Via Folha on-line em 10/1/2017
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve na terça-feira, dia 10/1,
decisão de primeira instância que suspende o aumento da tarifa da
integração dos ônibus, de responsabilidade do município, e trilhos, a
cargo do Estado.
O governo emitiu nota na noite desta terça afirmando que o governo e a
Prefeitura de São Paulo voltarão a praticar os mesmos valores de antes
do reajuste. “Em regime de mutirão, equipes trabalharão durante toda a
madrugada para ajustar o sistema de bilhetagem ao novo valor da
integração, que entrará em vigor na quarta-feira [11/1]”, afirma nota do governo.
O aumento havia sido anunciado em conjunto pelo governo Geraldo
Alckmin (PSDB) e pela gestão de João Dória (PSDB) na prefeitura. Essa
decisão do TJ é uma derrota tanto para o governador, que apostava em
reverter a decisão de primeira instância, como para Dória. Em evento na
manhã de terça-feira, dia 10/1, no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin
disse que a decisão liminar da Justiça era descabida e que seria
revertida no TJ, o que não ocorreu.
A decisão de aumentar a integração foi uma saída achada pelas equipes
do governo e da prefeitura para cumprir promessa de João Dória de
congelar a tarifa do sistema municipal. Alckmin resolveu seguir o
afilhado político em relação à tarifa básica de R$3,80, mas reajustou
outras modalidades em busca de equilíbrio financeiro.
O presidente do TJ, desembargador Paulo Dimas, que julgou o recurso
de Alckmin, afirmou que, “no caso presente, a decisão questionada
entendeu que a redução do desconto que beneficiava significativa parcela
dos usuários do transporte público metropolitano, em especial aqueles
que utilizam o sistema integrado, e que resultou em reajuste bem acima
dos índices inflacionários, não foi devidamente justificada”.
O reajuste foi de 14,8%, acima da inflação prevista de 6,4%. Dimas afirmou ainda que faltou detalhamento técnico para a medida.
[…]
Do Limpinho e Cheiroso
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Geraldo Alckmin dribla Justiça para aumentar tarifa de ônibus ilegalmente
Oficial de Justiça relata que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB),o santo da Odebrecht, se recusou a receber a intimação com a decisão liminar da Justiça que suspendia o reajuste da tarifa do transporte no Estado, que valeria a partir de hoje; alegando não ter sido ainda notificado, o governo manteve o aumento da passagem e adiantou que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo; o oficial de Justiça João Carlos de Siqueira Maia foi entregar o documento no fim da tarde de sexta-feira 6 no Palácio dos Bandeirantes, onde disse ter chegado às 17h20 e esperado "em vão" até às 18h; agenda de Alckmin registrava compromisso no próprio local nesse horário; confira o documento
SP 247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB/SP), driblou a Justiça na última sexta-feira 6 para não ser notificado sobre a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que suspendia o aumento da tarifa do transporte a fim de manter o reajuste, que estava prometido para valer a partir desta segunda-feira 9.
O oficial de Justiça João Carlos de Siqueira Maia deixou registrado que chegou ao Palácio dos Bandeirantes na sexta às 17h20, foi recebido pelo sr. Pedro Henrique Giocondo, que se disse assessor de Alckmin, e que avisou que o governador estaria em agenda externa, sem previsão de chegada. Maia esperou então então até às 18h a chegada do governador, segundo ele, "em vão".
No site do governo do Estado, porém, a agenda de Alckmin registrava um compromisso às 16h no próprio Palácio dos Bandeirantes, e mais nenhum compromisso posterior. Confira:
O oficial de Justiça relata ainda no documento que o assessor do governador não aceitou receber a notificação - segundo ele, por orientação do procurador geral do Estado, dr. Elival, mas que foi informado sobre o conteúdo da decisão. "Dei ciência ao assessor acima do inteiro teor do mandado e do deferimento da liminar", disse Maia.
O governo estadual dissera na tarde desta segunda ainda não ter sido notificado e anunciou que irá recorrer da decisão.
A integração foi reajustada de R$ 5,92 para R$ 6,80. Está valendo também a cobrança da taxa de integração nos terminais metropolitanos, que antes era gratuita, e passou a ser cobrada em valores que variam de R$ 1 e R$ 1,65.
Segundo a decisão do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, manter o preço da tarifa básica do transporte público na capital, que foi congelada em R$ 3,80, mas elevar o preço da integração (ônibus com o metrô ou o trem) é injusta.
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sábado, 12 de março de 2016
Gestão Alckmin tem 'gasto zero' em ação para morador em área de risco
Da Folha
Dos R$ 65 milhões previstos para reassentamento de moradores de áreas de risco e favelas nos últimos cinco anos, nem um centavo foi gasto pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
É o que mostra levantamento feito pela Folha a partir de dados oficiais da execução orçamentária, nesse período, para despesas do governo com prevenção e resposta a problemas como os experimentados pela região metropolitana de São Paulo nesta sexta-feira (11).
A reportagem comparou os valores inicialmente previstos pelo Orçamento do Estado de 2011 a 2015 com aquilo que foi efetivamente desembolsado para tais atividades em cada um dos anos.
Em janeiro de 2011, quando tragédia similar à desta semana afetou a mesma região, o governador Alckmin visitou Franco da Rocha e prometeu construir 300 moradias. Nada foi entregue na cidade até hoje –e, com o desastre atual, a fila para habitação deve crescer ainda mais.
Na rubrica orçamentária "provisão de moradias", que tinha previsão inicial de R$ 215 milhões, R$ 30 milhões foram desembolsados, o que representa 14% do total orçado para os cinco anos que separam as tragédias.
Naquela mesma visita a Franco da Rocha em 2011, Alckmin fez outra promessa. "Todo verão a gente sabe que vai chover e aí precisa ter reservação dessa água, porque infelizmente as várzeas foram ocupadas. Aqui há a previsão de construção de quatro piscinões", afirmou o tucano.
Somente em dezembro do ano passado, no entanto, o governo do Estado autorizou o início da licitação para construir o primeiro desses equipamentos, o piscinão do ribeirão Água Vermelha, que terá capacidade de 201 mil metros cúbicos.
O desempenho em todo o Estado nas ações do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) relativas a drenagem e combate a enchentes também está distante das estimativas iniciais do órgão. O governo previa investimentos de R$ 2,6 bilhões para o período, mas gastou somente R$ 1,5 bilhão, o que corresponde a 57% do total.
No quesito "avaliação e mapeamento de áreas de risco", que aparece no Orçamento de 2013 sob responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente, apenas 12% foram cumpridos: dos R$ 13,3 milhões dedicados ao assunto, R$ 1,5 milhão foi gasto.
DEFESA CIVIL
O item de melhor desempenho entre aqueles analisados pela reportagem são os gastos com as ações da Defesa Civil no Estado. O órgão, que atua tanto na prevenção quanto na resposta aos desastres naturais, coordenando ações dos órgãos públicos e comandando a integração com comunidades afetadas por tragédias para minimizar seus impactos, gastou 84% do que seu orçamento previa: R$ 76,6 milhões dos R$ 91,6 milhões estimados para o período entre os anos de 2011 e 2015.
Devido à crise econômica, que também reduziu repasses federais, o Estado tem implementado ações de austeridade e contingenciado verbas de diversas áreas.
OUTRO LADO
A reportagem enviou questionamentos ao governo paulista e às secretarias envolvidas nas ações de prevenção e resposta a desastres analisadas pelo levantamento. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente afirmou em nota que, por meio do Instituto Geológico, "executa algumas ações e serviços em conjunto com a Defesa Civil para as questões de áreas de riscos, sendo que para tanto despende cerca de R$ 400 mil a R$ 500 mil por ano".
O governo Alckmin disse que os recursos aplicados no mapeamento de área de risco não vêm apenas da Secretaria do Meio Ambiente e que só a Defesa Civil gastou mais de R$ 4,2 milhões para essa finalidade entre 2012 e 2015.
