Multas foram aplicadas a cerca de 450 mil
consumidores que elevaram o nível de consumo entre os meses de janeiro e
março; de acordo com o balanço da Sabesp referente ao primeiro
trimestre, a sobretaxa – instituída por conta da crise hídrica
enfrentada em São Paulo - auxiliou na redução do impacto negativo
registrado na receita operacional da empresa, que foi de R$ 440 milhões (R$ 440.000.000,00)
no período
Os valores arrecadados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) com as multas que foram aplicadas acerca de 450 mil consumidores que elevaram o nível de consumo entre os meses de janeiro e março chegaram a R$ 79,3 milhões.
De acordo com o balanço da Sabesp referente ao primeiro trimestre, a sobretaxa – instituída por conta da crise hídrica enfrentada pelo Estado – de até 50% para quem elevar o consumo de água, auxiliou na redução do impacto negativo registrado na receita operacional da empresa que foi de R$ 440 milhões, uma queda de 18% quando em comparação com o exercício anterior.
Fonte:247
sábado, 16 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Governo Alckmin maquia salários de professores no Portal da Transparência
Governo Alckmin divulga salário bem acima do que cai na conta bancária de professores de São Paulo. Em atitude covarde contra os profissionais, salários foram maquiados no Portal da Transparência
Depois de negar greve que completa 60 dias, Alckmin ‘aumenta’ salário dos professores em banco de dados (divulgação)
O Sindicato dos Professores do Ensino
Oficial de São Paulo (Apeoesp) denunciou ontem (12) manobras do governo
de Geraldo Alckmin (PSDB) para tentar convencer a opinião pública de que
os docentes estaduais recebem salários médios de R$ 4.600.
De acordo com a Apeoesp, o Portal da Transparência estadual informa
salários dos professores pagos em abril acima do que eles realmente
recebem. “A cada minuto, mais e mais professores e professoras procuram a
Apeoesp ou divulgam nas redes sociais mensagens denunciando que não
recebem os valores que são declarados pelo governo estadual”, explica a
presidenta da entidade, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel.É o caso de um professor de escola do interior, que teve aqui seus dados pessoais apagados. Pelo portal, ele recebeu em abril um salário líquido de R$ 3.009, 27, quando seu holerite indica R$ 1.489,85.
Segundo ela, o governo está declarando no Portal salários dos professores com a adição de bônus pagos neste mês de abril. “Isso faz parecer que os professores recebem salários muito maiores do que aquilo que efetivamente recebem mês a mês. Ora, bônus não é salário”, afirma.
Confira aqui mais casos de professores com salários maquiados
O bônus, conforme explica, é um valor pago de uma única vez – neste ano dividido em duas parcelas, uma paga em em abril e outra em setembro. “O cálculo, questionável, é feito com base na avaliação do rendimento escolar dos alunos e que beneficia de forma diferenciada uma parte dos professores. Por isso, jamais poderia ser declarado no Portal da Transparência agregado aos salários da nossa categoria”.
A questão está sendo examinada pelo departamento jurídico da Apeoesp, que estuda possibilidade de acionar judicialmente o governo. “É mais um abuso do governo do estado de São Paulo contra os professores, para ludibriar a opinião pública e tentar, de maneira truculenta, minar a nossa greve”.
Portal da Transparência:
Holerite:
sábado, 9 de maio de 2015
Governador Alckmin convida investigado na Operação Lava Jato para jantar #desatucanamoro
A colunista da Folha de São Paulo Mônica Bergamo, publicou ontem que, o
governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), reuniu para um jantar
os ricos e poderosos Palácio dos Bandeirantes.
Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ação pedindo a proibição deste tipo de financiamento de campanha. Seis dos onze ministros do STF já votaram contra o financiamento privado e só não vale para estas eleições, pois o ministro Gilmar Mendes pediu vistas do processo, suspendendo o julgamento. Até o momento, o ministro continua sentado no processo...Talvez por que ele saiba que isso prejudica o PSDB
Lei que não vale para o PSDB
O promotor de Justiça Marcelo Mendroni aponta superfaturamento de R$ 110 milhões em três contratos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), firmados em 2007 e 2008, durante o governo do Estado de São Paulo José Serra (PSDB) , e denunciou o o ex-presidente da Comissão de Licitações da CPTM no governo Serra por fraudes, em prejuízo da Fazenda Pública, crimes contra a administração pública, e "ter aderido" ao cartel metroferroviário: “As empresas só montam cartel para superfaturar contratos. No caso desses três contratos, que somam R$ 550 milhões, em valores de 2007, estimamos que o superfaturamento tenha sido de 20%, ou R$ 110 milhões”, disse Mendroni. A acusação se refere a contratos da CPTM, três ao todo, firmados no governo José Serra (PSDB)
Fonte:OsAmigos do Lula
No entanto, chama atenção um detalhe: Imagine você querido leitor se, o
Lula, ou algum outro parlamentar petista ou a presidente Dilma, tivesse
convidado para jantar no Palácio do Planalto o Marcelo Odebrecht da
Construtora Odebrecht, e Jorge Gerdau, do grupo Gerdau.
A Monica Bergamo não citou o fato de a construtora Odebrecht ser um dos investigada na Operação Lava Jato.
Também não citou que o Gerdau é alvo na Operação Zelotes, que apura sonegação fiscal no valor de 19 bilhões de reais, valor superior ao apurado nos desvios da Lava Jato.
Também não citou que o Gerdau é alvo na Operação Zelotes, que apura sonegação fiscal no valor de 19 bilhões de reais, valor superior ao apurado nos desvios da Lava Jato.
Parece que quando se trata de político do PSDB, vale tudo e pode tudo.
Eles estão sempre acima da lei. Ministério Público, Policia Federal,
STF, e outros órgãos da lei, dão carta branca para os tucanos agirem
como quiser.
Como no caso da última campanha eleitoral que, alguns jornais deram a notícia: Empresas suspeitas de cartel doam 70% do arrecadado por Alckmin.
Como no caso da última campanha eleitoral que, alguns jornais deram a notícia: Empresas suspeitas de cartel doam 70% do arrecadado por Alckmin.
As doações foram feitas por empresas suspeitas de participar do
propinão tucano (fraude, corrupção, superfaturamento) do Metrô e da CPTM
para as campanhas do governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à
reeleição, e do ex-governador José Serra (PSDB), que concorreu ao
Senado.
Mais da metade da campanha do governador do Estado de São Paulo e
candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), foi bancada por empresas
investigadas por fraudes e propinas em licitações do metrô de São Paulo e
do Distrito Federal. No total, as quatro empresas suspeitas doaram R$
8,3 milhões, 56% do total arrecadado (R$ 14,7 milhões).
Três das empresas doadoras já são rés em processos na Justiça: a
construtora Queiroz Galvão, a CR Almeida S/A Engenharia de Obras e a
construtora OAS S/A, que doaram respectivamente R$ 4,1 milhões, R$ 1
milhão e R$ 860 mil ao comitê financeiro estadual para governador do
PSDB.
Do dinheiro oferecido pela Queiroz Galvão, R$ 2,1 milhões foram pagos por uma subsidiária, a Queiroz Galvão Alimentos S/A.
A Queiroz Galvão e a OAS também são investigadas pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato. As empresas são suspeitas de superfaturar obras contratadas pela Petrobras e pagar propinas a políticos.
O candidato também recebeu R$ 500 mil da UTC, outra companhia investigada na mesma operação. Reportagem publicada pelo UOL mostrou que as empresas envolvidas na Lava Jato doaram ao menos R$ 60 milhões para os presidenciáveis e seus partidos.
A Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia, que é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), colaborou com R$ 2 milhões.
Executivos de consórcios integrados pela CR Almeida S/A Engenharia de Obras, pela OAS S/A e pela Queiroz Galvão foram denunciados em 2012 por fraude e formação de cartel na licitação para ampliar a linha 5-lilás do Metrô de São Paulo. No total, 14 funcionários de 12 construtoras foram denunciados no caso.
A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) -- ele deixou o cargo em 2010 para disputar a Presidência da República. José Serra ganhou uma vaga no Senado. Em 2013, Serra divulgou nota para afirmar que o governo de São Paulo não teve conhecimento e não deu aval para cartel em licitações do metrô.
A Serveng é investigada pelo Cade por suspeita de fraude em licitações realizadas em 2007 para compra de equipamento ferroviário e manutenção de linhas de metrô no Distrito Federal.Como sabemos, Alckmin ganhou a eleição para governar o Estado de São Paulo.
