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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Governador tucano Geraldo Alckmin fez acordo com PCC para cessar ataques de 2006

Segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo, reunião entre membros do governo estadual e Marcola foi feita dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes
Representantes da cúpula do governo estadual fizeram um acordo com o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para pôr fim à onda de ataques da facção criminosa, em maio de 2006. O depoimento foi obtido com exclusividade pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e publicado na edição desta segunda-feira (27).(Aqui no blog tem várias postagens sobre o assunto)

Segundo informações conseguidas pelo periódico, a reunião foi feita dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes. A declaração é do delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, um dos um dos escolhidos pelo governo para participar do encontro em 2006 e que falou sobre o tema durante depoimento em processo judicial que investigou advogadas supostamente ligadas ao crime organizado.

Segundo as informações divulgadas pelo jornal, a proposta do crime organizado foi levada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia o direito dos presos e, na época, representava o PCC: se os responsáveis pelo comando dos atentados nas ruas fossem informados de que Marcola estava bem fisicamente, que não havia sido torturado por policiais e que os presos amotinados não seriam agredidos pela Polícia Militar, os ataques seriam encerrados.

O recado deveria ser dado pelo próprio chefe do PCC. O papel de Iracema era convencer Marcola a aceitar a ideia.

A cúpula das secretarias de Segurança Pública e da Administração Penitenciária, cujos chefes na época eram Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente, aceitou a ideia da advogada. O então governador, Claudio Lembo, autorizou o encontro.

Relembre o ataque do PCC
Geraldo Alckmin apoia candidato do PCC e diz VAMOS TRABALHAR JUNTOS!' from forapsdb on Vimeo.
Na noite do dia 12 de maio de 2010, integrantes da organização criminosa deram início ao maior atentado contra as forças de segurança pública do Estado da história. Delegacias, carros e bases da Polícia Militar, Polícia Civil e metropolitana e até o Corpo de Bombeiros foram atacados. No dia seguinte, a onda de ataques foi intensificada e ocorreram atentados no litoral e interior de São Paulo.

Até o dia 15 de maio de 2010, foram mais de 200 ataques que deixaram cerca de 90 mortos. Neste dia, a organização determina o fim dos ataques após ter realizado atentados menores contra fóruns, ônibus circulares e agências bancárias. No entanto, uma série de boatos, incluindo um possível toque de recolher, instaurou o medo na população do Estado, que ficou mergulhado em horas de caos.

Com temor de ataques a alvos civis, 40% das escolas e Universidades foram fechadas. Parte do comércio e repartições públicas também fecharam suas portas.

Em seu horário de maior movimento, a cidade de São Paulo ficou deserta. O transporte público parou de circular durante a tarde deixando mais de 5 milhões de pessoas a pé. Um terço da frota de ônibus ficou na garagem depois de mais de 90 veículos terem sido incendiados em todo o Estado. Uma ameaça de bomba chegou a fechar o Aeroporto de Congonhas.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O novo secretário de Segurança Pública de Alckmin foi advogado do PCC

Alexandre de Moraes, Novo titular de segurança de Alckmin,  foi advogado de 123 processos do PCC (Primeiro Comando da Capital)

Alexandre de Moraes, Novo titular de segurança de Alckmin,  foi advogado de 123 processos do PCC (Primeiro Comando da Capital)

Por redação, com GGN

O novo titular da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo aparece no Tribunal de Justiça do Estado como advogado em pelo menos 123 processos na área civil em favor da Transcooper, segundo informa o jornal O Estado de S. Paulo nesta sexta-feira (9).
A cooperativa atendida por Alexandre de Moraes - que tem como missão enfrentar uma das principais organizações criminosas do país, o PCC (Primeiro Comando da Capital) - é citada em um investigação que apura formação de quadrilha e lavagem de dinheiro do PCC. 
Segundo a reportagem, Moraes afirmou em nota que começou a advogar para a Transcooper em janeiro de 2011, mas não atuou na investigação por suposta relação com o PCC. "Não houve qualquer prestação de serviços advocatícios - nem pelo secretário nem pelos demais sócios - às pessoas citadas em possível envolvimento com o crime organizado, em 2014. O contrato se referia estritamente à pessoa jurídica da cooperativa." Até o dia 8 de janeiro, entretanto, Moraes permanecia no site do TJ como defensor da cooperativa, frisou o Estadão.
"Moraes comandava um dos mais famosos escritórios de advocacia em São Paulo. Entre seus clientes estão empreiteiras, associações e políticos. Ele também participou, entre 2007 e 2010, da gestão Gilberto Kassab (PSD) na Prefeitura, quando acumulou os cargos de presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transporte (SPTrans), além das Secretarias de Serviços e de Transportes", publicou o jornal.
"Em 2010, quando as investigações sobre a Transcooper tiveram início, Moura era diretor de uma das empresas citadas, a Happy Play. As outras eram a Himalaia e a Novo Horizonte. Na investigação, um dos endereços da Happy Play era o da garagem da Transcooper", acrescentou. O processo contra a empresa ainda está em andamento no Ministério Público.
Para assumir o comando da Pasta a pedido do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Moraes afirma ter renunciado a todos os processos em que atuava e solicitou, no último dia 1, uma licença temporária de sua inscrição como advogado na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). 
Na última disputa eleitoral, a Transcooper ganhou os holofotes da grande mídia por ter sido relacionada ao ex-deputado estadual Luiz Moura, suspeito de ter ligações com o PCC. Moura passou por sindicância dentro do antigo partido, o PT, e acabou sendo expulso. Moura, ao Estadão, afirmou desconhecer Moraes.

