sexta-feira, 14 de junho de 2013

PM barbariza na repressão ao protesto em SP

ação truculenta da PM de Alckmin no protesto pela passagem de metrô e bus em SP passe livre


Aos números: 235 presos e 7 jornalistas agredidos, numa ação que chocou até a Anistia Internacional; protesto contra o aumento dos ônibus teve jovens detidos ainda na concentração; prefeito Fernando Haddad condenou "violência policial" e o secretário de Segurança, Fernando Grella, afirmou que a corregedoria da instituição irá atuar para coibir abusos
No quarto dia de protestos contra os aumentos de ônibus em São Paulo, a Polícia Militar decidiu barbarizar. Ainda na concentração, 40 jovens foram detidos. Na madrugada, contabilizados todos os presos, eram nada menos que 235 pessoas. Desses suspeitos, 198 foram encaminhados ao 78º DP (Jardins) e outros 37 para o 1º DP (Liberdade). Destes, 231 foram soltos e quatro seguem detidos, acusados de formação de quadrilha.
Ao comentar o episódio, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad condenou a violência policial. "Na terça, a imagem que ficou foi da violência dos manifestantes. Hoje, infelizmente, não resta dúvida, a imagem que ficou e da violência policial". O secretário de Segurança do estado, Fernando Grella, disse que as ações foram tomadas para garantir o "direito de ir e vir", mas afirmou que abusos serão investigados pela "corregedoria" da instituição.
Ao todo, sete jornalista da Folha de S. Paulo foram agredidos e, entre os detidos,  está o repórter da "Carta Capital", Piero Locatelli. A repressão ao trabalho da imprensa provocou protestos até mesmo da Anistia Internacional.
Os protestos criticam o aumento das passagens dos ônibus de R$ 3,00 para R$ 3,20 e o Ministério Público propõe um congelamento dos preços durante 45 dias – que seria o prazo para uma negociação com o governador Geraldo Alckmin e com o prefeito Fernando Haddad. "Quanto a reduzir o valor da passagem, não há possibilidade", afirmou o governador. O prefeito Fernando Haddad (PT) também disse que não reduzirá a tarifa de ônibus. Ele reafirmou que o aumento de R$ 3 para R$ 3,20 ficou abaixo da inflação e que cumpriu compromisso de sua campanha.”

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Lembo: “Estamos sendo mortos nas ruas enquanto o governador Alckmin discute sobre um emprego”

Estamos sendo mortos nas ruas enquanto o governador Alckmin discute sobre um empregoO ex-governador de São Paulo   Cláudio Lembo (PSD) diz que Geraldo Alckmin "perde tempo" ao bombardear o acúmulo de cargos de Guilherme Afif. Lembo enumerou casos  de violência que estão acontecendo no Estado de São Paulo, que segundo ele, Alckmin ignora: "Estamos sendo mortos nas ruas enquanto o governador  Alckmin  discute sobre um emprego".

Cláudio Lembo criticou  o governador tucano Geraldo Alckmin (PSDB) por não interferir no debate que a Assembleia Legislativa faz sobre a possível perda de mandato do vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), seu colega, de partido. Lembo foi vice de Alckmin na gestão 2003-2006, e assumiu o governo em março de 2006 quando o tucano deixou o cargo para se candidatar à Presidência da República. À época ele estava no DEM, do qual saiu depois, migrando para o PSD, onde estão Afif e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

"Ele (Alckmin) devia solicitar à bancada dele que analisasse essa questão com uma visão global, e não com uma visão absolutamente provinciana. A Assembleia Legislativa tem um líder do governador e ele tem influência na casa. Alckmin devia estar orgulhoso de ver um quadro dele chamado para Brasília", afirmou Lembo ao jornal o  Estado de SP.

Para ele, a questão devia ser encerrada pelo governo estadual. "z"O governador tem que se preocupar com assuntos mais sé rios, e não criar esse falso dilema que não existe."

O ex-governador avaliou que a discussão sobre a dupla função de Afif anão tem importância alguma" e "é falta do que fazer". "Além do mais, não é problema do PSDB, é da comunidade, e ela está muito satisfeita com Afif no ministério".