Mas, ninguém questionou o fato de o valor doado pelas construtoras Queiroz Galvão, CR Almeida Engenharia e Serveng Civilsan corresponder a 70% dos R$ 5,7 milhões declarados pelo tucano na primeira parcial da prestação de contas. Serra recebeu R$ 1,6 milhão de empresas investigadas. Nem PF, Nem TRE, nem MP, quiseram saber se foi ou não legal essas doações
Do dinheiro oferecido pela Queiroz Galvão, R$ 2,1 milhões foram pagos por uma subsidiária, a Queiroz Galvão Alimentos S/A.
A Queiroz Galvão e a OAS também são investigadas pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato. As empresas são suspeitas de superfaturar obras contratadas pela Petrobras e pagar propinas a políticos.
O candidato também recebeu R$ 500 mil da UTC, outra companhia investigada na mesma operação. Reportagem publicada pelo UOL mostrou que as empresas envolvidas na Lava Jato doaram ao menos R$ 60 milhões para os presidenciáveis e seus partidos.
A Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia, que é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), colaborou com R$ 2 milhões.
Executivos de consórcios integrados pela CR Almeida S/A Engenharia de Obras, pela OAS S/A e pela Queiroz Galvão foram denunciados em 2012 por fraude e formação de cartel na licitação para ampliar a linha 5-lilás do Metrô de São Paulo. No total, 14 funcionários de 12 construtoras foram denunciados no caso.
A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) -- ele deixou o cargo em 2010 para disputar a Presidência da República. José Serra ganhou uma vaga no Senado. Em 2013, Serra divulgou nota para afirmar que o governo de São Paulo não teve conhecimento e não deu aval para cartel em licitações do metrô.
A Serveng é investigada pelo Cade por suspeita de fraude em licitações realizadas em 2007 para compra de equipamento ferroviário e manutenção de linhas de metrô no Distrito Federal.Como sabemos, Alckmin ganhou a eleição para governar o Estado de São Paulo.
Mas, ninguém questionou o fato de o valor doado pelas construtoras Queiroz Galvão, CR Almeida Engenharia e Serveng Civilsan corresponder a 70% dos R$ 5,7 milhões declarados pelo tucano na primeira parcial da prestação de contas. Serra recebeu R$ 1,6 milhão de empresas investigadas. Nem PF, Nem TRE, nem MP, quiseram saber se foi ou não legal essas doações
As empresas estão sendo investigadas por superfaturamento das obras nos
transportes de São Paulo e estão proibidas de participar de obras desta
natureza em todo o Estado. Contudo, seguem financiando as campanhas dos
candidatos tucanos que estavam no governo quando essas irregularidades
aconteceram.
Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ação pedindo a proibição deste tipo de financiamento de campanha. Seis dos onze ministros do STF já votaram contra o financiamento privado e só não vale para estas eleições, pois o ministro Gilmar Mendes pediu vistas do processo, suspendendo o julgamento. Até o momento, o ministro continua sentado no processo...Talvez por que ele saiba que isso prejudica o PSDB
Lei que não vale para o PSDB
O promotor de Justiça Marcelo Mendroni aponta superfaturamento de R$ 110 milhões em três contratos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), firmados em 2007 e 2008, durante o governo do Estado de São Paulo José Serra (PSDB) , e denunciou o o ex-presidente da Comissão de Licitações da CPTM no governo Serra por fraudes, em prejuízo da Fazenda Pública, crimes contra a administração pública, e "ter aderido" ao cartel metroferroviário: “As empresas só montam cartel para superfaturar contratos. No caso desses três contratos, que somam R$ 550 milhões, em valores de 2007, estimamos que o superfaturamento tenha sido de 20%, ou R$ 110 milhões”, disse Mendroni. A acusação se refere a contratos da CPTM, três ao todo, firmados no governo José Serra (PSDB)
Fonte:OsAmigos do Lula
quarta-feira, 22 de abril de 2015
PM de Alckmin prende professor por tentar entrar no plenário da Assembleia Legislativa.
Toda a truculência da PM e o governo Alckmin. Um professor de Mauá foi preso por tentar entrar no plenário da Assembleia Legislativa.