sábado, 2 de novembro de 2013

Alckmin usou suposta ameaça do PCC para se promover

PCC serviu de palanque para Alckmin?
Por Altamiro Borges
Com sua imagem abalada pelos constantes protestos de rua e pelas denúncias do propinoduto tucano, parece que Geraldo Alckmin decidiu usar um perigoso expediente para reconquistar a credibilidade. Pelo menos é isto que insinua Antônio Ferreira Pinto, ex-secretário estadual de Segurança Pública do governador do PSDB, em entrevista ao jornal Valor desta quinta-feira (31). Em meados de outubro, a mídia tucana fez grande estardalhaço com uma suposta ameaça da organização criminosa PCC contra a vida do tucano. O seu ex-secretário, porém, garante que a denúncia não tinha qualquer consistência e ataca: “Alckmin está aproveitando para colher dividendos políticos com a ameaça do PCC”.
Segundo Ferreira Pinto, os áudios divulgados pela mídia com as ameaças ao governador eram de conhecimento da cúpula da polícia desde 2011 e não foram consideradas importantes. “Esse fato não tinha credibilidade nenhuma. A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. As gravações não tinham. Tanto que o promotor passou ao largo delas”, afirmou ao jornal. Para ele, o caso foi politizado. “Lamentável. [O governador] deve ter as suas razões. Eu acho que é mais pelo viés político. Porque na hora que diz ‘Não vou me intimidar’, ele está também dando um ‘upgrade’ para a facção. Está admitindo que há credibilidade numa conversa isolada”.
A bombástica declaração do ex-secretário de Segurança Pública confirma as suspeitas levantadas na época do vazamento dos áudios. Muita gente estranhou o alarde da mídia. Em entrevista à revista Fórum, a socióloga Camila Nunes, autora do livro “PCC – Hegemonia nas prisões e monopólio da violência”, alertou que as ações dos governos tucanos nunca foram obstáculos ao crescimento desta facção criminosa e criticou o “estardalhaço” da imprensa sobre as ameaças de “decretar” a morte de Alckmin. “Qual o interesse de transformar o PCC nisso tudo agora? A quais interesses atendem essas revelações?”, indagou. “Vale a lembrança de que o governador está com a popularidade em queda”.
“Essa denúncia de que o PCC planejava matá-lo… Achei isso absurdo e sem sentido. De um lado, é óbvio que, se tratando de uma organização criminosa, ela vai ter alvos, entre eles autoridades, e o governador é a autoridade máxima em São Paulo. Mas não foi revelado nenhum plano estratégico, nenhuma articulação ou distribuição de tarefas que justifiquem esse temor. Foi uma conversa dos criminosos, obviamente, há uma edição da conversa, não sei qual o conteúdo completo. Não há razão nenhuma para esse estardalhaço, me parece uma daquelas estratégias políticas para que o governador aumente a sua popularidade e saia como herói de algo”, concluiu Camila Nunes.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O governo tucano completa 18 anos de insegurança pública e Alckmin quer culpar só no ECA

Houve um crime trágico em São Paulo, quando um jovem de 17 anos matou outro de 19 anos, em um assalto à mão armada. Claro que para a família da vítima não há punição, por maior que seja, suficiente para confortar a perda. E claro que, para qualquer pessoa que passa por uma tragédia destas, quanto mais pesada a punição mais se aproxima do sentimento de justiça. Mas nada seria melhor do que uma política de segurança pública que evitasse essa e novas tragédias.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), coloca a culpa no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), dizendo que a solução seria modificá-lo para aumentar a pena para menores e transferi-los para presídios comuns os que completam 18 anos. O problema é que nenhuma destas medidas parece que teria evitado essa tragédia, nem parece ser solução para evitar outras.

