem produzir nem sequer um relatório. Na verdade, o conselho não possui mais um relator já que o ocupante do cargo, José Bitencourt, trocou o PDT pelo PSD e seu antigo partido reivindica o posto.
Durante um mês, o conselho se limitou a apreciar questões estatutárias e burocráticas. A única pessoa ouvida foi o deputado Major Olimpio (PDT), da oposição. Dezessete requerimentos pedindo a convocação de testemunhas, deputados, ex-deputados, ocupantes e ex-ocupantes de cargos no governo estadual que teriam ligações com o esquema foram barrados pela base governista na Alesp.
Apenas três requerimentos foram aprovados convidando os deputados Major Olimpio e Roque Barbiere (PTB, autor das denúncias) e o ex-deputado Bruno Covas (PSDB), atual secretário estadual do Meio Ambiente.
Barbiere e Covas enviaram respostas por escrito e não compareceram ao conselho.
Campos Machado não soube dizer qual o teor do material que será enviado ao Ministério Público. Questionado por jornalistas, recorreu a ofensas acusando repórteres de fazerem perguntas “vergonhosas” e “cretinas”
“No meu partido não tem essa pressão moral”, admitiu Machado, aliado fiel dos sucessivos governadores tucanos desde a posse de Mário Covas, em 1995.
A investigação no Conselho de Ética terminou sem que o órgão cumprisse sua própria pauta. Quatro requerimentos da oposição foram ignorados e nem chegaram a ser apreciados.
A oposição reagiu com indignação.
“Isso é vexatório porque não existe absolutamente nada. Uma grande pizza será enviada ao Ministério Público”, disse o deputado João Paulo Rillo (PT).
O Conselho de Ética tinha como objetivo investigar as declarações feitas pelos deputados Barbiere e Covas sobre a existência de um esquema de venda de emendas na Alesp. Barbiere chegou a dizer que deputados agem como camelôs. Covas, que é pré-candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, declarou em entrevista que foi procurado por um prefeito do interior que tentava lhe entregar R$ 5 mil referentes aos 10% de propina pela liberação de uma emenda de R$ 50 mil. Em vez de denunciar o caso ele teria encaminhado o dinheiro a uma instituição de caridade.
Leia mais em: O Esquerdopata: Governador Alckmin impede investigação sobre corrupção em SP
Under Creative Commons License: Attribution
Leia mais em: O Esquerdopata: Governador Alckmin impede investigação sobre corrupção em SP
Under Creative Commons License: Attribution
Marcadores:
acordo,
corrupção,
cpi,
DEM,
Geraldo Alckmin,
geraldo e arruda,
Mensalão,
mensalao dem,
psdb
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Ato pela CPI da venda de emendas de Alckmin já!
Do Imprensa PT AL SP
Na quinta-feira, dia 27 de outubro, às 14 horas, a sociedade civil organizada realiza ato, em frente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, para exigir a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI da venda de emendas.
A Bancada do PT, que elaborou o pedido da CPI, está coletando assinaturas entre os deputados. Até o momento 29 parlamentares assinaram, mas para que o pedido seja protocolada são necessários 32 signatários. Todos os 24 deputados do PT assinaram, além dos deputados Major Olímpio, Carlos Giannazi, Pedro Bigardi, Leci Brandão e Afonso Lobato.
O ato é promovido pelas entidades: CUT, CMP, UMM, MMM, FLM, Afubesp, Comitê Lutar não é Crime, Apeoesp, PT, PCdoB, Psol e PDT.
MANIFESTO
Pela imediata instalação da CPI da venda das emendas
Passado um mês da ampla divulgação das graves denúncias feitas pelo deputado governista Roque Barbiere (PTB) sobre desvio de recursos de emendas parlamentares por cerca de 25% a 30% dos deputados estaduais nada se apurou. O deputado não apresentou provas nem apontou nomes e, com isso, colocou sob suspeição toda a Assembleia Legislativa. Mencionou, também, diversos secretários e ex-secretários do governo do Estado aos quais alertou sobre as irregularidades sem que providências tenham sido tomadas.