Enquanto na manifestação golpista do PSDB e a Globo contra a presidenta Dilma os policiais tiram fotos com "manifestantes", agora dos professores buscando salários melhores são covardemente agredidos e presos , mas para pagar 70 mil por mês a blogueiro para falar mal de adversários(o equivalente a salário de 35 professores e 24 policiais) e reajustar o próprio salário para R$ 21.631,00(vinte e um mil seiscentos e trinta e um reais) e de secretários tinha dinheiro de sobra.
Manifestação dos professores por reajuste que implicou prisão de um deles
Agora a manifestação do PSDB e Globo contra Presidenta Dilma
Enquanto na manifestação golpista do PSDB e a Globo contra a presidenta Dilma os policiais tiram fotos com "manifestantes", agora dos professores buscando salários melhores são covardemente agredidos e presos , mas para pagar 70 mil por mês a blogueiro para falar mal de adversários(o equivalente a salário de 35 professores e 24 policiais) e reajustar o próprio salário para R$ 21.631,00(vinte e um mil seiscentos e trinta e um reais) e de secretários tinha dinheiro de sobra.
Manifestação dos professores por reajuste que implicou prisão de um deles
Toda a truculência da PM e o governo Alckmin. Um professor de Mauá foi preso por tentar entrar no plenário da Assembleia Legislativa.
Posted by PT Alesp on Quarta, 22 de abril de 2015
B.O.A N.O.I.T.E ! pic.twitter.com/gkK7MbH5xA
— POLÍCIA MILITAR - SP (@PMESP) 16 março 2015
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sexta-feira, 17 de abril de 2015
GERALDO ALCKMIN: EMPRESAS DA LAVA JATO DOARAM MILHÕES PARA CAMPANHA DELE. PORQUE SÓ O PT MORO? #DesaTUCANAMoro
Com um flanco aberto aos críticos por conta da prisão do ex-tesoureiro
João Vaccari Neto, o PT saiu da defensiva nesta sexta-feria, 17, e
apontou para a campanha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin
(PSDB).
Em reportagem da Agência PT de Notícias, o partido mostrou que dos R$ 40,3 milhões arrecadados com doações para a campanha à reeleição de Alckmin no ano passado, R$ 12,37 milhões tiveram origem nas 13 empresas denunciadas por fraudes e formação de cartel em contratos relativos à linha 5 do metrô paulistano, que ficou conhecido como “Trensalão Tucano”.
Além do "Trensalão", duas das três maiores doadora à campanha do governador paulista estão diretamente envolvidas nas investigações da Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras: a construtora Queiroz Galvão, a maior doadora, com R$ 3,9 milhões, e a construtora OAS, que doou R$ 1,2 milhão à reeleição de Alckmin. A segunda maior doadora foi a Serveng Civilsan, com doação exclusiva a Alckmin, de R$ 2,8 milhões.
Além dessas, também fizeram doações oficiais à campanha de Alckmin, que aparecem na prestação de contas do candidato ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Andrade Gutierrez, CR Almeida, Tiisa e Carioca Engenharia.
Conforme o PT, investigações conduzidas pela Polícia Federal, Ministério Público (Federal e de São Paulo) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre o cartel de trens e do metrô abrangem o período de 1988 a 2018. Elas ganharam impulso com as delações da ré confessa Alstom, multinacional que passou a colaborar com as autoridades brasileiras em 2012. Ela integrava o cartel.
Foi de 7,5% a participação do governador na arrecadação, de acordo com testemunhos colhidos pelo Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) citados em reportagem da revista IstoÉ. Aplicada essa taxa ao valor retido judicialmente (mais de R$ 418 milhões), as doações do cartel ao tucano naquele período pode alcançar mais de R$ 32 milhões, não declarados.
O valor refere-se apenas a ação que corre na Vara da Fazenda de São Paulo, já que, em outro processo, a Justiça Federal decretou a retenção de outros R$ 614,4 milhões, em dezembro, das contas de cinco multinacionais e uma companhia nacional, acusadas de participação no cartel.
Considerados os R$ 1,9 bilhão contratados pelo cartel com os governos de São Paulo e Distrito Federal, o superfaturamento estimado pelo Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) é de R$ 557 milhões.
