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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Cachoeira II? Juíza barra licitação bilionária de Alckmin para a Delta
O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) parece abusar da impunidade e da blindagem que seu governo tem tido tanto na velha imprensa paulista como nas instituições de controle que deveriam investigar seus atos.
A juíza Laís Helena Bresser Lang Amaral, da 2ª Vara de Fazenda Pública, ordenou suspender uma licitação de R$ 3,8 bilhões do governo tucano de Geraldo Alckmin para obras de controle de cheias do Rio Tietê.
O motivo é que o consórcio da empresa Técnica Construções S/A, foi classificada provisoriamente em primeiro lugar nas primeiras fases do processo. Mas esta empresa é subsidiária da Delta - empreiteira declarada inidônea pela Controladoria-Geral da União (CGU) após o escândalo das ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
O ex-representante da Delta na região Sudeste, Heraldo Puccini Neto, que lidava com os contratos nos governos Serra, tanto estadual como na prefeitura, chegou a ser preso e as conversas telefônicas suspeitas deflagraram investigações sobre o esquema no estado de São Paulo. (com informações da Agência Estado)
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Governo Alckmin começa 2013 bloqueando R$ 2,6 bilhões do orçamento
Infraestrutura e desenvolvimento regional são as áreas mais afetadas
O governo Alckmin publicou um decreto no início de 2013 contingenciando R$ 2,6 bilhões dos
recursos próprios do Tesouro do Orçamento do Estado. Na prática, estes recursos estarão
bloqueados, ou seja, não poderão ser utilizados pelas secretarias até segunda ordem.
Este contingenciamento de recursos em 2013 será maior do que nos dois anos anteriores do
governo Alckmin. Em 2012, o bloqueio foi de R$ 784 milhões e, em 2011, foi de R$ 1,7 bilhão.
O bloqueio recaiu, principalmente, sobre os investimentos diretos do Estado e os repasses do
Tesouro Estadual para as empresas estaduais (inversões financeiras). Somados, os valores
orçamentários para investimentos diretos ou das empresas estaduais que não estarão disponíveis
neste começo de ano chegam a R$ 1,6 bilhão.
Em números absolutos, as áreas mais afetadas foram as secretarias de Transportes
Metropolitanos (R$ 819,1 milhões), de Logística e Transportes (R$ 489,8 milhões), de Habitação
(R$ 258,9 milhões), de Saneamento e Recursos Hídricos (R$ 127,9 milhões) e de Planejamento e
Desenvolvimento Regional (R$ 133,1 milhões).
Proporcionalmente, a Secretaria de Turismo foi a mais afetada, com 19,1% dos seus recursos
bloqueados, seguida pelas secretarias de Habitação (17,8%), Emprego e Relações de Trabalho
(14,2%), Casa Civil (13,7%), Planejamento e Desenvolvimento Regional (12,3%) e Esporte, Lazer
e Juventude (11%).
Neste terceiro e penúltimo ano de governo, Alckmin segue penalizando os investimentos,
principalmente nas áreas estratégicas de transportes, habitação e saneamento.
O desenvolvimento regional do Estado também segue como prioridade apenas retórica, assim
como o desenvolvimento de políticas públicas na área do turismo, do esporte e da geração de
trabalho.
Analisando de forma mais detalhada, destacamos que das 50 ações orçamentárias mais
atingidas em números absolutos pelo contingenciamento de recursos, 15 estão no âmbito da
Secretaria de Transportes Metropolitanos e 9 estão na Secretaria de Logística de Transportes.
Nesta área, destacam-se o bloqueio de recursos para a modernização e expansão das linhas da
CPTM, para a implantação do Trem Regional São Paulo-Jundiaí e para os repasses financeiros
do Estado para o Metrô, a CPTM e a EMTU investirem. Também foram bloqueados recursos para
a duplicação e recuperação de rodovias estaduais, para as obras do Rodoanel Trecho-Norte,
para as estradas vicinais, para obras na malha hidroviária e para a ampliação e modernização
dos aeroportos.
Bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo
Nº.03 06/02/13
2
Na Secretaria de Habitação, quatro ações foram as mais atingidas: a produção de moradias, a
concessão de subsídios habitacionais, os recursos do Fundo Paulista de Habitação de Interesse
Social e o repasse de recursos para a CDHU.