Tão grave quanto foi a declaração do deputado licenciado do PSDB, atual secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, ao relatar que, quando deputado estadual, um prefeito lhe ofereceu R$ 5 mil após liberação de uma emenda ao Orçamento.
Ao invés de oferecer denúncia ao Ministério Público e a Polícia, o deputado orientou o prefeito a doar para entidade beneficente o valor da propina. A versão posterior de que estaria se referindo a um caso hipotético não é verossímil, já que a entrevista está gravada e é evidente que narra episódio que aconteceu de fato.
Além disso, existem evidências de favorecimento, pelo governo estadual, a deputados da base aliado que obtiveram liberação de emendas em valores, muitas vezes, superiores aos fixados nos acordos entre Executivo e Legislativo que definiram a cota de emendas de cada parlamentar.
O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa convocado para investigar as denúncias dispõe de poderes limitados e, até o momento, em nada avançou na apuração dos fatos. Os requerimentos de informação ao Executivo e de convocação para depoimentos no Conselho, apresentados pelos deputados de oposição, não são aprovados e, semanas após sua instalação, ainda não ouviu ninguém.
Já em 2005 e 2006, na gestão anterior do atual governador Geraldo Alckmin, foi vetada, por duas vezes, proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que previa a individualização e o acesso irrestrito por qualquer cidadão à tramitação de emendas parlamentares. Propostas do mesmo teor foram reapresentadas anualmente pelos deputados da oposição e sempre rejeitadas por orientação do governo.
A não divulgação das informações sobre a execução orçamentária das emendas parlamentares é uma demonstração da total falta de transparência que perpassa toda a administração do governo do Estado de São Paulo.
Diante do exposto, nós, abaixo assinados, exigimos a imediata instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as denúncias de desvio de recursos públicos, e a urgente aprovação de medidas, por parte da Assembleia Legislativa, que obriguem o governo a dar total transparência na execução do Orçamento Estadual, inclusive no que se refere às emendas parlamentares.
Outubro de 2011.
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Central de Movimentos Populares – CMP
União dos Movimentos de Moradia – UMM
Marcha Mundial das Mulheres
Frente de Luta por Moradia – FLP
Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP – APEOESP
Associação dos Funcionários do Grupo Santander, Banesprev e Cabesp – Afubesp
Comitê Lutar não é Crime
PT
PC do B
PSOL
PDT
A Bancada do PT, que elaborou o pedido da CPI, está coletando assinaturas entre os deputados. Até o momento 29 parlamentares assinaram, mas para que o pedido seja protocolada são necessários 32 signatários. Todos os 24 deputados do PT assinaram, além dos deputados Major Olímpio, Carlos Giannazi, Pedro Bigardi, Leci Brandão e Afonso Lobato.
O ato é promovido pelas entidades: CUT, CMP, UMM, MMM, FLM, Afubesp, Comitê Lutar não é Crime, Apeoesp, PT, PCdoB, Psol e PDT.
MANIFESTO
Pela imediata instalação da CPI da venda das emendas
Passado um mês da ampla divulgação das graves denúncias feitas pelo deputado governista Roque Barbiere (PTB) sobre desvio de recursos de emendas parlamentares por cerca de 25% a 30% dos deputados estaduais nada se apurou. O deputado não apresentou provas nem apontou nomes e, com isso, colocou sob suspeição toda a Assembleia Legislativa. Mencionou, também, diversos secretários e ex-secretários do governo do Estado aos quais alertou sobre as irregularidades sem que providências tenham sido tomadas.
Tão grave quanto foi a declaração do deputado licenciado do PSDB, atual secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, ao relatar que, quando deputado estadual, um prefeito lhe ofereceu R$ 5 mil após liberação de uma emenda ao Orçamento.