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) afirmou que iniciará a construção de um novo piscinão em Franco da Rocha no segundo semestre deste ano –e que aguarda liberação de outra área pela prefeitura do município para construir um segundo equipamento.
A Secretaria da Habitação respondeu em nota que tem "empenhado esforços na construção de moradias para as famílias de menor poder aquisitivo, priorizando aquelas famílias que ganham até seis salários mínimos".
A pasta afirmou ainda que, somando-se todos os programas habitacionais sob seu comando, gastou R$ 5,4 bilhões no período de 2011 a 2015, 86% do montante previsto nos Orçamentos.
Dos R$ 65 milhões previstos para reassentamento de moradores de áreas de risco e favelas nos últimos cinco anos, nem um centavo foi gasto pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
É o que mostra levantamento feito pela Folha a partir de dados oficiais da execução orçamentária, nesse período, para despesas do governo com prevenção e resposta a problemas como os experimentados pela região metropolitana de São Paulo nesta sexta-feira (11).
A reportagem comparou os valores inicialmente previstos pelo Orçamento do Estado de 2011 a 2015 com aquilo que foi efetivamente desembolsado para tais atividades em cada um dos anos.
Em janeiro de 2011, quando tragédia similar à desta semana afetou a mesma região, o governador Alckmin visitou Franco da Rocha e prometeu construir 300 moradias. Nada foi entregue na cidade até hoje –e, com o desastre atual, a fila para habitação deve crescer ainda mais.
Na rubrica orçamentária "provisão de moradias", que tinha previsão inicial de R$ 215 milhões, R$ 30 milhões foram desembolsados, o que representa 14% do total orçado para os cinco anos que separam as tragédias.
Naquela mesma visita a Franco da Rocha em 2011, Alckmin fez outra promessa. "Todo verão a gente sabe que vai chover e aí precisa ter reservação dessa água, porque infelizmente as várzeas foram ocupadas. Aqui há a previsão de construção de quatro piscinões", afirmou o tucano.
Somente em dezembro do ano passado, no entanto, o governo do Estado autorizou o início da licitação para construir o primeiro desses equipamentos, o piscinão do ribeirão Água Vermelha, que terá capacidade de 201 mil metros cúbicos.
O desempenho em todo o Estado nas ações do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) relativas a drenagem e combate a enchentes também está distante das estimativas iniciais do órgão. O governo previa investimentos de R$ 2,6 bilhões para o período, mas gastou somente R$ 1,5 bilhão, o que corresponde a 57% do total.
No quesito "avaliação e mapeamento de áreas de risco", que aparece no Orçamento de 2013 sob responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente, apenas 12% foram cumpridos: dos R$ 13,3 milhões dedicados ao assunto, R$ 1,5 milhão foi gasto.
DEFESA CIVIL
O item de melhor desempenho entre aqueles analisados pela reportagem são os gastos com as ações da Defesa Civil no Estado. O órgão, que atua tanto na prevenção quanto na resposta aos desastres naturais, coordenando ações dos órgãos públicos e comandando a integração com comunidades afetadas por tragédias para minimizar seus impactos, gastou 84% do que seu orçamento previa: R$ 76,6 milhões dos R$ 91,6 milhões estimados para o período entre os anos de 2011 e 2015.
Devido à crise econômica, que também reduziu repasses federais, o Estado tem implementado ações de austeridade e contingenciado verbas de diversas áreas.
OUTRO LADO
A reportagem enviou questionamentos ao governo paulista e às secretarias envolvidas nas ações de prevenção e resposta a desastres analisadas pelo levantamento. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente afirmou em nota que, por meio do Instituto Geológico, "executa algumas ações e serviços em conjunto com a Defesa Civil para as questões de áreas de riscos, sendo que para tanto despende cerca de R$ 400 mil a R$ 500 mil por ano".
O governo Alckmin disse que os recursos aplicados no mapeamento de área de risco não vêm apenas da Secretaria do Meio Ambiente e que só a Defesa Civil gastou mais de R$ 4,2 milhões para essa finalidade entre 2012 e 2015.
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) afirmou que iniciará a construção de um novo piscinão em Franco da Rocha no segundo semestre deste ano –e que aguarda liberação de outra área pela prefeitura do município para construir um segundo equipamento.
A Secretaria da Habitação respondeu em nota que tem "empenhado esforços na construção de moradias para as famílias de menor poder aquisitivo, priorizando aquelas famílias que ganham até seis salários mínimos".
A pasta afirmou ainda que, somando-se todos os programas habitacionais sob seu comando, gastou R$ 5,4 bilhões no período de 2011 a 2015, 86% do montante previsto nos Orçamentos.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Gestão Alckmin: homicídios fora do padrão mundial
log Magno Martins
Folha de S.Paulo - André Monteiro e Rogério Pagnan
A metodologia usada pelo governo paulista para calcular a taxa de homicídios do Estado não segue padrões usados por outros Estados do país e os recomendados por organismos internacionais.
Ao
divulgar as estatísticas de 2015, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB)
destacou que "a relação de mortes intencionais por grupo de 100 mil
habitantes foi de 8,73". Apesar de a divulgação falar em mortes, a taxa é
calculada com base no número de casos, e não de vítimas —cada registro
pode ter mais de um morto.
Do
ponto de vista da organização policial isso pode fazer sentido porque a
investigação de uma chacina, por exemplo, é única. Mas ao usar este
critério para calcular a taxa, os indicadores de SP deixam de ser
comparáveis aos divulgados por outros locais.
A
Folha consultou entidades como OMS (Organização Mundial da Saúde),
UNODC (Escritório da ONU sobre Drogas e Crime), EuroStat (agência
estatística da União Europeia) e FBI (polícia federal dos EUA). Todas
responderam que consideram a quantidade de vítimas, e não de casos, para
calcular a taxa de homicídios.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
CHEFE DA SABESP PEDE 'TODOS PREPARADOS PARA O PIOR'
"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é
grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o
pior", disse Jerson Kelman, novo presidente da Sabesp; ele lembrou que
as pancadas de chuva de verão não têm sido fortes o suficiente para
recuperar os níveis do Sistema Cantareira; "é preciso deixar claro para
manter sempre esclarecida a população de que essas chuvas intensas e
curtas não resolvem o problema"; ele pediu que a população continue
economizando o máximo possível para evitar medidas mais drásticas em
2015
A situação hídrica de São Paulo ainda é crítica, apesar dos temporais que têm marcado este início de verão em São Paulo.
Quem afirma é o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, que concedeu uma importante entrevista ao jornalista Artur Rodrigues, da Folha de S. Paulo.
"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", disse ele.
Kelman pediu ainda para que a população continue economizando, a despeito das imagens do noticiário de verão, que mostram enchentes e carros boiando em São Paulo.
"O que poderia acontecer de ruim é você ter uma enchente, carros boiarem, essas coisas que acontecem no verão, e ter um efeito colateral indesejável que seria a população imaginar que o problema está resolvido e relaxar na postura que está tendo de uso econômico da água."
Segundo ele, o uso consciente da água é crucial para evitar medidas mais drásticas em 2015.
Ontem, ao tomar posse para mais um mandato, o governador Geraldo Alckmin se colocou como principal voz da oposição, no cenário político nacional.
Pré-candidato à presidência da República em 2018, ele precisa, antes, solucionar a crise de abastecimento de água no estado mais próspero do País para levar adiante suas pretensões.
A atuação de Kelman, portanto, será decisiva para o futuro de Alckmin. Ontem, o Sistema Cantareira operava a 7,2% de sua capacidade.
A situação hídrica de São Paulo ainda é crítica, apesar dos temporais que têm marcado este início de verão em São Paulo.
Quem afirma é o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, que concedeu uma importante entrevista ao jornalista Artur Rodrigues, da Folha de S. Paulo.
"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", disse ele.
Kelman pediu ainda para que a população continue economizando, a despeito das imagens do noticiário de verão, que mostram enchentes e carros boiando em São Paulo.