Na Secretaria de Saneamento, as ações mais atingidas foram as de Combate às Enchentes, o
programa Água Limpa e as obras do Parque Várzeas do Tietê.
Também foram atingidas algumas ações prioritárias, como o programa Via Rápida de Emprego, o
programa Melhor Caminho (de recuperação de estradas rurais), a operação do Poupa Tempo, os
Centros de Referência da Assistência Social e os repasses do Fundo de Melhoria das Estâncias
Turísticas e do FUMEFI (para os municípios mais pobres da região metropolitana de SP).
Mesmo diante de um longo atraso nos investimentos na área de transportes, na habitação e no
saneamento e combate às enchentes, o governo paulista segue penalizando estes setores com o
bloqueio de recursos orçamentários no início do ano.
A promoção de oportunidades de trabalho, o desenvolvimento regional e o apoio ao esporte
social também seguem apenas no campo da retórica, enquanto seus poucos recursos ainda
sofrem contingenciamentos.
No Estado de São Paulo é assim: ano novo, jeito velho de governar.
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terça-feira, 17 de abril de 2012
Com riscos aos moradores: Governo Alckmin do PSDB entrega imóveis alagados e sem Habite-se
"Governo Tucano entrega prédios inabitáveis em SP" - "Governador Alckimin, PSDB, usa dinheiro público em prédios prestes a desabar"... Ah, se São Paulo fosse governado pelo PT, como a mídia ia se divertir...
São vinte e quatro anos de administração tucana, se contarmos também o período que o PMDB governou São Paulo, já que foram os políticos dissidentes desse partido que fundaram o PSDB e que tinham o mesmo modelo de gestão
A gente conhece o nível de educação [dos moradores]... O pessoal veio da favela. Não está acostumado a viver em casa
Milton Vieira de Souza Leite, ex-diretor regional da CDHU de Alckmin, ao comentar defeitos em casas recém-inauguradas em Ribeirão Preto (SP), em janeiro; ele pediu demissão após a declaração
“Foi um sonho, que está virando pesadelo. Estamos muito desanimados”. O desabafo da dona de casa Luciana Ferreira do Nascimento, 36, resume o sentimento dos moradores do conjunto habitacional Brasilândia B34, no Jaraguá, zona norte de São Paulo, entregues pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) a 140 famílias em janeiro do ano passado.
São vinte e quatro anos de administração tucana, se contarmos também o período que o PMDB governou São Paulo, já que foram os políticos dissidentes desse partido que fundaram o PSDB e que tinham o mesmo modelo de gestão
DECLARAÇÃO E DEMISSÃO
Milton Vieira de Souza Leite, ex-diretor regional da CDHU de Alckmin, ao comentar defeitos em casas recém-inauguradas em Ribeirão Preto (SP), em janeiro; ele pediu demissão após a declaração
“Foi um sonho, que está virando pesadelo. Estamos muito desanimados”. O desabafo da dona de casa Luciana Ferreira do Nascimento, 36, resume o sentimento dos moradores do conjunto habitacional Brasilândia B34, no Jaraguá, zona norte de São Paulo, entregues pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) a 140 famílias em janeiro do ano passado.
Com pouco mais de um ano, os prédios acumulam vários problemas: rachaduras em colunas, infiltrações, falhas nos encanamentos que alagam os apartamentos, muros de arrimo que podem desabar a qualquer momento, barrancos completamente desprotegidos bem ao lado dos prédios, fiações expostas, falta de iluminação em áreas comuns, entre outros.No laudo encaminhado à CDHU, o engenheiro diz que a “integridade física dos moradores está ameaçada” e cobrou providências para evitar o que chamou de “tragédia anunciada”. Ele criticou, ainda, as obras de reparo feitas após a queda do muro, que, segundo ele, consistiam em tirar a mureta de proteção e cobrir o local com sacos plásticos.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
De madrugada, explode adutora. A tarde, explosão no metrô. É o PSDB governando São Paulo
Mais uma adutora da Sabesp explodiu na madrugada de hoje (31),na região central de São Paulo,provocando alagamento de ruas próximas. Um buraco de mais de cinco metros se abriu no local, atingindo casas e carros.-- No dia 18 de janeiro, explodiu essa adurora Em dezembro, explodiu essa aqui Também em dezembro de 2011, explodiu esse bueiro aqui em São Paulo
Enquanto isso...A tarde....Explosão no do metrô de São Paulo prejudica usuários
Uma explosão causada por uma falha elétrica em um trem que circulava pela estação Praça da Árvore, na linha 1 (azul) do metrô de São Paulo, assustou os passageiros que estavam na composição, causando tumulto na estação.
Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, explosão ocorreu às 15h07 e foi causada por uma sobrecarga elétrica em um dos carros da composição, o que provocou um “forte estrondo”. Os passageiros tiveram que ser retirados do trem, e a circulação no sentido Jabaquara foi interrompida. As informações são da Folha
do blog OS amigos do presidente Lula
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Pergunte ao Alckmin porque dinheiro anti-enchente não foi para São Paulo
Parece que o Estadão é de algum outro ponto do planeta, e não de São Paulo.
De outro modo não poderia acusar o Ministro da Integração Nacional de estar beneficiando Pernambuco com a liberação de R$ 25,5 milhões para a construção – Cupira e Gatos – em cidades a quase 200 km de Recife - por supostos interesses eleitorais na capital pernambucana. E, muito menos, por estar beneficiando Petrolina, cidade da qual já foi prefeito, que está a mais de 600 km das barragens.
Mas, sobretudo, porque o Estadão sabe que só numa obra, o Governo Federal – e o próprio Ministro Fernando Bezzera Coelho – destinaram mais recursos à prevenção de enchentes em Franco da Rocha – governada por um tucano, Marcio Cecchettini, e a apenas 40 km de São Paulo – do que aquela liberação sobre a qual lançam suspeitas. São R$ 28,5 milhões dos R$ 51,2 milhões necessários para construção de quatro piscinões em Franco da Rocha.
Mas publica que “a construção de reservatórios para conter cheias na região metropolitana de São Paulo, ação que teve R$ 31 milhões de gastos autorizados pelo Orçamento de 2011, não recebeu nenhum tostão”.
E porque não recebeu? Porque o Governo do Estado assinou o convênio só em outubro do ano passado e até agora nem sequer abriu a licitação para fazer a obra. Como o projeto estava pronto, não se sabe a razão da demora. O Estadão, claro, nem pergunta a razão de – convênio assinado – já se terem passado dois meses sem o lançamento do edital pelo Governo do Estado. Em Pernambuco, o edital saiu muito mais rápido, dez dias depois do convênio, em maio e em agosto foi dada, pela Presidente Dilma, a ordem de serviço para o início da obra, com as desapropriações necessárias.
Por isso – apesar da nota de esclarecimento do Ministério, reproduzida aqui – já ter colocado os pingos nos ii – reproduzo aí em cima o discurso de Alckmin na assinatura do convênio, onde é só elogios pela ajuda federal, não reclama de atrasos e até elogia os auxiliares do ministro, que sabiam de cor o andamento do processo de liberação do convênio.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Enchentes: Estado atrasa limpeza de piscinões em 11 meses
Com 11 meses de atraso, só agora governo estadual diz que vai limpar piscinões
Prometido pelo governador Geraldo Alckmin em 11 de janeiro desta ano, um dia após a Capital parar em função de uma série de alagamentos, somente agora, às vésperas da temporada de chuvas e com 11 meses de atraso, o governo do Estado diz que irá iniciar o trabalho de limpeza, desassoreamento e manutenção de 25 piscinões da Grande São Paulo, nos municípios de Osasco, Embu das Artes, Taboão da Serra, Mauá, Santo André, Diadema, São Bernardo e São Caetano.
Deverão ser retirados 245 mil metros cúbicos de sedimentos e lixo que se acumularam no fundo dos piscinões e que, com certeza, devem colaborar para enchentes em vários pontos da Região Metropolitana ainda neste verão, o que não ocorreria se o serviço tivesse sido feito antes do período de chuvas.
A justificativa do governo tucano para o atraso foi a burocracia do processo de licitação e contestações judiciais.
