quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Juiz decreta sigilo em ação de Alckmin


Juiz Sergio Moro confratenizando com tucanos em evento Juiz decreta sigilo em ação de Alckmin
Juiz Sergio Moro confratenizando com tucanos em evento
O juiz da 13ª Vara de Fazenda Pública decretou segredo de Justiça na ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público paulista contra o ex-governador Geraldo Alckmin, candidato à Presidência pelo PSDB. O tucano e seu ex-secretário e tesoureiro de campanha Marcos Monteiro são acusados de enriquecimento ilícito pelo suposto recebimento de R$ 7,8 milhões de caixa dois da Odebrecht na eleição de 2014 ao governo do Estado.

O sigilo foi decretado a pedido do juiz da 1ª zona eleitoral de São Paulo, Francisco Carlos Shintate, onde Alckmin é investigado pelo suposto crime de caixa dois de R$ 10,3 milhões pagos pela Odebrecht nas campanhas de 2010 e 2014 a governador. Em ofício enviado ao magistrado da 13ª Vara, o juiz eleitoral afirma que o promotor Ricardo Manuel Castro moveu uma ação contra o tucano com "ampla publicidade" e usando prova "emprestada" de um inquérito policial eleitoral que está em segredo de Justiça.

A ação contra Alckmin foi ajuizada por Castro no dia 3 de setembro. Na ação, ele lista seis testemunhas que foram ouvidas e apresentaram documentos a ele que indicam nove pagamentos da Odebrecht à campanha de Alckmin em 2014. Entre elas estão os ex-executivos da empreiteira Arnaldo Cumplido e Luiz Eduardo Soares, o doleiro Álvaro Novis, responsável por operar os pagamentos da Odebrecht, e um funcionário dele que fazia as entregas em hotéis e residências de São Paulo.

Na ação, o promotor pede o bloqueio de bens no valor de R$ 39 milhões e suspensão dos direitos políticos. Em nota, Alckmin disse que não comentaria a decisão da Justiça, mas repetiu que "a ação não tem fundamento, fruto de um erro do promotor, e quem leu percebeu os equívocos". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. via UOL




domingo, 5 de agosto de 2018

Vice de Alckmin, Ana Amélia tentou censurar site que revelou omissão de R$ 4,7 milhões em seu patrimônio. O TRE não permitiu