"O que poderia acontecer de ruim é você ter uma enchente, carros boiarem, essas coisas que acontecem no verão, e ter um efeito colateral indesejável que seria a população imaginar que o problema está resolvido e relaxar na postura que está tendo de uso econômico da água."
Segundo ele, o uso consciente da água é crucial para evitar medidas mais drásticas em 2015.
Ontem, ao tomar posse para mais um mandato, o governador Geraldo Alckmin se colocou como principal voz da oposição, no cenário político nacional.
Pré-candidato à presidência da República em 2018, ele precisa, antes, solucionar a crise de abastecimento de água no estado mais próspero do País para levar adiante suas pretensões.
A atuação de Kelman, portanto, será decisiva para o futuro de Alckmin. Ontem, o Sistema Cantareira operava a 7,2% de sua capacidade.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Roubos sobem pelo 14º mês seguido no Estado de SP
O Estado e a capital de São Paulo registraram em julho a 14ª alta
consecutiva de roubos. É a maior sequência de aumentos desse tipo de
crime desde o início da série histórica em 2001.
Apesar disso, os dados foram considerados positivos pela gestão Alckmin por ter havido nova redução no ritmo de crescimento.
Os roubos subiram 12,6% no Estado e 20,3% na capital na comparação de julho com o mesmo mês de 2013.
Em junho, os aumentos haviam sido de 14,7% e 21%, respectivamente. Nos 12 meses anteriores, a média de crescimento era maior (22,3% no Estado e 29,3% na capital).
Mantido o padrão atual de desaceleração, os roubos levariam seis meses até pararem de crescer no Estado. Na capital, mais de dois anos.
O secretário Fernando Grella atribui a desaceleração no crescimento dos roubos a operações policiais.
Por outro lado, especialistas como o coordenador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, e Guaracy Mingardi, dizem que é preciso melhorar a investigação e não só aumentar o patrulhamento da PM.
Grella disse que o governo aposta no Detecta --sistema que vai integrar câmeras de monitoramento e bancos de dados das polícias.
Homicídios
Os casos de homicídio doloso (intencional) tiveram alta de 6,8% no Estado --passaram de 311 para 332 em julho deste ano em comparação com o mesmo mês do ano passado. Na capital, o crescimento foi de 3,6%, de 83 para 86.
Ao contrário de sua avaliação sobre os roubos, Grella vê esse aumento como "pontual, que não revela tendência".
Há diferença entre os números de casos de homicídio e os de vítimas --uma ocorrência pode ter mais de uma vítima. Se forem observados os números de vítimas, os aumentos foram de 10% no Estado e 10,6% na capital.
Fonte: jornal Folha de S. Paulo
Apesar disso, os dados foram considerados positivos pela gestão Alckmin por ter havido nova redução no ritmo de crescimento.
Os roubos subiram 12,6% no Estado e 20,3% na capital na comparação de julho com o mesmo mês de 2013.
Em junho, os aumentos haviam sido de 14,7% e 21%, respectivamente. Nos 12 meses anteriores, a média de crescimento era maior (22,3% no Estado e 29,3% na capital).
Mantido o padrão atual de desaceleração, os roubos levariam seis meses até pararem de crescer no Estado. Na capital, mais de dois anos.
O secretário Fernando Grella atribui a desaceleração no crescimento dos roubos a operações policiais.
Por outro lado, especialistas como o coordenador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, e Guaracy Mingardi, dizem que é preciso melhorar a investigação e não só aumentar o patrulhamento da PM.
Grella disse que o governo aposta no Detecta --sistema que vai integrar câmeras de monitoramento e bancos de dados das polícias.
Homicídios
Os casos de homicídio doloso (intencional) tiveram alta de 6,8% no Estado --passaram de 311 para 332 em julho deste ano em comparação com o mesmo mês do ano passado. Na capital, o crescimento foi de 3,6%, de 83 para 86.
Ao contrário de sua avaliação sobre os roubos, Grella vê esse aumento como "pontual, que não revela tendência".
Há diferença entre os números de casos de homicídio e os de vítimas --uma ocorrência pode ter mais de uma vítima. Se forem observados os números de vítimas, os aumentos foram de 10% no Estado e 10,6% na capital.
Fonte: jornal Folha de S. Paulo
domingo, 29 de junho de 2014
Geraldo Alckmin prometeu reduzir preços pedágios...E deu novo aumento
Em meio a uma CPI na Assembleia Legislativa de SP para investigar o
preço dos pedágios e a ações na Justiça, o governo do estado de São
Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) de São Paulo decidiu fazer um reajuste,
apesar de ter prometido durante a campanha eleitoral a redução dos
preços cobrados nas rodovias paulistas As tarifas cobradas nos pedágios
das rodovias de São Paulo vão ficar de 5,29% até 8,57% mais caras a
partir da próxima terça-feira (1º). O reajuste foi anunciado pela
Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) nesta sexta-feira
(27). Com o reajuste, a tarifa no Sistema Anchieta-Imigrantes, por
exemplo, que hoje custa R$ 21,20, passará a R$ 22,00 no dia 1º de julho
A do Rodoanel, que até ano passado era a mais baixa, subiu de R$ 1,50 para R$ 1,60 - aumento de 5%.
A que sofreu o maior reajuste foi a praça de Rancharia, na Rodovia Raposo Tavares: passou de R$ 3,50 para R$ 3,80.
O reajuste ocorre no momento em que uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), instalada na Assembleia Legislativa de São Paulo, investiga eventuais irregularidades nas tarifas cobradas pelas concessionárias nas rodovias paulistas.
Após a instalação da CPI, o governador tucano decidiu entrar, a partir de maio, com ações na Justiça para reaver R$ 2 bilhões que, segundo a administração, foram pagos indevidamente a 12 concessionárias –SPVias, ViaOeste, Ecovias, Tebe, Triângulo do Sul, ViaNorte, Autovias, Renovias, Intervias, CentroVias, AutoBan e Colinas. A operação fez com que a taxa de retorno das concessionárias subisse de 18% para 25%, gerando ganho indevido de R$ 2 bilhões
A questão dos valores cobrados foi colocada por Geraldo Alckmin ainda quando candidato a governador na campanha de 2010. Na época, o tucano disse, em entrevista às rádios Bandeirantes e Band News, que algumas
praças deveriam ter contratos revistos em breve, implicando na redução
de tarifas.
Alckmin afirmou também em diversas entrevistas que começaria
imediatamente a analisar os contratos das concessionárias das rodovias e
que o resultado com uma posterior revisão nos valores sairia ainda no
primeiro ano de seu mandato, ou seja, em 2011.
No ano passado, em nova entrevista, o governador tucano confirmou a redução no preços do pedágios
FOnte:Os Amigos do Lula, Folha e Estadão
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Sabesp marca data: água acaba em 27 de outubro
Promessa de Alckmin anterior, determinava que recursos do “volume morto” garantiriam o abastecimento até o fim de novembro. Porém, novos cálculos de uso dos recursos do Cantareira, aliados com a vazão escassa podem fazer com que o fornecimento seja interrompido antes. Entenda
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) divulgou uma nova data de previsão para que se esgote os recursos do “volume morto”, é dia 27 de outubro. Coincidentemente, a água deve acabar, segundo a Sabesp, um dia após a votação do segundo turno.
A informação foi confirmada pelo comitê anticrise que monitora a Cantareira e contraria a previsão anterior da Sabesp, de que os recursos abasteceriam o estado até o final de novembro.
A conta feita pela Sabesp é de que os 21,2 mil litros de água extraídos por segundo, em média, do Cantareira, aliado a um reabastecimento dos reservatórios de apenas 50% da mínima histórica, determinarão o fim do fornecimento de água no dia 27 de outubro.
