Empresário Paulo César Ribeiro é alvo de ação civil por suposto ato de improbidade, em licitação do governo de Pindamonhangaba, em 2006, para implantação de sistema de informática; ex-prefeito João Ribeiro, sócio da empresa SISP Technology S. A, teria sido beneficiado pelo esquema
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Rolo compressor do Alckmin engaveta CPI paulista do propinão tucano no Metrô
O placar da ALESP (Assembléia Legislativa de SP) informa:
Encerram-se 3 CPI's, extintas sem apresentação de um relatório final:
- CPI da pesca predatória;
- CPI das empresas de telemarketing;
- CPI da gordura trans;
Uau! Finalmente abriu um espaço para fazer a CPI da Siemens e Alstom, para abrir a caixa preta do propinão tucano no Metrô, certo?
Errado! O presidente da ALESP, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), do mesmo partido e fiel escudeiro do governador Geraldo Alckmin, já substituiu imediatamente por três outras CPI's, blindando a corrupção tucana:
- CPI do desaparecimento de pessoas, proposta por José Bittencourt (PSD);
- CPI da violência contra mulher, de Fernando Capez (PSDB);
- CPI da regularidade dos serviços da Eletropaulo, de Vanessa Damo (PMDB).
Pelo menos a última poderia ser substituída pela CPI do propinão tucano, considerando a prioridade do tema e o impacto sobre os cofres públicos e a vida dos cidadãos. Os serviços da Eletropaulo, bem ou mal, tem a alternativa das agências reguladoras para cuidar.
O regimento da ALESP permite apenas 5 CPI's simultaneamente. Como já existem mais duas ainda tramitando (cartel no mercado de autopeças e abusos de panos de saúde), a jogada dos tucanos fechou a porta para instalação da CPI da Siemens.
A falta de apresentação de um relatório final nas 3 CPI's extintas prova que elas foram instaladas apenas para obstruir outras CPI's que possam abrir a caixa preta da corrupção no governo de Geraldo Alckmin. Essa tática na ALESP já vem sendo praticada desde os outros mandados antigos do governador, quando mais de 70 CPI's que o governador não queria, foram obstruídas e engavetadas.
Agora, para a instalação de uma sexta CPI, segundo o regimento da Casa, será preciso a assinatura de 48 dos 94 deputados. A oposição ao governador conseguiu apenas 27 até agora para a da Siemens.
Encerram-se 3 CPI's, extintas sem apresentação de um relatório final:
- CPI da pesca predatória;
- CPI das empresas de telemarketing;
- CPI da gordura trans;
Uau! Finalmente abriu um espaço para fazer a CPI da Siemens e Alstom, para abrir a caixa preta do propinão tucano no Metrô, certo?
Errado! O presidente da ALESP, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), do mesmo partido e fiel escudeiro do governador Geraldo Alckmin, já substituiu imediatamente por três outras CPI's, blindando a corrupção tucana:
- CPI do desaparecimento de pessoas, proposta por José Bittencourt (PSD);
- CPI da violência contra mulher, de Fernando Capez (PSDB);
- CPI da regularidade dos serviços da Eletropaulo, de Vanessa Damo (PMDB).
Pelo menos a última poderia ser substituída pela CPI do propinão tucano, considerando a prioridade do tema e o impacto sobre os cofres públicos e a vida dos cidadãos. Os serviços da Eletropaulo, bem ou mal, tem a alternativa das agências reguladoras para cuidar.
O regimento da ALESP permite apenas 5 CPI's simultaneamente. Como já existem mais duas ainda tramitando (cartel no mercado de autopeças e abusos de panos de saúde), a jogada dos tucanos fechou a porta para instalação da CPI da Siemens.
A falta de apresentação de um relatório final nas 3 CPI's extintas prova que elas foram instaladas apenas para obstruir outras CPI's que possam abrir a caixa preta da corrupção no governo de Geraldo Alckmin. Essa tática na ALESP já vem sendo praticada desde os outros mandados antigos do governador, quando mais de 70 CPI's que o governador não queria, foram obstruídas e engavetadas.
Agora, para a instalação de uma sexta CPI, segundo o regimento da Casa, será preciso a assinatura de 48 dos 94 deputados. A oposição ao governador conseguiu apenas 27 até agora para a da Siemens.
O único jeito de romper a blindagem da corrupção no Estado de SP é o
eleitor fazer uma faxina por conta própria na hora de votar em 2014,
desalojando a tucanada e seus aliados do Palácio dos Bandeirantes e da
ALESP, pois se depender da imprensa paulista dócil aos tucanos, e de
outros órgãos de controle que estão aparelhados pelos tucanos em 20 anos
de poder, a roubalheira continuará do mesmo jeito, com desvios de
verbas do Metrô, CPTM, saúde, educação, segurança, etc. (Com informações
do Poder Online)
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Assembleia Legislativa de São Paulo tem 18 CPIs emperradas
O repórter Uélson Kalinovski mostra porque as CPIs não andam e nem sempre vão ao encontro dos interesses da população.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
DEM, PSDB e PPS são contra lei que garante aumento real de salário mínimo entre 2012 e 2015
Depois do DEM que apoiou Serra e Alckmin ser contra a Medida Provisória do Prouni criado pelo Presidente Lula,e depois de Alckmin ter elevado se salario a mais de 18 mil ,agora também o PSDB de Alckmin,Serra,FHC,Aecio ,DEM e PPS entraram com ação contra o aumento do salário mínimo até 2015 que os deputados do governistas e a presidenta Dilma aprovaram
vejam:
STF julga ação da oposição contra valorização do salário mínimo
A relatora da ação, ministra Carmen Lúcia, deve se manifestar contra a aceitação do pedido, levando em conta pareceres do Senado, da Câmara e da Advocacia Geral da União (AGU) que não veem qualquer ilegalidade na forma como será reajustado o salário mínimo. A Lei 12.382, de fevereiro deste ano, é fruto de acordo entre o Palácio do Planalto e as centrais sindicais para manter a política de valorização estabelecida ainda no governo Lula, que prevê que o mínimo seja reajustado levando em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos 12 meses anteriores e o crescimento da economia brasileira de dois anos antes.