Veia da Odebrecht Vice de Alckmin Santo da Odebrecht , Ana Amélia tentou tirar do ar site que revelou omissão de R$ 4,7 milhões em seu patrimônio. O TRE não permitiu
Do DCM
A senadora Ana Amélia( A Veia da Odebrecht), que virou vice de Alckmin (O santo da odebrecht) para tentar morder votos da extrema direita bolsonarista, deve dar trabalho na campanha.
Ana Amélia tem um telhado de vidro gigantesco, especialmente vulnerável para alguém que se vende como a mais proba das criaturas.
Como no caso em que defendeu os meliantes que atacaram a caravana de Lula — “mostra onde estão os gaúchos”, disse –, ela joga pesado na Justiça.
Em 2014, quis tirar do ar um site chamado Sociedade Política, que revelou omissão de R$ 4,7 milhões em seu patrimônio. O TRE indeferiu o pedido.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE) indeferiu neste domingo um pedido do comitê da candidata ao governo Ana Amélia Lemos (PP) para retirar do ar o site Sociedade Política, que divulgou na última sexta-feira a omissão de uma fazenda de 1,9 mil hectares na declaração de bens da candidata à justiça eleitoral.
A fazenda Saco do Bom Jesus, localizada no município de Formosa (GO), foi adquirida por Ana Amélia e pelo marido, senador Octávio Cardoso, em duas operações, em 1984 e 1986. Em janeiro deste ano, o patrimônio foi incorporado aos bens da atual senadora depois de concluído o inventário resultante da morte de Cardoso, ocorrida em 2011.
O espólio de Cardoso foi avaliado em R$ 9,47 milhões, dos quais R$ 4,74 milhões couberam a Ana Amélia, viúva do senador. Os dois se casaram em comunhão universal de bens em 1990, depois de viverem em união estável por mais de dez anos. O inventário foi registrado no 2º Tabelionato de Notas de Formosa no dia 27 de janeiro deste ano.
Na declaração de bens da candidata ao Tribunal Superior Eleitoral não consta o patrimônio resultante do inventário, que inclui 36% das terras em Goiás – cerca de 680 hectares – e metade das 600 cabeças de gado da fazenda. Também fizeram parte do espólio imóveis em Porto Alegre e em Lagoa Vermelha, terra natal da senadora, veículos e títulos de capitalização. Os outros bens foram divididos entre as três filhas do senador.
Ao TSE, entretanto, Ana Amélia declarou um patrimônio de R$ 2,55 milhões, constituído por imóveis, veículos e aplicações financeiras. O bem de maior valor da declaração é um apartamento em Brasília, avaliado em R$ 816 mil. O patrimônio omitido é praticamente o dobro do que foi declarado à justiça eleitoral.
A primeira matrícula dos imóveis, que se refere a uma área de 1.030 hectares, foi registrada no dia 6 de dezembro de 1984 no 1o Cartório de Notas de Formosa. Outra parte da fazenda, adquirida para fins de reserva florestal legal, foi adquirida no dia 3 de julho de 1986.
Segundo o advogado Fabrício Maia, um dos administradores do blog Sociedade Política, a fazenda já fazia parte do patrimônio de Ana Amélia antes da morte do senador e, portanto, deveria ter sido declarada ao TSE tanto na eleição deste ano quanto no pleito de 2010, em que a atual candidata ao governo foi eleita senadora. (…)
A assessoria jurídica da candidata queria tirar o site do ar alegando que as propriedades não precisariam ser declaradas à justiça eleitoral por constarem da declaração de renda do espólio de Cardoso. Além disso, alegava que a página divulga “afirmações ofensivas à honra” de Ana Amélia. A ação deu entrada no TRE ainda no sábado.
A desembargadora Liselena Robles Ribeiro, entretanto, considerou improcedente o pedido e remeteu o caso à Procuradoria Regional Eleitoral. (…)
O desembargador aposentado Antônio Augusto Mayer dos Santos, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB gaúcha, classificou a situação como “singular”.
— A lei eleitoral menciona uma declaração dos bens disponíveis pelos candidatos, que são de uso cotidiano, o que não parece ser o caso da fazenda em questão. Mas de fato o tema merece uma interpretação mais detalhada — afirmou.
A desembargadora Lúcia Koppitke, que foi juíza do TRE gaúcho, avaliou que a omissão os bens ferem a legislação eleitoral vigente:
— Pelo regime de união entre os dois, metade da propriedade já era da senadora mesmo antes da morte do marido. No meu entendimento, deveria constar da declaração de bens à justiça eleitoral — disse.


Documento reproduzido em site aponta propriedade de fazenda em nome de Ana Amélia
Documento reproduzido em site aponta propriedade de fazenda em nome de Ana Amélia

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Alckmin estuda acabar com gratuidade no ensino superior, começando pela pós-graduação

No mesmo dia em que veio à tona a notícia de que os cortes orçamentários do governo Temer colocarão fim às bolsas de pós-graduação, o pré-candidato tucano anunciou na GloboNews que estuda acabar com a gratuidade do ensino superior público
GERALDO ALCKMIN E MICHEL TEMER TRAMANDO CONTRA O PAIS Alckmin estuda acabar com gratuidade no ensino superior, começando pela pós-graduação

Geraldo Alckmin, pré-candidato à presidência pelo PSDB, anunciou em sabatina na Globo News, na noite desta quinta-feira (2), que estuda acabar com a gratuidade no ensino superior público, começando pela pós-graduação.

“O primeiro caminho que vejo é cobrar a pós-graduação. Esse seria o primeiro passo”, afirmou. Quando um dos entrevistadores perguntou novamente para se certificar que ele iria cobrar mensalidade no ensino superior, o tucano completou: “Não está fechado que ensino superior seguirá sendo gratuito. Pode começar com pós graduação paga”.