Ao invés de oferecer denúncia ao Ministério Público e a Polícia, o deputado orientou o prefeito a doar para entidade beneficente o valor da propina. A versão posterior de que estaria se referindo a um caso hipotético não é verossímil, já que a entrevista está gravada e é evidente que narra episódio que aconteceu de fato.
Além disso, existem evidências de favorecimento, pelo governo estadual, a deputados da base aliado que obtiveram liberação de emendas em valores, muitas vezes, superiores aos fixados nos acordos entre Executivo e Legislativo que definiram a cota de emendas de cada parlamentar.
O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa convocado para investigar as denúncias dispõe de poderes limitados e, até o momento, em nada avançou na apuração dos fatos. Os requerimentos de informação ao Executivo e de convocação para depoimentos no Conselho, apresentados pelos deputados de oposição, não são aprovados e, semanas após sua instalação, ainda não ouviu ninguém.
Já em 2005 e 2006, na gestão anterior do atual governador Geraldo Alckmin, foi vetada, por duas vezes, proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que previa a individualização e o acesso irrestrito por qualquer cidadão à tramitação de emendas parlamentares. Propostas do mesmo teor foram reapresentadas anualmente pelos deputados da oposição e sempre rejeitadas por orientação do governo.
A não divulgação das informações sobre a execução orçamentária das emendas parlamentares é uma demonstração da total falta de transparência que perpassa toda a administração do governo do Estado de São Paulo.
Diante do exposto, nós, abaixo assinados, exigimos a imediata instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as denúncias de desvio de recursos públicos, e a urgente aprovação de medidas, por parte da Assembleia Legislativa, que obriguem o governo a dar total transparência na execução do Orçamento Estadual, inclusive no que se refere às emendas parlamentares.
Outubro de 2011.
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Central de Movimentos Populares – CMP
União dos Movimentos de Moradia – UMM
Marcha Mundial das Mulheres
Frente de Luta por Moradia – FLP
Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP – APEOESP
Associação dos Funcionários do Grupo Santander, Banesprev e Cabesp – Afubesp
Comitê Lutar não é Crime
PT
PC do B
PSOL
PDT
domingo, 23 de outubro de 2011
Alckmin manda base aliada enterrar investigação do mensalão das emendas
Integrante da base aliada ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) tentou encerrar, no Conselho de Ética, a apuração das denúncias feitas pelo petebista Roque Barbiere segundo quem de “25% a 30%” dos deputados da Casa negociam emendas parlamentares. Antes mesmo de se produzir relatório final e tendo ouvido uma pessoa, o pedetista Major Olímpio, Campos Machado (PTB) propôs, como questão de ordem ao presidente do colegiado, Hélio Nishimoto (PSDB), que as informações colhidas fossem enviadas ao Ministério Público e os trabalhos, encerrados.“Começo a verificar que os limites do Conselho de Ética já se esgotaram”, disse Campos Machado, correligionário de Barbiere e “líder” governista no conselho. Consciente de que sua proposta encontraria obstáculos, o líder do PTB afirmou que é “preciso ter coragem“, pois a “coragem vence o medo”. Aliado de Machado e integrante do conselho, José Bittencourt (PDT), defendeu a ideia, alegando que o Conselho é pautado na apuração da quebra de decoro parlamentar de deputados e que, até agora nenhum nome de deputado foi citado. Mas Nishimoto decidiu ser necessária a produção de um relatório para que os trabalhos possam ser encerrados. O próprio Bittencourt será relator.
Assim como nos outros encontros, apurações sobre
quebra de decoro deram lugar a troca de farpas. “Hoje estamos temperando a pizza que será levada ao forno e servida semana que vem”, disse João Paulo Rillo (PT).
Presente à sessão, a corregedora da Casa, Célia Leão (PSDB), pediu a palavra por três vezes para dar sua opinião sobre os trabalhos do conselho. No início do encontro, após pedir que Olímpio se concentrasse apenas em temas relativos ao colegiado, ela questionou o presidente e os membros sobre a possibilidade das investigações serem encaminhadas à Corregedoria. Ao final, expos seu descontentamento a ineficiência da comissão. “A reunião de hoje foi ipsis literis, como a de quinta passada. O conselho não tem produzido aquilo que esperamos”.