Acontece que a Sabesp considera um reabastecimento de 50% da mínima histórica, em média, porém, neste mês, a vazão foi de apenas 39%, o pior índice para o mesmo período desde 2000. Dessa forma, o déficit de água foi ampliado em 43,3 bilhões de litros.
fonte: site Spressosp, com informações do jornal O Estado de S. Paulo
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) divulgou uma nova data de previsão para que se esgote os recursos do “volume morto”, é dia 27 de outubro. Coincidentemente, a água deve acabar, segundo a Sabesp, um dia após a votação do segundo turno.
A informação foi confirmada pelo comitê anticrise que monitora a Cantareira e contraria a previsão anterior da Sabesp, de que os recursos abasteceriam o estado até o final de novembro.
A conta feita pela Sabesp é de que os 21,2 mil litros de água extraídos por segundo, em média, do Cantareira, aliado a um reabastecimento dos reservatórios de apenas 50% da mínima histórica, determinarão o fim do fornecimento de água no dia 27 de outubro.
Acontece que a Sabesp considera um reabastecimento de 50% da mínima histórica, em média, porém, neste mês, a vazão foi de apenas 39%, o pior índice para o mesmo período desde 2000. Dessa forma, o déficit de água foi ampliado em 43,3 bilhões de litros.
fonte: site Spressosp, com informações do jornal O Estado de S. Paulo
quinta-feira, 8 de maio de 2014
PSDB quer proibir que a população saiba da falta de água em São Paulo
PSDB vai à Justiça Eleitoral contra pesquisa sobre falta d'água em SP
O diretório paulista do PSDB apresentou nesta quarta-feira (7) uma
notificação à Justiça Eleitoral contra o Instituto Data Popular por
causa de uma pesquisa de opinião sobre a falta d'água no Estado,
governado pelo tucano Geraldo Alckmin.
O partido considera que o levantamento feito com 18.534 pessoas em 70 cidades "tem nítida natureza eleitoral" e deveria ter seguido recomendações como o registro prévio. Parte dos resultados foi publicada na coluna Mônica Bergamo de hoje.
Procurado para comentar a ação, o presidente do instituto, Renato Meirelles, não foi localizado.
Segundo a pesquisa, a falta de abastecimento afetou 23% dos paulistas nos últimos três meses. O índice sobe para 35% na região metropolitana, ante 30% na capital e 14% no interior. O problema é duas vezes maior entre as famílias de menor renda, atingindo 12% dos que ganham mais de dez salários-mínimos e 25% entre os que recebem até um salário.
Ainda de acordo com o instituto, 59% dos paulistas acreditam que sofrerão com falta d'água até o fim do ano. Eles apontam como principal culpado pelo problema o governo estadual (41%), a Sabesp (29%), o governo federal (9%) e a falta de chuva (7%).
Para o PSDB, embora a pesquisa não seja sobre intenção de voto, ela "trata da avaliação do eleitor quanto a serviços públicos" e "impacta o ambiente eleitoral, em ano em que se realizam as eleições estaduais com a possibilidade de reeleição".
A legenda pede, no documento, que o Tribunal Regional Eleitoral notifique o Data Popular para que o instituto forneça informações como o nome de quem contratou a pesquisa, valor pago por ela, questionário aplicado aos entrevistados e metodologia.
Além disso, o partido quer autorização para ter "acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados, incluídos os referentes à identificação dos entrevistadores" para que "possa confrontar e conferir os dados publicados". Deu na Folha
MP investiga Sabesp por descumprimento de acordo para uso do Cantareira
O MP (Ministério Público de São Paulo) investiga a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), que opera o Sistema Cantareira, por suposto descumprimento uma série de exigências estabelecidas em 2004 para a outorga de captação de água nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.
Entre elas estão a falta de um plano de emergência para épocas de seca, falta de monitoramento do nível do rio Piracicaba e inexistência de ações que visassem reduzir a dependência da região de Campinas e da grande São Paulo do Sistema Cantareira.
A falta d’água no Estado de São Paulo afetou 23% dos paulistas nos
últimos três meses. O índice sobe para 35% na região metropolitana,
contra 30% na capital e 14% no interior. O problema é duas vezes maior
entre as famílias de menor renda, atingindo 12% dos que ganham mais de
dez salários-mínimos e 25% entre os que recebem até um salário.”
“Os dados são de pesquisa do Instituto Data Popular, que ouviu 18.534 pessoas em 70 cidades do Estado. Pelo levantamento, 59% dos paulistas acreditam que sofrerão com falta d’água até o fim do ano. E apontam como principal culpado pelo problema o governo estadual (Geraldo Alckmin (PSDB) (41%), a Sabesp (29%), o governo federal (9%) e a falta de chuva (7%).”
PSDB quer proibir que a população saiba da falta de água
“Os dados são de pesquisa do Instituto Data Popular, que ouviu 18.534 pessoas em 70 cidades do Estado. Pelo levantamento, 59% dos paulistas acreditam que sofrerão com falta d’água até o fim do ano. E apontam como principal culpado pelo problema o governo estadual (Geraldo Alckmin (PSDB) (41%), a Sabesp (29%), o governo federal (9%) e a falta de chuva (7%).”
PSDB quer proibir que a população saiba da falta de água
O partido considera que o levantamento feito com 18.534 pessoas em 70 cidades "tem nítida natureza eleitoral" e deveria ter seguido recomendações como o registro prévio. Parte dos resultados foi publicada na coluna Mônica Bergamo de hoje.
Procurado para comentar a ação, o presidente do instituto, Renato Meirelles, não foi localizado.
Segundo a pesquisa, a falta de abastecimento afetou 23% dos paulistas nos últimos três meses. O índice sobe para 35% na região metropolitana, ante 30% na capital e 14% no interior. O problema é duas vezes maior entre as famílias de menor renda, atingindo 12% dos que ganham mais de dez salários-mínimos e 25% entre os que recebem até um salário.
Ainda de acordo com o instituto, 59% dos paulistas acreditam que sofrerão com falta d'água até o fim do ano. Eles apontam como principal culpado pelo problema o governo estadual (41%), a Sabesp (29%), o governo federal (9%) e a falta de chuva (7%).
Para o PSDB, embora a pesquisa não seja sobre intenção de voto, ela "trata da avaliação do eleitor quanto a serviços públicos" e "impacta o ambiente eleitoral, em ano em que se realizam as eleições estaduais com a possibilidade de reeleição".
A legenda pede, no documento, que o Tribunal Regional Eleitoral notifique o Data Popular para que o instituto forneça informações como o nome de quem contratou a pesquisa, valor pago por ela, questionário aplicado aos entrevistados e metodologia.
Além disso, o partido quer autorização para ter "acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados, incluídos os referentes à identificação dos entrevistadores" para que "possa confrontar e conferir os dados publicados". Deu na Folha
MP investiga Sabesp por descumprimento de acordo para uso do Cantareira
O MP (Ministério Público de São Paulo) investiga a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), que opera o Sistema Cantareira, por suposto descumprimento uma série de exigências estabelecidas em 2004 para a outorga de captação de água nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.
Entre elas estão a falta de um plano de emergência para épocas de seca, falta de monitoramento do nível do rio Piracicaba e inexistência de ações que visassem reduzir a dependência da região de Campinas e da grande São Paulo do Sistema Cantareira.
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quinta-feira, 10 de abril de 2014
Alckmin volta atrás e admite racionamento pela primeira vez
Tatiana Cavalcanti e Folha de S.Paulo
do Agora
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou ontem não descartar a adoção do racionamento de água no Estado.
O tucano afirmou que "no momento" a medida não é necessária, mas que passará a ser avaliada diariamente.
Ontem, o nível de água do sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões
de pessoas na capital e na Grande São Paulo e vive a pior seca de sua
história, chegou a 12,5%.
Até agora, tanto o governo quanto a Sabesp vinham descartando o racionamento em seus posicionamentos oficiais.
O novo tom veio após reportagem mostrar que a companhia admitiu a hipótese de rodízio.