Poderíamos elencar dezenas de medidas legislativas que poderiam ser tomadas com a intenção de coibir a violência, inclusive fazer um debate honesto sobre a redução da maioridade penal, que tem argumentos respeitáveis tanto a favor como contra. Mas não há lei que funcione se a política de segurança pública não for eficaz para fazer as leis funcionarem. E é aí os governos tucanos falham há 18 anos em São Paulo.

Óbvio que já há leis mais do que suficiente proibindo menores de terem acesso à armas de fogo, mas o infrator cometeu o crime com um revólver. Não é falha da lei. É falha de segurança pública.

Adolescentes infratores violentos, em geral não começam cometendo latrocínio. Começam com pequenos furtos ou roubos. Para isso o ECA prevê medidas sócio-educativas com penas mais do que suficiente para reabilitar. O infrator do caso em questão, já havia cumprido medida sócio-educativa antes. Se não foi reabilitado, antes de culpar a lei que existiu e foi aplicada, é mais sensato procurar onde a governança está falhando na ressocialização dos menores infratores, a ponto deles voltarem à criminalidade de forma mais violenta.


O jovem infrator, nasceu em abril de 1995, meses depois da posse do governo tucano de Mário Covas, tendo como vice Geraldo Alckmin. De lá para cá, os tucanos estão há 18 anos no governo, em constantes crises na segurança pública, área de responsabilidade do governador. Nesse período, os sucessivos governos tucanos falharam várias vezes com os nascidos sob seu governo e hoje tornaram-se adolescentes infratores.

Esse jovem infrator chegou quase ao 18 anos morando na favela Nelson Cruz, cujo governo tucano não integrou ao bairro de Belem, onde ela está. Essa ausência do Estado, deixando a comunidade abandonada à própria sorte, uma zona de exclusão sem a proteção das leis, torna o local propício para atividades criminosas, que oprime a grande maioria da população trabalhadora e alicia os jovens. Essa segregação nefasta mudou o destino de dois jovens, um infrator e outro morto, quando ambos, quase vizinhos, poderiam ser companheiros de bairro, de geração, se houvesse políticas públicas nos governos tucanos para mudar esse destino.

Governadores não são responsáveis por todos os males, nem por desvios de condutas de indivíduos, mas até pessoas de má índole, muitas fracassam na carreira criminosa se o terreno não for fértil. E nesse ponto os governos tucanos são responsáveis por suas políticas de segurança e prevenção social deixarem o terreno tão fértil para a criminalidade em São Paulo.

Não adianta o governador Alckmin recorrer à esperteza política de se esconder atrás de mudanças nas leis, para ocultar fracassos de seu governo. O gesto populista pode enganar alguns cidadãos na primeira hora, num momento de comoção em que há clamor popular. Mas não reduzirá a insegurança, nem evitará novas tragédias.

Um governador que fosse estadista, antes de priorizar apenas a punição mais severa, priorizaria fazer o possível e o impossível para que os crimes terríveis como este não acontecessem.

Por mais que haja argumentos respeitáveis pela redução da maioridade penal para 16 anos, não queremos um Brasil de adolescentes e crianças criminosas cada vez mais cedo, nem de jovens vítimas. A prioridade que queremos é que crianças e adolescentes não vivam expostas à vulnerabilidades, e não se tornem criminosos, para não haver vítimas, nem uma nação de presidiários.

Só para citar um exemplo, se o infrator deste caso fosse julgado como adulto e condenado entre 20 a 30 anos de prisão (a pena por latrocínio), ainda assim poderia sair da cadeia até em 8 anos, aos 26 anos de idade, com a progressão da pena por bom comportamento. Isso depois de passar por presídios convivendo com a facção criminosa PCC, cuja probabilidade de reincidência no crime é altíssima, conforme as estatísticas apontam. Óbvio que isso não pode ser o desejável, pois com o correr do tempo só agravará a situação, com crianças cometendo crimes cada vez mais cedo, vivendo parte da juventude em masmorras, e voltado mais violentos e desumanizados para cometer crimes piores ao saírem ainda jovens da prisão. Mas é isso que o governador Geraldo Alckmin está oferendo ao povo paulista.
Fonte Os Amigos do Lula

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Bomba! Geraldo Alckmin protege o PCC