Major Olímpio
Como antecipou o JT, Major Olímpio (PDT) levou ao Conselho de Ética da Assembleia o nome da dirigente de entidade que teria lhe contado “artimanhas” usadas por alguns deputados para desviar dinheiro de emendas. Teresa Barbosa, da ONG Centro Cultural Educacional Santa Terezinha, segundo o pedetista, está disposta a depor. Mas a ação da base governista, que pretende finalizar os trabalhos do conselho na próxima quinta, pode impedir que ela dê nomes.
Olímpio, único que depôs ao colegiado até agora, repetiu ter ouvido de Teresa que ela foi sondada por deputados para sua entidade servir de “ponte” para que outras instituições, que não estão regularizadas, recebessem parte da verba do governo. Questionado se ela não havia citado nomes, Olímpio disse que ela evitou falar temendo represálias.
O pedetista ainda acusou o colega de partido e membro do conselho, José Bittencourt, de ter um PM “fantasma” no gabinete. “Não tem nada irregular nisso, pode questionar a Mesa Diretora”, disse Bittencourt.Informações JT
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Estado deu verba para empresa de assessor de secretário de Alckmin
Funcionário de Edson Aparecido, braço direito do governador, teve exoneração publicada ontem
Dinheiro foi liberado no período em que tucano ocupava o cargo ; ele não foi localizado para comentar a contratação
RODRIGO VIZEU
DE SÃO PAULO
O governo de São Paulo liberou R$ 150 mil para a empresa de um assessor do secretário de Desenvolvimento Metropolitano do Estado, Edson Aparecido (PSDB).
Aparecido é braço direito e um dos principais articuladores políticos do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Luiz Antonio Pereira de Carvalho, também filiado ao PSDB, foi exonerado do cargo. A demissão foi publicada ontem no "Diário Oficial", um dia depois de a Folha pedir explicações à secretaria.
Ex-prefeito de Guzolândia (noroeste paulista), Carvalho foi nomeado para o gabinete de Aparecido em junho deste ano. O processo que levou à escolha de sua empresa, a Solução Construções e Pavimentação, ocorreu no período em que ocupava o cargo.
A construtora foi contratada para erguer um barracão multiuso no município de Lourdes, também no noroeste de São Paulo.
A Folha mostrou que os envolvidos na obra não sabem que utilidade ela terá.
A obra é resultado de uma emenda do deputado estadual Dilmo dos Santos (PV). Dilmo destinou recursos para Lourdes mesmo não tendo atuação política na cidade, onde não recebeu votos.
A prática foi apontada pelo deputado Roque Barbiere (PTB) como indício da venda de emendas parlamentares.
Formalmente, Carvalho transferiu em 2009 a empresa para os nomes de sua mãe e sua mulher. Mas a mãe confirmou à Folhaque o ex-prefeito é o "dono da empresa".
Na secretaria, uma funcionária disse que o assessor não ficava "direto" ali, permanecendo "às vezes em São Paulo e às vezes na cidade dele [Guzolândia]".
A secretaria foi criada para desenvolver as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Santos, distantes do noroeste paulista.
Pré-candidato a prefeito, ele integra a Assembleia de Deus, a mesma igreja do deputado Dilmo dos Santos. A reportagem tentou contato com Carvalho, sem sucesso. Sua mulher disse que ele estava viajando.
Do Blog se a radio não Toca
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Mensalão do Alckmin agora é oficial: deputado diz que governador conquista apoio com o esquema de venda de emendas
Em entrevista ao telejornal SPTV 2.ª Edição, o deputado estadual Roque Barbiere (PTB/SP), que denunciou o esquema de venda de emendas na Assembléia Legislativa de São Paulo, voltou à carga:
Em seguida, disse que o governo tucano de Alckmin (e antes era de Serra) sabe e não faz nada:
http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/deputado-ira-depor-apos-acusar-colegas-de-receber-propina-em-sp/1666936/
O deputado disse que irá denunciar em juízo aquilo que ele tem provas, e não diz nomes para proteger as testemunhas.