Limpeza do Tietê também ficou pela metade
Segundo notícia publicada no site do governo do Estado, em março deste ano, o governador Geraldo Alckmin anunciou novas obras de desassoreamento do Rio Tietê e afirmou retirar do leito 2,7 milhões de m³ de sedimentos, dos quais 2,1 milhões de m³ ainda em 2011.
No entanto, pelo que foi constatado pelo Sigeo – Sistema de Acompanhamento da Execução do Orçamento, em 15 de novembro, provavelmente até o fim do ano o governo executará pouco mais da metade anunciado, ou seja, 1,1 milhão m³.
A análise foi realizada com base no valor previsto no edital da licitação, por m³ e comparou os recursos financeiros destinados às empresas responsáveis pelos serviços. Os novos contratos para a Calha do Tietê alcançam aproximadamente 470 mil metros cúbicos de dejetos a serem retirados, que somados a mais 566 mil m³ retirados da Barragem da Penha até Guarulhos chegaria a pouco mais de 1 milhão de m³ a serem retirados do rio.
Ainda de acordo com os dados governamentais, as obras poderiam beneficiar diretamente o centro de Guarulhos e os bairros de Vila Augusta, Macedo, Gupouva, Tranquilidade, Picanço, Vila Rio, Bela Vista, Cocaia, Monte Camelo, Vila Barros, São Roque e Itapegica. Além de reduzir o risco de alagamento das marginaisNo verão passado seis pessoas morreram na capital, vítimas dos alagamentos, além dos inúmeros transtornos causados à população por conta das enchentes.
*com informações de O Estado de S. Paulo e PT Alesp
Prometido pelo governador Geraldo Alckmin em 11 de janeiro desta ano, um dia após a Capital parar em função de uma série de alagamentos, somente agora, às vésperas da temporada de chuvas e com 11 meses de atraso, o governo do Estado diz que irá iniciar o trabalho de limpeza, desassoreamento e manutenção de 25 piscinões da Grande São Paulo, nos municípios de Osasco, Embu das Artes, Taboão da Serra, Mauá, Santo André, Diadema, São Bernardo e São Caetano.
Deverão ser retirados 245 mil metros cúbicos de sedimentos e lixo que se acumularam no fundo dos piscinões e que, com certeza, devem colaborar para enchentes em vários pontos da Região Metropolitana ainda neste verão, o que não ocorreria se o serviço tivesse sido feito antes do período de chuvas.
A justificativa do governo tucano para o atraso foi a burocracia do processo de licitação e contestações judiciais.
Limpeza do Tietê também ficou pela metade
Segundo notícia publicada no site do governo do Estado, em março deste ano, o governador Geraldo Alckmin anunciou novas obras de desassoreamento do Rio Tietê e afirmou retirar do leito 2,7 milhões de m³ de sedimentos, dos quais 2,1 milhões de m³ ainda em 2011.
No entanto, pelo que foi constatado pelo Sigeo – Sistema de Acompanhamento da Execução do Orçamento, em 15 de novembro, provavelmente até o fim do ano o governo executará pouco mais da metade anunciado, ou seja, 1,1 milhão m³.
A análise foi realizada com base no valor previsto no edital da licitação, por m³ e comparou os recursos financeiros destinados às empresas responsáveis pelos serviços. Os novos contratos para a Calha do Tietê alcançam aproximadamente 470 mil metros cúbicos de dejetos a serem retirados, que somados a mais 566 mil m³ retirados da Barragem da Penha até Guarulhos chegaria a pouco mais de 1 milhão de m³ a serem retirados do rio.
Ainda de acordo com os dados governamentais, as obras poderiam beneficiar diretamente o centro de Guarulhos e os bairros de Vila Augusta, Macedo, Gupouva, Tranquilidade, Picanço, Vila Rio, Bela Vista, Cocaia, Monte Camelo, Vila Barros, São Roque e Itapegica. Além de reduzir o risco de alagamento das marginaisNo verão passado seis pessoas morreram na capital, vítimas dos alagamentos, além dos inúmeros transtornos causados à população por conta das enchentes.
