Apuração interna do governo de SP sobre cartel não avança há um ano.
A paralisia do governo do Estado de São Paulo em relação à apuração das
denúncias de corrupção e formação de cartel no Metrô e na CPTM é total.
Segundo o Painel da Folha de São Paulo desta quinta (19), a apuração
interna da Corregedoria-Geral do governo Geraldo Alckmin (PSDB) está
parada há quase um ano.
“Desde fevereiro de 2014,
quando o órgão divulgou seu último balanço público, não foi colhido
nenhum novo depoimento nem foram abertas novas frentes de investigação,
segundo atualização dos dados enviada pela corregedoria à coluna. No
período, também não houve afastamento de funcionários de cargos de
confiança”, afirma a coluna.
Esta situação revela o tamanho da
hipocrisia tucana: enquanto, no plano nacional, posa de “paladino da
moralidade”, onde governa, engaveta denúncias e protela investigações.
A defesa da ética na política pressupõe transparência e coerência. É
nisso que o PSOL acredita e por isso defende a investigação de todas as
denúncias de corrupção e desvios, como as da Petrobrás e as do Metrô de
São Paulo.
Mandato Ivan Valente – PSOL/SP
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Alckmin prometeu secretárias para partidos "adversários" para fugir das perguntas nos debates
Via portalmetropole Com Informações da Folha
Na campanha eleitoral de 2014 o alvo diretos dos adversários na disputa do governo do estado de São Paulo era o atual governador Geraldo Alckmin que mantem seu poder no estado pela desinformação.
Alckmin fugiu da maioria das perguntas no debate e não respondeu nenhuma sobre a falta d' água e quando respondeu falou que não faltaria água em São Paulo. Após eleito, Alckmin disse que o racionamento vem a meses.
Agora, surge a denúncia: Alckmin teria prometido secretárias e outras regalias para adversários caso o ajudassem a fugir das perguntas.
Alckmin teria prometido gentilezas ao PV de Nallini e outros assessores. Ainda não há provas concretas, exceto pelos vídeos dos debates e as recentes evidências encontradas na sua gestão.
Nallini não era um adversário compulsivo contra Alckmin, seu comportamento frio é de se desconfiar,além de sempre perguntar ao Governador Alckmin para evitar perguntas da falta de água, do propinoduto, o massacre do pinheirinho, o mensalão da Assembleia, etc, também junto com o Cacionne atacava o governo Federal que não era objeto do debate.
Recentes comentários de jornalistas da Folha dizem que o governador teria feito essas propostas aos adversários através de assessores do partido..
Confira a reportagem exposta na folha de São paulo sobre os novos secretários:
Na campanha eleitoral de 2014 o alvo diretos dos adversários na disputa do governo do estado de São Paulo era o atual governador Geraldo Alckmin que mantem seu poder no estado pela desinformação.
Alckmin fugiu da maioria das perguntas no debate e não respondeu nenhuma sobre a falta d' água e quando respondeu falou que não faltaria água em São Paulo. Após eleito, Alckmin disse que o racionamento vem a meses.
Agora, surge a denúncia: Alckmin teria prometido secretárias e outras regalias para adversários caso o ajudassem a fugir das perguntas.
Alckmin teria prometido gentilezas ao PV de Nallini e outros assessores. Ainda não há provas concretas, exceto pelos vídeos dos debates e as recentes evidências encontradas na sua gestão.
Nallini não era um adversário compulsivo contra Alckmin, seu comportamento frio é de se desconfiar,além de sempre perguntar ao Governador Alckmin para evitar perguntas da falta de água, do propinoduto, o massacre do pinheirinho, o mensalão da Assembleia, etc, também junto com o Cacionne atacava o governo Federal que não era objeto do debate.
Recentes comentários de jornalistas da Folha dizem que o governador teria feito essas propostas aos adversários através de assessores do partido..