O promotor de Justiça Carlos Cardoso, que investiga o caso, informou que solicitará à Secretaria da Fazenda a relação de emendas ao Orçamento desde 2007.
Já fazem 3 meses que ocorreu a primeira entrevista do deputado Roque, e o governador Geraldo Alckmin até hoje não disponibilizou a relação de emendas desde 2007. O que mostra, ou tentativa de abafamento, ou descontrole, ou maracutaia.
A cada ano saem R$ 188 milhões dos cofres públicos paulistas em emendas. É valor muito alto para não ter controle rigoroso na hora que precisa consultar. (com informalções do Estadão e do SPTV)
Do Blog Amigos do Presidente Lula
"Algumas pessoas vieram aqui voluntariamente e disseram: deputado, o que senhor disse é verdade, eu trabalhei com fulano de tal e vou lá depor... eu via chegar pacotes de dinheiro"Depois completou: "... Fruto de venda de emenda."
Em seguida, disse que o governo tucano de Alckmin (e antes era de Serra) sabe e não faz nada:
"O governo fica de braços cruzados, porque é confortável para ele... porque mantém todo mundo refém, dependente destas emendas".O vídeo do SPTV não é compartilhado, e o link é este:(Note que a Globo fala em Governo do Estado ,mas esconde o nome do Governador Geraldo Alckmin)
http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/deputado-ira-depor-apos-acusar-colegas-de-receber-propina-em-sp/1666936/
O deputado disse que irá denunciar em juízo aquilo que ele tem provas, e não diz nomes para proteger as testemunhas.
O promotor de Justiça Carlos Cardoso, que investiga o caso, informou que solicitará à Secretaria da Fazenda a relação de emendas ao Orçamento desde 2007.
Já fazem 3 meses que ocorreu a primeira entrevista do deputado Roque, e o governador Geraldo Alckmin até hoje não disponibilizou a relação de emendas desde 2007. O que mostra, ou tentativa de abafamento, ou descontrole, ou maracutaia.
A cada ano saem R$ 188 milhões dos cofres públicos paulistas em emendas. É valor muito alto para não ter controle rigoroso na hora que precisa consultar. (com informalções do Estadão e do SPTV)
Do Blog Amigos do Presidente Lula
domingo, 16 de outubro de 2011
Orlando Silva, Geraldo Alckmin, Bruno Covas - Como cada um reage às denúncias
Três casos de denúncias de corrupção estão na pauta da imprensa nesta semana, e é curioso a diferença de atitudes e do noticiário a respeito de cada um.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP):
(seus secretários de estado estão envolvidos no escândalo da venda de emendas pelos deputados estaduais de sua base de apoio, na Assembléia Legislativa de São Paulo):
- não apura as denúncias;
- tenta abafar;
- foge da polícia e do ministério público como o vampiro foge da cruz;
- não processa ninguém que faz acusações pesadas;
- não vai e não deixa seus secretários de estado irem ao legislativo prestarem esclarecimentos, nem mesmo sabendo que a maioria da Assembléia é "cúmplice" governista;
- não vai à imprensa, não dá entrevistas coletivas sobre o assunto, mesmo sabendo que a imprensa paulista é parceira do governador (inclusive financeira) e chapa-branca;
- esconde os dados do público e da imprensa (não disponibiliza os dados com transparência na internet - até o ministério público estadual reclama);
- o TCE (Tribunal de Contas de São Paulo) está contaminado de corrupção comprovada entre os conselheiros amigos do governador (confira aqui e aqui);
- Não faz uma auditoria rigorosa (o governo de São Paulo nem tem um órgão de auditoria com o rigor da CGU federal).