Para os opositores, o artigo 7º da Constituição prevê que apenas uma lei aprovada pelo Legislativo pode definir o valor do mínimo. “O que se verifica na espécie nada mais é do que uma indisfarçada delegação de poderes à Excelentíssima Senhora Presidente da República”, alega a ação. “Tal delegação contrasta a mais não poder com a mais elementar concepção de separação de Poderes.”
A Advocacia Geral da União, que representa a Presidência da República, manifestou ao STF que não vê este problema, uma vez que basta ao Legislativo determinar a eventual revogação da lei e a edição de uma nova, desde que assim deseje. A AGU acrescenta que não há inconstitucionalidade porque o aumento salarial está regido pela lei aprovada este ano no Congresso, e que cabe ao Poder Executivo simplesmente declarar o novo valor, sem qualquer função regulatória. Para o órgão, a lei garante um sentido de “gradualidade, estabilidade e continuidade na promoção desse instituto social”, que passa a ser consolidado por uma política de Estado, em substituição a eventualidades de governos.
A aprovação do projeto foi fruto do primeiro grande embate entre a oposição e o governo Dilma Rousseff no Congresso. Enquanto PSDB, DEM e PPS alegavam que era preciso debater a situação ano a ano, os partidos da base aliada ao Planalto apontavam que o único anseio dos opositores seria criar uma janela para discursos que visem a criar atritos entre o governo e a opinião pública.
do Brasil Atual
Veja processos
ADI 4568
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Atualização PSDB e DEM perdem a ação e o reajuste está mantido
vejam:
STF julga ação da oposição contra valorização do salário mínimo
DEM, PSDB e PPS são contra lei que garante aumento real de salário entre 2012 e 2015
São Paulo – O Supremo Tribunal Federal (STF) pode julgar nesta quinta-feira (3) a ação direta de inconstitucionalidade apresentada por PPS, PSDB e DEM contra a lei que estabelece uma política de valorização para o salário mínimo entre 2012 e 2015. Os partidos de oposição ao governo federal consideram que o mecanismo que permite a determinação dos valores por meio de decreto presidencial viola a Constituição.A relatora da ação, ministra Carmen Lúcia, deve se manifestar contra a aceitação do pedido, levando em conta pareceres do Senado, da Câmara e da Advocacia Geral da União (AGU) que não veem qualquer ilegalidade na forma como será reajustado o salário mínimo. A Lei 12.382, de fevereiro deste ano, é fruto de acordo entre o Palácio do Planalto e as centrais sindicais para manter a política de valorização estabelecida ainda no governo Lula, que prevê que o mínimo seja reajustado levando em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos 12 meses anteriores e o crescimento da economia brasileira de dois anos antes.
Para os opositores, o artigo 7º da Constituição prevê que apenas uma lei aprovada pelo Legislativo pode definir o valor do mínimo. “O que se verifica na espécie nada mais é do que uma indisfarçada delegação de poderes à Excelentíssima Senhora Presidente da República”, alega a ação. “Tal delegação contrasta a mais não poder com a mais elementar concepção de separação de Poderes.”
A Advocacia Geral da União, que representa a Presidência da República, manifestou ao STF que não vê este problema, uma vez que basta ao Legislativo determinar a eventual revogação da lei e a edição de uma nova, desde que assim deseje. A AGU acrescenta que não há inconstitucionalidade porque o aumento salarial está regido pela lei aprovada este ano no Congresso, e que cabe ao Poder Executivo simplesmente declarar o novo valor, sem qualquer função regulatória. Para o órgão, a lei garante um sentido de “gradualidade, estabilidade e continuidade na promoção desse instituto social”, que passa a ser consolidado por uma política de Estado, em substituição a eventualidades de governos.
A aprovação do projeto foi fruto do primeiro grande embate entre a oposição e o governo Dilma Rousseff no Congresso. Enquanto PSDB, DEM e PPS alegavam que era preciso debater a situação ano a ano, os partidos da base aliada ao Planalto apontavam que o único anseio dos opositores seria criar uma janela para discursos que visem a criar atritos entre o governo e a opinião pública.
do Brasil Atual
Veja processos
ADI 4568
Visualizar processo inteiro
Atualização PSDB e DEM perdem a ação e o reajuste está mantido
STF considera constitucional lei de reajuste do salário mínimo
Em julgamento nesta quinta-feira (3), o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou constitucional a Lei 12.382/2011, que definiu novo valor para o salário mínimo e autorizou o Poder Executivo a estabelecer por decreto os reajustes a serem concedidos de 2012 a 2015. A lei foi questionada pelo PSDB, DEM e PPS, em março, por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).
Na ação, os partidos alegaram que, segundo a Constituição, o salário mínimo deve ser fixado "em lei", o que tornaria ilegal a previsão de definição por decreto. Segundo os partidos, a garantia dessa prerrogativa ao Executivo violaria o princípio da separação dos poderes, já que representaria uma "usurpação" de atribuição do Congresso Nacional.
O governo argumentou que a própria lei prevê que o valor estabelecido por decreto deverá obedecer a critérios de reajuste já aprovados no Congresso: inflação do ano anterior medida pelo INPC, mais o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Dessa forma, na prática, o reajuste por decreto apenas formalizaria um cálculo previsto em lei.
