sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

CPI da Merenda termina em pizza, sem nenhum político implicado

CPI da Merenda de Alckmin PSDB/SP
A CPI da Merenda na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) apresentou nesta quarta-feira seu relatório, isentando todos os políticos citados por delatores durante a Operação Alba Branca, entre os quais o presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB); texto do deputado Estevam Galvão (DEM) responsabiliza 20 pessoas pelas fraudes ocorridas nos contratos da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf) com a Secretaria da Educação no governo Geraldo Alckmin (PSDB)
SP 247 - A CPI da Merenda na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) apresentou nesta quarta-feira seu relatório, iisentando todos os políticos citados por delatores durante a Operação Alba Branca, entre os quais o presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB). O texto do deputado Estevam Galvão (DEM) responsabiliza 20 pessoas pelas fraudes ocorridas nos contratos da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf) com a Secretaria da Educação no governo Geraldo Alckmin (PSDB).
As informações são da Veja.
"Entre os citados no relatório estão Jéter Rodrigues Pereira e José Merivaldo dos Santos, ex-assessores de Capez, e Luiz Roberto dos Santos, o Moita, ex-chefe de gabinete da Casa Civil do governo Alckmin. Segundo o documento, Jéter e Merivaldo receberam direta ou indiretamente dinheiro decorrente do contrato da Coaf com a secretaria e Moita “usou de sua influência em razão da função para buscar interferências em favor da Coaf”.
As conclusões da CPI serão encaminhadas ao Ministério Público Estadual (MPE), que deflagrou a Alba Branca em janeiro deste ano em conjunto com a Polícia Civil, à Corregedoria-Geral da Administração (CGA), à Secretaria da Educação, ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e à própria Alesp, para que se executem as medidas administrativas e judiciais de responsabilização civil e criminal dos citados no documento.
O relatório foi apresentado na sessão desta quarta-feira, a 21ª reunião da CPI, mas só será votado e, provavelmente, aprovado, na próxima semana. Único parlamentar de oposição a compor a comissão, o deputado Alencar Santana (PT) tentou prorrogar os trabalhos por mais 30 dias alegando a necessidade de se ouvir peças-chave no esquema, como a advogada Vanessa Paciello, que assinou contratos com a Coaf que seriam usados para pagar propina.
“Por que essa mulher não foi ouvida em lugar nenhum. Qual o segredo que ela tem? Nós havíamos concordado que faríamos a acareação entre o Jéter e o Merivaldo porque os dois mentiram e se acusaram na CPI. Temos de tirar essa dúvida”, disse o petista.
Mesmo com 45 requerimentos de informação e convocação feitos pelo PT pendentes de votação, o relator Estevam Galvão negou que esteja atropelando a investigação para encerrar a CPI. “Acho que temos material suficiente para apresentar esse relatório, que é consistente, honesto e isento. Essa CPI não está terminando em pizza. Está apontando empresas, fraudes, agentes públicos, tudo aquilo que nós apuramos aqui durante as 72 horas nas oitivas”, afirmou Galvão."