"Não descartamos o rodízio. Mas acabamos de lançar a campanha do bônus
para as 31 cidades da região metropolitana e foi um sucesso. Tivemos 76%
de redução do consumo, com o uso racional da água. Vamos avaliar
diariamente essa questão, especialmente a aplicação do bônus. Neste
momento, não há necessidade [de rodízio de água]", disse Alckmin.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Na surdina, governo do Estado aumenta tarifa de ônibus intermunicipais
Passagens tiveram alta de até 7,24%; nenhum órgão de imprensa nem as empresas ou a agência que regulamenta o serviço deram a informação com antecedência
Por Redação
Está valendo desde a zero hora deste domingo (16) o aumento das tarifas de ônibus intermunicipais rodoviários, das linhas suburbanas e rodoviárias. Nas linhas rodoviárias a alta foi de 6,54% e nas linhas suburbanas, de 7,24%. O aumento foi aprovado pela Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo). Não houve ampla divulgação do aumento, impedindo que passageiros que usam com frequências as linhas pudessem adquirir os bilhetes com antecedência antes da alta. O sistema permite ao usuário adquirir passagens até com um ano de antecedência.
O aumento foi publicado no “Diário Oficial do Estado de São Paulo” no último dia 7 e no site da Artesp no dia 13 (quinta-feira). Mas não houve nenhuma recomendação para que as empresas que operam as linhas divulgassem a alta, o que permitiria uma economia aos usuários. Os jornais também não tinham, até o domingo (16), dado nenhuma informação. Apenas o portal G1 tinha dado a notícia, mas em seu canal para a região de Santos, e por volta de 16h, apenas oito horas antes de o reajuste começar a valer.
Segundo a Artesp, “o cálculo do reajuste representa a recomposição de custos operacionais entre agosto de 2012 e dezembro de 2013. Foram consideradas as variações de diversos itens como os salários da categoria reajustados em cerca de 8% e o custo do óleo diesel que subiu 15%”. O Sistema de Transporte Intermunicipal conta com 631 linhas rodoviárias e 431 suburbanas.
Segundo a Rede Brasil Atual, o aumento motivou a organização de um ato, marcado para esta terça-feira (18), na cidade de Votorantim. Os organizadores reclamam da elevação da tarifa de R$ 2,80 para R$ 3 nas viagens entre a cidade e Sorocaba. No texto do evento criado para divulgar a manifestação no Facebook, eles afirmam que “enquanto a passagem aumenta a qualidade dos serviços diminui”. A alta não atinge as linhas que operam na região metropolitana, administradas pela EMTU.
FOnte:spressosp
FOnte:spressosp
sábado, 23 de novembro de 2013
Nos últimos dois anos São Paulo perdeu participação na economia
Agência Brasil
Rio de Janeiro – Maior economia do país, São Paulo, perdeu participação
em 2011, pelo segundo ano consecutivo. Entre 2009 e 2010, já havia tido
uma queda de 33,5% para 33,1% na economia. Em 2011, a participação caiu
ainda mais, para 32,6%. O dado da pesquisa Contas Regionais do Brasil
foi divulgado hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE).
Por outro lado, o Rio de Janeiro, que tem a segunda maior economia do
Brasil, teve aumento de 10,8% para 11,2%. Os estados de Minas Gerais
(terceira maior economia) e Paraná (quinta) mantiveram sua participação
em 9,3% e 5,8%, respectivamente. Mas o Rio Grande do Sul (quarta
principal economia) viu sua importância cair de 6,7% para 6,4%.
No ranking das dez principais economias do país, houve trocas
de posições apenas entre a sexta e a oitava colocações. Santa Catarina,
que era a sétima maior economia do país em 2010, passou a ser a sexta em
2011, já que sua participação subiu de 4% para 4,1%.
A sexta colocada de 2010, Bahia, passou para a oitava posição em 2011,
ao registrar uma queda na economia nacional de 4,1% para 3,9%. Enquanto o
Distrito Federal passou da oitava para a sétima posição, mantendo sua
participação em 4%.
As 22 menores economias do país tiveram aumento de 34,3% para 34,8%, com
destaque para o Espírito Santo (que subiu de 2,2% para 2,4%).
sábado, 19 de outubro de 2013
Valeu PSDB -São Paulo tem o IPVA mais caro do país: 4% do valor do carro
Tributaristas avaliam que o estado de SP deveria parcelar o IPVA em mais vezes
Mais uma vez, São Paulo liderou a arrecadação em 2012, com R$ 11 bilhões e a maior frota do país, com 23 milhões de veículos. Minas Gerais é o segundo, com R$ 3 bilhões, e o Rio Grande do Sul vem na sequência com R$ 1,8 bilhão em impostos arrecadados.
O presidente do IBPT, João Eloi Olenike, ressalta que o Paraná é o sexto estado mais populoso, mas possui a terceira maior frota de carros: cinco milhões. Ele avalia que a alíquota de 2,5% contra 4% de São Paulo é um grande atrativo para empresas buscarem o Paraná.
São Paulo tem usado registros de radares e pedágios para provar que os veículos rodam quase que exclusivamente no Estado. A Fazenda lança então o IPVA para esses carros, com base na lei estadual, que configura um licenciamento indevido em outra unidade federativa.
O diretor adjunto da secretaria da Fazenda, Leandro Panpado, destaca que o pleno do Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu a constitucionalidade da lei paulista. Em entrevista ao repórter Marcelo Mattos, ele descarta que o imposto mais caro em São Paulo seja o grande motivador da prática contra o Estado.
O IBPT avalia que as diferenças nas alíquotas do IPVA entre os estados pode ser tratada como guerra fiscal, para atração de contribuintes. Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal, que não estão entre os mais habitados do país, arrecadam mais do que a Bahia, quarta maior população.
Em 2012, os estados brasileiros arrecadaram R$ 27 bilhões com o IPVA e metade do valor fica com os municípios que emplacam o veículo. Em São Paulo, é comum encontrar veículos de empresas e particulares com chapas de outros estados pelo benefício do IPVA mais baixo.
Fonte;Radio Jovem Pan
segunda-feira, 1 de julho de 2013
APÓS PROTESTOS, APROVAÇÃO DE ALCKMIN CAI
Em São Paulo, a aprovação de Alckmin caiu 14 pontos no intervalo de três semanas.
Todos os dados são da pesquisa Datafolha finalizada na sexta-feira passada.
Os 52% de avaliação positiva do tucano em 7 de junho, pouco antes do início dos protestos, foram reduzidos para 38% na pesquisa recente.
Os paulistas também deram uma nota ao governador Geraldo Alckmin. Em março, a média foi de 6,4; no começo de junho ficou 6,3; e na última pesquisa recuou para 5,7.
Na semana do auge dos protestos, Alckmin foi criticado pelo comportamento da Polícia Militar, que num primeiro momento agiu com violência durante passeatas e depois, diante das críticas, teria reduzido o rigor no combate ao vandalismo.
O Estado também administra tarifas dos trens e do metrô, que também subiram, mas, mediante a pressão das ruas, acabaram tendo o reajuste cancelado.
Todos os dados são da pesquisa Datafolha finalizada na sexta-feira passada.
Os 52% de avaliação positiva do tucano em 7 de junho, pouco antes do início dos protestos, foram reduzidos para 38% na pesquisa recente.
Os paulistas também deram uma nota ao governador Geraldo Alckmin. Em março, a média foi de 6,4; no começo de junho ficou 6,3; e na última pesquisa recuou para 5,7.
Na semana do auge dos protestos, Alckmin foi criticado pelo comportamento da Polícia Militar, que num primeiro momento agiu com violência durante passeatas e depois, diante das críticas, teria reduzido o rigor no combate ao vandalismo.