A relatora da ADI, ministra Cármen Lúcia, concordou com a tese do governo de que a edição de decreto presidencial é mera aplicação de fórmula de reajuste aprovada pelo Congresso. Outros sete ministros votaram no mesmo sentido. Já os ministros Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio insistiram que o valor do salário minímo só pode ser definido em lei anual, sujeita a debate e votação pelos parlamentares.
A Lei 12.382/2011 é proveniente do PLC 1/2011, de iniciativa do próprio Executivo, aprovada no Plenário do Senado em 23 de fevereiro. A sessão de discussão do projeto durou mais de sete horas e foi marcada por críticas da oposição, que, além das alegações de inconstitucionalidade, considerou insuficiente o reajuste de R$ 510 para R$ 545, válido para este ano.
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sábado, 2 de julho de 2011
Morre Itamar Franco, verdadeiro ‘Pai’ do Plano Real
| 02/07/2011 - 13h42 (Ocimar Barbosa) |
| Imagem(s): Site do Governo Federal |
Itamar Augusto Cautiero Franco fez 81 anos há quatro dias. Nasceu em pleno oceano, durante uma viagem de navio entre Salvador e Rio de Janeiro, no dia 28 de junho de 1930. Adotou Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde passou grande parte da sua vida, inclusive lugar de seus primeiros passos na política. Um nacionalista raro Quem não se lembra do episódio de Furnas em 1999, quando o então governador mineiro ameaçou desviar os rios, em represália a tentativa de Fernando Henrique que anunciava seu intento de privatizar as centrais elétricas? Itamar teve uma carreira política quase que impoluta, sendo considerado um dos maiores líderes da política mineira em todos os tempos. De franqueza incorrigível, foi autor de frases de efeito e posturas nacionalistas que fizeram com que sua popularidade aumentasse com o decorrer dos anos. Foi eleito senador em 1975, e reeleito para o mesmo cargo mais três vezes. Entrou para o PMDB na década de 80, e em 1990, compôs como vice-presidente a chapa de Fernando Collor de Mello (PRN) que venceria Lula na disputa pela presidência do pais. O presidente que mudou a história Com a cassação de Collor em 1992, passou a ser o Chefe de Estado de um país mergulhado na dúvida e pessimismo de uma auto estima empobrecida devido aos escândalos de corrupção, e com uma alta taxa de desemprego e inflação. Era o pior momento da economia brasileira! Na época, em 1994, a hiperinflação brasileira chegou a atingir o índice de 46,58% ao mês. O novo presidente chamou pra si a responsabilidade de criar uma nova política monetária, mas junto ao antigo Cruzeiro Real (moeda vigente) promoveu a entrada de um indexador denominado URV (Unidade Real de Valor) que serviu para a transição da nova moeda que viria depois: o Real. Ao entregar o cargo ao seu sucessor em janeiro de 1995, Fernando Henrique Cardoso, Itamar saia com o prestígio de uma alta aprovação popular. Foi designado, logo em seguida, embaixador do Brasil em Portugal e posteriormente na OEA (Organização dos Estados Americanos), em Washington. Mais tarde, voltaria a se candidatar ao governo de Minas gerais, onde venceu com facilidade e fez seu sucessor, Aécio Neves. Itamar Franco está sendo velado em Juiz de Fora, depois segue para Belo Horizonte. Fonte:AGORA VALE |
Conforme o texto muito bem elaborado pelo Jornal Vale Itamar Franco estabilizou a economia ,mas FHC e Serra levaram a fama ,depois do 1º governo FHC(1994 -1998)Itamar que era para disputar a presidencia em 98 ,mas foi traído por FHC que ele havia apoiado em 1994,pois FHC (com denuncias de compra de votos)APROVA A EMENDA DA RELEIÇÃO ficando mais tempo no poder e Itamar não pode disputar pelo PMDB teve que candidatar-se ao governo de Minas,que depois foi sucedido em 2002 coincidentemente por outro Tucano: o Ditador Aécio Neves.
sábado, 16 de abril de 2011
FHC quer Aliados longe do POVÃO
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB)(que apoia Geraldo Alckmin,Serra e Aecio) defende em artigo que será publicado nesta semana uma revisão profunda na estratégia adotada pelo PSDB e aliados para voltar ao poder, de acordo com reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo desta terça. O tucano afirma que a oposição deveria se preocupar em conquistar o eleitorado da nova classe média produzida pelo crescimento econômico dos últimos anos e desistir de conquistar as camadas mais pobres .
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Assembleia engaveta CPI de Pedágios de Alckmin e Serra
Um dia depois de se aliarem na reeleição do presidente da Assembleia Legislativa, Barros Munhoz (PSDB), petistas e tucanos trocaram acusações ontem na disputa pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as concessões rodoviárias e as cobranças de pedágios nas estradas paulistas. A base do governador Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu evitar a criação dessa CPI.
A confusão começou por volta das 6 horas. Segundo o deputado Antonio Mentor (PT), um assessor da bancada do partido esperava a abertura do protocolo dentro do plenário, mas foi impedido de apresentar o pedido da CPI dos Pedágios. Além dos 28 deputados da oposição, assinaram o requerimento Gilmaci Santos e Sebastião Santos (ambos do PRB), Milton Vieira (DEM) e Ed Thomas (PSB).
O argumento usado pelos assessores da Casa, disse Mentor, é que a preferência na fila seria dada aos auxiliares que aguardavam do lado de fora do plenário. Munhoz usou parecer da assessoria jurídica para endossar essa versão. "O assessor do PT adentrou na Casa por um local diferente do estipulado."