Bomba! Geraldo Alckmin protege o PCC 

Band Revela: Governador e Secretário sabem do envolvimento de policiais com o crime organizado e não fazem NADA! Valer lembrar que o Governo Alckmin tem o apoio de empresas como Folha, Veja, Globo e Estadão. Impeachment de Geraldo Alckmin Já!!! 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

São Paulo e PCC como Atacadão da droga para o país. Toda a droga vendida na Rocinha vinha de SP

Esquema milionário protegido por policiais mantinha Nem no tráfico

sábado, 5 de novembro de 2011

Estado falhou na resposta aos ataques do PCC em 2006, diz Justiça de São Paulo

Ataques do PCC presididios de SP
Numa decisão inédita, a Justiça de São Paulo afirmou que o Estado falhou na resposta aos ataques do PCC e condenou o governo paulista a pagar indenização de R$ 165,5 mil à mãe de uma das vítimas. José da Silva Santos foi morto a tiros durante operações de repressão à onda de ataques do crime organizado, entre maio e julho de 2006. Os atentados provocaram uma forte reação policial.
A decisão é do Tribunal de Justiça de São Paulo, para quem não há dúvida de que o homicídio decorreu da “conduta descontrolada da polícia” quando se viu encurralada pela agressão da facção criminosa. O tribunal ainda determinou que o Estado pague à mãe da vítima uma pensão mensal correspondente a um terço do salário mínimo.
Essa foi a primeira vez que a Justiça reconheceu que o governo "errou na dose" ao reprimir os atentados do PCC. A 7ª Câmara de Direito Público entendeu que a reação das forças policiais foi “atabalhoada” e que provocou a morte de civis inocentes, como, no caso, a de José da Silva Santos, na Baixada Santista.
Para o desembargador Magalhães Coelho, a obrigação de indenizar se deve ao fato de as autoridades terem criado uma situação de risco extraordinário para a cidadania pela falta quase absoluta de política de segurança pública. Segundo o relator, a reação do Estado foi “desconexa, violenta e indiscriminada” e vitimou, sobretudo, “os pobres e desvalidos”.
O desembargador lembrou que pesquisas de instituições independentes concluíram que apenas na primeira onda de ataques, entre 12 e 21 de maio de 2006, 564 pessoas foram mortas, e 110, feridas por armas de fogo. De acordo com Magalhães Coelho, na época, a Secretaria de Segurança Pública admitiu, oficialmente, que a Polícia Militar matou 108 pessoas em apenas oito dias.
122 execuções
Um estudo da Justiça Global e da Universidade de Harvard, divulgado este ano, concluiu que dos 493 homicídios ocorridos no Estado de 12 a 20 de maio de 2006 havia indícios da participação de policiais em 122 execuções. A mesma pesquisa aponta 43 agentes públicos vítimas dos ataques.
“Muitas dessas mortes decorreram da reação defensiva legítima de agentes públicos, mas outras tantas apontam para atuação de grupos de extermínio e de policiais absolutamente fora de controle e de comando, com nítido caráter de represália indiscriminada, notadamente da população mais pobre e que habita as periferias das grandes cidades paulistas”, afirmou o desembargador Magalhães Coelho.
Fernando Porfírio
No UOL 
Vi no Blog Contexto Livre
Guerra do PCC x Estado completa 5 anos com 4 desaparecidos

segunda-feira, 4 de julho de 2011

PCC cria "franquia" para vender droga em SP


Foi nas duas gestões de Alckmin que o PCC ganhou força. A facção se espalhou pelas cadeias e passou a praticar atosterroristas nas ruas de São Paulo.O PCC promoveu pelo menos 62 ataques contra as forças de segurançae matou Machado Dias, juiz-corregedor de Presidente Prudente. José Serra (PSDB) tem o habito de declarar em todas as eleições que disputa, que ele acabou com o PCC. A matéria publicado hoje na Folha,desmenete o tucano, candidato á prefeito de São Paulo

PCC

A facção criminosa PCC montou um "esquema empresarial" de venda de drogas no Estado de São Paulo que inclui o cadastro dos pontos de venda e registros em livros-caixa.O sistema, que tem até o pagamento de "franquias" para o traficante manter os pontos de vendas, foi descoberto pela Polícia Civil de São Sebastião através de escutas telefônicas, no inquérito que desmontou quadrilhas no litoral norte paulista.

As escutas captaram conversas em que traficantes tratam os pontos de "lojinha" e "biqueira" e citam como funciona o cadastro. O inquérito desmontou uma refinaria de cocaína em Ubatuba.