Confira a reportagem exposta na folha de São paulo sobre os novos secretários:
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou neste domingo (28) a professora e advogada Patricia Faga Iglecias como a nova titular da Secretaria do Meio Ambiente em seu futuro mandato.
A nova secretária é professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, coordena a Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil e é membro da European Environmental Law Association.
Com o anúncio, o governador definiu que o PV será acomodado na Secretaria de Turismo, atualmente ocupada pelo PSB.
O novo secretário deve ser o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), que se reunirá nesta segunda-feira (29) com a bancada federal do partido para definir detalhes de sua indicação.
Recentes denúncias feitas por terceiros do governo tem revelado que o governador supostamente prometeu secretárias a adversários para fugir de perguntas nos debates na corrida eleitoral.
Ainda na segunda (29), o governador deve anunciar o atual secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Baeta Filho, como novo titular da Secretaria da Habitação.
Nome sugerido pelo DEM, ele deverá, no entanto, ocupar a pasta por tempo provisório.
O tucano havia escolhido para o deputado federal Rodrigo Garcia (DEM-SP) para o cargo. Ele, porém, é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal sobre denúncias de fraudes em licitações de trens em São Paulo.
Para evitar desgaste, Alckmin preferiu indicar outro nome até que o julgamento seja concluído. A previsão é de que ele seja retomado em fevereiro.
Nesta semana, o governador também pretende anunciar os novos titulares de Transportes e Educação.
A nova secretária é professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, coordena a Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil e é membro da European Environmental Law Association.
Com o anúncio, o governador definiu que o PV será acomodado na Secretaria de Turismo, atualmente ocupada pelo PSB.
O novo secretário deve ser o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), que se reunirá nesta segunda-feira (29) com a bancada federal do partido para definir detalhes de sua indicação.
Recentes denúncias feitas por terceiros do governo tem revelado que o governador supostamente prometeu secretárias a adversários para fugir de perguntas nos debates na corrida eleitoral.
Ainda na segunda (29), o governador deve anunciar o atual secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Baeta Filho, como novo titular da Secretaria da Habitação.
Nome sugerido pelo DEM, ele deverá, no entanto, ocupar a pasta por tempo provisório.
O tucano havia escolhido para o deputado federal Rodrigo Garcia (DEM-SP) para o cargo. Ele, porém, é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal sobre denúncias de fraudes em licitações de trens em São Paulo.
Para evitar desgaste, Alckmin preferiu indicar outro nome até que o julgamento seja concluído. A previsão é de que ele seja retomado em fevereiro.
Nesta semana, o governador também pretende anunciar os novos titulares de Transportes e Educação.
Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/01/alckmin-prometeu-secretarias-para.html#ixzz3Pgl6WWRv
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Globo e PSDB censuram video que Alckmin disse que não faltaria agua em SP
FOi colocado no Youtube um vídeo do debate do PIG Globo que Geraldo Alckmin garantiu que não iria faltar água, Youtube e as organizações Globo mais uma vez para protegerem o PSDB censuraram o vídeo, vejam

Censuraram um canal inteiro
Vejam o que dizia o video censurado pelo Vimeo, uma rede social mais democrática e que não tem partido e espalhem na rede e copiem antes que seja censurado denovo
"Não falta água, não vai faltar água em São Paulo" from Talita Castro on Vimeo.

Censuraram um canal inteiro
Vejam o que dizia o video censurado pelo Vimeo, uma rede social mais democrática e que não tem partido e espalhem na rede e copiem antes que seja censurado denovo
"Não falta água, não vai faltar água em São Paulo" from Talita Castro on Vimeo.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
O novo secretário de Segurança Pública de Alckmin foi advogado do PCC
Alexandre de Moraes, Novo titular de segurança de Alckmin, foi advogado de 123 processos do PCC (Primeiro Comando da Capital)
Por redação, com GGN
A cooperativa atendida por Alexandre de Moraes - que tem como missão enfrentar uma das principais organizações criminosas do país, o PCC (Primeiro Comando da Capital) - é citada em um investigação que apura formação de quadrilha e lavagem de dinheiro do PCC.