Pelo regimento da Casa, só cinco CPIs podem funcionar simultaneamente. O PT acusa os tucanos de criarem comissões de pouca relevância para evitar investigações que atinjam o governo. Mentor, porém, isentou Munhoz pela manobra. "A orientação da assessoria jurídica do presidente é absolutamente tendenciosa e partidária", disse.
Apenas um dia após a posse dos novos deputados, a Bancada do PT foi surpreendida por mais uma manobra da base política do governador Geraldo Alckmin para impedir investigações na Assembleia Legislativa.
Os parlamentares petistas reuniram 32 assinaturas para protocolar pedido para uma CPI dos Pedágios, mas foram barrados.
Para o novo líder da Bancada do PT, deputado Enio Tatto, longe de ser uma questão burocrática, o protocolo de um requerimento de CPI “é tão importante que houve disputa para ver quem chegava à frente no relógio”.
“Desde que estou na Assembleia, sei que quem chega primeiro ao relógio de ponto protocola o pedido de CPI e quem chegou primeiro foi o assessor da Bancada do PT”, disse Tatto.
O ex-deputado e assessor da Bancada do PT, Salvador Khuriyeh, ficou 12 horas em pé em frente ao relógio de ponto para garantir o protocolo do pedido de CPI elaborado pela Bancada do Partido dos Trabalhadores, com o objetivo de fiscalizar os contratos entre o governo e as empresas concessionárias das rodovias estaduais.
Mas, repetindo a estratégia de obstrução do trabalho legislativo, a base de apoio ao Palácio dos Bandeirantes apressou-se em apresentar pedidos de CPI que não investiguem diretamente o governo estadual.
Relógio
Para garantir o primeiro pedido de CPI da nova legislatura, a Bancada do PT fez plantão desde as primeiras horas desta quarta-feira (16/03) no protocolo da Casa e cumpriu todas as exigências do regimento interno da Casa, que prevê que o pedido de CPI seja apresentado um dia após o início da nova legislatura, em horário adequado e com 32 assinaturas necessárias para o protocolo.
Sobre a polêmica em torno do relógio, o deputado Antonio Mentor lamentou a estratégia governista. “De forma sorrateira, o Governo elaborou uma série de requerimentos para impedir um único pedido de CPI da oposição, com o objetivo de investigar um fato notório, que é o excesso de praças de pedágios instaladas nas rodovias e o valor extorsivo das tarifas. Não podemos aceitar golpes para impedir que a Casa exerça sua tarefa. Os governistas apresentaram até pedido de CPI do Sebo, o que é uma vergonha para a Assembleia”, indignou-se o Mentor, durante a sessão legislativa.
O relógio do protocolo está dentro do plenário, onde os funcionários não estão autorizados a ficar à noite. Só que deputados aliados de Alckmin dizem que o processo de protocolo começou fora do plenário, quando supostamente algum assessor do partido teria garantido ‘lugar na fila’, na noite anterior.
“O mais lógico e racional é que o protocolo se inicia quando alguém fisicamente se apresenta com o documento em mãos à frente do equipamento que registra a documentação na Casa. Mas, sabemos que toda esta disputa tem um cunho político”, explicou o deputado Antonio Mentor.
Transparência
O 1º secretário, deputado Rui Falcão destacou a importância de retomar a transparência e a democratização do Legislativo. Recém-empossado, o deputado Edinho Silva também ressaltou que a “Assembleia precisa debater propostas que contemplem o interesse da população”.
“Por uma decisão judicial, a Assembleia foi obrigada a acatar os pedidos de CPI pela ordem cronológica”, admitiu o presidente da Assembleia, Barros Munhoz, ao anunciar que decidiu aceitar os pedidos de CPI apresentados pelos deputados do PSDB e dos outros partidos da base de apoio governista e recusar os que foram apresentados pela oposição.
Apesar do pedido de um deputado do bloco de oposição, o presidente da Alesp não enumerou em plenário os pedidos de Comissão apresentados pelos governistas; entre eles, a CPI do Sebo, citada pelo deputado Mentor, que anunciou que a Bancada do PT está avaliando as medidas que serão adotadas contra a ‘Operação Abafa’ dos governistas.
Blog: do Jornalista Luis Carlos Azenha
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Deputado pede CPI para investigar desvio milionário na Saúde em SP na gestão do PSDB
O deputado estadual Carlos Neder (PT) está prestes a obter o número necessário de assinaturas na Assembléia Legislativa para um requerimento, de sua autoria, que pede a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os contratos do governo estadual com a Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). A SPDM é uma Organização Social (OS) que administra 17 unidades de saúde estaduais. O total de contratos que mantém com o governo paulista chega ao montante de R$ 583 milhões. Do total, segundo denúncia de Neder, foram descobertas irregularidades no repasse de recursos desses contratos, que perfazem R$ 90 milhões.
“Além da possível atuação fraudulenta da SPDM, a CGU também aponta outras práticas em desacordo com a legislação, como contratação de empresas prestadoras de serviços e aquisição de material hospitalar sem licitação pública, e fracionamento de despesas na aquisição de material médico-hospitalar”, sustenta o requerimento de instalação da CPI.
O requerimento de CPI precisa de 32 assinaturas de deputados para ser apresentado na Assembléia. Desde quarta-feira, Neder vem colhendo assinaturas de parlamentares de diferentes partidos. O PT tem 25 cadeiras na casa. Se todos os petistas assinarem o requerimento, serão necessárias mais sete assinaturas para que o pedido seja aprovado.