As informações sempre passavam por um preso, tratado como "MP", chefe da facção no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Caraguatatuba (SP).Segundo as investigações, o ponto de venda é "registrado" no nome de uma pessoa ou família, que paga "franquia" de R$ 300 a R$ 500 por mês para a facção.

Com o registro da facção, o traficante pode depois "terceirizar" o ponto de venda para outra pessoa ou vendê-lo, mas sempre após autorização do crime organizado.Existe ainda o compromisso de que as "bocas" só podem comprar drogas dos esquemas do PCC, que tem hoje forte atuação no Paraguai, segundo a Polícia Federal.Em contrapartida, o "franqueado" tem a garantia de segurança e de que ninguém tentará tomar o ponto, como ocorre em favelas do Rio. Se o dono da "boca" é preso, alguém indicado por ele assume, e o negócio continua.

O inquérito conclui que a rede do PCC funciona ao estilo das máfias, com fornecedores exclusivos, venda de segurança e garantia de ajuda, quando um "cliente" -o pequeno traficante- é preso.

As investigações chefiadas pelo delegado André Luiz Costilhas apontam um duplo comando no esquema, de dentro do CDP e fora da prisão. Entre seis e dez casas, além de veículos, foram comprados pela quadrilha no litoral norte.O inquérito reforça que o crime organizado consegue manter seus negócios normalmente, mesmo dentro da prisão, e que vem aumentando o nível de organização da facção, que criou um modelo copiado por todas as suas células no Estado.

Um dos meios de fazer caixa são em sorteios. Em Ubatuba, os policiais apreenderam cartelas de rifas de um Vectra e um Polo, que seriam sorteados pelo bando.
Fonte:Blog Os Amigos do presidente Lula

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Alckmin com suposto líder do PCC

Depois do sucesso de audiênca da postagem Geraldo Alckmin apoia chefe de facção publicarei mais uma vez para quem não viu essa reportagem
Video Acima teve o canal censurado pelo PSDB, assista abaixo um mais completo Em caso de nova censura
 veja a Omissão do estado e a incompetência de Gerlado Alckmin e Serra para combater o crime organizado.
Integrantes do PCC zombando do Governo do PSDB


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Com PSDB é na PORRADA...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Alckmin promete até 10 vezes o que fez

Geraldo Alckmin prometendo continuar as obras que Serra pouco fez e não cumpriu

O Jornal da Tarde de hoje (22/09) publicou matéria em que aponta levantamento feito pelo próprio jornal sobre as promessas do candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin. Segundo o JT, o candidato da oposição promete até 10 vezes o que fez.

A comparação foi feita entre as promessas do tucano para os próximos 4 anos e o que de fato ele fez em igual período, no seu último mandato como governador (2003-2006).

O candidato que promete construir 30 km de metrô nos próximos 4 anos entregou, entre 2003 e 2006, apenas 2,6 km. Geraldo ainda afirma em seus programas de TV que elevará em 50% o número de Escolas Técnicas (Etecs), ou seja, 94 novas unidades. Quando foi governador, entregou 26 Etecs.

Compare no quadro abaixo as promessas que o tucano faz hoje para os paulistas e o que de fato ele ofereceu: 4 vezes menos do que promete.
promessas de geraldo Alckimin na camapnha 2010 versus realizações
Quadro comparativo, segundo levantamento do Jornal da Tarde
Leia aqui a matéria publicada pelo Jornal da Tarde.
Você acredita no PSDB?

Geraldo Alckmin do PSDB promete e não cumpre suas promessas para melhorias no metrô.


O vídeo mostra os problemas provocados pela paralisação de um trem na Linha 3 Vermelha do Metrô de São Paulo na manhã desta terça-feira (21/09/2010). Um problema entre as estações Pedro II e Sé impedia a circulação das composições. Os passageiros desceram dos trens e começaram a andar nas vias.

Vote em quem não te engana isso que ele está fazendo tem nome Calote Eleitoral,o mesmo acontece com Serra quando promete aumentar o salário mínimo(na época deles era U$$70,00,hoje U$$300)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Debate na Record: Mercadante propõe x Geraldo foge – DE NOVO!