Segundo a reportagem, Moraes afirmou em nota que começou a advogar para a Transcooper em janeiro de 2011, mas não atuou na investigação por suposta relação com o PCC. "Não houve qualquer prestação de serviços advocatícios - nem pelo secretário nem pelos demais sócios - às pessoas citadas em possível envolvimento com o crime organizado, em 2014. O contrato se referia estritamente à pessoa jurídica da cooperativa." Até o dia 8 de janeiro, entretanto, Moraes permanecia no site do TJ como defensor da cooperativa, frisou o Estadão.
"Moraes comandava um dos mais famosos escritórios de advocacia em São Paulo. Entre seus clientes estão empreiteiras, associações e políticos. Ele também participou, entre 2007 e 2010, da gestão Gilberto Kassab (PSD) na Prefeitura, quando acumulou os cargos de presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transporte (SPTrans), além das Secretarias de Serviços e de Transportes", publicou o jornal.
"Em 2010, quando as investigações sobre a Transcooper tiveram início, Moura era diretor de uma das empresas citadas, a Happy Play. As outras eram a Himalaia e a Novo Horizonte. Na investigação, um dos endereços da Happy Play era o da garagem da Transcooper", acrescentou. O processo contra a empresa ainda está em andamento no Ministério Público.
Para assumir o comando da Pasta a pedido do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Moraes afirma ter renunciado a todos os processos em que atuava e solicitou, no último dia 1, uma licença temporária de sua inscrição como advogado na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
Na última disputa eleitoral, a Transcooper ganhou os holofotes da grande mídia por ter sido relacionada ao ex-deputado estadual Luiz Moura, suspeito de ter ligações com o PCC. Moura passou por sindicância dentro do antigo partido, o PT, e acabou sendo expulso. Moura, ao Estadão, afirmou desconhecer Moraes.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Para Gaspari, propinoduto tucano supera ‘mensalão’ , imprensa se cala
"Pelas provas, depoimentos e cifras, esse caso ultrapassa, de longe, o mensalão. Ali não há domínio do fato, o que há são fatos dominantes", escreve o colunista
247 Na opinião do jornalista Elio Gaspari, o caso do chamado propinoduto tucano "de longe" ultrapassa o do "mensalão", dos petistas. Isso porque, segundo o colunista, no caso da formação de cartel por multinacionais e o pagamento de propinas a políticos do PSDB em São Paulo, em licitações para obras no transporte sobre trilhos no Estado, "há fatos dominantes", e não apenas o "domínio do fato" sugerido pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470.
Abaixo, nota publicada em sua coluna deste domingo:
ALSTOM Ou o tucanato paulista tem uma estratégia capaz de causar inveja ao comissariado petista que pretende livrar seus caciques das penitenciárias pelo mensalão, ou está numa tática suicida, jogando o escândalo do propinoduto denunciado pela Siemens para dentro da campanha eleitoral do ano que vem.
Pelas provas, depoimentos e cifras, esse caso ultrapassa, de longe, o mensalão. Ali não há domínio do fato, o que há são fatos dominantes.
247 Na opinião do jornalista Elio Gaspari, o caso do chamado propinoduto tucano "de longe" ultrapassa o do "mensalão", dos petistas. Isso porque, segundo o colunista, no caso da formação de cartel por multinacionais e o pagamento de propinas a políticos do PSDB em São Paulo, em licitações para obras no transporte sobre trilhos no Estado, "há fatos dominantes", e não apenas o "domínio do fato" sugerido pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470.
Abaixo, nota publicada em sua coluna deste domingo:
ALSTOM Ou o tucanato paulista tem uma estratégia capaz de causar inveja ao comissariado petista que pretende livrar seus caciques das penitenciárias pelo mensalão, ou está numa tática suicida, jogando o escândalo do propinoduto denunciado pela Siemens para dentro da campanha eleitoral do ano que vem.