Em reportagem da Agência PT de Notícias, o partido mostrou que dos R$ 40,3 milhões arrecadados com doações para a campanha à reeleição de Alckmin no ano passado, R$ 12,37 milhões tiveram origem nas 13 empresas denunciadas por fraudes e formação de cartel em contratos relativos à linha 5 do metrô paulistano, que ficou conhecido como “Trensalão Tucano”.
Além do "Trensalão", duas das três maiores doadora à campanha do governador paulista estão diretamente envolvidas nas investigações da Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras: a construtora Queiroz Galvão, a maior doadora, com R$ 3,9 milhões, e a construtora OAS, que doou R$ 1,2 milhão à reeleição de Alckmin. A segunda maior doadora foi a Serveng Civilsan, com doação exclusiva a Alckmin, de R$ 2,8 milhões.
Além dessas, também fizeram doações oficiais à campanha de Alckmin, que aparecem na prestação de contas do candidato ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Andrade Gutierrez, CR Almeida, Tiisa e Carioca Engenharia.
Conforme o PT, investigações conduzidas pela Polícia Federal, Ministério Público (Federal e de São Paulo) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre o cartel de trens e do metrô abrangem o período de 1988 a 2018. Elas ganharam impulso com as delações da ré confessa Alstom, multinacional que passou a colaborar com as autoridades brasileiras em 2012. Ela integrava o cartel.
Foi de 7,5% a participação do governador na arrecadação, de acordo com testemunhos colhidos pelo Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) citados em reportagem da revista IstoÉ. Aplicada essa taxa ao valor retido judicialmente (mais de R$ 418 milhões), as doações do cartel ao tucano naquele período pode alcançar mais de R$ 32 milhões, não declarados.
O valor refere-se apenas a ação que corre na Vara da Fazenda de São Paulo, já que, em outro processo, a Justiça Federal decretou a retenção de outros R$ 614,4 milhões, em dezembro, das contas de cinco multinacionais e uma companhia nacional, acusadas de participação no cartel.
Considerados os R$ 1,9 bilhão contratados pelo cartel com os governos de São Paulo e Distrito Federal, o superfaturamento estimado pelo Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) é de R$ 557 milhões.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
TENTÁCULOS DA LAVA JATO EM OBRAS DOS GOVERNOS DO PSDB EM SP, TUCANO MORO SE FAZ QUE NÃO VÊ #ExplicaMoroPorqueSóPT
R$ 107 BILHÕES: TOTAL EM CONTRATOS DO CARTEL DE EMPREITEIRAS DA LAVA JATO COM O GOVERNO DE SP ENTRE 1987 E 2014
[Representação
encaminhada ao Procurador-geral de Justiça do Estado de SP, Márcio
Fernando Elias Rosa, diante de indícios de pagamento de propina pelos
doleiros Alberto Youssef, Raul Henrique Srour e Adir Assad - presos
pela Operação Lava Jato - para agentes públicos e políticos de diversos
partidos de SP, entre os quais o PSDB, pede a abertura de novos
inquéritos civis e criminais ou que subsidie os já existentes como, por
exemplo, o que apura o cartel de corrupção de trens no Metrô e CPTM e os
indícios de superfaturamento nas obras de ampliação da Marginal Tietê
pela Dersa na gestão Serra, utilizando-se do compartilhamento de provas
obtidas na Operação Lava Jato, na CPI do HSBC e do CADE (este que apura o cartel de trens em SP)]
PT quer investigar cartel de empreiteiras em São Paulo - por Renan Truffi
Empresas envolvidas na Lava Jato receberam 107 bilhões em contratos com o governo do Estado entre 1987 e 2014.
O deputado estadual João Paulo Rillo (PT-SP) entrou com representação no
Ministério Público Estadual (MPE-SP) na quarta-feira passada, 8 de
março, para pedir que se investigue a atuação das empreiteiras
envolvidas na Operação Lava Jato em obras do governo de São Paulo. O
objetivo é saber se os tentáculos do esquema alcançaram também contratos
do Metrô, Dersa e Sabesp, entre outros. A ligação entre a Lava Jato e
as obras paulistas seriam os doleiros detidos pela Polícia Federal, que
teriam ligação com empresas participantes do cartel de trens em São
Paulo, e uma lista encontrada na casa de Alberto Yousseff, que cita
empreendimentos da gestão tucana, publicada com exclusividade por
CartaCapital.