Odebrecht delata propina em dinheiro vivo para Geraldo Alckmin

Odebrecht delata propina em dinheiro vivo para Alckmin
A Odebrecht afirmou no acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato que realizou pagamento de caixa dois, em dinheiro vivo, para as campanhas de 2010 e 2014 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB),um dos tucanos que estava confraternizando com o Juiz responsável ´pela Lava Jato Sergio Moro no evento da Revista Istoé junto com os também delatados Aecio Neves e José Serra todos do PSDB.
Executivos da empreiteira mencionam duas pessoas próximas ao governador como intermediárias dos repasses e afirmam que não chegaram a discutir o assunto diretamente com Alckmin.
Segundo a delação, R$ 2 milhões em espécie foram repassados ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin. A entrega do recurso, de acordo com os termos da delação, ocorreu no escritório de Ribeiro, na capital paulista.
Em 2010, o tucano foi eleito no primeiro turno com 50,63% dos votos válidos –o segundo colocado na disputa foi o ex-ministro Aloizio Mercadante (PT).
Em 2014, o caixa dois para a campanha de reeleição de Alckmin teve como um dos operadores, segundo a empreiteira, o hoje secretário de Planejamento do governo paulista, Marcos Monteiro, político de confiança do governador.
Na época das negociações dos recursos, ele seria chamado de "MM" pelos funcionários da Odebrecht. A Folha não obteve os valores que teriam sido pagos na campanha para a reeleição.
Alckmin foi reconduzido ao cargo com 57% dos votos, ficando à frente de Paulo Skaf (PMDB), segundo colocado.
Um dos executivos que delataram o caixa dois é Carlos Armando Paschoal, o CAP, ex-diretor da Odebrecht em São Paulo e um dos responsáveis por negociar doações eleitorais para políticos.
Ele faz parte do grupo de 77 funcionários da empreiteira que assinaram há duas semanas um acordo de delação premiada com investigadores da Lava Jato.
CAP, como é conhecido, também fez afirmações sobre o suposto repasse, revelado pela Folha, de R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 do atual ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).
Dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indicam que não há doações diretas da Odebrecht à conta da candidatura de Alckmin em 2010 e 2014.
O tribunal registra, em 2010, apenas uma doação oficial de R$ 100 mil da Braskem, braço petroquímico da empreiteira, à direção do PSDB em São Paulo.
No ano de 2014, foi informada uma doação de R$ 200 mil da mesma empresa ao comitê financeiro da campanha a governador. Esse recurso foi repassado pelo comitê à conta da candidatura do tucano.
O codinome de Alckmin nas listas de propina e caixa dois da empreiteira era "santo", segundo informação publicada pela revista "Veja" recentemente.
O apelido aparecia associado nas planilhas da Odebrecht apreendidas pela Polícia Federal à duplicação da rodovia Mogi-Dutra, uma obra do governo Alckmin de 2002. A palavra "apóstolo", escrita originalmente na página, foi rasurada e trocada por "santo".
O mesmo codinome é citado em e-mail de 2004, enviado por Marcio Pelegrino, executivo da Odebrecht que gerenciou a construção da linha 4-Amarela do Metrô, na capital paulista.
Na mensagem, Pelegrino diz que era preciso fazer um repasse de R$ 500 mil para a campanha "com vistas a nossos interesses locais". O executivo afirma que o beneficiário do suposto suborno era o "santo".
Dos Amigos do Lula

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

"Juiz" Sergio Moro Com Geraldo Alckmin , Serra, Aecio Neves e Temer descontraídos em evento da Istoé


Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)

Acima o "Juiz" Sergio Moro(PR) em clima de descontração com quem ele deveria investigar, dando risadinhas com Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista Michel Temer (PMDB/SP)
Por isso que quando Temer, Aecio ou outros tucanos são citados Sergio Moro Para a audiencia e interrompe a testemunha
DA FOLHA

Com Temer, tucanos e famosos, Sergio Moro recebe prêmio e defende Judiciário

Diante uma plateia de políticos tucanos e do golpista Michel Temer, o juiz Sergio Moro recebeu o prêmio "Brasileiro do Ano na Justiça" na noite desta terça (6) e homenageou colegas magistrados.
Na cerimônia, promovida pela revista "IstoÉ", no Citibank Hall, na zona sul de São Paulo, Sergio Moro(PSDB/PR) permaneceu no palco em um assento ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com quem cochichou ao longo da cerimônia. Os três ministros do PSDB participaram do evento, no qual houve entrega de premiações à atriz Grazi Massafera e à cantora Ludmilla.
Moro foi o mais aplaudido e foi lembrado em discursos dos homenageados, como o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB/SP).
Temer, que fez um breve discurso, não mencionou o juiz. Em discurso de apenas três minutos, Moro cumprimentou o "presidente" e disse que o ano foi muito cansativo.

Vejam mais sobre a militância do Juiz Sergio Moro

sábado, 26 de novembro de 2016

Três delatores da Odebrecht confirmam caixa 2 para o “Santo” Alckmin

 Três delatores da Odebrecht confirmam caixa 2 para o “Santo” Alckmin
"As propinas seriam referentes obras das linhas 2 Verde e 4 Amarela do Metrô de São Paulo, conforme documentos apreendidos pela Polícia Federal em ações de busca que identificaram o codinome 'santo' em anotações e mensagens de executivos da Odebrecht. Mensagem enviada pelo então diretor da Odebrecht responsável pelo contrato da Linha 4 do Metrô, Marcio Pellegrini, solicitava pagamento de R$ 500 mil para 'ajuda de campanha com vistas a nossos interesses locais'”, relata Fernando Brito, editor do Tijolaço; o santo, claro, é ele mesmo: Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, pelo PSDB.