Leia aqui a íntegra do pedido de CPI
http://www.carlosneder.com.br/FCKeditor/UserFiles/file/CPI_SPDM.pdf
fonte:Correio do Brasil
Pressionem os Deputados enviando email ao máximo de parlamentar possível(principalmente do DEM,PSDB,PMDB,PPS,PTB , PV)pedindo que assinem CPI(Comissão Parlamentar de Inquérito),pois dinheiro que deveria tratar pessoas doentes,desviados para outras finalidades,senão para o bolso dos tucanos Serra e Alckmin.
impeçam que Alckmin barre mais CPIs que em sua outra gestão barrou 69 investigações
O Link dos deputados é http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.da21f6f4ac9f7dc5afd3eb4bf20041ca/?vgnextoid=df1ee3bac7f57110VgnVCM100000590014acRCRD
“Além da possível atuação fraudulenta da SPDM, a CGU também aponta outras práticas em desacordo com a legislação, como contratação de empresas prestadoras de serviços e aquisição de material hospitalar sem licitação pública, e fracionamento de despesas na aquisição de material médico-hospitalar”, sustenta o requerimento de instalação da CPI.
O requerimento de CPI precisa de 32 assinaturas de deputados para ser apresentado na Assembléia. Desde quarta-feira, Neder vem colhendo assinaturas de parlamentares de diferentes partidos. O PT tem 25 cadeiras na casa. Se todos os petistas assinarem o requerimento, serão necessárias mais sete assinaturas para que o pedido seja aprovado.
Leia aqui a íntegra do pedido de CPI
http://www.carlosneder.com.br/FCKeditor/UserFiles/file/CPI_SPDM.pdf
fonte:Correio do Brasil
Pressionem os Deputados enviando email ao máximo de parlamentar possível(principalmente do DEM,PSDB,PMDB,PPS,PTB , PV)pedindo que assinem CPI(Comissão Parlamentar de Inquérito),pois dinheiro que deveria tratar pessoas doentes,desviados para outras finalidades,senão para o bolso dos tucanos Serra e Alckmin.
impeçam que Alckmin barre mais CPIs que em sua outra gestão barrou 69 investigações
O Link dos deputados é http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.da21f6f4ac9f7dc5afd3eb4bf20041ca/?vgnextoid=df1ee3bac7f57110VgnVCM100000590014acRCRD
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Lista de deputados Federais que votaram pelo próprio Aumento por Estado
Atendendo a pedidos de leitores(as) colocaremos a lista de deputados que votaram a favor do próprio aumento de salário,que chega ao valor de R$26.700,00 divididos por Estado.
Geraldo Alckmin ,Vice Afif Domingos e Secretários Estaduais também Tiveram salários reajustados CLIQUE AQUI E VEJA
Na coluna VOTO onde estiver SIM(a favor do aumento) e onde estiver Não(É Contra o aumento),Abstenção(Não Votounem Sim e nem Não),e ARTº17(Presidente da Sessão,não votou mas presidiu) , e os que Não estão com os nomes divulgados não compareceram à votação.
Assinem o Abaixo Assinado contra o Aumento e envie o seu repúdio aos Deputados Federais e aos Senadores.
Enviem o repúdio também contra o Aumento do Governador Alckmin aos Deputados Estaduais
Geraldo Alckmin ,Vice Afif Domingos e Secretários Estaduais também Tiveram salários reajustados CLIQUE AQUI E VEJA
Na coluna VOTO onde estiver SIM(a favor do aumento) e onde estiver Não(É Contra o aumento),Abstenção(Não Votounem Sim e nem Não),e ARTº17(Presidente da Sessão,não votou mas presidiu) , e os que Não estão com os nomes divulgados não compareceram à votação.
São Paulo
| deputado | estado | voto |
|---|---|---|
| Aldo Rebelo PCdoB | SP | Sim |
| Antonio Bulhões PRB | SP | Sim |
| Antonio Carlos Pannunzio PSDB | SP | Sim |
| Arnaldo Jardim PPS | SP | Sim |
| Beto Mansur PP | SP | Sim |
| Carlos Sampaio PSDB | SP | Sim |
| Carlos Zarattini PT | SP | Sim |
| Celso Russomanno PP | SP | Sim |
| Devanir Ribeiro PT | SP | Sim |
| Dr. Nechar PP | SP | Sim |
| Dr. Talmir PV | SP | Não |
| Dr. Ubiali PSB | SP | Sim |
| Edson Aparecido PSDB | SP | Sim |
| Emanuel Fernandes PSDB | SP | Não |
| Fernando Chiarelli PDT | SP | Não |
| Francisco Rossi PMDB | SP | Sim |
| Guilherme Campos DEM | SP | Sim |
| Ivan Valente PSOL | SP | Não |