Alckmin afirmou que, eleito, formará um grupo de trabalho para estudar o tema, e minimizou dizendo que é a favor de ações afirmativas, como as cotas. “É algo a ser estudado, não garanto [a gratuidade]“.
Pouco antes, o pré-candidato revelou que pretende privatizar os Correios.
Assista ao vídeo aqui

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Temer comprou apoio de PP, PR, DEM e PTB para Alckmin com cargos comissionados

Na contramão da decisão fechada pelo Centrão de fechar apoio a Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do PP(partido da veia da Odebrecht Ana Amelia), senador Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), queriam chancelar um acordo em torno do pré-candidato do PDT, Ciro Gomes.
Eles alegavam que o tucano não decolaria nas pesquisas de intenção de voto e que nem mesmo chegaria ao segundo turno das eleições. A reportagem apurou, porém, que o Palácio do Planalto fez forte pressão para que o bloco não se unisse a Ciro. O pedetista chamou o presidente Michel Temer de “quadrilheiro” e “ladrão” e disse que ele seria preso.


Temer comprou apoio de PP, PR, DEM e PTB para Alckmin com cargos comissionados pagos com dinheiro público

O governo ameaçou tirar cargos de quem se unisse a Ciro, principalmente do PP, que comanda os Ministérios da Saúde, Cidades e Agricultura - com orçamentos que, juntos, somam R$ 153,5 bilhões -, além de ter o comando da Caixa.

Com 1% das intenções de voto, Henrique Meirelles (MDB) também conversou nos últimos dias com integrantes do Centrão, mas não obteve sucesso em sua ofensiva. O ex-ministro chegou a se reunir ontem com Maia. Antes, ofereceu a vice em sua chapa a Flávio Rocha (PRB), que desistiu de se candidatar ao Planalto.

A decisão do Centrão foi comemorada entre os tucanos. A estratégia de Alckmin sempre passou por atrair o maior número de partidos para sua aliança e, assim, garantir tempo extra na propaganda eleitoral na TV e no rádio.

Na reunião desta quinta-feira, 19, com dirigentes do bloco, Alckmin - que preside o PSDB - se comprometeu a fazer consultas nos Estados para que o partido diminua o número de candidatos aos governos e apoie concorrentes do bloco. Hoje, a sigla tem entre 13 e 15 nomes próprios. No Rio, por exemplo, o PSDB deve agora fazer aliança com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”. 

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Ex-secretário de Alckmin é preso por suspeita de superfaturamento no Rodoanel

Contratos garantiram sobrepreço de até 1.223% em serviços de escavação e remoção de rochas, de acordo com investigação do TCU e da CGU. Outros 14 foram detidos provisoriamente

Laurence Casagrande, à esquerda de Alckmin, foi preso preventivamente na operação Pedra no Caminho

Laurence Casagrande, à esquerda de Alckmin, foi preso preventivamente na operação Pedra no Caminho

São Paulo – Ex-secretário de Logística e Transportes e ex-presidente do Dersa durante o governo Alckmin, Laurence Casagrande Lourenço foi preso temporariamente nesta quinta-feira (21) pela operação Pedra no Caminho, da Polícia Federal, que investiga superfaturamento de mais de R$ 600 milhões em obras do trecho norte do Rodoanel em São Paulo. Atualmente, Lourenço é presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).
Ao todo, são 15 mandados de prisão temporária e 51 mandados de busca e apreensão, que têm como alvos ex-diretores da Dersa e executivos das construtoras OAS e Mendes Junior que atuaram na obra. As investigações começaram em 2016, após um ex-funcionário de uma das construtoras denunciar manipulações em aditivos indevidos ao contrato da obra, de forma a aumentar o valor pago às empreiteiras.
Os aditivos garantiam, por exemplo, recursos para serviços de remoção de rochas que já constavam no projeto inicial. Investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU), que basearam as ações desta quinta-feira (21), apontam que, em apenas um dos lotes da obra, o aditivo para remoção de rochas alcançava R$ 33 milhões.
Outros serviços como escavação, estrutura de túneis, carga e desmonte de argamassa nos cinco lotes das obras do trecho norte do Rodoanel teriam atingido sobrepreço de até 1.223%. Os acusados vão responder pelos crimes de fraude à licitação, estelionato contra o poder público, falsidade ideológica e associação criminosa, conforme as suas participações.
DO RBA

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Empresa de pedágio relata propina de R$ 5.000.000,00 a Alckmin por meio do cunhado