“São” Geraldo Alckmin, até agora invulnerável  às denúncias de corrupção, tem problemas pela frente.
E não aqueles negócios da Alstom, que a imprensa não gosta muito de tratar.
É que, agora há pouco, o Valor confirmou que  “pelo menos três candidatos a delatores ligados ao Grupo Odebrecht relataram aos investigadores da Operação Lava­ Jato nomes de supostos arrecadadores de caixa dois que teriam captado recursos e os destinado, ao menos em parte, ao abastecimento de campanhas eleitorais do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)”
“Ao explicar o significado dos apelidos e valores vinculados a contratos de obras públicas que constam da contabilidade do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht — espécie de divisão da propina revelada pela secretária da empresa Maria Lúcia Tavares —, os delatores do grupo empresarial confirmaram aos procuradores que o codinome “santo” se trata do apelido usado para se referir a Geraldo Alckmin.’
Ouvida pelo jornal, a assessoria do governador deu a resposta-padrão: todas as doações foram contabilizadas. 
Neste caso também há referência ao apelido “santo”, diz o Valor.
Mas que ninguém se apresse a condenar Alckmin. O tal santo pode não ser vinculado à Opus Dei.
Talvez seja à Opus Peguei.
Fonte:Brasil 247

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Base do Governador Alckmin volta a esvaziar reunião da CPI da Merenda


ALOISIO MAURICIO /FOTOARENA/FOLHAPRESS
Base do Governador Alckmin PSDB SP volta a esvaziar reunião da CPI da Merenda  
"A base do governo percebeu que a investigação está demonstrando que pode apontar os mandantes do esquema. Já sabemos que houve pressão, que servidores colaboraram, que os ex-assessores do presidente (da Assembleia) Fernando Capez estão envolvidos. A CPI pode mostrar quem mandou e pra onde foi o dinheiro", afirmou o deputado Alencar Santana (PT), único membro da oposição na CPI. No momento em que os deputados deixaram a reunião, ele questionava Marilena sobre o processo de 2015, vencido pela Coagrosol, parceira da Cooperativa Orgânica da Agricultura Familiar (Coaf).

Para ele a preocupação deriva da revelação de que Jeter Rodrigues e José Merivaldo, ex-assessores de Capez, movimentaram aproximadamente R$ 620 mil, segundo investigação do Ministério Público. O valor é compatível com a delação do lobista da Coaf, Marcel Ferreira Júlio, que disse ter repassado os valores aos assessores e para ajudar a campanha de Capez (PSDB). Além disso, no depoimento de hoje, Marilena disse ter sido procurada por Jeter, em 2014, querendo saber do contrato. E que houve várias irregularidades no processo de 2013, que culminou com a vitória da Coaf, mas depois foi cancelado. O processo foi reaberto em 2014, com nova vitória da Coaf, apesar do uso de documentos falsos e da concessão de prazos irregulares.

Também hoje seriam votados requerimentos que pedem a reconvocação de Marcel e acareações entre ele, Jeter, Merivaldo e Luís Carlos Gutierrez, o Licá, outro assessor de Capez. Com a saída dos deputados da base do governador, a votação também foi suspensa. Com exceção de Santana, os demais parlamentares já se manifestaram contrários a tal procedimento, mesmo com a revelação das movimentações bancárias de Jeter e Merivaldo.

O deputado Barros Munhoz (PSDB) justificou a saída da sessão dizendo que Santana está procurando "pelo em ovo" para "atingir objetivos políticos". E que não permitiria isso na CPI. "Já está muito clara a participação de Jeter e Merivaldo, os erros de alguns servidores. Mas o PT está tentando criar fatos para incriminar outras pessoas", afirmou. No entanto, ao ser questionado sobre se recebeu orientação por meio de uma ligação recebida momentos antes, Munhoz ficou visivelmente nervoso e negou que tenha ocorrido influência externa. "Vocês são absurdamente parciais", disse aos jornalistas.

Ao sair da reunião, Munhoz foi seguido pelos deputados Delegado Olim (PP), Carlão Pignatari (PSDB) e Gilmaci Santos (PR). Ontem, os deputados já haviam deixado a reunião antes do depoimento da servidora Vanessa Alves Vieira. Nesta manhã, a reunião atrasou 40 minutos por falta de quórum, sendo iniciada com apenas cinco dos nove deputados.

Além de Marilena, que foi diretora do Departamento de Suprimento Escolar da Secretaria da Educação, seriam ouvidas Silvia Cristina Lancellotti Pinto, ex-funcionária do Centro de Serviços de Nutrição do Departamento de Alimentação e Assistência ao Aluno da Secretaria Estadual da Educação, e Célia Falótico, ex-coordenadora de Infraestrutura e Serviços Escolares do Departamento de Alimentação e Assistência ao Aluno da Secretaria Estadual da Educação.