| Jilmar Tatto PT | SP | Sim |
| João Dado PDT | SP | Sim |
| Jorginho Maluly DEM | SP | Sim |
| José C Stangarlini PSDB | SP | Não |
| José Genoíno PT | SP | Sim |
| Lobbe Neto PSDB | SP | Sim |
| Luiza Erundina PSB | SP | Não |
| Marcelo Ortiz PV | SP | Sim |
| Milton Monti PR | SP | Sim |
| Milton Vieira | SP | Sim |
| Nelson Marquezelli PTB | SP | Sim |
| Paes de Lira PTC | SP | Não |
| Paulo Pereira da Silva PDT | SP | Sim |
| Paulo Teixeira PT | SP | Sim |
| Regis de Oliveira PSC | SP | Não |
| Renato Amary PSDB | SP | Sim |
| Ricardo Tripoli PSDB | SP | Sim |
| Roberto Alves PTB | SP | Sim |
| Roberto SantiagoPV | SP | Sim |
| Vanderlei Macris PSDB | SP | Sim |
| Vicentinho PT | SP | Sim |
| Walter Ihoshi | SP | Sim |
| William Woo PPS | SP | Sim |
Todas as demais Unidades Federativas do Brasil(estados)
| deputado | estado | voto |
|---|---|---|
| Flaviano Melo PMDB | AC | Sim |
| Henrique Afonso PV | AC | Não |
| Sergio Petecão PMN | AC | Sim |
| Antonio Carlos Chamariz PTB | AL | Sim |
| Benedito de Lira PP | AL | Sim |
| Francisco Tenorio PMN | AL | Sim |
| Givaldo Carimbão PSB | AL | Sim |
| Joaquim Beltrão PMDB | AL | Sim |
| Maurício Quintella Lessa PR | AL | Sim |
| Átila Lins PMDB | AM | Sim |
| Rebecca Garcia PP | AM | Sim |
| Silas Câmara PSC | AM | Sim |
| Evandro Milhomen PCdoB | AP | Sim |
| Evandro Milhomen PCdoB | AP | Sim |
| Janete Capiberibe PSB | AP | Sim |
| Jurandil Juarez PMDB | AP | Sim |
| Sebastião Bala Rocha PDT | AP | Sim |
| Alice Portugal PCdoB | BA | Sim |
| Alice Portugal PCdoB | BA | Sim |
| Colbert Martins PMDB | BA | Sim |
| Daniel Almeida PCdoB | BA | Sim |
| Daniel Almeida PCdoB | BA | Sim |
| Edson Duarte PV | BA | Sim |
| Geraldo Simões PT | BA | Sim |
| João Carlos Bacelar PR | BA | Sim |
| João Leão PP | BA | Sim |
| José Carlos Araújo PDT | BA | Sim |
| José Rocha PR | BA | Sim |
| Luiz Alberto PT | BA | Sim |
| Luiz BassumaPV | BA | Não |
| Márcio Marinho PRB | BA | Sim |
| Marcos Medrado PDT | BA | Sim |
| Mário Negromonte PP | BA | Sim |
| Maurício Trindade PR | BA | Sim |
| Nelson Pellegrino PT | BA | Sim |
| Roberto Britto PP | BA | Sim |
| Sérgio Barradas Carneiro PT | BA | Sim |
| Sérgio Brito PSC | BA | Sim |
| Severiano Alves PMDB | BA | Sim |
| Uldurico Pinto PHS | BA | Sim |
| Veloso PMDB | BA | Sim |
| Walter Pinheiro PT | BA | Sim |
| Zezéu Ribeiro PT | BA | Sim |
| Aníbal Gomes PMDB | CE | Sim |
| Ariosto Holanda PSB | CE | Sim |
| Eugênio Rabelo PP | CE | Sim |
| Flávio Bezerra PRB | CE | Sim |
| José Guimarães PT | CE | Sim |
| Paulo Henrique Lustosa PMDB | CE | Sim |
| Zé Gerardo PMDB | CE | Sim |
| Alberto Fraga DEM | DF | Sim |
| Augusto Carvalho PPS | DF | Não |
| Jofran Frejat PR | DF | Sim |
| Magela PT | DF | Não |
| Tadeu Filippelli PMDB | DF | Sim |
| Camilo Cola PMDB | ES | Sim |
| Capitão Assumção PSB | ES | Não |
| Jurandy Loureiro PSC | ES | Sim |
| Lelo Coimbra PMDB | ES | Não |
| Manato PDT | ES | Sim |
| Rita Camata PSDB | ES | Sim |
| Sueli Vidigal PDT | ES | Não |
| Carlos Alberto Leréia PSDB | GO | Sim |
| Luiz Bittencourt PMDB | GO | Sim |
| Marcelo Melo PMDB | GO | Sim |
| Pedro Wilson PT | GO | Sim |
| Professora Raquel Teixeira PSDB | GO | Sim |
| Roberto Balestra PP | GO | Sim |
| Davi Alves Silva Júnior PR | MA | Sim |
| Gastão Vieira PMDB | MA | Sim |
| Julião Amin PDT | MA | Sim |
| Pedro Fernandes PTB | MA | Sim |
| Pedro Novais PMDB | MA | Sim |
| Pinto Itamaraty PSDB | MA | Sim |
| Professor Setimo PMDB | MA | Sim |
| Ribamar Alves PSB | MA | Sim |
| Waldir Maranhão PP | MA | Sim |
| Zé Vieira PR | MA | Sim |
| Ademir Camilo PDT | MG | Sim |
| Aelton Freitas PR | MG | Sim |
| Alexandre Silveira PPS | MG | Sim |
| Antônio Andrade PMDB | MG | Sim |
| Antônio Roberto PV | MG | Sim |
| Aracely de Paula PR | MG | Sim |
| Bilac Pinto PR | MG | Sim |
| Carlos Willian PTC | MG | Sim |
| Ciro Pedrosa PV | MG | Sim |
| Edmar Moreira PR | MG | Sim |
| Eduardo Barbosa PSDB | MG | Sim |