Pelas provas, depoimentos e cifras, esse caso ultrapassa, de longe, o mensalão. Ali não há domínio do fato, o que há são fatos dominantes.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Com posse de Alckmin, SP é o estado há mais tempo sem alternância de poder
A administração tucana teve início em 1995, com Mario Covas, e desde então o partido ganhou todas as eleições
Geraldo Alckmin (PSDB) começou na manhã desta quinta-feira 1 seu novo
mandato como governador de São Paulo. Desta forma, os tucanos no estado
estabelecem um recorde: levantamento feito por CartaCapital
mostra que este é o estado há mais tempo sem alternância de poder. A
administração tucana teve início em 1995, com Mario Covas, e desde então
ganhou todas as eleições. Portanto, com a reeleição de Alckmin, chegará
a 24 anos a frente do estado.
Covas foi homenageado nesta quinta por Alckmin. Ele encerrou o pronunciamento de posse fazendo uma homenagem ao ex-governador em 2001, quando Alckmin ocupava o cargo de vice-governador. O governador repetiu uma frase de Mário Covas: “São Paulo não pode esperar um dia, um minuto, para oferecer ao país sua parcela de luta. São Paulo nunca vai virar as costas ao Brasil”.
Houve um hiato de nove meses em 2006, período no qual o Estado foi governado por Claudio Lembo, então integrante do PFL (hoje DEM). Vice de Geraldo Alckmin, Lembo assumiu São Paulo quando o tucano deixou o cargo para disputar a eleição presidencial de 2006.
Atrás de São Paulo aparece o Acre como estado há mais tempo sem alternância de poder. O PT governa o Acre desde 1999, quando Jorge Viana, atualmente senador, assumiu o cargo. Ele foi reeleito em 2002 e deu lugar, em 2007, a Binho Marques. Eleito em 2010, Tião Viana (irmão de Jorge) foi reeleito neste ano.
Em Minas Gerais o PSDB está no poder desde 2003, quando Aécio Neves foi eleito. Ele permaneceu no governo até 2010, quando disputou a eleição ao Senado e foi substituído por seu vice, o tucano Antonio Anastasia, que acabou reeleito naquele ano.
Covas foi homenageado nesta quinta por Alckmin. Ele encerrou o pronunciamento de posse fazendo uma homenagem ao ex-governador em 2001, quando Alckmin ocupava o cargo de vice-governador. O governador repetiu uma frase de Mário Covas: “São Paulo não pode esperar um dia, um minuto, para oferecer ao país sua parcela de luta. São Paulo nunca vai virar as costas ao Brasil”.
Houve um hiato de nove meses em 2006, período no qual o Estado foi governado por Claudio Lembo, então integrante do PFL (hoje DEM). Vice de Geraldo Alckmin, Lembo assumiu São Paulo quando o tucano deixou o cargo para disputar a eleição presidencial de 2006.
Atrás de São Paulo aparece o Acre como estado há mais tempo sem alternância de poder. O PT governa o Acre desde 1999, quando Jorge Viana, atualmente senador, assumiu o cargo. Ele foi reeleito em 2002 e deu lugar, em 2007, a Binho Marques. Eleito em 2010, Tião Viana (irmão de Jorge) foi reeleito neste ano.
Em Minas Gerais o PSDB está no poder desde 2003, quando Aécio Neves foi eleito. Ele permaneceu no governo até 2010, quando disputou a eleição ao Senado e foi substituído por seu vice, o tucano Antonio Anastasia, que acabou reeleito naquele ano.