OS Amigos do Lula

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Governo de São Paulo recusa verbas federais para alfabetização de adultos

Secretaria paulista é o única, entre as unidades da Federação, a não aderir a programa do MEC; programa local na mesma linha terceiriza recursos para ONGs
São Paulo – Depois de dez anos de estudo para realizar o sonho de aprender a ler e a escrever, Terezinha Brandolim, de 82 anos, se viu sem alternativa no começo deste ano: a escola em que estudava, no município paulista de Ribeirão Preto, fechou as duas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na qual estudavam pessoas de todos os níveis de escolaridade.
Com a impossibilidade de a mãe continuar os estudos, sua filha, Maria Zulmira de Souza, convidou-a para ficar em São Paulo, onde mora. “Mas todas as escolas aqui perto estavam fechando seus cursos de alfabetização”, conta. Ela, então, contratou uma professora particular, que dá aulas para "dona Tetê" três vezes por semana. “Resolvi fazer esse esforço porque deixei muito tempo na mão do governo, que dizia dar conta, mas não funcionava.”
Dona Tetê faz parte do conjunto de 1,7 milhão de paulistas adultos que não sabem ler nem escrever, total equivalente à população de Curitiba. Ainda assim, São Paulo, segundo o Ministério da Educação (MEC), foi o único estado do país a não aceitar recurso do governo federal para alfabetização de adultos pelo Programa Brasil Alfabetizado neste ano. A verba, que varia segundo o número de alfabetizandos e alfabetizadores, poderia ser usada para pagamento de professores e coordenadores, além da aquisição de materiais pedagógicos para as aulas.
Com adesão das demais 25 secretarias de Educação (mais o Distrito Federal), o programa do MEC atende hoje 959 prefeituras. O objetivo é chegar ao final de 2013 em 3.359 municípios e 1,5 milhão de pessoas.
A Secretaria de Educação de São Paulo informou que o estado possui seu próprio programa na área, o Alfabetiza São Paulo, que atende a 25 mil alunos em 38 municípios, entre eles a capital paulista e Ribeirão Preto.
A verba para o projeto neste ano é de R$ 8.879.916. O montante não está discriminado no Orçamento do estado por, segundo a secretaria, estar incluído no Programa de Inclusão de Jovens e Adultos na Educação Básica, que atende a todas as etapas do ensino. O dinheiro, no entanto vai para ONGs, e não para as prefeituras.
As ONGs, segundo nota da secretaria, fazem uma “uma ação complementar ao trabalho que já deve ser realizado pelas administrações municipais .
A secretaria reforçou que a alfabetização faz parte dos anos iniciais do ensino fundamental, de responsabilidade dos municípios, que ficaram livres para aderir ao programa federal. Apesar do programa estadual, 40 prefeituras paulistas aceitaram o apoio, com o qual 11.954 pessoas devem estudar neste ano. O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) não aderiu ao Brasil Alfabetizado no ano passado, o que possibilitaria sua implementação em 2013.
O especialista em Educação de Jovens e Adultos da ONG Ação Educativa, Roberto Catelli, questiona o programa. “O Alfabetiza São Paulo não dá conta da demanda. Está longe de dar, por isso, o estado não deveria deixar de aceitar ajuda”, avalia. “Um programa não inviabiliza o outro, pelo contrário.”
Ribeirão Preto, onde mora dona Tetê, participa dos dois programas. “O estado defende que o percentual de analfabetos é baixo, mas em número absolutos é muito alto. Só na cidade de São Paulo são 300 mil, segundo dados do Censo de 2010, quase a população da cidade mineira de Uberaba”, afirma.
Catelli lembra também que o Brasil Alfabetizado, do governo federal, peca na falta de avaliação dos resultados alcançados e por não propor meios de os alunos continuarem estudando depois de alfabetizados. “Temos dados que provam que menos de 10% continuam na escola”, afirma.

Esforço reconhecido

Segundo Maria Zulmira, filha de dona Tetê, ela avançou muito de janeiro, quando começou a ter aulas particulares, até agora. “A gente sai na rua e eu tento ler as placas”, conta Tetê. “Qual aquela que você leu que me deixou emocionada?”, pergunta Maria Zulmira. “Imperatriz”, respondeu a mãe, orgulhosa
“Fui em muitas escolas municipais e estaduais, mas era muito difícil”, conta dona Tetê. “Quando eu estava na escola, as professoras davam mais atenção para quem estava sabendo mais. Ela dava exercício que nem para criança e depois, no mesmo instante, dava aqueles problemas grandes, com contas muito fortes. Eu não fazia nem as pequenas quanto mais as grandes... Aí eu só copiava... cheguei até a chorar na escola.” Dona Tetê, natural do município de Monte Azul Paulista, a 420 quilômetros de São Paulo, não pôde seguir seus estudos na infância por ter de ajudar os pais, dois colonos agricultores, nos períodos de colheita. “Sempre tive vontade de voltar a estudar. Mesmo depois de casada tive que trabalhar muito. Meu marido e meus filhos tentaram ajudar, mas a gente ficava só um pouco no estudo e depois tinha que voltar para a roça”, conta.
“Aprender a ler é tudo, muda tudo. Eu fico em casa de noite sozinha, sentada no sofá, olhando a televisão. Só tem a TV e eu não gosto muito. Mas, se eu soubesse ler, eu pegava um livro ou escrevia algo”, diz. “Quando eu aprender, quero fazer a leitura da igreja para todo mundo ouvir”, planeja. Outra vontade é retornar para Ribeirão Preto, para estar mais perto da família e dos amigos.
“Eu já chorei muito pela falta da leitura. Chegam as correspondências em casa e eu tenho que dar para os outros lerem. Quando meu marido morreu, há 30 anos, tive que buscar trabalho sem saber ler. Eu só fazia limpeza e trabalhava na roça. Faz falta, muita falta.”
Para Maria Zulmira, alfabetizar a mãe virou um desafio pessoal. “Eu faço questão de contar a história da minha mãe porque eu imagino que essa deva ser a história de muitas outras pessoas. Deve haver tanta gente adormecida que nem minha mãe. Quantos artistas e escritores poderiam ter sido produzidos neste país? Quantas pessoas poderiam ter tido a oportunidade de realizar seus sonhos?”
da rede Brasil Atual
 