| Fábio Ramalho PV | MG | Sim |
| Gilmar Machado PT | MG | Sim |
| Humberto Souto PPS | MG | Sim |
| Jairo Ataide DEM | MG | Sim |
| Jô Moraes PCdoB | MG | Sim |
| Jô Moraes PCdoB | MG | Sim |
| João Magalhães PMDB | MG | Sim |
| José Santana de Vasconcellos PR | MG | Sim |
| Júlio Delgado PSB | MG | Sim |
| Lael Varella DEM | MG | Sim |
| Leonardo Quintão PMDB | MG | Sim |
| Luiz Fernando Faria PP | MG | Sim |
| Márcio Reinaldo Moreira PP | MG | Sim |
| Marcos Lima PMDB | MG | Sim |
| Marcos Montes | MG | Sim |
| Maria Lúcia Cardoso PMDB | MG | Sim |
| Mário Heringer PDT | MG | Sim |
| Mauro Lopes PMDB | MG | Sim |
| Miguel Martini PHS | MG | Sim |
| Narcio Rodrigues PSDB | MG | Sim |
| Odair Cunha PT | MG | Sim |
| Paulo Abi-Ackel PSDB | MG | Sim |
| Paulo Piau PMDB | MG | Sim |
| Reginaldo Lopes PT | MG | Sim |
| Silas Brasileiro PMDB | MG | Sim |
| Virgílio Guimarães PT | MG | Sim |
| Vitor Penido | MG | Sim |
| Antônio Carlos Biffi PT | MS | Sim |
| Antonio Cruz PP | MS | Sim |
| Dagoberto PDT | MS | Sim |
| Geraldo Resende PMDB | MS | Sim |
| Marçal Filho PMDB | MS | Sim |
| Nelson Trad PMDB | MS | Sim |
| Vander Loubet PT | MS | Não |
| Waldemir Moka PMDB | MS | Sim |
| Carlos Abicalil PT | MT | Sim |
| Carlos Bezerra PMDB | MT | Sim |
| Eliene Lima PP | MT | Sim |
| Homero Pereira PR | MT | Sim |
| Thelma de Oliveira PSDB | MT | Sim |
| Valtenir Pereira PSB | MT | Sim |
| Wellington Fagundes PR | MT | Sim |
| Ann Pontes PMDB | PA | Sim |
| Asdrubal Bentes PMDB | PA | Sim |
| Bel Mesquita PMDB | PA | Sim |
| Beto Faro PT | PA | Sim |
| Elcione Barbalho PMDB | PA | Sim |
| Gerson Peres PP | PA | Sim |
| Giovanni Queiroz PDT | PA | Sim |
| Lira Maia DEM | PA | Sim |
| Lúcio Vale PR | PA | Sim |
| Paulo Rocha PT | PA | Sim |
| Wladimir Costa PMDB | PA | Sim |
| Zé Geraldo PT | PA | Sim |
| Zenaldo Coutinho PSDB | PA | Sim |
| Armando Abílio PTB | PB | Sim |
| Luiz Couto PT | PB | Não |
| Major Fábio DEM | PB | Não |
| Manoel Junior PMDB | PB | Sim |
| Marcondes Gadelha PSC | PB | Sim |
| Rômulo Gouveia PSDB | PB | Sim |
| Vital do Rêgo Filho PMDB | PB | Sim |
| Wellington Roberto PR | PB | Sim |
| Wilson Braga PMDB | PB | Sim |
| Ana Arraes PSB | PE | Sim |
| Bruno Rodrigues PSDB | PE | Sim |
| Carlos Eduardo Cadoca PSC | PE | Sim |
| Eduardo da Fonte PP | PE | Sim |
| Fernando Coelho Filho PSB | PE | Sim |
| Fernando Ferro PT | PE | Sim |
| Gonzaga Patriota PSB | PE | Sim |
| Inocêncio Oliveira PR | PE | Art. 17 (presidia a sessão; sem voto) |
| José Mendonça Bezerra DEM | PE | Sim |
| Maurício Rands PT | PE | Sim |
| Pedro Eugênio PT | PE | Sim |
| Raul Henry PMDB | PE | Sim |
| Raul Jungmann PPS | PE | Não |
| Wolney Queiroz PDT | PE | Sim |
| Átila Lira PSB | PI | Sim |
| Ciro Nogueira PP | PI | Sim |
| José Maia Filho DEM | PI | Sim |
| Júlio Cesar DEM | PI | Sim |
| Marcelo Castro PMDB | PI | Sim |
| Osmar Júnior PCdoB | PI | Sim |
| Osmar Júnior PCdoB | PI | Sim |
| Paes Landim PTB | PI | Sim |
| Alceni Guerra DEM | PR | Sim |
| Alex Canziani PTB | PR | Sim |
| Alfredo Kaefer PSDB | PR | Não |
| Andre Vargas PT | PR | Sim |
| Angelo Vanhoni PT | PR | Sim |
| Assis do Couto PT | PR | Não |
| Cassio Taniguchi DEM | PR | Sim |
| Cezar Silvestri PPS | PR | Sim |
| Dilceu Sperafico PP | PR | Sim |
| Gustavo Fruet PSDB | PR | Não |
| Luiz Carlos Hauly PSDB | PR | Sim |
| Luiz Carlos Setim DEM | PR | Sim |
| Marcelo Almeida PMDB | PR | Não |
| Moacir Micheletto PMDB | PR | Sim |
| Nelson Meurer PP | PR | Sim |
| Odílio Balbinotti PMDB | PR | Sim |
| Osmar Serraglio PMDB | PR | Sim |
| Ratinho Junior PSC | PR | Sim |
| Reinhold Stephanes PMDB | PR | Não |
| Ricardo Barros PP | PR | Sim |
| Rodrigo Rocha Loures PMDB | PR | Sim |
| Takayama PSC | PR | Não |
| Wilson Picler PDT | PR | Sim |
| Alexandre Santos PMDB | RJ | Sim |
| Antonio Carlos Biscaia PT | RJ | Sim |
| Bernardo Ariston PMDB | RJ | Sim |
| Carlos Santana PT | RJ | Sim |
| Chico Alencar PSOL | RJ | Não |