*com informações de O Estado de S. Paulo e PT Alesp
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
São Paulo vai se livrar das enchentes no mínimo em 2040
DO Blog Searadionaotoca

É o que diz plano municipal de drenagem; proposta é reduzir verba de piscinões e priorizar investimento em seis bacias problemáticas
Bruno Paes Manso
São Paulo só vai conseguir acabar de vez com enchentes em 2040. Essa é a meta principal do Plano Municipal de Manejo de Águas Pluviais da Prefeitura, que deve ficar pronto no ano que vem, para as seis bacias hidrográficas que mais alagam em um total de 60.
Nelson Antoine/Foto Arena
Drama. Marginal do Pinheiros alagada
As campeãs de inundações, que devem receber investimentos, são as Bacias do Aricanduva e do Cabuçu de Baixo (afluentes do Rio Tietê), do Ipiranga (afluente do Tamanduateí) e Córrego Verde, Morro do S e Córrego Cordeiro (afluentes do Rio Pinheiros).
O objetivo do plano é garantir a essas regiões "grau de proteção hidrológica correspondente a 100 anos". O termo técnico, usado na Engenharia, é feito com base nas chuvas que caíram na cidade no último século. Ter esse grau de proteção significa que, após investimentos, as regiões passam a correr o risco de inundar uma vez a cada 100 anos.
A meta para as enchentes foi apresentada ontem pelo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem, no seminário Recursos Hídricos, Saneamento e Gestão Metropolitana - Novos desafios, organizado pelo Instituto de Engenharia (IE).
"Cem anos é um nível de proteção alto, mas importante para uma cidade com o grau de desenvolvimento de São Paulo. No Japão, esse grau de proteção chega a 200 anos", explica Luiz Fernando Orsini Yazaki, coordenador adjunto do plano municipal.
Orsini explica que as bacias foram escolhidas pela gravidade das enchentes. Mas ainda falta sacramentar a decisão e há chance de investimentos serem aplicados em outras bacias.
Piscinões. Outra novidade prevista, que também deve fazer parte da proposta do 3.º Plano de Macrodrenagem da Bacia do Alto Tietê, voltado para a Região Metropolitana de São Paulo, é a diminuição de investimentos nos piscinões - principal alternativa usadas nas duas primeiras versões do Plano de Macrodrenagem para evitar as cheias.
Segundo Orsini, os técnicos que trabalham no setor encontraram duas restrições principais aos piscinões. Uma delas é a resistência dos vizinhos à obra. Eles reclamam de sujeira e desvalorização dos imóveis. O segundo problema é que faltam terrenos disponíveis para abrigar essas obras.
As novas apostas são nos parques lineares ao longo dos rios, para evitar a ocupação das várzeas, além de obras nas próprias calhas dos rios para diminuir a vazão das águas, como degraus e orifícios. Também está previsto definir no zoneamento as regiões inundáveis. São casos em que a população que mora na beira do rio tem de ser removida", explica João Jorge da Costa, do IE, um dos coordenadores do plano de macrodrenagem.
PONTOS-CHAVE
170 anos de investimentos sem resultado
TamanduateíDesde 1841, o governo investe em obras para tentar remediar as inundações da região central - o primeiro planejamento foi a canalização do Tamanduateí
Novos desafiosA retificação do Tietê encolheu o rio, que passou de 46 km para 26 km. Assim, uma área de 33 milhões de m2 que eram inundáveis puderam ser urbanizadas
SujeiraMesmo com investimentos, as enchentes continuam por causa da impermeabilização do solo e do assoreamento dos rios, córregos e galerias da cidade
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Alckmin promete R$ 355 milhões em obras de combate a enchentes e não gasta nada
Investimentos na região metropolitana de São Paulo foram apalavrados em março e até agora não saíram do papel
(da Rede Brasil Atual, por Raoni Scandiuzzi)
São Paulo – Restando pouco mais de um mês para terminar o ano, parte dos 39 municípios que compõem a região metropolitana de São Paulo deverão sofrer mais uma vez com as enchentes provocadas pelas chuvas típicas da estação. De todas as obras prometidas em março de 2011, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não iniciou os trabalhos em nenhuma, adotando ações de desassoreamento nos rios Tietê e Pinheiros como medida única de combate às inundações, estimada em R$ 148 milhões.