domingo, 2 de junho de 2013

Aécio na TV não mostrou 'obras' de governadores tucanos, como o Pinheirinho

Na propaganda partidária na TV, o PSDB colocou o senador Aécio Neves (MG) para elogiar os governos estaduais tucanos. O programa se resumiu a muitas palavras de auto-elogio, mas realizações que é bom e resultados para o povo, não mostrou nada.

O vídeo abaixa mostra uma das realizações dos governos tucanos: o massacre do governo tucano no bairro do Pinheirinho, para arrancar crianças e idosos de suas casas, jogando-os no olho da rua, para entregar o terreno ao megaespeculador Naji Nahas. Dos Amigos do Lula

terça-feira, 28 de maio de 2013

Major Olímpio propõe criação do Bolsa Incompetência a Alckmin

Deputado Major Olímpio propõe ao governador Geraldo Alckmin a criação do bolsa incompetência para indenizar as famílias vítimas do desgoverno Tucano

terça-feira, 21 de maio de 2013

Alckmin dá cargo a partido de Feliciano em troca de apoio

Filho de presidente do PSC-SP é nomeado para governo paulista e assumirá cargo de secretário-adjunto

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) nomeou Gilberto Nascimento Silva Junior, filho do presidente estadual do PSC, Gilberto Nascimento, para uma vaga no gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano. Ele assumirá o cargo de secretário-adjunto da pasta nas próximas semanas. O PSC é o partido do deputado Marco Feliciano, pastor que preside da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
Desde a última segunda-feira, Alckmin decidiu contemplar o PSC com uma vaga em seu governo com o objetivo de receber o apoio do partido a sua candidatura à reeleição, em 2014. Caso a aliança se concretize, o PSC agregará 27 segundos a cada programa de TV do atual governador na propaganda eleitoral gratuita. Sozinho, o PSDB já tem direito a 2min26s em cada bloco. Em 2010, o partido apoiou a candidatura de Alckmin, e, nas eleições municipais de 2012, aliou-se a Gabriel Chalita (PMDB).
As negociações para a entrada da sigla do governo foram conduzidas nos últimos meses por integrantes do alto escalão do Palácio dos Bandeirantes e pelo presidente do PSC em São Paulo, Gilberto Nascimento, pai do futuro secretário-adjunto.
Gilberto Nascimento Junior foi nomeado no dia 13 de maio para o cargo de Assistente de Gabinete II na Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano e deve assumir o posto de secretário-adjunto após a exoneração do atual ocupante do cargo, Edmur Mesquita - que responde pela pasta desde o fim de 2012, quando o secretário Edson Aparecido deixou a vaga para comandar a Secretaria da Casa Civil. O novo titular da pasta ainda não foi definido.
O fututo secretário-adjunto é presidente nacional do PSC Jovem desde fevereiro de 2012. Em entrevista ao site do partido, naquela ocasião, disse que a atuação política da sigla "traz na sua raiz os valores cristãos". Em 2012, ele se candidatou a vereador em São Paulo, obteve 17.467 votos e não se elegeu, mas é o primeiro suplente de sua coligação.
A Secretaria Desenvolvimento Metropolitano foi criada por Alckmin em 2011 para criar políticas para as regiões metropolitanas do Estado. A pasta não tem um orçamento significativo, mas elabora e coordena programas executados por outras secretarias. Sua estrutura é considerada estratégica para divulgar e acompanhar as atividades do governo estadual no interior paulista.
Do Blog Se a Rádio Nao toca

Veja também
Alckmin Apoia Chefe do PCC(Pertence também ao PSC)