O pedido se baseia também na prisão do doleiro Raul Henrique Srour. Ele
foi detido junto com Yousseff em março de 2014 na deflagração da Lava
Jato e teria conexão direta com o cartel dos trens em São Paulo. Como já
publicou CartaCapital, Srour é apontado por um diretor da empresa alemã
Siemens como responsável por utilizar a conta Cristal Financial
Services para receber, via Luxemburgo, pequeno país europeu, dinheiro da
multinacional. A Siemens foi a empresa que delatou o esquema nas
licitações de trens da CPTM e do Metrô. Além disso, Srour é um dos
brasileiros com conta secreta no HSBC da Suíça.
Outro apontamento feito pelo deputado na representação é sobre a prisão
de outro operador do esquema: Adir Assad. Preso em 16 de março na 10ª
fase da Lava Jato, ele já foi investigado na CPI do Cachoeira, como
suposto intermediário de propinas envolvendo a Delta Engenharia.
A Delta participou da obra de ampliação da Marginal Tietê, suspeita de
superfaturamento. Segundo o deputado, a Delta celebrou contratos, entre
2002 e 2012, com órgãos do governo de São Paulo, perfazendo um total em
valores nominais de 800 milhões de reais. Destes, 664 milhões de reais
celebrados na gestão José Serra (PSDB) e 140 milhões de reais na gestão
Alckmin (PSDB)
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terça-feira, 7 de abril de 2015
Denúncia: Detran de SP teria pago quase R$ 300 mil por 129 lixeiras
O preço de casa lixeira, segundo a conta do Detran, gira
em torno de R$2.290. O que impressiona é a qualidade lixeiras
encontradas no prédio do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo. Veja!
sábado, 4 de abril de 2015
Com lucros em queda, Sabesp quer socializar perdas reajustando tarifa e reduzindo investimentos
A Arsesp(Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo) informou em seu parecer técnico que o reajuste não busca compensar as quedas na receita da Sabesp provocadas pelo Programa, já que a “concessão de descontos tarifários é prerrogativa do prestador de serviços e, portanto, não são passíveis de compensação futura”. Na prática, porém, o consumidor que, atendendo a apelos do governo do Estado, economizou água e foi beneficiado pelo bônus na conta de água – e que teria sido um dos responsáveis pela deterioração financeira da empresa – terá agora seu desconto cobrado.
Além disso, a companhia alega que o reajuste se justifica devido a um aumento dos custos previstos com energia, provocados pelos reajustes aplicados pelas distribuidoras de energia elétrica do país.
A previsão é que os novos valores sejam aplicados a partir de maio, mas já tenham validade em 11 de abril, o que deverá significar cobrança retroativa. O reajuste vai valer para os mais de 300 municípios atendidos pela Sabesp no Estado. A mudança ainda está sujeita a consulta e audiência pública, que será realizada em 15 de abril, mas caso seja aprovada ela supera a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, que foi de 7% desde março do ano passado. E o último reajuste na conta de água, de 6,49%, foi feito em dezembro – geralmente a correção nos valores é feita em abril, mas por se tratar de ano eleitoral ele foi adiado. E a Sabesp queria mais.
Além do reajuste na tarifa, a Sabesp também vai reduzir os investimentos em saneamento, com prejuízos para o meio-ambiente
E o bolso do consumidor não será o único que irá sofrer com as medidas anunciadas. Além do reajuste na tarifa, a Sabesp também vai reduzir os investimentos em saneamento, com prejuízos para o meio-ambiente. Na conversa com investidores após divulgação do balanço, foi anunciado que o valor que será investido para coleta e tratamento de esgoto vai cair de 1,6 bilhão de reais para 843 milhões. Comparando com o valor investido em 2014, a queda será de 55,7%. A companhia alegou que no momento precisa priorizar o abastecimento. No entanto, desde o início da crise hídrica, especialistas apontam que o tratamento adequado do esgoto poderia ser uma solução para a escassez.
A população pode participar da consulta pública até o dia 15 de abril, enviando propostas ou protestando para a Arsesp pelo e-mail consultapublica@arsesp.sp.gov.br, pelo fax (011) 3293-5107, ou no escritório da agência, na avenida Paulista, 2313, 4º andar, São Paulo, SP.
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