Debate na Record: Mercadante propõe x Geraldo foge – DE NOVO! 
As regras do debate na TV Record eram mais livres do que no debate anterior da RedeTV!, e, mesmo assim, o principal adversário de Aloizio Mercadante não se sentiu estimulado a fazer perguntas. Não havia desta vez o tradicional sorteio, por exemplo. E em um dos blocos era possível que os candidatos fizessem perguntas livremente entre si. Sem restrições. Mesmo assim, o candidato do PSDB preferiu deixar suas costumeiras acusações apenas para o horário eleitoral na tv, e nenhuma questão, ou acusação, nada, foi feito para Aloizio Mercadante.
Clique aqui  e vejam como Alckmim fez para fugir do confronto com Mercadante
Segurança
O debate girou basicamente em torno de Educação e Segurança. Sobre esse último, é claro, a maior rebelião em presídios da história de São Paulo foi lembrada. Aquela seguida de uma série de ataques violentos, ataques promovidos por uma facção criminosa chamada PCC. O episódio, acontecido em 2006, durante a gestão tucana, recebeu um nome digno de filme apocalíptico: “o dia em que São Paulo parou”.
Sobre isso, Mercadante afirmou: “Nós temos de recuperar a dignidade da polícia de São Paulo, pagar direito os policiais. Não é possível o governo do estado assistir, como assistiu, à polícia militar e civil se enfrentarem em frente ao Palácio dos Bandeirantes por falta de diálogo, de atenção, de respeito”.
Curiosamente, o único dos candidatos no debate que não viu crise na Segurança Pública foi o representante do PSDB. Ele defendeu sua atual gestão falando do trabalho dos condenados em troca da remissão de pena. Mercadante ouviu isso e respondeu forte: “Os presos trabalham, sim, trabalham muito para o PCC hoje. Quem controla o crime organizado em São Paulo hoje são os presídios. Falta controle dentro dos presídios. Permitiram que as facções criminosas fizessem rebeliões, atacassem a polícia, matassem policiais, queimassem ônibus, matassem agentes penitenciários e perderam o controle total do sistema prisional em São Paulo”.
Educação
O tema é  o preferido de Mercadante. Até por isso ele deu um depoimento emocionado, não como candidato do presidente Lula, não como professor há mais de 30 anos, mas como pai. “Esse tema (Educação) é a história da minha vida. Eu tenho isso como a coisa mais importante da minha militância. Os filhos são o sentido maior da vida. E os pais se sacrificam para dar uma oportunidade maior aos filhos. A gente sabe o quanto é importante ver um filho formado, com a carteira de trabalho assinada, construindo a sua família e isso passa pela Educação”.
Mercadante explicou a confusão que o governo do PSDB faz de progressão continuada (invenção do genial Paulo Freire) com aprovação automática. Lamentou o fato de haver aplicação errada da progressão continuada, e que esse erro da gestão PSDB tenha gerado um universo de alunos que mal sabem ler, escrever ou entender um texto com clareza. “Que chance tem? Que chance tem essa população de chegar lá na frente com este ensino e ter um bom emprego? Ter uma boa oportunidade na vida? Essa é a questão central desta eleição”, concluiu o candidato do PT.
Mercadante encerrou o debate dizendo que o estado de São Paulo é grande demais economicamente. Se fosse um país seria o segundo da América do Sul. São Paulo pode crescer mais e melhor, como Lula fez com o Brasil e Dilma continuará a fazer.
E o adversário do PSDB continuou sem ter o que dizer. 
Fonte:REDE MERCADANTE

Notem que enquanto Mercadante é massacrado por seu Adversário do PSDB ele nem toca no assunto de apoio a Ney Santos.

Geraldo Alckmin afina um confronto com Mercadante por medo de Mercadante

alckmim covarde medroso medo de enfrentar Mercadante
Você eleitor Gosta quando uma pessoa fala mal de você por trás e quando está com você te trata bem ou finge que nada está acontecendo?
Tenho quase certeza que muitos não gostariam.
Pois é exatamente o que está acontecendo na eleição do Governo do Estado de São Paulo,vejam como.
O Candidato do PSDB Geraldo Alckmin todos os dias seja no Rádio ou na TV critica Mercadante, Fala mal da gestão de Mercadante no Senado direto e ataques mais absurdos e covardes como por exemplo crucificá-lo de 2 faltas que teve por Motivo de doença( é normal para eles ir trabalhar doente,pois O PSDB/DEM sempre quiseram cortar Direitos Trabalhistas) .
Mercadante vem sendo ofendido injustamente até mesmo em sua integridade moral,sendo no mínimo inescrupulosos e abominaveis tendo o jogo sujo o que é característica marcante de candidatos do PSDB Quando estão em risco de perder a eleição,por exemplo,em 1998 além da pesquisa furada contra a Marta se utilizaram de ataques diários no 2º turno,em 2002 Serra não poupou ninguém ,pois ele Atacou Ciro Gomes,Garotinho e Lula,em 2006 Alckmin arma um escândalo junto com o PIG para prejudicar denovo a candidatura do Presidente Lula, agora em 2010 ataque em dose tripla -Serra e o PIG atacam Dilma,Mercadante é atacado por Alckmin e até o Netinho sofre ataques de Aloysio Nunes.
Teve dois debates promovidos por emissoras de TV(REDETV e REDE RECORD) que Alckmin evitou o confronto com Mercadante nem mesmo para questionar suas críticas diárias,parece que ele tem medo de descutir propostas de governos e/ou de falar dos problemas criados por ele  e/ou  seu partido nesses 16 anos a frente do Governo ,sendo 14 com a presença dele(6 Vice,6 Governador e 2 Secretário estadual).
A estratégia de Alckmim para evitar o confronto com Mercadante e Outros concorrentes