CHEFE DA SABESP PEDE 'TODOS PREPARADOS PARA O PIOR'
"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é
grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o
pior", disse Jerson Kelman, novo presidente da Sabesp; ele lembrou que
as pancadas de chuva de verão não têm sido fortes o suficiente para
recuperar os níveis do Sistema Cantareira; "é preciso deixar claro para
manter sempre esclarecida a população de que essas chuvas intensas e
curtas não resolvem o problema"; ele pediu que a população continue
economizando o máximo possível para evitar medidas mais drásticas em
2015
A situação hídrica de São Paulo ainda é crítica, apesar dos temporais que têm marcado este início de verão em São Paulo.
Quem afirma é o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, que concedeu uma importante entrevista ao jornalista Artur Rodrigues, da Folha de S. Paulo.
"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", disse ele.
Kelman pediu ainda para que a população continue economizando, a despeito das imagens do noticiário de verão, que mostram enchentes e carros boiando em São Paulo.
"O que poderia acontecer de ruim é você ter uma enchente, carros boiarem, essas coisas que acontecem no verão, e ter um efeito colateral indesejável que seria a população imaginar que o problema está resolvido e relaxar na postura que está tendo de uso econômico da água."
Segundo ele, o uso consciente da água é crucial para evitar medidas mais drásticas em 2015.
Ontem, ao tomar posse para mais um mandato, o governador Geraldo Alckmin se colocou como principal voz da oposição, no cenário político nacional.
Pré-candidato à presidência da República em 2018, ele precisa, antes, solucionar a crise de abastecimento de água no estado mais próspero do País para levar adiante suas pretensões.
A atuação de Kelman, portanto, será decisiva para o futuro de Alckmin. Ontem, o Sistema Cantareira operava a 7,2% de sua capacidade.
A situação hídrica de São Paulo ainda é crítica, apesar dos temporais que têm marcado este início de verão em São Paulo.
Quem afirma é o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, que concedeu uma importante entrevista ao jornalista Artur Rodrigues, da Folha de S. Paulo.
"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", disse ele.
Kelman pediu ainda para que a população continue economizando, a despeito das imagens do noticiário de verão, que mostram enchentes e carros boiando em São Paulo.
"O que poderia acontecer de ruim é você ter uma enchente, carros boiarem, essas coisas que acontecem no verão, e ter um efeito colateral indesejável que seria a população imaginar que o problema está resolvido e relaxar na postura que está tendo de uso econômico da água."
Segundo ele, o uso consciente da água é crucial para evitar medidas mais drásticas em 2015.
Ontem, ao tomar posse para mais um mandato, o governador Geraldo Alckmin se colocou como principal voz da oposição, no cenário político nacional.
Pré-candidato à presidência da República em 2018, ele precisa, antes, solucionar a crise de abastecimento de água no estado mais próspero do País para levar adiante suas pretensões.
A atuação de Kelman, portanto, será decisiva para o futuro de Alckmin. Ontem, o Sistema Cantareira operava a 7,2% de sua capacidade.
sábado, 22 de novembro de 2014
“Clube” repassou R$ 21,2 milhões a candidatos da oposição
Aécio Neves, Geraldo Alckmin, José Serra,
Antonio Anastasia, Pimenta da Veiga, do PSDB, e Eduardo Campos, do PSB,
receberam das empreiteiras envolvidas na Lava Jato.
Os principais candidatos dos partidos de oposição, PSDB e PSB, receberam R$ 21,2 milhões do “clube” de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras. As informações foram passadas à Polícia Federal pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, no inquérito da operação Lava Jato.
O “clube”, expressão utilizada pelos criminosos para se referir às empresas denunciadas à Justiça em acordo de delação premiada, é formado pelas empreiteiras Camargo Correa, UTC, OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Iesa, Engevix e Toyo Setal. Os dados sobre as doações constam do sistema de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disponível na internet.
O candidato à presidência pela oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG), tem até o dia 25 para fazer a prestação de contas relativa ao segundo turno. Apenas no primeiro turno, ele recebeu R$ 4 milhões de duas das empreiteiras do clube.