O Estado também administra tarifas dos trens e do metrô, que também subiram, mas, mediante a pressão das ruas, acabaram tendo o reajuste cancelado.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Major Olímpio propõe criação do Bolsa Incompetência a Alckmin
Deputado Major Olímpio propõe ao governador Geraldo Alckmin a criação do bolsa incompetência para indenizar as famílias vítimas do desgoverno Tucano
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sexta-feira, 29 de março de 2013
SP: Arrastões assustam e homicídios crescem 15%
“Assassinatos intencionais não dão trégua e
registram o sétimo crescimento seguido no mês de fevereiro na capital paulista,
de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública divulgados nesta
segunda-feira 25; no bimestre, alta foi de 15,06%, ou 103 casos, no Estado;
neste fim de semana, houve dois arrastões em prédios em menos de 24 horas no
bairro dos Jardins; já os homicídios dolosos por acidentes de trânsito recuaram
no período
Sem dar trégua, a violência no Estado de São Paulo aponta novos dados alarmantes nesta segunda-feira 25. Os homicídios dolosos na capital paulista, crimes com a intenção de matar, tiveram a sétima alta seguida no mês de fevereiro, um crescimento de 14,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 89 crimes ante 78 no período anterior, de acordo com números da Secretaria de Segurança Pública.
No Estado, o bimestre registrou crescimento de 15,06% de mortes intencionais, ou de 103 casos. O total de ocorrências subiu de 684 nos dois primeiros meses do ano passado para 787 no mesmo período deste ano. A taxa de homicídio por 100 mil habitantes, calculada com base nos últimos 12 meses – março de 2012 a fevereiro de 2013 – ficou em 11,67. Em comparação com janeiro, porém, o número diminuiu: 371 casos em fevereiro contra 416 no mês anterior.
O número de ocorrências e de vítimas em decorrência de homicídio doloso por acidente de trânsito recuou de janeiro para fevereiro no Estado. No primeiro mês do ano, foram registrados cinco casos, que deixaram seis vítimas. No mês passado, houve três casos, com três vítimas no total. Na capital paulista, não houve registro dessa ocorrência em nenhum dos dois meses. Já em relação aos homicídios culposos por acidente de trânsito (quando não há intenção de matar), o número caiu de 44 em janeiro para 31 em fevereiro na cidade.
Arrastões geram pânico na capital
No fim de semana, os Jardins, bairro nobre da cidade de São Paulo, registrou dois arrastões em prédios residenciais em menos de 24 horas. Nos dois casos, os assaltantes usaram carros com placas clonadas e vidros escuros para dificultar a identificação e enganar os porteiros. Assim, conseguiram ter a entrada liberada nos condomínios. Os criminosos não agrediram os moradores e ninguém foi preso. A polícia investiga se há relação entre os dois casos.
No fim da tarde do domingo, oito criminosos chegaram em quatro carros e invadiram um edifício na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, enganando facilmente o porteiro. Eles levaram dinheiro, relógios e celulares de cinco apartamentos, além do computador que armazenava as imagens de segurança do prédio. Ao fugir, os assaltantes deixaram um dos carros na garagem do edifício.
Na noite de sábado, uma quadrilha chegou
num Honda Civic num edifício da Alameda Jaú. Eles entraram, renderam o porteiro
e permitiram que um segundo carro com assaltantes entrasse no condomínio. Os
assaltantes renderam os moradores, deixando-os no apartamento do zelador, e
saíam com um de cada vez para assaltar seus apartamentos. Foram levados de oito
apartamentos jóias, celulares, relógios, bolsas, cartões e dinheiro em espécie.”
Do Blog Não Deu no Jornal Nacional
Do Blog Não Deu no Jornal Nacional
quarta-feira, 13 de março de 2013
Com mortes e arrastões, violência não cede em SP
“Na noite de domingo, bando fez arrastão em
churrascaria do Itaim Bibi, na zona sul, e fugiu num Porsche; este foi o quinto
arrastão contra bares e restaurantes desde o início do ano na capital; onda
ganhou força em 2012, quando foram registrados 39 arrastões; número de vítimas
de homicídios dolosos (com intenção de matar) subiu 18% em janeiro na cidade
Depois de um 2012 sangrento, a capital
paulista continua registrando um número espantoso de crimes como homicídios
dolosos (quando há intenção de matar) e arrastões contra restaurantes e bares,
dois tipos de casos que causaram muita dor de cabeça no ano passado. Na noite
do domingo 10, aconteceu o quinto arrastão registrado apenas nesse início de
ano. Um grupo de seis homens, dois deles armados, invadiu uma das churrascarias
da rede Montana Grill, no bairro do Itam Bibi, na zona sul, e nenhum suspeito
foi preso.
Havia cerca de 30 clientes no local quando
ocorreu o assalto, que durou cerca de cinco minutos, de acordo com testemunhas.
O que chamou a atenção, porém, foi que os assaltantes fugiram num Porsche
Cayenne que esperava estacionado em frente ao restaurante, segundo o relato de
uma testemunha sentada próxima à janela. O carro novo é avaliado em R$ 299 mil,
de acordo com a tabela. A polícia desconfia que a quadrilha seja a mesma de
outros assaltos realizados na região.
Outro caso recente aconteceu em frente ao
Montana Grill, na hamburgueria Pibus. O número de assaltantes era o mesmo,
seis, que também fugiram num carro de luxo: um Ford Fusion. Ainda em 2013,
aconteceram arrastões numa franquia da rede de cafeterias Fran´s Café, no
bairro do Sumarezinho, zona oeste da capital, no bar Loporace, no Campo Belo,
zona sul, e no restaurante japonês Zenzei Sushi, na Mooca, zona leste. O cenário
segue o de 2012, quando foram registrados 39 arrastões contra bares e
restaurantes, sendo 36 na capital e apenas três na região metropolitana.
Homicídios
também cresceram
O número de vítimas de homicídios dolosos
(quando há intenção de matar) cresceu 18,4% em janeiro deste ano na cidade de
São Paulo, em comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com dados da
Secretaria de Segurança Pública do Estado, divulgados no final de fevereiro,
foram 109 vítimas contra 92 em janeiro de 2012. Se contados por casos de
homicídios (cada homicídio pode haver mais de uma vítima), o crescimento foi de
16,6%. No ano passado, a capital paulista registrou aumento de 40% no
total de vítimas de homicídios em relação a 2011. Foram 1.497 vítimas ao longo
do ano, enquanto em 2011 haviam sido registradas 1.069.”
sábado, 27 de outubro de 2012
Dilma ofereceu ajuda para conter violência em SP; Alckmin recusou
Dilma ofereceu ajuda para conter criminalidade em São Paulo
por Vera Magalhães
Canal interrompido
Leia mais em: O Esquerdopata: Dilma ofereceu ajuda para conter violência; Governo de SP recusou
Under Creative Commons License: Attribution
Atualizando...
Depois da repercussão negativa noticiada pelos blogs progressistas e pelas redes sociais da recusa injustificada de Alckmin à Ajuda federal(A grande mídia escondeu),Alckmin resolve aceita ajuda do Governo Dilma vejam
Governo de SP aceita ajuda federal no combate à violência, diz ministra
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aceitou nesta quinta-feira oferta de ajuda federal para combater a violência no Estado, que já matou mais de 80 policiais militares neste ano, em telefonema feito pela presidente Dilma Rousseff, disse a ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas.
Leia também:
Dilma oferece ajuda a Alckmin para o combate à violência em SP
PM-SP expande operação para mais bairros na zona sul
De acordo com a ministra, representantes dos governos federal e paulista darão início na semana que vem a um grupo de trabalho para detalhar as operações conjuntas que serão realizadas.
O telefonema de Dilma para Alckmin acontece após uma troca de farpas entre a Secretaria de Segurança Pública paulista e o Ministério da Justiça. Nesta semana, o secretário de Segurança do Estado, Antonio Ferreira Pinto, negou que tivesse recebido oferta de ajuda federal, o que foi rebatido pelo ministério em nota.
O contato direto entre os dois governantes ocorre num momento em que cresce o número de policiais militares assassinados no Estado e em que a Polícia Militar paulista realiza operações em favelas da capital, chamadas de Operação Saturação.
A primeira favela a ser alvo da polícia paulista foi a de Paraisópolis, na região do Morumbi, na zona sul, de onde, segundo Ferreira Pinto, teriam partido as primeiras ordens para que policiais militares fossem assassinados.