Quando o Mediador(a) do debate diz para Alckmim fazer a pergunta e escolher um concorrente,em vez de perguntar a Mercadante sobre os absurdos que é exibido na TV ou sobre planos de governo, Alckmim sempre faz pergunta para o candidato do Partido Verde Fábio Feldman e esse por sua vez estranhamente critica o Governo Lula(sendo que se trata de um Debate Estadual)onde propostas para o Estado de São Paulo devem ser discutidas, transparecendo uma espécie de Parceria entre eles, esse último da Record  o Geraldo nas duas vezes fez pergunta ao candidato do PV,só teve embate porque a Jornalista questionou os Motivos dos Ataques de Alckmim a Mercadante se as pesquisas dizem que ele tem tanta vantagem e o jornalista pediu para o candidato do PT Comentar.
 A resposta é simples, as pesquisas da grande mídia ou do PIG(partido da Mídia Golpista)como queiram devem estar com seus números equivocados,já que na Pesquisa TWITTER os números são completamente Diferentes.

Fábio Feldman foi Secretário de Meio Ambiente do Governo Covas PSDB em 1995,isto mostra no mínimo que deve haver um acordo entre ele e Alckmim.,lembrem-se que Marina Silva já pediu votos para o Serra,e agora deve estar arrependida já que ela vem crescendo nas pesquisas e Serra caindo e Dilma por sua vez consolidando a vitória(apesar dos ataques desesperados de Serra).
Alckmim usa Feldman de válvula de escape para fugir das explicações dos problemas do estado e Alckmim numa eventual vitória nomearia ele para alguma Secretaria.
Como que um partido que tem uma pessoa com a história de Marina Silva pode ter um escroto vendido aos Tucanos como Fábio Feldman como candidato.

O que Alckmim tem medo de responder?

1)Alckmin ,você matricularia seus filhos na Escola pública Estadual de SP?
2)O que o candidato acha de crianças que terminam o Ensino Fundamental sem saber fazer contas e nem Ler?
3)Alckmim você já viajou com seu carro nas estradas do estado ,o que achou dos pedágios?
4)Se Vocês prometem aumentar o Metrô,Porque não fez isso antes já que tiverem 16 anos?
5)Fale sobre seu Apoio ao membro do PCC Ney Santos que o Candidato participou da campanha dele para Deputado Federal? É isso que o candidato acha adquado para atuar no Congresso?

Entre outras explicações,que não Têm explicação.
Quem tiver sugestão de mais perguntas que Alckmim tem medo faça no comentário abaixo.


Vejam as propostas de Mercadante apresentadas no Debate clicando aqui

É esse perfil de Governante que quer para nosso estado,Foge das responsabilidades como na Greve do Judiciário e nos Ataques do PCC e coloca culpa nos outros, que faz parcerias com o mundo do Crime, que gasta nossos impostos em publicações milionárias em revistas só para elas prejudicarem os adversários do PSDB.
Acredito que não,Precisamos de um Governador de Pulso Firme,que enfrente os problemas da Progressão continuada,dos pedágios e da Segurança Pública. e outros problemas criados por eles nessa geração que ficaram no Poder e nada fizeram.
Para isso votem Mercadante Governador e Dilma Presidente para o Brasil seguir gerando milhões de empregos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Alckmin apoia chefe da facção PCC

"Alckmin e o chefe da facção Publicado originalmente aqui.
O tucano Fernando Henrique disse em entrevista que o Presidente Lula é ‘chefe de facção. No entanto, fotos no site de Ney Santos, acusado de ser ligado ao PCC, mostra o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin de braços dados com Ney.
A biografia do candidato a deputado federal em São Paulo que apóia o tucano…
Adulteração de combustível, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Essas são as acusações feitas pela Polícia Civil contra o candidato do Partido Social Cristão (PSC) a deputado federal, Claudinei Alves dos Santos, de 29 anos, o Ney Santos.
No estado de São Paulo, o partido do bandido, PSC, apóia o PSDB e os tucanos,  Geraldo Alckmin governador e José Serra candidato á presidência.(imagem acima do site do candidato)
Na foto, publicada na página de Nei Santos aparece abraçado com Geraldo Alckmin.(candidato do PSDB/DEM ao Governo do Estado de São Paulo)


Ney também é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Porém, tem como escolta um policial civil.