| Cida Diogo PT | RJ | Não |
| Dr. Adilson Soares PR | RJ | Sim |
| Dr. Paulo César PR | RJ | Sim |
| Edmilson Valentim PCdoB | RJ | Sim |
| Edmilson Valentim PCdoB | RJ | Sim |
| Edson Ezequiel PMDB | RJ | Sim |
| Eduardo Cunha PMDB | RJ | Sim |
| Fernando Gabeira PV | RJ | Não |
| Filipe Pereira PSC | RJ | Sim |
| Geraldo Pudim PR | RJ | Sim |
| Hugo Leal PSC | RJ | Sim |
| Indio da Costa DEM | RJ | Sim |
| Jair Bolsonaro PP | RJ | Sim |
| Léo Vivas PRB | RJ | Sim |
| Nelson Bornier PMDB | RJ | Sim |
| Paulo Rattes PMDB | RJ | Sim |
| Rodrigo Maia | RJ | Sim |
| Silvio Lopes PSDB | RJ | Abstenção |
| Simão Sessim PP | RJ | Sim |
| Solange Almeida PMDB | RJ | Sim |
| Solange Amaral | RJ | Sim |
| Vinicius Carvalho PTdoB | RJ | Sim |
| Henrique Eduardo Alves PMDB | RN | Sim |
| Rogério Marinho PSDB | RN | Sim |
| Agnaldo Muniz PSC | RO | Abstenção |
| Eduardo Valverde PT | RO | Não |
| Ernandes Amorim PTB | RO | Não |
| Mauro Nazif PSB | RO | Não |
| Moreira Mendes PPS | RO | Sim |
| Angela Portela PT | RR | Sim |
| Edio Lopes PMDB | RR | Sim |
| Francisco Rodrigues DEM | RR | Sim |
| Luciano Castro PR | RR | Sim |
| Marcio Junqueira DEM | RR | Sim |
| Maria Helena PSB | RR | Sim |
| Cláudio Diaz PSDB | RS | Sim |
| Darcísio Perondi PMDB | RS | Sim |
| Emilia Fernandes PT | RS | Abstenção |
| Fernando Marroni PT | RS | Sim |
| Germano Bonow DEM | RS | Sim |
| José Otávio Germano PP | RS | Sim |
| Luciana Genro PSOL | RS | Não |
| Luis Carlos Heinze PP | RS | Sim |
| Marco Maia PT | RS | Sim |
| Mendes Ribeiro Filho PMDB | RS | Sim |
| Osmar Terra PMDB | RS | Sim |
| Paulo Pimenta PT | RS | Não |
| Paulo Roberto Pereira PTB | RS | Sim |
| Pompeo de Mattos PDT | RS | Sim |
| Renato Molling PP | RS | Sim |
| Sérgio Moraes PTB | RS | Sim |
| Vieira da Cunha PDT | RS | Sim |
| Vilson Covatti PP | RS | Sim |
| Angela Amin PP | SC | Sim |
| Celso Maldaner PMDB | SC | Sim |
| Décio Lima PT | SC | Não |
| João Matos PMDB | SC | Sim |
| Mauro Mariani PMDB | SC | Sim |
| Paulo Bauer PSDB | SC | Sim |
| Valdir Colatto PMDB | SC | Sim |
| Vignatti PT | SC | Sim |
| Zonta PP | SC | Sim |
| Iran Barbosa PT | SE | Não |
| José Carlos Machado DEM | SE | Sim |
| Pedro Valadares | SE | Sim |
| Valadares Filho PSB | SE | Sim |
| Abelardo Camarinha PSB | SP | Sim |
| Aldo Rebelo PCdoB | SP | Sim |
| Aldo Rebelo PCdoB | SP | Sim |
| Antonio Bulhões PRB | SP | Sim |
| Antonio Carlos Pannunzio PSDB | SP | Sim |
| Arnaldo Jardim PPS | SP | Sim |
| Beto Mansur PP | SP | Sim |
| Carlos Sampaio PSDB | SP | Sim |
| Carlos Zarattini PT | SP | Sim |
| Celso Russomanno PP | SP | Sim |
| Devanir Ribeiro PT | SP | Sim |
| Dr. Nechar PP | SP | Sim |
| Dr. Talmir PV | SP | Não |
| Dr. Ubiali PSB | SP | Sim |
| Edson Aparecido PSDB | SP | Sim |
| Emanuel Fernandes PSDB | SP | Não |
| Fernando Chiarelli PDT | SP | Não |
| Francisco Rossi PMDB | SP | Sim |
| Guilherme Campos DEM | SP | Sim |
| Ivan Valente PSOL | SP | Não |
| Jilmar Tatto PT | SP | Sim |
| João Dado PDT | SP | Sim |
| Jorginho Maluly DEM | SP | Sim |
| José C Stangarlini PSDB | SP | Não |
| José Genoíno PT | SP | Sim |
| Lobbe Neto PSDB | SP | Sim |
| Luiza Erundina PSB | SP | Não |
| Marcelo Ortiz PV | SP | Sim |
| Milton Monti PR | SP | Sim |
| Milton Vieira | SP | Sim |
| Nelson Marquezelli PTB | SP | Sim |
| Paes de Lira PTC | SP | Não |
| Paulo Pereira da Silva PDT | SP | Sim |
| Paulo Teixeira PT | SP | Sim |
| Regis de Oliveira PSC | SP | Não |
| Renato Amary PSDB | SP | Sim |
| Ricardo Tripoli PSDB | SP | Sim |
| Roberto Alves PTB | SP | Sim |
| Roberto SantiagoPV | SP | Sim |
| Vanderlei Macris PSDB | SP | Sim |
| Vicentinho PT | SP | Sim |
| Walter Ihoshi | SP | Sim |
| William Woo PPS | SP | Sim |
| Eduardo Gomes PSDB | TO | Sim |
| João Oliveira DEM | TO | Sim |
| Laurez Moreira PSB | TO | Sim |
| Lázaro Botelho PP | TO | Sim |
| Moises Avelino PMDB | TO | Sim |
| NIlmar Ruiz PR | TO | Sim |
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