A CCR, maior concessionária de estradas do país, revelou ter doado a quantia para o caixa dois da campanha do tucano ao governo paulista em 2010

Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)
Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à presidência da República, apontado como o “santo” nas planilhas da Odebrecht, ganhou um novo problema para resolver, além de não conseguir fazer decolar sua candidatura. Segundo reportagem de Mario Cesar Carvalho, da Folha de S.Paulo, a CCR, principal concessionária de estradas do país, revelou ter doado R$ 5 milhões para o caixa dois da sua campanha ao governo paulista em 2010. O dinheiro teria sido entregue ao cunhado de Alckmin, Adhemar Ribeiro, e a denúncia de propinas também atinge os tucanos José Serra e Aloysio Nunes. Ainda de acordo com a reportagem, é a segunda vez que o cunhado é associado a arrecadações ilegais de campanha. A Odebrecht relatou em acordo de delação ter entregue R$ 10,3 milhões a ele, também na campanha de 2010.
“Nos relatos reunidos pelo promotor José Carlos Blat, a CCR aparece como doadora de R$ 23 milhões para três políticos tucanos de SP entre 2009 e 2012: além de Alckmin, são citados o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e o senador José Serra. Os valores que teriam sido entregues a Serra e Aloysio ainda não foram apurados”, aponta ainda a reportagem.
Fonte Revista Forum

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Alckmin e Doria prometem cargo com foro privilegiado a Temer caso ganhem a eleição para salvar da prisão e atacarem as aposentadorias

Alckmin e Doria prometem cargo com foro privilegiado a Temer caso ganhe a eleição

Estrategistas da campanha do ex-governador Geraldo Alckmin defendem a ideia de garantir um cargo para Michel Temer quando este deixar o governo. O assunto pode ser tratado nas próximas reuniões em busca de apoio do MDB, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo. Prevendo a derrota no plano nacional, os tucanos já desenham a hipótese de acomodar Temer em algum cargo da estrutura estadual, uma vez que o ex-prefeito João Doria demonstra chances reais de vencer o pleito no estado de São Paulo, diferentemente de seu colega presidenciável. O PSDB sabe que Temer teme ser preso após deixar o planalto e que o foro privilegiado em 2019 pode ser uma boa moeda de troca.

“A negociação entre Geraldo Alckmin e Michel Temer para a campanha de 2018 deveria passar pela garantia de um cargo para o atual presidente num eventual futuro governo. A ideia é defendida por alguns dos principais estrategistas do tucano. A nomeação para uma embaixada, por exemplo, garantiria foro especial para Temer depois que ele deixar o cargo. Isso preservaria o futuro ex-presidente de medidas cautelares determinadas por juízes de primeira instância.

Caso Alckmin não ganhe a eleição, mas um de seus dois aliados —João Doria ou Márcio França— seja eleito para o governo de SP, Temer poderia ser acomodado em um cargo da estrutura estadual. A ideia já foi estudada, a sério, por pelo menos um deles —os dois querem o apoio do MDB no estado.
DO Plantao Brasil

terça-feira, 15 de maio de 2018

PEDALADAS DE ALCKMIN E SERRA SOMAM R$ 4.000.000.000,00

Apuração do Intercept Brasil aponta que é de R$ 4 bilhões a pedalada fiscal dos ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin, atual presidenciável do PSDB, e José Serra; de acordo o site, o governo paulista aceitou receber R$ 2 bilhões antecipados em troca de receber, com o tempo, R$ 6 bilhões em impostos

PEDALADAS DE ALCKMIN E SERRA SOMAM R$ 4.000.000.000,00

SP 247 - Apuração do Intercept Brasil aponta no Twitter que é de R$ 4 bilhões a pedalada fiscal dos ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin, atual presidenciável do PSDB, e José Serra. De acordo o site, o governo paulista aceitou receber R$ 2 bilhões antecipados em troca de receber, com o tempo, R$ 6 bilhões em impostos.
De acordo com o presidente do Sinafresp, Alfredo Maranca, foram bancos e empresas que "compraram" a dívida do estado de São Paulo e vão ficar com esses R$ 4 bilhões ao final. Os nomes deles ainda são desconhecidos.
Veja os tuits aqui e aqui.