O presidente da comissão, deputado Marcos Zerbini (PSDB), concordou com a avaliação de Munhoz, mas disse que vai buscar conciliar os deputados para garantir a continuidade dos trabalhos. "Eu tenho todo interesse em apurar. As depoentes que não foram ouvidas serão reconvocadas. O que não pode é o PT tentar transformar erros em crimes ou envolver o presidente da casa sem provas", afirmou. A próxima reunião será na quarta-feira (16).


Fonte: RBA

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Geraldo Alckmin pede quebra de sigilo de usuários do Twitter que o criticaram

Postagens que motivaram a ação chamam o tucano de 'ladrão de merenda' e 'corrupto
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin(PSDB/SP), recorreu à Justiça para descobrir a identidade de seis usuários do Twitter que usaram a rede social para postar xingamentos contra ele. A ação, que foi antecipada na edição dessa quarta-feira, 9 do jornal Folha de S.Paulo, e confirmada pelo Estado está sendo coordenada pelo advogado Anderson Pomini, que será o secretário de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de São Paulo.




Foto: Nilton Fukuda/Estadão
Geraldo Alckmin PSDB/SP pede quebra de sigilo de usuários do Twitter que o criticaram
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)
As postagens que motivaram a ação chamam o tucano de "ladrão de merenda" e "corrupto" em referência ao esquema de fraudes em licitações da merenda escolar em municípios paulistas. A organização criminosa foi desmontada em janeiro pela Operação Alba Branca, integrada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. 
O advogado do governador pede que o Twitter revele os IPs (endereço virtual) dos computadores usados para publicar as mensagens. O objetivo é processar os autores e com isso coibir novas iniciativas como essa.
A ação apresentada por Alckmin pede, ainda, que o processo tramite em segredo de Justiça. Procurado, o Palácio dos Bandeirantes não quis se pronunciar.
Fonte:Estadão

domingo, 6 de novembro de 2016

Pedágio 'flex' de Alckmin prevê tarifa mais cara em horário de pico

Edital lançado hoje (4) não estabelece percentual de variação da cobrança. Inicialmente para trechos com mais de 570 quilômetros, modelo pode ser expandido para outras rodovias de São Paulo

arquivo/EBC
Pedágio 'flex' de Alckmin prevê tarifa mais cara em horário de pico
Novo modelo de cobrança deve valer para sete rodovias na região centro-oeste de São Paulo
GGN – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), vai lançar um edital de concessão de rodovias que vai permitir uma tarifa flexível nos pedágios. Em trecho com mais de 570 quilômetros, a concessionária vencedora da licitação poderá cobrar mais dos motoristas que circularem em horário de pico. Também está previsto desconto para os carros em horários com menos trânsito.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o edital não fala sobre o percentual de variação na cobrança, que deverá ser estabelecido pela empresa que assumir a concessão. Eventualmente, este modelo de cobrança pode ser expandido para outras rodovias paulistas.
Lançado nesta sexta (4), o edital terá sete rodovias na região centro-oeste de São Paulo. A concessão será de 30 anos e prevê investimentos de R$ 3,9 bilhões, incluindo duplicação dos trechos e instalação de sistemas de segurança.
No modelo atual de cobrança dos pedágios, são levados em consideração o tipo da rodovia e o tipo de veículo.
 Fonte :RBA

Filha de Alckmin usa sede e funcionários do governo para ensaios de moda

Filha de Alckmin usa sede e funcionários do governo para ensaios de moda

Formada em Direito, Sophia Alckmin não exerce a profissão, mas faz sucesso como blogueira de moda; e usa o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, para realizar suas produções; até os funcionários ficam de prontidão para prestar seus serviços à realização de fotos que serão publicadas aos 400 mil seguidores do Instagram da filha do governador

Brasil 247 -

A filha mais velha do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Sophia Alckmin, de 36 anos, utiliza o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, para realizar ensaios de moda.

Formada em Direito, Sophia não exerce a profissão, mas faz sucesso como blogueira de moda. Na sede do governo, até os funcionários ficam de prontidão para prestar seus serviços às produções da filha do governador.

As fotos de bolsas, sapatos, joias e roupas de grife são publicadas para atender ao público de mais de 400 mil seguidores do Instagram de Sophia. As informações foram publicadas na coluna Radar OnLine.

"a monarquia voltou, gente! (ah, se fosse filha do lula...)", comentou no Twitter a jornalista Cynara Menezes, compartilhando a nota que, na versão impressa da revista, saiu com o título "A princesa e o seu palácio".