Ministro Orlando Silva:
(atacado na revista Veja por denúncia verbal, de corruptos que caíram na malha fina do ministério):
chama a Polícia Federal para colocar tudo em pratos limpos;
- enfrenta seus detratores, anunciando que irá processá-los;
- não cede à chantagens daqueles que ameaçam forjar escândalos;
- apura as denúncias;
- vai a imprensa dar entrevista coletiva olho-no-olho (para todos os veículos, indistintamente), inclusive enfrentando a imprensa declaradamente oposicionista;
- vai ao Congresso por vontade própria para prestar todos os esclarecimentos e enfrentar a oposição olho-no-olho;
- colocou seus sigilos bancários e fiscal à disposição das investigações por autoridades;
- escancara os dados do ministério na internet, nos portais de transparência;
- acionou há muito tempo o TCU (Tribunal de Contas da União);
- acionou há muito temo a CGU (Controladoria Geral da União);
Secretário de Alckmin Bruno Covas:
(PSDB/SP, secretário estadual de meio ambiente do governo Alckmin, envolvido no escândalo de vendas de emendas):
- repete o mesmo comportamento de culpado e os mesmos vícios do governador Geraldo Alckmin;
- já fugiu duas vezes de ir ao legislativo se explicar (uma vez fugiu de audiência na comissão de ética, outra vez fugiu da comissão de meio-ambiente);
- deu entrevista um mês antes do escândalo, dizendo que acobertou um prefeito corrupto, e depois não enfrentou a imprensa para tentar se explicar olho-no-olho;
A diferença de comportamento é evidente:
Com o comportamento do ministro Orlando Silva, não há como acabar em pizza. Alguém vai se dar muito mal: ou seus detratores ou ele mesmo, ou seja: quem tiver culpa não escapa, porque as investigações estão escancaradas, e ele mesmo tomando a iniciativa de se colocar a disposição para todos os esclarecimentos.
Já no caso de Geraldo Alckmin e Bruno Covas, é preciso muita reza brava do povo, para não acabar em pizza, porque tudo está sendo feito para abafar; para jogar o lixo para baixo do tapete, eternizando a corrupção impune em São Paulo, como uma corrida de revezamento, onde Maluf passa o bastão para Quércia, que passa Alckmin, que passa para Serra, que devolve para Alckmin.
Ahhh... Não há vídeo de Geraldo Alckmin, porque não existe. Ele, tal qual um avestruz, prefere ficar com a cabeça enfiada em um buraco.
Já a velha imprensa demo-tucana...
Quando Orlando Silva dá entrevista coletiva, sem fugir de nenhuma pergunta, olho-no-olho, essa imprensa, sem saber mais o que dizer, e sem fatos para sustentar, diz que ele "ainda não provou sua inocência".
Quando Alckmin diz que "quem acusa tem provar" e não explica nada, aceitam bovinamente sem qualquer questionamento, e engavetam o assunto nas redações dos jornais, revistas, rádio e TV.
Mesmo que a denúncia que atinge o governo Alckmin tenha partido de um deputado estadual da base de apoio do próprio governador, e mesmo que já há casos comprovados de emendas pra lá suspeitas, com obras suspeitas de superfaturamento, com empreiteiras ligadas ao esquema espalhadas em várias cidades paulistas.
Fonte:Blog Os Amigos do presidente Lula
O governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP):
(seus secretários de estado estão envolvidos no escândalo da venda de emendas pelos deputados estaduais de sua base de apoio, na Assembléia Legislativa de São Paulo):
- não apura as denúncias;
- tenta abafar;
- foge da polícia e do ministério público como o vampiro foge da cruz;
- não processa ninguém que faz acusações pesadas;
- não vai e não deixa seus secretários de estado irem ao legislativo prestarem esclarecimentos, nem mesmo sabendo que a maioria da Assembléia é "cúmplice" governista;
- não vai à imprensa, não dá entrevistas coletivas sobre o assunto, mesmo sabendo que a imprensa paulista é parceira do governador (inclusive financeira) e chapa-branca;
- esconde os dados do público e da imprensa (não disponibiliza os dados com transparência na internet - até o ministério público estadual reclama);
- o TCE (Tribunal de Contas de São Paulo) está contaminado de corrupção comprovada entre os conselheiros amigos do governador (confira aqui e aqui);
- Não faz uma auditoria rigorosa (o governo de São Paulo nem tem um órgão de auditoria com o rigor da CGU federal).