Preso sob a acusação de roubo em 2003, Ney Santos saiu da prisão em 2006 e, nos últimos quatro anos, acumulou, segundo a polícia, um patrimônio de R$ 50 milhões. Ele passou a ser investigado há 90 dias justamente por causa do rápido enriquecimento.
Vejam esse Vídeo também de Inauguração de Campanha do Candidato a Deputado Federal e a reportagem sobreNey Santos e seu envolvimento com o PCC e outras atividades criminosas
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Video Acima teve o canal censurado pelo PSDB, assista abaixo um mais completo Em caso de nova censura Nessa semana, a Justiça bloqueou os bens, mas negou o pedido de prisão temporária de cinco dias de Ney Santos, formalizado pela Delegacia Seccional de Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Na lista de bens bloqueados estão uma Ferrari avaliada em R$ 1,4 milhão, duas casas em Alphaville, cada uma no valor de R$ 2 milhões, 15 postos de combustíveis, escritórios, apartamentos, casas e outros carros de luxo.

Nesta quarta-feira, a Polícia Civil cumpriu 13 mandados de busca nos imóveis e empresas do candidato e apreendeu veículos, computadores e documentos contábeis."
     Vejam a entrevista que Geraldo alckmin deu a uma rede de televisão Norte-Americana sobre o Assunto Ataques do PCC ao Estado e sua política de Segurança Pública no seu mandato 2003/2006 http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com/2010/09/entrevista-de-alckmin-dateline-sobre-os.html
    Lembram dos Ataques do PCC?
    Agora só recapitulando o que foi os Ataques do PCC,vejam esse documentário e lembrem dos momentos aterrorizantes que vivemos no nosso estado  seja moradores Da capital,Interior ou Litorais Norte e SUL e Baixada Santista,poistodos sofreram dias de agonia,sendos impedidos de exercer nosso Direito Fundamental de Ir e Vir.

    1. Fontes:http://redeptsp.com.br/blog/2010/09/16/alckmin-e-o-chefe-da-faccao/
    2. http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/09/o-chefe-de-uma-faccao.html
    3. http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/09/15/fhc-diz-que-lula-e-lider-de-pcc/
    4. http://flitparalisante.wordpress.com/2010/09/16/geraldo-alckmin-e-o-candidato-a-deputado-ney-santos-filiado-ao-pcc-primeiro-comando-da-capital/
    Precisamos de um Governante de Pulso Firme com o crime Organizado.
    Votem Mercadante Governador e Dilma Presidente por mais seguranças para nossos filhos.

    terça-feira, 7 de setembro de 2010

    Entrevista de Alckmin a Dateline sobre os ataques do PCC em São Paulo

    Vamos exibir um vídeo de uma entrevista de Geraldo Alckmin ao Dateline (Programa da Rede de Televisão americana NBC),já que a imprensa nacional abafara o caso.
    Ele foi Vice-Governador durante 6 anos e Governador por mais 6 e renunciou 1 mês antes dos ataques do PCC,O Primeiro Comando da Capital, em 2006 para disputar a Presidência com LULA e quando foi perguntado de sua responsabilidade pelos ataques ele nega e passa para o Governo que acabara de assumir.
    Além disso maltrata os repórteres e diz:
    "-Se eu soubesse que era disso ,não teria vindo!"
    Notícia Resumida do Site Grupo UN 
    Vejam opiniões de críticos da Imprensa Americana sobre a responsabilidade de Geraldo nos ATAQUES DO PCC e a Insegurança em SP.

    e mais veja o porquê do caos da segurança pública no Estado de São Paulo:

    Enquanto isso Lula e Dilma aumentaram o Efetivo das Polícias Federal e Rodoviária Federal.
    VEJAM as PROPOSTAS DE MERCADANTE para SEGURANÇA PÚBLICA para Nosso Estado


    A nossa segurança está em suas mãos : se quiser continuar com os Ataques do PCC, Drogas , Cracolândia , Assaltos , Roubos , Corrupção nas Polícias Civis e Militar Vote Neles.
    Se  quiser um Governador com Pulso Firme para combater a criminalidade e garantir a segurança  Vote MERCADANTE GOVERNADOR E Dilma Presidente