No início do ano, Alckmin chegou a prometer R$ 558 milhões em investimentos na região metropolitana. Desses, R$ 355 milhões foram reservados para construção de piscinões, diques, e reservatórios nos municípios de São Paulo, Guarulhos, Santo André e Franco da Rocha. O governador chegou a garantir a entrega das obras para dezembro, no entanto, até o momento nenhuma delas foi iniciada. Atualmente, todas estão em processo de licitação ou de assinatura de contrato.
De acordo com os dados levantados, a cidade de São Paulo deveria receber este ano R$ 247 milhões para a construção de diques em diversos pontos das marginais dos rios Pinheiros e Tietê, que cruzam a cidade. O transbordamento dos rios é responsável por diversas tragédias na cidade.
Já Guarulhos, Santo André, e Franco da Rocha teriam de receber obras de contenção, os conhecidos piscinões, e diques para escoamento das águas pluviais. Essas instalações custariam aproximados R$ 88 milhões aos cofres públicos.
Somente em janeiro de 2011, aproximadamente 2 mil pessoas ficaram desalojadas em São Paulo, vítimas de enchentes. Além de desabrigar as pessoas, as tragédias provocadas pelas chuvas são responsáveis pela transmissão de doenças, como a leptospirose, que não tratadas de forma eficiente podem levar à morte.
Procurado, o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, órgão responsável pela área, não respondeu aos questionamentos sobre as metas não cumpridas. No entanto, a assessoria de imprensa enviou um outro documento citando mais compromissos do executivo paulista com o combate às enchentes.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
JD Pery: 17 anos sem rede de esgoto da Sabesp
Na conhecida R Brasiluso/ Jd Pery- zona norte da capital, já fazem 17 anos que moradores exigem rede coletora de esgoto da SABESP.
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Obras não ficam prontas em 24 horas - diz Alckmin sobre as Enchentes
A falta de respeito Demotucana com a população chegou ao extremo:
Numa entrevista coletiva o Governador geraldo Alckmin Afirmou que
Eles estão há 16 anos no Governo do Estado(Covas,Alckmin e Serra) + 6 anos na Prefeitura da Capital (Serra e Kassab),só não investiram em nada como interromperam as obras dos governos anteriores que implicava a construção de piscinões para o escoamento da água,além da sujeira na cidade que contribui para o desastre.
Vejam um pouco do caos causado pelo temporal.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/01/11/obras-nao-ficam-prontas-em-24-horas-diz-alckmin-governo-promete-investir-r-800-mi.jhtm
e
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=chuva-provoca-caos-na-cidade-de-sao-paulo-040218336CC8B99307&mediaId=8972630
Exijam os projetos de seus Governadores e Prefeitos para a Presidente poder liberar o dinheiro
Numa entrevista coletiva o Governador geraldo Alckmin Afirmou que
"Obras não ficam prontas em 24 horas"
fazendo referências às enchentes em São Paulo.Eles estão há 16 anos no Governo do Estado(Covas,Alckmin e Serra) + 6 anos na Prefeitura da Capital (Serra e Kassab),só não investiram em nada como interromperam as obras dos governos anteriores que implicava a construção de piscinões para o escoamento da água,além da sujeira na cidade que contribui para o desastre.
Vejam um pouco do caos causado pelo temporal.
O governo Federal reservou dinheiro(mais de 1 BILHÃO a prevenção de enchentes exigindo apenas projetos por parte dos Estados e Municípios e os incompetentes Tucanos ainda não tiveram capacidade de realizá-lo.
Sr.Governador Alckmin e Sr.Ex-José Serra:
EM 24 Horas não dá mesmo,mas em 16 anos daria tempo de sobra,não só de ficarem prontas como melhorá-las,atualizá-las e expandir.
Veja esse vídeo comprovando que a União reservou as verbas e só faltou projetos por parte de estados e Municípios para a execução das obras.Fonte:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/01/11/obras-nao-ficam-prontas-em-24-horas-diz-alckmin-governo-promete-investir-r-800-mi.jhtm
e
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=chuva-provoca-caos-na-cidade-de-sao-paulo-040218336CC8B99307&mediaId=8972630
Exijam os projetos de seus Governadores e Prefeitos para a Presidente poder liberar o dinheiro
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