Ministro Orlando Silva:
(atacado na revista Veja por denúncia verbal, de corruptos que caíram na malha fina do ministério):
chama a Polícia Federal para colocar tudo em pratos limpos;
- enfrenta seus detratores, anunciando que irá processá-los;
- não cede à chantagens daqueles que ameaçam forjar escândalos;
- apura as denúncias;
- vai a imprensa dar entrevista coletiva olho-no-olho (para todos os veículos, indistintamente), inclusive enfrentando a imprensa declaradamente oposicionista;
- vai ao Congresso por vontade própria para prestar todos os esclarecimentos e enfrentar a oposição olho-no-olho;
- colocou seus sigilos bancários e fiscal à disposição das investigações por autoridades;
- escancara os dados do ministério na internet, nos portais de transparência;
- acionou há muito tempo o TCU (Tribunal de Contas da União);
- acionou há muito temo a CGU (Controladoria Geral da União);
Secretário de Alckmin Bruno Covas:
(PSDB/SP, secretário estadual de meio ambiente do governo Alckmin, envolvido no escândalo de vendas de emendas):
- repete o mesmo comportamento de culpado e os mesmos vícios do governador Geraldo Alckmin;
- já fugiu duas vezes de ir ao legislativo se explicar (uma vez fugiu de audiência na comissão de ética, outra vez fugiu da comissão de meio-ambiente);
- deu entrevista um mês antes do escândalo, dizendo que acobertou um prefeito corrupto, e depois não enfrentou a imprensa para tentar se explicar olho-no-olho;
A diferença de comportamento é evidente:
Com o comportamento do ministro Orlando Silva, não há como acabar em pizza. Alguém vai se dar muito mal: ou seus detratores ou ele mesmo, ou seja: quem tiver culpa não escapa, porque as investigações estão escancaradas, e ele mesmo tomando a iniciativa de se colocar a disposição para todos os esclarecimentos.
Já no caso de Geraldo Alckmin e Bruno Covas, é preciso muita reza brava do povo, para não acabar em pizza, porque tudo está sendo feito para abafar; para jogar o lixo para baixo do tapete, eternizando a corrupção impune em São Paulo, como uma corrida de revezamento, onde Maluf passa o bastão para Quércia, que passa Alckmin, que passa para Serra, que devolve para Alckmin.
Ahhh... Não há vídeo de Geraldo Alckmin, porque não existe. Ele, tal qual um avestruz, prefere ficar com a cabeça enfiada em um buraco.
Já a velha imprensa demo-tucana...
Quando Orlando Silva dá entrevista coletiva, sem fugir de nenhuma pergunta, olho-no-olho, essa imprensa, sem saber mais o que dizer, e sem fatos para sustentar, diz que ele "ainda não provou sua inocência".
Quando Alckmin diz que "quem acusa tem provar" e não explica nada, aceitam bovinamente sem qualquer questionamento, e engavetam o assunto nas redações dos jornais, revistas, rádio e TV.
Mesmo que a denúncia que atinge o governo Alckmin tenha partido de um deputado estadual da base de apoio do próprio governador, e mesmo que já há casos comprovados de emendas pra lá suspeitas, com obras suspeitas de superfaturamento, com empreiteiras ligadas ao esquema espalhadas em várias cidades paulistas.
Fonte:Blog Os Amigos do presidente Lula
Marcadores:
auditoria,
corrupção,
geraldo,
Geraldo Alckmin,
imprensa,
incopetência,
Mensalão,
mensalao dem,
psdb
Assinar:
Postagens (Atom)

