sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Alckmin estuda acabar com gratuidade no ensino superior, começando pela pós-graduação
sexta-feira, 20 de julho de 2018
Temer comprou apoio de PP, PR, DEM e PTB para Alckmin com cargos comissionados

Com 1% das intenções de voto, Henrique Meirelles (MDB) também conversou nos últimos dias com integrantes do Centrão, mas não obteve sucesso em sua ofensiva. O ex-ministro chegou a se reunir ontem com Maia. Antes, ofereceu a vice em sua chapa a Flávio Rocha (PRB), que desistiu de se candidatar ao Planalto.
A decisão do Centrão foi comemorada entre os tucanos. A estratégia de Alckmin sempre passou por atrair o maior número de partidos para sua aliança e, assim, garantir tempo extra na propaganda eleitoral na TV e no rádio.
Na reunião desta quinta-feira, 19, com dirigentes do bloco, Alckmin - que preside o PSDB - se comprometeu a fazer consultas nos Estados para que o partido diminua o número de candidatos aos governos e apoie concorrentes do bloco. Hoje, a sigla tem entre 13 e 15 nomes próprios. No Rio, por exemplo, o PSDB deve agora fazer aliança com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).
As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Ex-secretário de Alckmin é preso por suspeita de superfaturamento no Rodoanel
Laurence Casagrande, à esquerda de Alckmin, foi preso preventivamente na operação Pedra no Caminho

São Paulo – Ex-secretário de Logística e Transportes e ex-presidente do Dersa durante o governo Alckmin, Laurence Casagrande Lourenço foi preso temporariamente nesta quinta-feira (21) pela operação Pedra no Caminho, da Polícia Federal, que investiga superfaturamento de mais de R$ 600 milhões em obras do trecho norte do Rodoanel em São Paulo. Atualmente, Lourenço é presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).
Ao todo, são 15 mandados de prisão temporária e 51 mandados de busca e apreensão, que têm como alvos ex-diretores da Dersa e executivos das construtoras OAS e Mendes Junior que atuaram na obra. As investigações começaram em 2016, após um ex-funcionário de uma das construtoras denunciar manipulações em aditivos indevidos ao contrato da obra, de forma a aumentar o valor pago às empreiteiras.
Os aditivos garantiam, por exemplo, recursos para serviços de remoção de rochas que já constavam no projeto inicial. Investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU), que basearam as ações desta quinta-feira (21), apontam que, em apenas um dos lotes da obra, o aditivo para remoção de rochas alcançava R$ 33 milhões.
Outros serviços como escavação, estrutura de túneis, carga e desmonte de argamassa nos cinco lotes das obras do trecho norte do Rodoanel teriam atingido sobrepreço de até 1.223%. Os acusados vão responder pelos crimes de fraude à licitação, estelionato contra o poder público, falsidade ideológica e associação criminosa, conforme as suas participações.
DO RBA
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Empresa de pedágio relata propina de R$ 5.000.000,00 a Alckmin por meio do cunhado

Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à presidência da República, apontado como o “santo” nas planilhas da Odebrecht, ganhou um novo problema para resolver, além de não conseguir fazer decolar sua candidatura. Segundo reportagem de Mario Cesar Carvalho, da Folha de S.Paulo, a CCR, principal concessionária de estradas do país, revelou ter doado R$ 5 milhões para o caixa dois da sua campanha ao governo paulista em 2010. O dinheiro teria sido entregue ao cunhado de Alckmin, Adhemar Ribeiro, e a denúncia de propinas também atinge os tucanos José Serra e Aloysio Nunes. Ainda de acordo com a reportagem, é a segunda vez que o cunhado é associado a arrecadações ilegais de campanha. A Odebrecht relatou em acordo de delação ter entregue R$ 10,3 milhões a ele, também na campanha de 2010.
“Nos relatos reunidos pelo promotor José Carlos Blat, a CCR aparece como doadora de R$ 23 milhões para três políticos tucanos de SP entre 2009 e 2012: além de Alckmin, são citados o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e o senador José Serra. Os valores que teriam sido entregues a Serra e Aloysio ainda não foram apurados”, aponta ainda a reportagem.
Fonte Revista Forum
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Alckmin e Doria prometem cargo com foro privilegiado a Temer caso ganhem a eleição para salvar da prisão e atacarem as aposentadorias
Estrategistas da campanha do ex-governador Geraldo Alckmin defendem a ideia de garantir um cargo para Michel Temer quando este deixar o governo. O assunto pode ser tratado nas próximas reuniões em busca de apoio do MDB, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo. Prevendo a derrota no plano nacional, os tucanos já desenham a hipótese de acomodar Temer em algum cargo da estrutura estadual, uma vez que o ex-prefeito João Doria demonstra chances reais de vencer o pleito no estado de São Paulo, diferentemente de seu colega presidenciável. O PSDB sabe que Temer teme ser preso após deixar o planalto e que o foro privilegiado em 2019 pode ser uma boa moeda de troca.
“A negociação entre Geraldo Alckmin e Michel Temer para a campanha de 2018 deveria passar pela garantia de um cargo para o atual presidente num eventual futuro governo. A ideia é defendida por alguns dos principais estrategistas do tucano. A nomeação para uma embaixada, por exemplo, garantiria foro especial para Temer depois que ele deixar o cargo. Isso preservaria o futuro ex-presidente de medidas cautelares determinadas por juízes de primeira instância.
Caso Alckmin não ganhe a eleição, mas um de seus dois aliados —João Doria ou Márcio França— seja eleito para o governo de SP, Temer poderia ser acomodado em um cargo da estrutura estadual. A ideia já foi estudada, a sério, por pelo menos um deles —os dois querem o apoio do MDB no estado.
DO Plantao Brasil
terça-feira, 15 de maio de 2018
PEDALADAS DE ALCKMIN E SERRA SOMAM R$ 4.000.000.000,00

SP 247 - Apuração do Intercept Brasil aponta no Twitter que é de R$ 4 bilhões a pedalada fiscal dos ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin, atual presidenciável do PSDB, e José Serra. De acordo o site, o governo paulista aceitou receber R$ 2 bilhões antecipados em troca de receber, com o tempo, R$ 6 bilhões em impostos.
De acordo com o presidente do Sinafresp, Alfredo Maranca, foram bancos e empresas que "compraram" a dívida do estado de São Paulo e vão ficar com esses R$ 4 bilhões ao final. Os nomes deles ainda são desconhecidos.
Veja os tuits aqui e aqui.
domingo, 29 de abril de 2018
BANQUEIRO AFIRMA TER RECEBIDO 6,5 MILHÕES DE EUROS NA SUIÇA DO PSDB VALOR DE 15 TRIPLEX DA OAS, MAS JUIZ IGNORA

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| "Juiz" da lava jato Sergio Moro e a esposa Rosangela Moro bem a vontade com tucano Jose Serra |
O banqueiro filiado ao PSDB acrescentou no depoimento ter pedido para os pagamentos serem feitos em nome de uma operadora de táxi aéreo. Mas Guerra, segundo seu relato, respondeu que “somente poderia efetuar os pagamentos diretamente no exterior”.
quarta-feira, 21 de março de 2018
Geraldo Alckmin promete atacar as aposentadorias em primeiro ano de mandato