Desde então, a polícia já realizou operações na favela São Remo, próximo ao campus da Universidade de São Paulo, na zona oeste, e nos bairros do Capão Redondo e do Campo Limpo, ambos na zona sul.
(Reportagem de Hugo Bachega)
http://br.noticias.yahoo.com/governo-sp-aceita-ajuda-federal-no-combate-%C3%A0-213948172.html
enfim bons para os dois lados e melhor ainda para o povo de São Paulo
por Vera Magalhães
Canal interrompido
Diante da escalada na criminalidade em São Paulo, Dilma Rousseff enviou
emissários para conversas com o secretário de Segurança do Estado,
Antonio Ferreira Pinto, há cerca de 40 dias. Segundo interlocutores do
Planalto, foi oferecida ajuda na capital, além de informações de
inteligência, mas o diálogo não prosperou. Representantes de Geraldo Alckmin acusam o governo federal de omissão no combate ao narcotráfico e
contrabando de armas nas fronteiras, suas prerrogativas.
Leia mais em: O Esquerdopata: Dilma ofereceu ajuda para conter violência; Governo de SP recusou
Under Creative Commons License: Attribution
Atualizando...
Depois da repercussão negativa noticiada pelos blogs progressistas e pelas redes sociais da recusa injustificada de Alckmin à Ajuda federal(A grande mídia escondeu),Alckmin resolve aceita ajuda do Governo Dilma vejam
Governo de SP aceita ajuda federal no combate à violência, diz ministra
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aceitou nesta quinta-feira oferta de ajuda federal para combater a violência no Estado, que já matou mais de 80 policiais militares neste ano, em telefonema feito pela presidente Dilma Rousseff, disse a ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas.
Leia também:
Dilma oferece ajuda a Alckmin para o combate à violência em SP
PM-SP expande operação para mais bairros na zona sul
De acordo com a ministra, representantes dos governos federal e paulista darão início na semana que vem a um grupo de trabalho para detalhar as operações conjuntas que serão realizadas.
O telefonema de Dilma para Alckmin acontece após uma troca de farpas entre a Secretaria de Segurança Pública paulista e o Ministério da Justiça. Nesta semana, o secretário de Segurança do Estado, Antonio Ferreira Pinto, negou que tivesse recebido oferta de ajuda federal, o que foi rebatido pelo ministério em nota.
O contato direto entre os dois governantes ocorre num momento em que cresce o número de policiais militares assassinados no Estado e em que a Polícia Militar paulista realiza operações em favelas da capital, chamadas de Operação Saturação.
A primeira favela a ser alvo da polícia paulista foi a de Paraisópolis, na região do Morumbi, na zona sul, de onde, segundo Ferreira Pinto, teriam partido as primeiras ordens para que policiais militares fossem assassinados.
Desde então, a polícia já realizou operações na favela São Remo, próximo ao campus da Universidade de São Paulo, na zona oeste, e nos bairros do Capão Redondo e do Campo Limpo, ambos na zona sul.
(Reportagem de Hugo Bachega)
http://br.noticias.yahoo.com/governo-sp-aceita-ajuda-federal-no-combate-%C3%A0-213948172.html
enfim bons para os dois lados e melhor ainda para o povo de São Paulo
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Presente do PSDB Para padronizar, Alckmin muda o índice e pedágios devem ficar mais caros
Reajuste era feito pelo IGP-M, que acumula 5,09%, mas agora será feito pelo IPCA, com 6,56%
Bruno Ribeiro - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - Uma nova política para unificar o reajuste dos pedágios pode tornar o valor das tarifas ainda mais alto neste ano. O governo do Estado publicou ontem alterações nos contratos de concessão das rodovias que mudaram o índice de inflação usado para calcular os aumentos. Só que o novo indicador, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está mais alto do que o antigo, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M).
A troca de índices havia sido anunciada em junho do ano passado. Havia, segundo a Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), a necessidade de uniformizar os índices que regulam todas as concessões - como os contratos foram assinados em diferentes épocas, havia diferenças na forma de reajuste de uma rodovia para outra.
Acontece que o IGP-M acumulado dos últimos 12 meses na época do anúncio era de 8,64%, enquanto o IPCA, que seria usado, era de 6,71%. De lá para cá, no entanto, o IPCA tem subido mais do que o outro indicador. Em dezembro, o acumulado anual do IPCA foi de 6,56% e o IGP-M, de 5,09%. Com o índice novo, caso mantida a diferença, o aumento das tarifas será maior do que com o índice antigo.
A assinatura dos termos aditivos nos contratos de concessão ocorreu entre o anúncio da nova regra, em junho, e o restante do ano passado. Ontem, com os 19 contratos de concessão corrigidos, foi feita a publicação da mudança de índices no Diário Oficial do Estado - o que tornou a negociação válida.
A diferença dos índices acontece porque cada um deles dá pesos diferentes para produtos da cesta básica e tarifas públicas, por exemplo. O IPCA é o índice oficial de inflação do País. Já o IGP-M é geralmente usado para corrigir tarifas públicas.
Redução. O sobe e desce dos dois indicadores econômicos é uma dificuldade a mais para ser cumprida a promessa de campanha do governador Geraldo Alckmin (PSDB) de reduzir o valor dos pedágios. Mas, segundo a Artesp, "não está em pauta nova renegociação para mudança de índice de reajuste da tarifa".
A agência afirma, em nota, que o objetivo da mudança é adotar "um fator de reajuste mais próximo da realidade dos usuários" e uniformizar o índice entre todas as concessionárias das rodovias paulistas. "A adoção de um índice único é uma resposta às aspirações dos usuários e faz parte de uma ampla negociação entre o governo e as concessionárias."
Essa alteração não é a principal estratégia para deixar o valor dos pedágios mais baixo. Para reduzir o valor das tarifas, a Artesp espera o resultado de um estudo que está sendo feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para rever os índices utilizados na gestão dos contratos. Mas o Estado não diz quando a consultoria da Fipe estará pronta.
Outra medida para cobrar tarifas mais baixas, também ainda em fase de estudo, é a cobrança de pedágio por trecho percorrido da rodovia. A proposta consiste em manter chips nos carros e antenas ao longo das rodovias. Conforme o veículo vai cruzando a estrada, as antenas captam a distância percorrida pelo carro - e a conta vai para a casa do motorista. O projeto-piloto será testado, ainda neste ano, na Rodovia Santos Dumont (SP-075).
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Metrô já soma 56 panes com a falha da última sexta-feira na Linha 3
Metrô já soma 56 panes com a falha da última sexta-feira na Linha 3
Com a pane na Linha 3 - Vermelha, que ocorreu na sexta-feira (2/9), por volta da hora do almoço, já são pelo menos 56 falhas graves no Metrô de São Paulo, de dezembro de 2007 até hoje. (clique aqui para ver a lista)
“Estas panes, na verdade, apenas comprovam a fragilidade do sistema”, ressalta o líder da Bancada do PT, deputado Enio Tatto.
Segundo a agência Folha, a falha desta sexta foi elétrica e prejudicou a circulação de trens na linha Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda, por quase uma hora, por volta das 12h36.. Passageiros relataram terem ouvido explosões no interior de uma composição e tiveram que deixar a composição com problema, que precisou ser rebocada.
Devido ao trabalho de reboque da composição, todos os outros trens que trafegavam pela linha tiveram que andar com velocidade reduzida.
A integração com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na estação Brás e na estação Barra Funda foi fechada durante o problema, devido ao controle de fluxo de passageiros. A integração no Brás ficou fechada das 13h10 até as 13h55. Já a da Barra Funda ficou interrompida entre as 13h32 e as 13h55
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Metrô de São Paulo bate recorde de Superlotação
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Metrô desliga escada rolante de estação Paulista
Com a pane na Linha 3 - Vermelha, que ocorreu na sexta-feira (2/9), por volta da hora do almoço, já são pelo menos 56 falhas graves no Metrô de São Paulo, de dezembro de 2007 até hoje. (clique aqui para ver a lista)
“Estas panes, na verdade, apenas comprovam a fragilidade do sistema”, ressalta o líder da Bancada do PT, deputado Enio Tatto.