O valor equivale a cerca de 10% do total de doações pessoais que Aécio Neves arrecadou até 2 de setembro – R$ 40.658.107,66 –, descrito no sistema do TSE. Esse valor deve aumentar quando acrescido das informações relativas ao segundo turno.
Por enquanto, o governador reeleito por São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, foi, dentro da oposição, o maior beneficiário do “clube”. Ele obteve cerca de R$ 8,5 milhões das empreiteiras, do total de mais de R$ 40.500.000,00(40 milhões e quinhentos mil reais) arrecadados individualmente para a campanha ao governo paulista.
Pimenta da Veiga, o tucano derrotado na eleição ao governo de Minas Gerais pelo petista Fernando Pimentel, recebeu quase R$ 3,9 milhões do “clube”. No total, Veiga arrecadou R$ 40,4 milhões. O senador José Serra (PSDB-SP) arrecadou R$ 2,53 milhões do grupo denunciado à Justiça. No total, Serra obteve R$ 10,7 milhões em arrecadação eleitoral.
O ex-governador mineiro Antonio Anastasia, sucessor de Aécio, em 2011, foi eleito senador graças a quase R$ 1 milhão em doações do grupo de empreiteiras, de um total de R$ 18,1 milhões que conseguiu arrecadar. O antecessor de Marina Silva na candidatura socialista, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, obteve R$ 1,27 milhão das empreiteiras. Até falecer em um acidente de avião, em agosto, o TSE havia registrado para Campos doações totais no valor de R$ 17,6 milhões. Marina só recebeu R$ 48,5 mil de um montante de R$ 43,95 milhões arrecadados para o PSB.
Os principais candidatos dos partidos de oposição, PSDB e PSB, receberam R$ 21,2 milhões do “clube” de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras. As informações foram passadas à Polícia Federal pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, no inquérito da operação Lava Jato.
O “clube”, expressão utilizada pelos criminosos para se referir às empresas denunciadas à Justiça em acordo de delação premiada, é formado pelas empreiteiras Camargo Correa, UTC, OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Iesa, Engevix e Toyo Setal. Os dados sobre as doações constam do sistema de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disponível na internet.
O candidato à presidência pela oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG), tem até o dia 25 para fazer a prestação de contas relativa ao segundo turno. Apenas no primeiro turno, ele recebeu R$ 4 milhões de duas das empreiteiras do clube.
O valor equivale a cerca de 10% do total de doações pessoais que Aécio Neves arrecadou até 2 de setembro – R$ 40.658.107,66 –, descrito no sistema do TSE. Esse valor deve aumentar quando acrescido das informações relativas ao segundo turno.
Por enquanto, o governador reeleito por São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, foi, dentro da oposição, o maior beneficiário do “clube”. Ele obteve cerca de R$ 8,5 milhões das empreiteiras, do total de mais de R$ 40.500.000,00(40 milhões e quinhentos mil reais) arrecadados individualmente para a campanha ao governo paulista.
Pimenta da Veiga, o tucano derrotado na eleição ao governo de Minas Gerais pelo petista Fernando Pimentel, recebeu quase R$ 3,9 milhões do “clube”. No total, Veiga arrecadou R$ 40,4 milhões. O senador José Serra (PSDB-SP) arrecadou R$ 2,53 milhões do grupo denunciado à Justiça. No total, Serra obteve R$ 10,7 milhões em arrecadação eleitoral.
O ex-governador mineiro Antonio Anastasia, sucessor de Aécio, em 2011, foi eleito senador graças a quase R$ 1 milhão em doações do grupo de empreiteiras, de um total de R$ 18,1 milhões que conseguiu arrecadar. O antecessor de Marina Silva na candidatura socialista, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, obteve R$ 1,27 milhão das empreiteiras. Até falecer em um acidente de avião, em agosto, o TSE havia registrado para Campos doações totais no valor de R$ 17,6 milhões. Marina só recebeu R$ 48,5 mil de um montante de R$ 43,95 milhões arrecadados para o PSB.
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