 

Presidenta Dilma Responde à Boataria Tucana sobre o bolsa Familia

A presidente Dilma Rousseff classificou, nesta segunda-feira (20), o boato sobre o fim do Bolsa Família, que levou milhares de pessoas em 12 Estados do país às agências da Caixa Econômica Federal no fim de semana, como "absurdamente desumano" e "criminoso."
É algo absurdamente desumano. O autor desse boato é criminoso. Por isso colocamos a Polícia Federal para descobrir quem tinha por objetivo dar intranquilidade aos milhões de brasileiros que nos últimos 10 anos estão saindo da pobreza extrema", disse, durante solenidade em Ipojuca (região metropolitana do Recife).
O Bolsa Família é um dos principais programas do governo federal, voltado à transferência de renda e que beneficia famílias em situação de pobreza e extrema pobreza em todo o país e frequentemente alvo de críticas e ataques da oposição.
Dilma pediu ainda que os brasileiros não acreditem nos "pessimistas."  "Não acreditem nos boatos, porque os boatos desse país às vezes ocorrem de forma surpreendente. Brasileiros ainda têm e, terão durante algum tempo que receber o benefício do Bolsa Família. O que aconteceu no Brasil sábado foi falso, negativo, e que levou intranquilidade às famílias que recebem o Bolsa Família", afirmou.

A presidente disse que o Bolsa Família é "sagrado" em seu governo e não há qualquer chance de fim do programa."Quero deixar claro que o compromisso do meu governo com o Bolsa Família é forte, profundo e definitivo. Não abriremos mão. Existe no Brasil um cadastro com 36 milhões de pessoas que precisam do Bolsa para ter o mínimo de dignidade. Tenho muito orgulho de ter conseguido que todos brasileiros e brasileiras recebam o mínimo de renda, de 70 reais por pessoa. Esse dinheiro é sagrado, nós iremos garantir sempre esse recurso. Sempre! Enquanto for necessário, enquanto tiver algum brasileiro vivendo abaixo da linha da pobreza, iremos garantir esse direito de cidadania", finalizou.
Nesta segunda-feira, a presidente Dilma participou do lançamento, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Ipojuca (região metropolitana do Recife), do navio petroleiro Zumbi dos Palmares –o quinto do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) entregue à Transpetro em um ano e seis meses. À tarde, a presidente participa da inauguração e da partida festiva dos funcionários da Arena Pernambuco.
FonteUOL
Veja também
O Que o PSDB de Alckmin,Alvaro Dias e Aécio Neves pensam do Bolsa familia
http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/2011/06/lider-tucano-preconceito-com-bolsa.html

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Enquanto passageiros se 'espremem' nos trens, Alckmin faz propaganda da CPTM

Os champanhes devem ter estourado nas redações dos barões da mídia quando o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) tirou R$ 30 milhões do Orçamento estadual deste ano para ampliação dos trens metropolitanos da CPTM e resolveu gastar esse dinheiro com propaganda dos trens.
Resta saber se na propaganda vai aparecer vídeos como este gravados por usuários, onde um funcionário da empresa, espreme os passageiros, inclusive uma criança, para conseguir fechar as portas de um trem superlotado.
Eis a  nota publicada no jornal virtual IG: Alckmin tira verba de expansão da CPTM e coloca em publicidade
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), retirou R$ 29,5 milhões do orçamento da ampliação da Linha 9-Esmeralda até Varginha e da implantação do Trem Expresso Jundiaí para arcar gastos com publicidade da CPTM.
A medida foi tomada por meio de decreto publicado no início desta semana no Diário Oficial.
Segundo a CPTM, as obras não serão afetadas com a redução da verba pois estão em fase de pré-qualificação das empresas interessadas em executar os projetos. “As propostas já foram recebidas e agora estão em fase de análise técnica. Portanto, o recurso disponível para este ano é suficiente para cobrir as despesas dessa etapa dos dois projetos”, informou a companhia.
A companhia também informou que a dotação para a publicidade será usada em contratos já em vigor para prestação de informações para os usuários sobre as intervenções no sistema ferroviário, “decorrentes das obras de modernização em andamento, além da comunicação das operações especiais, implementadas pela CPTM, em função de grandes eventos do calendário da cidade, como Virada Cultura, Fórmula I, Réveillon, entre outros”.
A expansão da Linha 9 está orçada em R$ 71.5304,04, o decreto tira R$ 5.550,73 – 8% do total. Já para o trem de Jundiaí orçado em R$ 60.010, foi reduzido R$ 10.949,26 – 18%.
Assista o vídeo que mostra parte do que passam os passageiros dos trens urbanos de São Paulo

Fonte Rede Brasil Atual