Segundo a agência Folha, a falha desta sexta foi elétrica e prejudicou a circulação de trens na linha Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda, por quase uma hora, por volta das 12h36.. Passageiros relataram terem ouvido explosões no interior de uma composição e tiveram que deixar a composição com problema, que precisou ser rebocada.
Devido ao trabalho de reboque da composição, todos os outros trens que trafegavam pela linha tiveram que andar com velocidade reduzida.
A integração com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na estação Brás e na estação Barra Funda foi fechada durante o problema, devido ao controle de fluxo de passageiros. A integração no Brás ficou fechada das 13h10 até as 13h55. Já a da Barra Funda ficou interrompida entre as 13h32 e as 13h55
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Metrô de São Paulo bate recorde de Superlotação
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Metrô desliga escada rolante de estação Paulista
em horário de pico e revolta passageiros
Empresa diz que ação é uma medida de segurança para controlar o fluxo
A superlotação de passageiros na estação Paulista da linha 4-Amarela do
Metrô de São Paulo tem feito os funcionários desligarem parte das
escadas e esteiras rolantes do local nos horários de pico. Usuários da
estação, que faz integração com a linha 2-Verde do sistema, reclamam do
tumulto constante no local por causa da medida. Em média, cerca de 140
mil usuários circulam no local diariamente.
A reportagem do R7 esteve na estação no final da tarde do último dia 24 e constatou o problema. Passageiros chegaram a classificar a situação na estação no fim do dia como “caos”. Foi o caso do analista de comunicação Rafael Ernandi, de 27 anos. Ele afirma que a estação inaugurada em 2010 até facilitou o acesso à avenida Paulista, mas em horários de grande movimento o local fica insuportável.
- A estação tem um único corredor [que liga a linha Amarela à Verde] de entrada e saída de passageiros e, no horário de pico, fica impossível caminhar. É preciso até mesmo desativar as escadas rolantes.
Usuária de estação, a bancária Dirce Alexandre Nunes, 52 anos, confirma que é normal encontrar algumas esteiras e escadas rolantes desligadas nos períodos de movimento mais intenso.
- Todos os dias desligam. Falaram que é por causa do grande fluxo e a gente entende que eles estão em fase de adaptação. Mas é ruim. Eu fico 15 minutos andando aqui dentro.
Ernandi também reclama do tempo que gasta andando entre as estações.
- O passageiro, muitas vezes, chega a ficar parado e perde pelo menos 15 minutos para chegar à plataforma, tempo superior ao percurso entre as estações Paulista e Pinheiros, onde é realizada a integração com a CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos].
Ação de segurança
A assessoria do Metrô afirmou que o tumulto na estação Paulista ocorre pelo grande número de pessoas que utilizam a “via” no mesmo horário. A empresa ressalta que neste mês de agosto o Metrô bateu o recorde histórico de 4 milhões de passageiros transportados diariamente.
Nesse contexto, segundo o Metrô, desligar escada e esteira é uma medida de segurança, uma forma de bloqueio para conter o fluxo de passageiros. De acordo com a empresa, caso não haja o desligamento, core-se o risco de a multidão se projetar na plataforma, criando um risco enorme de acidentes.
Porém, não é assim que muitos usuários têm enxergado o desligamento das escadas. As colegas de trabalho Suzana Batista David, de 26 anos, e Lorena Moura, de 23, ambas auxiliares de seguros, dizem que todos os dias se deparam com a multidão na estação e com escadas desligadas. Suzana diz acreditar que a interrupção no funcionamento da escada acaba piorando a situação na Paulista.
- Acho que atrapalha o movimento na estação, porque vai acumulando o número de pessoas e o risco de tropeçar acaba sendo maior.
A reportagem do R7 esteve na estação no final da tarde do último dia 24 e constatou o problema. Passageiros chegaram a classificar a situação na estação no fim do dia como “caos”. Foi o caso do analista de comunicação Rafael Ernandi, de 27 anos. Ele afirma que a estação inaugurada em 2010 até facilitou o acesso à avenida Paulista, mas em horários de grande movimento o local fica insuportável.
- A estação tem um único corredor [que liga a linha Amarela à Verde] de entrada e saída de passageiros e, no horário de pico, fica impossível caminhar. É preciso até mesmo desativar as escadas rolantes.
Usuária de estação, a bancária Dirce Alexandre Nunes, 52 anos, confirma que é normal encontrar algumas esteiras e escadas rolantes desligadas nos períodos de movimento mais intenso.
- Todos os dias desligam. Falaram que é por causa do grande fluxo e a gente entende que eles estão em fase de adaptação. Mas é ruim. Eu fico 15 minutos andando aqui dentro.
Ernandi também reclama do tempo que gasta andando entre as estações.
- O passageiro, muitas vezes, chega a ficar parado e perde pelo menos 15 minutos para chegar à plataforma, tempo superior ao percurso entre as estações Paulista e Pinheiros, onde é realizada a integração com a CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos].
Ação de segurança
A assessoria do Metrô afirmou que o tumulto na estação Paulista ocorre pelo grande número de pessoas que utilizam a “via” no mesmo horário. A empresa ressalta que neste mês de agosto o Metrô bateu o recorde histórico de 4 milhões de passageiros transportados diariamente.
Nesse contexto, segundo o Metrô, desligar escada e esteira é uma medida de segurança, uma forma de bloqueio para conter o fluxo de passageiros. De acordo com a empresa, caso não haja o desligamento, core-se o risco de a multidão se projetar na plataforma, criando um risco enorme de acidentes.
Porém, não é assim que muitos usuários têm enxergado o desligamento das escadas. As colegas de trabalho Suzana Batista David, de 26 anos, e Lorena Moura, de 23, ambas auxiliares de seguros, dizem que todos os dias se deparam com a multidão na estação e com escadas desligadas. Suzana diz acreditar que a interrupção no funcionamento da escada acaba piorando a situação na Paulista.
- Acho que atrapalha o movimento na estação, porque vai acumulando o número de pessoas e o risco de tropeçar acaba sendo maior.
O Metrô informa que a previsão é que o fluxo de passageiros na Paulista
diminua a partir de setembro, quando a linha 4 irá inaugurar as
estações/conexões República, integrada com a linha 3-Vermelha, e Luz,
ligada à linha 1-Azul, ambas na região central de São Paulo. Segundo a
empresa, atualmente, grande parte dos passageiros que fazem a
transferência da linhas 4-Amarela para a 2-Verde usando as estações
Paulista e Consolação segue em direção à estação Paraíso pois tem com
destino final o centro da capital paulista.
Aumento
A estação Consolação, da linha 2-Verde, teve crescimento de 68% no número de passageiros só nos últimos quatros meses. Em maio, cerca de 84 mil pessoas usaram a estação por dia. No dia 3 de agosto, circularam por lá 142 mil usuários.
O período coincide com ampliações no funcionamento da linha 4-Amarela, cuja estação Paulista faz conexão com a linha 2 na Consolação. Entre as principais mudanças na linha 4 estão a abertura da estação Pinheiros e a extensão do horário de abertura, até as 21h.
Do Portal R7 e PT ALesp
Aumento
A estação Consolação, da linha 2-Verde, teve crescimento de 68% no número de passageiros só nos últimos quatros meses. Em maio, cerca de 84 mil pessoas usaram a estação por dia. No dia 3 de agosto, circularam por lá 142 mil usuários.
O período coincide com ampliações no funcionamento da linha 4-Amarela, cuja estação Paulista faz conexão com a linha 2 na Consolação. Entre as principais mudanças na linha 4 estão a abertura da estação Pinheiros e a extensão do horário de abertura, até as 21h.
Do Portal R7 e PT ALesp
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